Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 13-14

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 13-14

  1. 1. insistência (l. 2) escala / continuação / apego / importunidade radical (l. 2) inerente / tema / raiz / integral espécie (l. 3) homem / caráter / particularidade / distinção moral (4) ético / pudor / decente / doutrina
  2. 2. abertura (7) cova / preâmbulo / confidência / fraqueza insana (8) árdua / furiosa / tresvariada / excessiva préstimo (10) auxílio / serventia / talento / mérito restauradora (11) renovadora / pagadora / restaurante / benfeitora
  3. 3. ataduras (12) ligações / faixas / conexões / prisões presumia (13) cria / desconfiava / previa / aperfeiçoava varão (13) tranca / macho / corajoso / barão costumes (16) trajos / manias / hábitos / manhas
  4. 4. tirania (17) violência / ingratidão / garra / despotismo excelência (19) quilate / majestade / bondade / primazia ninho (20) toca / região / berço / jazigo empresa (20) emblema / façanha / divisa / negócio
  5. 5. princípio (22) génese / agente / doutrina / infância delicada (26-27) susceptível / meiga / perigosa / embaraçosa exclusão (27) recusa / repulsa / reprovação / privação
  6. 6. Sou em geral conhecido como pessimista. Ao contrário do que alguma vez possa ter parecido, dada a insistência apego com que afirmo o meu radical integral ceticismo sobre a possibilidade de qualquer melhoria efetiva e substancial da espécie homem dentro do que em tempos não muito distantes se chamou progresso moral ético, preferiria ser otimista, mesmo que fosse apenas por ainda conservar a esperança de que o Sol, por ter nascido todos os dias até hoje, nasça também amanhã. Nascerá, mas lá che-gará
  7. 7. também o dia em que ele se acabe. O motivo destas reflexões de abertura preâmbulo é o mau trato conjugal ou paraconjugal, a insana tresvariada (excessiva) perseguição da mulher pelo homem, seja ele marido, noivo ou amante. A mulher, historicamente submetida ao poder masculino, foi reduzida a algo sem mais préstimo serventia (mérito) que o de ser criada do homem e simples restauradora renovadora da sua força de trabalho, e, mesmo agora, quando a vemos por toda
  8. 8. a parte, liberta de algumas ataduras prisões, exercer atividades que a vaidade masculina presumia cria (desconfiava) de exclusivas do varão macho, parece que não queremos dar- nos conta de que a esmagadora maioria das mulheres continua a viver num sistema de relações pouco menos que medievais. São espancadas, brutalizadas sexualmente, escravizadas por tradições, costumes hábitos e obrigações que elas não escolhe- ram e que continuam a mantê-las subme- tidas à tirania despotismo masculina. E,
  9. 9. quando chega a hora, matam-nas. A escola finge ignorar esta realidade [...]. A família, lugar por excelência primazia de todas as contradições, ninho berço perfeito de egoísmos, empresa negócio em falência perma-nente, está a viver a mais grave crise de toda a sua história. Os Estados partem do exato princípio doutrina de que todos teremos de morrer e de que as mulheres não poderiam ser exceção. Para algumas imaginações delirantes, morrer às mãos do esposo, do noivo ou do amante, a tiro
  10. 10. ou à facada, talvez seja mesmo a maior prova de amor mútuo, ele matando, ela morrendo. Às negruras da mente humana tudo é possível. Que fazer? Outros o saberão embora não o tenham dito. Uma vez que a deli-cada suscetível sociedade em que vivemos se escandalizaria com medidas de exclusão privação social permanente para este tipo de crimes, ao menos que se agravem até ao máximo as penas de prisão, excluindo
  11. 11. decisivamente as reduções de pena por bom comportamento. Por bom comporta- mento, por favor, não me façam rir.
  12. 12. Para Leonel Morgado, as fraldas descartáveis são o resultado de um avanço tecnológico e, por isso mesmo, um material que merece o seu lugar na sociedade, apesar de alguns defeitos que há necessidade de ultrapassar. Numa perspetiva muito diferente coloca-se a Quercus, que, por razões ambientais, defende as fraldas reutilizáveis, ignorando todos os aspetos tecnológicos vantajosos salientados pelo «especialista em mundos virtuais».
  13. 13. bebé cocó -ável, -áveis (reutilizáveis, descartáveis) -ível, -íveis (visível, visíveis) resíduos económicos
  14. 14. excelente prejudicial Leonel morgado Leonel Morgado
  15. 15. Enquanto que Leonel pensa de outro modo. Ao contrário, Leonel Morgado / Morgado pensa de outro modo.
  16. 16. 10. (p. 38) 1.= c 2. = d 3. = a
  17. 17. A legenda no canto superior esquerdo pareceria ser do tipo descritivo, como se estivéssemos a ler um verdadeiro catálogo de moda. No entanto, se nos detivermos no segundo dístico («Cinto em cabedal castanho com fivela de ferro cromada»), percebemos que menciona objeto que não figura no vestuário da imagem mas se deduz seja o causador das nódoas negras no braço da modelo.
  18. 18. Também o slogan na etiqueta em baixo explora uma ambiguidade permitida pelos campos lexicais de ‘moda’ e de ‘violência’: «Há marcas que ninguém deve usar» apro- veita a polissemia da palavra «marca», cujo campo semântico inclui a aceção ‘símbolo que identifica produtos comerciais’ mas, igualmente, a de ‘nódoa causada por contu- são’. E é para esta que a APAV pretende alertar. Afinal, trata-se de um texto sobretu- do diretivo, de apelo à vigilância relativa- mente à violência doméstica.
