Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 29-30

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 29-30

  1. 1. editorial supõe reflexão a partir da atualidade não pode ser mero texto expositivo- argumentativo sobre um tema; costuma ter alguma ideia quase polémica.
  2. 2. • Notícia-reportagem • Texto expositivo (grupo III de exame) • Editorial • Crónica • Publicidade
  3. 3. telemóvel telemóveis amável amáveis incrível incríveis
  4. 4. Hoje em dia Cada vez mais
  5. 5. nunca, mas nunca mesmo, recorrer à net nestes trabalhos de escrita.
  6. 6. Fazer sempre os tepecês
  7. 7. Um tepecê que não se faça significa já algum prejuízo na classificação (é um zero — que estraga a média dos trabalhos de escrita)
  8. 8. Só para a turma 7.ª Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal
  9. 9. Atualmente, os críticos são especializados numa dada disciplina e, em geral, analisam uma obra específica, com propósitos formativos e avaliativos. Nas últimas décadas, tornaram-se objeto da crítica também áreas [que se vulgarizaram com a expansão do lazer], como a gastronomia, a enologia, o turismo, o mercado automobilístico, a informática ou a moda.
  10. 10. O crítico tem de emitir um juízo, que deve procurar enquadrar, evitando que seja ofensivo em termos pessoais, sem deixar de assumir um papel de guia, de conselheiro, do seu leitor. Daí a importância de o crítico salvaguardar a sua independência, rela- tivamente aos autores das obras que aprecia e ao sistema que os envolve. (106)
  11. 11. Neste passo do ensaio ABC da Crítica, Nuno Júdice defende a neces- sidade de a crítica (literária, suben- tende-se) ajudar os leitores a com- preenderem as obras, para o que terá de assentar numa abordagem mais analítica, fundamentada, menos pura- mente valorativa. (38)
  12. 12. Diz «fiquei com alguma traça», em vez de «tenho fome»; «infiltrei-me no seu estabelecimento para negociar a venda de produtos laticínios», em vez de «quero comprar queijo»; «sou daqueles que se deleitam com todas as manifestações da musa Terpsícore», pelo mais simples
  13. 13. «gosto de dança». No entanto, sistemati- camente, acaba por ter de recorrer a termos mais denotativos [objetivos], já que o comerciante não percebe aquelas figuras de estilo (metáfora, perífrase, metonímia).
  14. 14. «fiquei com alguma traça» (= ‘tenho fome’) — metáfora «infiltrei-me no seu estabelecimento para negociar a venda de produtos laticínios» (= ‘quero comprar queijo’) — perífrase «sou daqueles que se deleitam com todas as manifestações da musa Terpsícore» (= ‘gosto de dança’) — metonímia / perífrase
  15. 15. O miolo do episódio é constituído por um longo enunciado de tipos de queijo. Essa série pode integrar o campo lexical de ‘queijo’. Além disso, esses nomes de queijo são hipónimos do hiperónimo «queijo».
  16. 16. O cartoon caricatura o desfasamento entre o papel formativo que a televisão (ou, em geral, órgãos de comunicação) pretendem assumir, veiculando, em alguns programas, mensagens de defesa do meio ambiente, e o que, na prática, através da publicidade, inculcam indire- tamente: um estilo de vida dependente da tecnologia e muito prejudicial à natureza. É esse o curto-circuito em questão. (58)
  17. 17. «recuos estratégicos» = eufemismo de «retirada»
  18. 18. TPC — Quem não me deu hoje referência do livro que esteja a pensar ir ler (nem mo disse através de outro meio) deve trazer-ma na próxima aula. (Lembro que tratei do assunto em Gaveta de Nuvens — ‘leituras possíveis para tarefa em novembro de 2015’.)

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