Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 5-6

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 5-6

  1. 1. Segundo o que se afirma na síntese naslinhas 1-5, o nome «Maria» a) tem-se tornado mais raro. b) mantém-se como um dos mais frequentes. c) ainda é muito usado, embora as certidões de nascimento mostrem que é agora menos popular. d) ainda é o mais frequente dos nomes.
  2. 2. «Cinco milhões de portugueses viram a cabeçaquando ouvem pronunciar estes “sons”!» (ll. 8-10) significa que há cinco milhões deportugueses a) com os nomes «Maria», «José», «Manuel», «António», «Ana». b) que não respondem quando ouvem «Maria», «José», «Manuel», «António», «Ana». c) que conhecem pessoas com os nomes «Maria», «José», «Manuel», «António», «Ana». d) que não ligam quando interpelados.
  3. 3. O adjetivo «nacionais» (22) corresponde a a) «de Espanha». b) «de Portugal». c) «de „Maria‟ e de „José‟». d) «ibéricos».
  4. 4. Segundo o parágrafo 23-31, os nomes a) entram em moda e em desuso ciclicamente. b) perduram, resistindo à erosão do tempo e da memória. c) são sobretudo resultado de fenómenos de moda. d) mantêm-se em uso indefinidamente (em alguns casos) ou vão entrando e saindo de moda (em outros).
  5. 5. No parágrafo constituído pelas ll. 33-49, afalta de variedade na escolha dos nomesem Portugal é justificada com a) a pouca imaginação dos padrinhos. b) o hábito de se atribuírem nomes de familiares. c) o facto de serem os pais e, por vezes, os irmãos a sugerirem os nomes. d) o facto de a escolha, naturalmente, não ser feita pelo próprio.
  6. 6. As aspas que delimitam «partilhar» (42-43) a) assinalam uma citação. b) marcam tratar-se de discurso reproduzido. c) enfatizam um sentido irónico. d) vincam o sentido denotativo do termo. [conotativo]
  7. 7. O parágrafo 50-76 serve sobretudo paramostrar uma importante influência naadoção dos nomes — a) o calendário. b) o computador. c) a religião. d) as páginas eletrónicas.
  8. 8. O antecedente do pronome anafórico «o»(87) éa) «um traço».b) «uma marca».c) «tanto».d) «o nosso nome».
  9. 9. antecedente (referente) O nosso nome é repetido centenas devezes, ou melhor, milhares de vezes aolongo da vida! É um traço, uma marcaque nos caracteriza, sulcada pela forçade tanto o ouvirmos e pronunciarmos. anáfora
  10. 10. A pergunta que abre o parágrafo nas ll. 89-100 a) é uma interrogação puramente retórica. b) é feita por Paula Matos. c) serve para introduzir a argumentação seguinte (que, no fundo, lhe responde negativamente). d) serve para introduzir a argumentação seguinte (que, no fundo, lhe responde afirmativamente).
  11. 11. Terá o primeiro nome assim tanta importância?
  12. 12. Nas linhas 101-113 fica implícito que aautora considera a) serem «Durvalino» e «Hermenegilda» nomes que podem estigmatizar quem assim se chame. b) que «Diogo» e «Durvalino» são nomes com idênticas probabilidades de serem bem aceites. c) que os nomes não se refletem na atitude daqueles a quem foram atribuídos. d) que também os nomes «Diogo» ou «Catarina» podem não agradar aos seus detentores.
  13. 13. Segundo o parágrafo 115-131, osportugueses a) costumam ter mais apelidos do que os franceses. b) costumam ter mais nomes do que os franceses. c) costumam ter menos sobrenomes do que os franceses. d) costumam ter menos apelidos do que os espanhóis.
  14. 14. No parágrafo das linhas 132-149, diz-seque, em Portugal, a) o último apelido tem de ser o paterno. b) o penúltimo apelido pode ser o materno ou o paterno. c) não há legislação sobre a atribuição dos apelidos. d) é obrigatório ter-se quatro apelidos.
  15. 15. Segundo o parágrafo 150-169, designam--se «patronímicos» a) os apelidos derivados dos primeiros nomes dos pais. b) apelidos como «Pereira» ou «Rapado». c) nomes com «Afonso». d) os apelidos usados na Idade Média.