  19. 19. Coesão frásica
  20. 20. conhecido pelo o nome conhecido pelo nome
  21. 21. à [á] tempos encontrei o José há tempos encontrei o José
  22. 22. o facto de haverem nomes portugueses o facto de haver nomes portugueses
  23. 23. o grupo mais numeroso dos apelidos vêm de o grupo mais numeroso dos apelidos vem de
  24. 24. prefiro isto do que aquilo prefiro isto àquilo
  25. 25. os políticos aperceberam-se que os políticos aperceberam-se de que
  26. 26. a convicção que Lionel era bom médico a convicção de que Lionel era bom médico
  27. 27. o aspeto que chamei a atenção o aspeto para que chamei a atenção
  28. 28. a parte que mais gostei a parte de que mais gostei
  29. 29. chamou a filha de «Maria Albertina» chamou a filha «Maria Albertina»
  30. 30. o rei Jorge VI que era gago, tinha de discursar o rei Jorge VI, que era gago, tinha de discursar
  31. 31. «Maria Albertina» cantada agora pelos Humanos foi escrita por Variações «Maria Albertina», cantada agora pelos Humanos, foi escrita por Variações
  32. 32. como por exemplo a telefonia como, por exemplo, a telefonia
  33. 33. Coesão interfrásica
  34. 34. terminou o discurso continuando a terminou o discurso, continuando a
  35. 35. A letra foi criada por Variações, e a música foi modernizada pelos Humanos A letra foi criada por Variações e a música foi modernizada pelos Humanos
  36. 36. Sendo que ..., sendo que
  37. 37. Pois ..., pois
  38. 38. Estando o rei cada vez mais gago. Estando o rei cada vez mais gago, ...
  39. 39. o facto da Albertina ter uma filha o facto de a Albertina ter uma filha
  40. 40. apesar do rei sofrer de gaguez apesar de o rei sofrer de gaguez
  41. 41. Concluindo, Ou seja, Como já referi, Hoje em dia, Nos dias de hoje, Na minha opinião, ø
  42. 42. Direi então que Direi que
  43. 43. Coesão temporal
  44. 44. Bertie não discursou no Natal mas, antes, falou em Wembley Bertie não discursou no Natal mas, antes, falara em Wembley
  45. 45. Antes de ter conhecido Lionel, Bertie experimentou várias terapias Antes de ter conhecido Lionel, Bertie experimentara várias terapias
  46. 46. não falava com Lionel há meses não falava com Lionel havia meses
  47. 47. Não acho que será correto Não acho que seja correto
  48. 48. Agrada-me que escolheste um bom nome Agrada-me que escolhesses / tivesses escolhido um bom nome
  49. 49. Coesão referencial
  50. 50. O surgimento da rádio foi o grande azar de Bertie. Porém, ele venceria a rádio O surgimento da rádio foi o grande azar de Bertie. Porém, vencê-la-ia
  51. 51. António Variações critica o novorriquismo nos nomes. António Variações refere a O autor de «Maria Albertina» critica o novorriquismo nos nomes. António Variações refere a
  52. 52. Bertie ficou angustiado. Ele falara pouco mais do que Bertie ficou angustiado. Falara pouco mais do que elipse
  53. 53. O filho de Jorge V era pai de Elisabeth e Margaret. Ele tinha aquelas duas filhas O filho de Jorge V era pai de Elisabeth e Margaret. O Duque de Iorque tinha aquelas duas filhas
  54. 54. O rapaz [de] que o pai era Jorge V O rapaz cujo pai era Jorge V
  55. 55. O século passado, onde nasceu a telefonia, O século passado, em que / quando nasceu a telefonia,
  56. 56. Coesão lexical
  57. 57. a citação que faz Jorge V a afirmação que faz Jorge V
  58. 58. o cartoon demonstra o cartoon mostra / revela / evidencia
  59. 59. A rádio acabava de surgir. Foi a rádio que A rádio acabava de surgir. Foi a telefonia que
  60. 60. a escolha dos nomes mostra que os portugueses têm pouca criatividade. Essa não originalidade a escolha dos nomes mostra que os portugueses têm pouca criatividade. Essa insipidez / uniformidade
  61. 61. A rádio acabava de surgir. Foi a rádio que A rádio acabava de surgir. Foi o novo meio de comunicação que
  62. 62. coisas do género [termo mais específico] hiponímia
  63. 63. Coesão textual Apresentamos um perfil de Johann Gambolputty- de-von-Ausfern-schplenden-schlitter-crass-cren- bon-fried-digger-dingle-dangle-dongle-dungle- burstein-von-knacker-thrasher-apple-banger- horowitz-ticolensic-grander-knotty-spelltinkle- grandlich-grumblemeyer-spelter-wasser-kurstlich- himble-eisen-bahnwagen-guten-abend-bitte-ein- nürnburger-bratwürstel-gespurten-mitz- weimache-luber-hundsfut-gumberaber- schönendanker-kalbsfleisch-mittleraucher-von- Hautkopft of Ulm. Apresentamos um seu perfil.
  64. 64. o seu parente Karl conhecer esse grande homem com a sua mulher Sara acerca do seu amigo
  65. 65. Coerência textual Num mundo normal, espera-se que ladrões preparem assaltos (e não compras).
  66. 66. Responde ao item 2.1 da p. 22 «O que há, pois, num nome? Aquilo a que chamamos rosa, mesmo com outro nome, cheiraria igualmente bem.» William Shakespeare Num texto com cerca de cem palavras, comenta as palavras de Shakespeare, destacando a tua opinião acerca da pertinência ou convencionalismo dos nomes.
  67. 67. TPC Resolve — ou, ao menos, relanceia e estuda — as páginas sobre coesão no Caderno de Atividades (59-65); vê também, em «Coerência e coesão textual» — que reproduzi de uma gramática —, a parte sobre ‘Coesão’ (linques em Gaveta de Nuvens).

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