Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 105-106

1.280 visualizações

Publicada em

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.280
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
790
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 105-106

  1. 1. Segundo a ordem cronológica dosacontecimentos (que não é,obrigatoriamente, a do livro), a sériecorreta éa) Ramalhete, Benfica, Santa Olávia.b) Santa Olávia, Benfica, Ramalhete.c) Benfica, Ramalhete, Santa Olávia.d) Benfica, Santa Olávia, Ramalhete.
  2. 2. A série de espaços ‘Vila Balzac,Ramalhete, Paços de Celas’ podecorresponder, pela mesma ordem, àsérie de personagensa) Maria Monforte, Pedro da Maia, Carlos.b) Raquel Cohen, Afonso, Carlos.c) João da Ega, Maria Eduarda, Alencar.d) Tancredo, Carlos da Maia, João daEga.
  3. 3. A série de espaços ‘Santa Olávia, Paris,Rossio’ pode corresponder, pelamesma ordem, à série de personagensa) Carlos da Maia, Pedro da Maia, MariaEduarda Runa.b) Brown, Maria Eduarda, Carlos da Maia.c) Eusébio, Maria Monforte, Mãe de Ega.d) Carlos da Maia, Eusébio, João da Ega.
  4. 4. A série de espaços ‘Arroios, Santa Olávia,Celorico’ pode corresponder, pelamesma ordem, aa) Maria Monforte, João da Ega,Eusebiozinho.b) Pedro da Maia, Afonso da Maia, João daEga.c) Maria Eduarda, Carlos da Maia, Alencar.d) Tancredo, Teresinha, Carlos da Maia.
  5. 5. À série ‘Jacob Cohen, Taveira, Vilaça’correspondem as profissõesa) banqueiro, procurador, funcionáriopúblico.b) banqueiro, funcionário público,procurador.c) ministro, maestro, procurador.d) ministro, maestro, funcionário público.
  6. 6. A alínea que tem alcunhas ouhipocorísticos que não sãomencionados nos Maias éa) Negreira, Pedrinho, Silveirinha.b) Barbatanas, Eusebiozinho, Teresinha.c) Alemão, Bá, Toureiro.d) Tista, Alencar d’Alenquer, Fuas.
  7. 7. O «papá Monforte» eraa) pai de Pedro da Maia.b) tio de Pedro da Maia.c) pai de Eduarda Runa.d) sogro de Pedro da Maia.
  8. 8. O Padre Vasques está para Pedro comoBrown está paraa) Ega.b) Carlos.c) Afonso.d) Maria Eduarda.
  9. 9. O Reverendo Bonifácio eraa) Bonifácio Silva.b) um gato.c) um padre.d) Bonifácio de Souselas.
  10. 10. «Gouvarinhar» significaa) estar com a condessa.b) ir a casa dos Gouveia.c) jogar uíste.d) discutir o «excremento».
  11. 11. Quem conhecera bem Pedro da Maia foraa) João da Ega.b) Dâmaso Salcede.c) Tomás de Alencar.d) Jacob Cohen.
  12. 12. Os Paços de Celas erama) a quinta de Santa Olávia.b) a residência de Carlos em Coimbra.c) o Ramalhete.d) a casa de Benfica.
  13. 13. Charlie era filho dosa) Cohen.b) Gouvarinho.c) Silveiras.d) Castro Gomes.
  14. 14. A fala que não foi proferida por Ega éa) — Bem. Venho-te impingir prosa... Umbocado do «Átomo»... Senta-te aí. Ouvelá.b) — Vai-te daí, Mefistófeles de Celorico![dita por Carlos a Ega]c) — Bem-vindo, meu príncipe, aohumilde tugúrio do filósofo!d) — Terça-feira vou-te buscar aoRamalhete, e vamo-nos «gouvarinhar».
  15. 15. A fala que não foi proferida por Alencar éa) — E deixemo-nos já de excelências! que euvi-te nascer, meu rapaz! Trouxe-te muito aocolo. Sujaste-me muita calça.b) — O Ega não entende nada. Mesmo emLisboa, não se pode chamar ao que eu tenhouma coleção. É um bricabraque de acaso... Deque, de resto, me vou desfazer! [Craft]c) — Rapazes, não se mencione o«excremento».d) — Caramba, filhos, sinto uma luz cá dentro!
  16. 16. A fala que não foi proferida por Carlos éa) — Não inspira nenhum respeito pela minhaciência... Eu estou com ideias de alterar tudo, pôraqui um crocodilo empalhado, corujas, retortas,um esqueleto, pilhas de in-fólios...b) — Sem contar que o pequeno está muitoatrasado. A não ser um bocado de inglês, nãosabe nada... Não tem prenda nenhuma! [sobreCarlos enquanto criança]c) — Passando a outro assunto, Baptista. Vamos asaber, há quanto tempo não escrevo eu aMadame Rughel?d) — John, onde estás tu?
