Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 15-16

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 15-16

  1. 1. Nome vs. Nome próprio Nome próprio vs. Nome de pessoa Antropónimo Nome de batismo
  2. 2. Ler sempre bem a citação que é o ponto de partida do comentário
  3. 3. Alguns dos erros de escrita que encontrei nestes comentários tinham acabado de ser advertidos (na ficha sobre coesão).
  4. 4. O nome «rosa» não define uma rosa.
  5. 5. A peça Romeu e Julieta é fofa.
  6. 6. Se chamarmos a uma rosa «rosa» Se eu chamar … tu chamares … ele chamar … nós chamarmos … vós chamardes … eles chamarem
  7. 7. -mos dá-me os elefantes me os dá-mos me + os
  8. 8. Se chamássemos
  9. 9. Quase todas as palavras são arbitrárias, a relação com os seus referentes é puramente convencional. Porém, esta assunção — afinal a mesma da citação de Romeu e Julieta —, é contrariada com os casos das onomatopeias (que simulam o som do objeto para que remetem) e de certos hipocorísticos (cujo som parece traduzir a afetividade para com a quem se aplicam). Também o apego de alguns a ortografias antigas (Pessoa, por exemplo, fazia questão de usar as grafias rebuscadas de antes de 1911, ilustráveis pelo caprichoso «rhythmo») parece decorrer da ideia de que a forma contribui para a substância do objeto de que seria apenas uma vestimenta.
  10. 10. A estes exemplos se pode contrapor a variedade de designações aplicadas a um mesmo referente (por exemplo, ‘palavra’) providenciadas pelos milhares de línguas que ainda existem. As palavras «word», «mot» e «palavra» designam o que parece ser um mesmo conceito. E, no entanto, ...
  11. 11. «As vidas dos outros» (José Rebola), Anaquim, As vidas dos outros, 2010 (cfr. p. 72)
  12. 12. Eu sou tão bom a falar das vidas dos outros Há sempre um conselho a dar p'rás vidas dos outros Nada é eterno e se aguentarmos todo o mal tem fim É fácil ter calma quando a alma não me dói a mim
  13. 13. Eu sou tão bom a tornar todo o mal inerte Se é aos outros que lhes custa que o passado [ aperte Mas quando a inquietude vem toda para o meu lado Deita-se desnuda e não desgruda até me ter vergado
  14. 14. É tão simples quando estou de fora A ver passar as nuvens pelo ar Aplaudir, rever-me e concluir Que eu também já lá estive e... Já soube ultrapassar
  15. 15. Só a mim é que ninguém me entende e a minha dor não tem como acabar Ai quão melhor era acordar um dia E ter as vidas dos outros todas em meu lugar
  16. 16. As vidas dos outros nunca me soam mal Veem problemas no que é no fundo normal Ai se eles soubessem como é viver assim As vidas dos outros são tão simples para mim
  17. 17. As vidas dos outros nunca me soam mal Veem problemas no que é no fundo normal Ai se eles soubessem como é viver assim As vidas dos outros são tão simples para mim
  18. 18. Eu sou tão bom a falar das vidas dos outros Sempre me sei comportar nas vidas dos outros Volta, revolta, o melhor está para vir Solta tudo agora, não demora tornas a sorrir
  19. 19. Eu sou tão bom a apagar qualquer mau momento E é aos outros que lhes bate à porta o sofrimento Mexe, remexe, alguma coisa hás de encontrar A solução é procurar
  20. 20. Eu sou tão bom a falar, eu sou tão bom a cantar, eu sou tão bom a contar as vidas dos outros Eu sou tão bom a falar Eu sou tão bom a curar Tudo menos o meu próprio mal
  21. 21. As vidas dos outros nunca me soam mal Veem problemas no que é no fundo normal Ai se eles soubessem como é viver assim As vidas dos outros são tão simples para mim
  22. 22. As vidas dos outros nunca me soam mal Veem problemas no que é no fundo normal Ai se eles soubessem como é viver assim As vidas dos outros são tão simples para mim
  23. 23. TPC Usando obrigatoriamente dez dos conectores da p. 342 — de preferência, de filas diferentes — escreve um texto expositivo-argumentativo, com entre 150 a 200 palavras, sobre assunto do teu interesse. Procura que não se note que a presen- ça daqueles articuladores foi imposta. Su- blinha-os. Usa folha solta e escreve a tinta.

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