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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 50

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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 50

  1. 3. <ul><li>JACINTO. Personagem central d’ A Cidade e as Serras*. Nasce em Paris, no 202 dos Campos Elísios, por alturas de 1852. Seu avô, o riquís simo D. Galião, miguelista fanático, emigrara par a Paris quando D. Miguel foi desterrado, compr ando </li></ul><ul><li>o 202 a um príncipe polaco. Aí cresce o Cint inho que casa com uma Terezinha Velho e logo mor- </li></ul><ul><li>rerá de tísica. </li></ul>
  2. 4. <ul><li>Jacinto nasce meses depois herd ando </li></ul><ul><li>«cento e nove contos de renda em terras de se mea- </li></ul><ul><li>dura, de vinhedo, de cortiça e de olival». É atra- </li></ul><ul><li>vés do seu amigo Zé Fernandes, narrador da his- tória, que ficamos a saber que «Jacinto me drou </li></ul><ul><li>com a segurança, a riqueza de um pinheiro da s du- nas. </li></ul>
  3. 5. <ul><li>Não teve sarampo, não teve lombrigas . As </li></ul><ul><li>letras, a tabuada, o latim entraram por ele tã o fa- cilmente como o sol por uma vidraça». Tudo lhe corria bem: «Era servido pelas coisas com do cili- dade e carinho; — e não recordo que jamais lhe estalasse um botão de camisa, ou que um p apel </li></ul>
  4. 6. <ul><li>maliciosamente se escondesse dos seus olhos , ou que ante a sua vivacidade e pressa uma gaveta pér- fida emperrasse.» Quando um dia compra a um sacristão espanhol um bilhete de lotaria log o lhe saem quatrocentas mil pesetas. Por isso lhe cha- mam «o Príncipe da Grã-Ventura». </li></ul>
  5. 7. <ul><li>A Natureza representava para Jacinto </li></ul><ul><li>um mundo estranho e hostil que ele totalmente re- pudiava: «Logo que se afastava dos pavi mentos </li></ul><ul><li>de madeira, do macadame, qualquer chão que os seus pés calcassem o enchia de desconfian ça e ter- ror. Toda a relva, por mais crestada, lhe parecia ressumar uma humidade mortal. De sob c ada tor- rão, da sombra de cada pedra, receava o assalto </li></ul><ul><li>de lacraus, de víboras, de formas rastejan tes e vis- </li></ul>
  6. 8. <ul><li>viscosas.» Zé Fernandes entretanto regressa ao seu Douro natal e quando sete anos depois vol ta a Pa- </li></ul><ul><li>ris vai encontrar o seu amigo Jacinto alg o modi- ficado: corcovava, tinha rugas na testa, falta de apetite, considerando tudo uma «maçada» e uma «seca». Queixava-se das agressões da cid ade e da multidão que lhe provocavam o que ele chamava os «sulcos», ou seja, as marcas que tais agressões lhe deixavam na alma. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>sumptuário = relativo a luxo </li></ul><ul><li>sabino = de antigo povo da Itália </li></ul><ul><li>alfange = sabre </li></ul><ul><li>cerda = pêlo rijo </li></ul><ul><li>lauda = página </li></ul><ul><li>comanditário = sócio (em comandita) </li></ul><ul><li>pelica = pele fina </li></ul><ul><li>écarté = jogo de cartas </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Concurso Traduzir </li></ul><ul><li>alunos do 11.º ou 12.º </li></ul><ul><li>27 de Abril (15.30-17.30) , mas texto a traduzir é dado antes (a partir de 14 de Abril ) </li></ul><ul><li>línguas de partida ( alemão , espanhol , inglês , francês ), mas o domínio da língua de chegada ( português ) é ainda mais importante </li></ul><ul><li>prémios costumam ser bons </li></ul><ul><li>alunos que quiserem concorrer preenchem ficha de inscrição até ao final da 1.ª semana do 3.º período </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Círculo de Leitores </li></ul><ul><li>21 de Abril, às 1? horas </li></ul><ul><li>(Semana das Línguas) </li></ul><ul><li>ensaios na 2.ª e na 5.ª anteriores </li></ul><ul><li>leitura de texto em português </li></ul><ul><li>/ respectiva versão em língua estrangeira </li></ul>

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