  17. 17. A fala que não foi proferida por Dâmaso éa) — Que te parece? Chique a valer!...b) — Vim aqui há quinze dias, no «Orenoque».Vim de Paris... Que eu em podendo é lá queme pilham. Esta gente conheci-a emBordéus.c) — Olha quem aqui me aparece! A Susana! Aminha Susana!d) — Tinha-me esquecido dizer-te, vou publicaro meu livro. [Ega]
  18. 18. O trecho que não pertence a Os Maias éa) Mas o menino, molengão e tristinho, não sedescolava das saias da titi: teve ela de o pôr depé, ampará-lo, para que o tenro prodígio nãoaluísse sobre as perninhas flácidas.b) Ocupava-se então mais do laboratório, quedecidira instalar no armazém às Necessidades.c) — Nada mach!... Você hoje ‘stá têrrívêl! — diziao diplomata, no seu português fluente, mas deacento bárbaro.d) — Vá beijando sempre — disse-me o prudentehistoriógrafo dos Herodes — Não se lhe peganada, e agrada à senhora sua tia. [A relíquia]
  19. 19. O trecho que não pertence a Os Maias éa) Qual clássicos! O primeiro dever do homem é viver... Epara isso é necessário ser são, e ser forte. Toda aeducação sensata consiste nisto: criar a saúde, a força eos seus hábitos, desenvolver exclusivamente o animal,armá-lo de uma grande superioridade física.b) Quando sentia na casa a voz das rezas, fugia, ia para ofundo da quinta, sob as trepadeiras do mirante, ler o seuVoltaire: ou então partia a desabafar com o seu velhoamigo, o coronel Sequeira, que vivia numa quinta aQueluz.c) Sempre fora invejosa; com a idade aquele sentimentoexagerou-se de um modo áspero. Invejava tudo na casa:as sobremesas que os amos comiam, a roupa branca quevestiam. [O primo Basílio]d) Um desastre estúpido!... Ao saltar um barranco, aespingarda disparara-se-lhe, e a carga, zás, vai cravar-se
  20. 20. O trecho que não pertence a Os Maias éa) Chegara ao fim da Rua do Alecrim quando viuo conde de Steinbroken, que se dirigia aoAterro, a pé, seguido da sua vitória a passo.b) — Estas bestas! Estas bestas destesjornalistas! Leste? «Lágrimas em todos osolhos da numerosa e estimável colóniahebraica!». Faz cair a coisa em ridículo...c) À porta da cozinha, sacudindo um sobrescritojá amarrotado, Gonçalo ralhava com a Rosacozinheira. [A ilustre casa de Ramires]d) — Então que lhe ensinava você, abade, se eulhe entregasse o rapaz?
  21. 21. 1.1 Vaidosa1.2 Cinismos
  22. 22. 1.1O texto B — «Cinismos» — pode serentendido como a expressão de um sen-timento de vingança por parte do sujeitopoético, decorrente da descrição e daatuação da mulher conforme apresen-tada no texto A — «Vaidosa» — que pro-vocam no sujeito poético o desejo depoder retribuir-lhe do mesmo modo.
  23. 23. 3.«Ó corpo sem defeito» (v. 14).
  24. 24. a. Texto A:«Dizem...» (v. 1);«Contam...» (v. 5);«Chamam-te...» (v. 9);«E narram...» (v. 13);«julgam» (v. 15);«Porém...» (v. 17).
  25. 25. b. Texto B:«hei de lhe falar» (v. 1);«Hei de expor-lhe» (v. 4);«Hei de abrir-lhe» (v. 7);«Hei de mostrar» (v. 10);«hei de olhá-la» (v. 12);«há de chorar» (v. 15).
  26. 26. c. Texto B:«fé» (v. 3);«crente» (v. 3);«cruz» (v. 5);«calvário» (v. 5);«Judas» (v. 6);«sacrário» (v. 7).
  27. 27. d. Texto A:«pura como um lírio» (v. 1);«mais fria e insensível que o granito» (v. 2);«a bela imperatriz das fátuas» (v. 9);«és um molde alabastrino» (v. 11);«não tens coração como as estátuas» (v. 12);«é monótono o teu peito como o batercadente dum relógio» (vv. 15-16);«como um ópio me matas, me desvairas eadormeces» (vv. 17-18).
  28. 28. e. Texto B:«enfim» (v. 13);«então» (v. 16).
  29. 29. f. Texto A:«E possuis muito amor... muito amorpróprio» (v. 20).
  30. 30. Lá fora há raparigas | que fazem trinta por umalinha.Subordinante | Subordinada adjetivarelativa restritiva