  16. 16. Segundo o parágrafo 151-169, além dospatronímicos, os étimos dos apelidospodem repartir-se em a) alcunhas, topónimos. b) nomes próprios, alcunhas, nomes de localidades. c) características físicas, profissões, outros aspetos particulares. d) nomes de localidades, nomes próprios.
  17. 17. Os parênteses usados no mesmoparágrafo das linhas 151-169 servempara a) apresentar informação adicional. b) fornecer dados explicativos da informação anterior. c) se fazer um aparte, uma observação marginal. d) inserir um modificador apositivo.
  18. 18. Muitos apelidos derivam de nomespróprios, como é o caso de Rodrigues(filho de Rodrigo), Simões (filho deSimão) ou Marques (filho de Marco).
  19. 19. A pergunta que abre o último parágrafo(170-180) a) é respondida nas linhas que se lhe seguem. b) serve para afirmar uma ideia. c) estabelece um cenário que é exemplificado depois. d) é contrariada nas linhas seguintes.
  20. 20. Se não tivéssemos nome, como nosapresentaríamos?
  21. 21. O último período do texto salienta aimportância a) da identidade. b) da história da língua. c) da moda. d) de, ao caminhar, atentarmos na possível presença de cocós de cão.
  22. 22. Para que outros saibam que nósexistimos. E para que nós mesmos nosreconheçamos como somos. Por umaquestão de identidade. Os nomes falampor si. Por uma questão de continuidade!
  23. 23. 20111.º Rodrigo2.º João3.º Martim4.º Afonso5.º Tomás6.º Gonçalo7.º Francisco8.º Tiago9.º Diogo10.º Guilherme
  24. 24. 20111.º Maria2.º Leonor3.º Matilde4.º Mariana5.º Ana6.º Beatriz7.º Inês8.º Lara9.º Carolina10.º Margarida
  25. 25. Nomes medievaisoferecidos aos padrinhos de hoje
  26. 26. Nomes masculinosPaio RamiroMendo GuterreAntão RaimundoBernal AtaúlfoFernão OrdonhoFruilhe AiresGueda GodofredoGualdim
  27. 27. Nomes femininosBriolanja BerengáriaUrtiga TodaMor ViolanteGuiomar AldonçaMécia AusendaMarinha DordiaAldara JustaLeodegúncia
  28. 28. 9.1. Com o uso da conjunção «mas»...e. a enunciadora exprime um contrasterelativamente à ideia anterior2. Com o uso da conjunção correlativa «ora...ora»...g. a enunciadora apresenta duas situações emalternância3. Com o recurso às reticências...i. a enunciadora deixa em suspenso aenumeração iniciada...
  29. 29. Conjunção coordenativa adversativa MasConjunções coordenativas disjuntivas Ou Correlativas Ora… ora Quer… quer Seja… seja Ou… ou
  30. 30. Conjunções coordenativas copulativas E Também Nem Correlativas Não só… mas também Nem… nem Não só… como também
  31. 31. 4. Com o recurso a «não raras vezes»...k. a autora procura destacar a frequênciada ação referida.5. Com a utilização das aspas em«partilhar»...f. a autora procura destacar o sentidonegativo da palavra...6. Através da utilização de «ou melhor»...j. a autora visa tornar mais precisa a ideiaque antes enunciara
  32. 32. 7. Com o uso da frase «que transportamexpectativas e histórias pesadas»...h. a autora introduz informação adicionalsobre o referente da expressão que éantecedente do pronome relativo8. Através de «no máximo»...c. a autora estabelece um limite9. Com «por norma»...a. a autora apresenta a ação como umaregra ou modelo
  33. 33. 10. Com a utilização de «como Guimarães,Castelo Branco, Oliveira» e «como Gordo,Pécurto»...b. a autora apresenta exemplos da realidadeantes referida11. Com a apresentação de informação entreparênteses no penúltimo parágrafo...d. a enunciadora introduz dados explicativos...12. A partir da interrogação retórica usada noinício do último parágrafo...l. a autora enfatiza a ideia que defende e criaexpectatica relativamente à conclusão
  34. 34. 10.a. «Metade da população portuguesa temo nome próprio Maria, José, Manuel,António ou Ana». // Assertivo.b. Adoro o meu nome! // Expressivo
  35. 35. c. Pode dizer-me o seu nome? // Diretivod. Darei o nome da minha avó à minhafilha. // Compromissivoe. Escolhe um nome para batizarmos ogato // Diretivo
  36. 36. 10.1Cfr. Diga-me o seu nome // Diretivo / Direto
  37. 37. Façam o favor de se sentar. / Diretivo / Direto-(Indireto)
  38. 38. Levantem-se os réus. / Diretivo / Direto
  39. 39. O coletivo não conseguiu estabelecercom 100% de certeza qual dos réus é oculpado. / Assertivo / Direto
  40. 40. Consideramos que, na dúvida, a culpa é doindivíduo de raça negra. / Assertivo / Direto
  41. 41. A sentença será lida na próxima semana./ Compromissivo / Direto
  42. 42. Está encerrada a sessão. / Declarativo / Direto
  43. 43. Atos declarativos criam um novoestado de coisas pela realização de umasimples declaração. São a expressão verbal da própriarealidade que criam.
