Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 59-60

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 59-60

  1. 1. Classes de palavras nome, adjetivo, verbo, interjeição,advérbio, pronome, determinante,quantificador, conjunção, preposição
  2. 2. PronomesPessoaisDemonstrativosPossessivosRelativosIndefinidosInterrogativos
  3. 3. Funções sintáticas sujeito, predicado, modificador dafrase, vocativo, complemento direto,complemento indireto, complementooblíquo, agente da passiva, predicativodo sujeito, predicativo do complementodireto, modificador do verbo,complemento do nome, modificadorrestritivo, modificador apositivo,complemento do adjetivo
  4. 4. p. 327:Complemento diretoComplemento indiretoComplemento oblíquo
  5. 5. Dou prendas compl. diretoDou prendas à Isabel compl. indiretoGosto de prendas compl. oblíquoDeparei com uma dificuldade
  6. 6. É só a coluna do meio (com uma das seguintesfunções sintáticas): Sujeito Complemento direto Complemento indireto Complemento oblíquo
  7. 7. 1tecomplemento diretoNa 3.ª pessoa seria «ele encosta-se».
  8. 8. 1mimcomplemento indiretoEra possível trocar por «encosta-te-me».
  9. 9. 2Nóssujeito
  10. 10. 4eusujeito 
  11. 11. 7eusujeito 
  12. 12. 8mecomplemento diretoO pronome da 3.ª pessoa não seria «*deixa-lhe» mas «deixa-o».
  13. 13. 11tecomplemento diretoNa 3." pessoa seria «para o merecer». 
  14. 14. 12mecomplemento diretoNa 3.ª pessoa não seria «*recebe-lhe». 
  15. 15. 14mimcomplemento oblíquo
  16. 16. 16eusujeito 
  17. 17. 17contigocomplemento oblíquo 
  18. 18. 20tecomplemento indireto ou diretoHá duas interpretações possíveis: quero a ti bem (= desejo a ti o melhor) e quero-te muito (= desejo-te muito).
  19. 19. 23mimcomplemento oblíquo 
  20. 20. 26Eusujeito 
  21. 21. 1. O texto apresentado integra-se nocapítulo V do «Sermão de Santo António»,quando o orador trata de repreender ospeixes, em particular. O «peixe» criticadoé o polvo. Se considerarmos a estruturatípica dos sermões, este passo situa-se jáperto do final da narração (ouconfirmação), seguindo-se-lhe o capítuloVI, que constitui a peroração.
  22. 22. 2.1 Primeira parte, ll. 1-3 (primeirafrase); segunda parte — ll. 3-14; terceiraparte — ll. 15-21.
  23. 23. 2.2.Primeira parte:___________________________________Segunda parte:___________________________________Terceira parte:___________________________________
  24. 24. 3.1 [Há três expressões que poderiam serescolhidas: A primeira salienta a aparência desantidade do molusco: «com aquele seu capelona cabeça, parece um monge» (l. 3); a segundacomparação é estabelecida com uma estrela e,decerto, com a sua luminosidade: «com aquelesraios estendidos, parece uma estrela» (ll. 3-4). Aterceira comparação vinca a aparência inofensivado polvo: «com aquele não ter osso nem espinha,parece a mesma brandura, a mesma mansidão»(ll. 4-5). Estes atributos tão lisonjeiros ligados àaparência contrastam com a realidade, adissimulação de que é capaz o polvo: «é o maiortraidor do mar»).]
  25. 25. 4.1. O camaleão tem em comum com opolvo o facto de alterar a sua coloraçãoem função do ambiente em que seencontra.
  26. 26. 4.2. Segundo o pregador, estes animaisdistinguem-se, porque esta caracte-rística é «gala» (l. 9), no camaleão, e«malícia» (l. 10), no polvo.
  27. 27. 5.1. A comparação é feita com Judas,também um traidor como o polvo, apesarde, na opinião do pregador, ascaracterísticas da sua traição seremmenos graves que as do polvo.
  28. 28. 6. Apóstrofe — «peixe aleivoso e vil»(l. 20). Esta apóstrofe, com uma duplaadjetivação de conotação negativa,revela a perspetiva do pregador sobre ascaracterísticas do polvo.6.1 Vocativo.
  29. 29. 7. As interrogações retóricas (ll. 12 e15) visam atrair a atenção dos ouvintes.Como momentos de pausa na progressãodo sermão, chamam o auditório a umareflexão, preparando, desta forma, aargumentação que se lhes segue.
  30. 30. 10. Podemos talvez considerar deíticospessoais «estamos» (l. 1), «saiamos» (l.1), «vê» (1.20), «tua» (l. 20); e deíticosespaciais «saiamos» ou «lá» (l. 1).(Quanto a mim, estas expressõesdificilmente evocam propriamente aenunciação — o orador reporta-se ao seuespaço ou está apenas a criar umasituação narrativa? — e não são bonsexemplos de deixis.)
  31. 31. 11.1 Proponho duas hipóteses (com«dever» e «poder»):Até Judas pode não ter sido tão traidorcomo tu, polvo estúpido.Até Judas não deve ter sido tão traidorquanto tu, estupidíssimo polvo.
  32. 32. 12.a. A queda do -m de SPINAM consistenuma apócope. O acrescento da vogalno início da palavra é uma prótese.Houve ainda a palatalização do n em nh.
  33. 33. b. Como é costume deu-se a apócopedo -m latino. A passagem do t a dconfigura uma sonorização.
  34. 34. c. Como sempre, tudo começa com aapócope do -m. Deu-se depois odesaparecimento de um som medial (asíncope do -n-). Na passagem -ea a -eiahá uma ditongação.
  35. 35. d. Apócope do -m. Síncope do i.Sonorização do t em d.
  36. 36. Só vou poder ver (comentar) asgravações sobre leituras entreguesrecentemente lá para o final da próximasemana. (Quem não entregou ainda aproveitee procure resolver o assunto até lá.)
  37. 37. TPCIr lendo Os Maias.

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