  31. 31. Não sei | se isso é verdade.Subordinante | Subordinada substantiva completiva
  32. 32. Foi-me dito por malta | que conhece o mundoSubordinante | Subordinada adjetivarelativa restritiva
  33. 33. Se tiveres lábia, | dás-lhes a volta.Subordinada adverbial condicional | Subordinante
  34. 34. Dava-te a mão, | até ficares com a palma toda suada.Subordinante | Subordinada adverbialtemporal não finita (infinitiva)
  35. 35. O gajo diz-me | que há raparigas | que fazemtrinta poruma linha.Subordinante |Subordinada substantiva completiva|| Subordinante | Subordinadaadjetivarelativarestritiva
  36. 36. Para comentar isto, | não me contactem.Subordinada adverbial final | Subordinantenão finita (infinitiva)
  37. 37. Se tiveres lábia, | dás-lhes a volta | e estão alicontigo demão dada!Subordinada condicional | Subordinante |Coordenada | Coordenadacopulativa
  38. 38. Falar-te-ei•sobre o André•sobre o primeiro-ministro•sobre o último disco da Shakira•sobre o almanaque Borda dÁgua•sobre o MeirelesModificador do grupo verbal
  39. 39. É•simpático•amarelo•muito aberto a novas experiências•muito amigo do Rodolfo•acintosoPredicativo do sujeito
  40. 40. Entra•em salas de cinema•em contradições•em auto-estradas•em discussõesComplemento oblíquo
  41. 41. Que faz ele em salas de cinema? *Entra
  42. 42. complemento diretoFaz-me sentir•sportinguista•roxo•apertado naquelas calças justas•malPredicativo do complemento direto
  43. 43. Eu sinto-o sportinguistacomplemento diretoEu considero-o sportinguistapredicativo do c. direto
  44. 44. O que é que tu / eu•estou a fazer aqui•comi ao pequeno-almoço•quero de presente de anos•achasPredicado
  45. 45. Que achas•a propósito da Magda•a propósito do alargamento da União Europeia•a propósito da falta de consistência da defesada selecção•a propósito da maneira de ser do MeirelesComplemento oblíquo [?] 
  46. 46. Narrador heterodiegético (3.ªpessoa). Creio que omnisciente e, se bemme lembro, ocasionalmente comfocalização interna na personagemCalvin (e, por essa via, indiretamente,talvez próximo do autor).
  47. 47. Sujeito poético (1.ª pessoa), comaparentes semelhanças com autor(contratempos com publicação dos seusversos, doença, deambulações porLisboa); mas talvez também disseme-lhanças (não sei se veríamos CesárioVerde num piquenique como o que relata o«eu» de «De tarde»; e o emprego a que sealude em «Num bairro moderno» nãoparece ser o da casa de ferragens dafamília).
  48. 48. Calvin (personagem que pareceinspirada na realidade, isto é, no autor,que aliás promete alterar-lhe o nome, paradesfazer essa identidade) e Ruby (que nãoresulta de inspiração em alguém realpreexistente, mas, ao contrário, vem criaruma nova pessoa na realidade exterior ànarrativa).
  49. 49. Engomadeira, Burguesa (o «tu» de«De tarde»), Vendedeira podem decorrerde inspiração na realidade observadapelo escritor no seu quotidiano real, masnão temos a certeza disso.
  50. 50. Autor pode conformar a intriga danarrativa que cria e, portanto, também acaracterização da protagonista. Só que,neste caso, como a personagem Rubyinvade a realidade exterior ao romance, oautor acaba por moldar também a própriavida, na medida em que interage, na vidareal, com o reflexo da Ruby ficcionada.Resume a situação o neologismo«mentalcesto», uma amálgama de«mental(idade)» + «incesto».
  51. 51. À medida que descreve as mulheresque observa — do povo ou,eventualmente, da pequena burguesia —,o sujeito poético fica influenciado poressas visões, que nele se refletem.Esses retratos de mulheres pacificam-no(«Contrariedades»), dão-lhe energia(«Num bairro moderno»), embevecem-no(«De tarde»).
  52. 52. TPC — Faz ponto 1/escrita da p. 315,embora em menos palavras do que as aípedidas.

×