  44. 44. Mas que é isto? / Expressivo / Indireto
  45. 45. * Mas que é isto? / Diretivo / Direto
  46. 46. Está calado, pá. / Diretivo/Expressivo / Direto/Indireto
  47. 47. Mas que grande injustiça... / Expressivo / Direto- (Indireto)
  48. 48. Na p. 20, lê o texto «O sr. José», deJosé Saramago. Depois, mantendo o estilo do texto(que é do tipo narrativo-descritivo),registo linguístico (bastante formal),perfil de narrador, escreve uma suacontinuação, com extensão aproximadada do que escreveu Saramago [150palavras]. Esta continuação não tem de, maspode, ser conclusiva.
  49. 49. Demóstenes — nome que talvez nãoentre em moda tão cedo — foi um grandeorador grego. Ter seixos na bocaenquanto ensaiava os discursos,episódio sempre citado, era uma dasestratégias a que recorrera para vencer agaguez de que padecia.
  50. 50. O apelido do original terapeuta dafala, cujo primeiro nome é Lionel, quaseparece inventado propositadamente.Com efeito, «Logue» assemelha-se aoradical grego „logo‟, que significa„discurso, palavra, razão, estudo‟ (cfr.«logorreia», «logótipo», «logogrifo»,«logopedia», «logograma»).
  51. 51. Também é interessante o apelidousado pelo futuro rei, quando pretendiapassar incógnito: Johnson é decerto umdos apelidos mais comuns em Inglaterrae é um patronímico (significa „filho deJohn‟, sendo equivalente ao portuguêsAnes, ao russo Ivanov, ao sérvioJovanović, ao holandês Jansen, aodinamarquês Jensen, ao suecoJohansson, ao galês Jones, etc.).
  52. 52. Outro apelido com origem patronímica éo da presidente da Sociedade deTerapeutas da Fala, que teriarecomendado Lionel, a senhora EillenMcLeod (onde adivinhamos umantepassado escocês filho de um Leod).
  53. 53. A certa altura alude-se aos nomesde batismo do então Duque de Iorque.Chamava-se ele «Alberto Frederico ArturJorge», embora o tratassem familiarmen-te pelo hipocorístico Bertie (< Albert).Mais à frente se verá o motivo de,aquando da coroação, ter preferido onome Jorge, em detrimento dos outros.
  54. 54. Uma última menção se pode fazer.Surgem, ainda crianças, as princesasElisabeth e Margaret. A primeira é a atualrainha e, como já expliquei, seráresponsável pela relativa popularidadedeste nome em Portugal há cerca decinquenta anos, já visitou o país em1957. É um caro curioso, porque semprefora muito corrente um outro nome seucognato: «Isabel». Também Tiago eJaime são divergentes de um mesmoétimo, IACOBU.
  55. 55. TPC Resolve (mesmo se olhando tambémas soluções) as pp. 51-52 do Caderno deAtividades. (Copiei essas páginas — e aquelaem que estão as respetivas soluções —em Gaveta de Nuvens, para o caso dehaver quem não disponha do Caderno.)

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