<ul><li>Na última aula, nas pp. 173-175 de  Antologia , vimos o trecho inicial de  Os Maias , em que se justificavam as ob...
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<ul><li>No entanto, depois de a ver, e de perceber como era  bonita , Afonso não respondeu a uma exclamação que valorizava...
<ul><li>3. </li></ul><ul><li>A gravidade e pureza do mármore grego pode aludir, ironicamente, à — posteriormente consabida...
<ul><li>1875 | 5 pp.  I cap. 1 I Descrição do  Ramalhete .  </li></ul>
<ul><li>entre 1820 e 1875 | 85 pp.  | caps. I-IV | [ Analepse ] Juventude de Afonso da Maia. Exílio de Afonso. Casamento d...
<ul><li>1875 a 1877 | 590 pp. | caps.  IV-XVII | [ Miolo da narrativa. ] Carlos em Lisboa.  </li></ul><ul><li>1877 | 2 pp....
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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 42

  1. 2. <ul><li>Na última aula, nas pp. 173-175 de Antologia , vimos o trecho inicial de Os Maias , em que se justificavam as obras no Ramalhete (e se fazia um breve historial do edifício). O primeiro capítulo continua com uma descrição detalhada da casa-palácio (que não está reproduzida no manual). </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Apresenta-se-nos depois Afonso da Maia e passa-se logo a uma analepse em que se relata a vida do avô de Carlos (o exílio, por ser partidário das ideias liberais ; o casamento com Maria Eduarda Runa , mulher conservadora; o nascimento de Pedro). </li></ul>
  3. 4. <ul><li>2. </li></ul><ul><li>Maria Eduarda Runa não se adaptou à vida em Inglaterra, por, católica exacerbada, considerar os ingleses, protestantes, «hereges». Faltavam-lhe ali os rituais a que se habituara. Decerto era a sua índole beata que a levava a rejeitar tudo o que fosse inglês (e a procurar reproduzir, dentro de portas, o ambiente a que se habituara em Lisboa). </li></ul>
  4. 5. <ul><li>3.1 </li></ul><ul><li>Primeiro, Afonso quis reagir à educação tacanha, fechada, malsã, que ministravam a Pedro. Porém, as tentativas que fizera para libertar o filho daquele ambiente desesperaram tanto a mulher, que Afonso desistira de intervir, para não a contrariar. Aliás, também Pedro, medroso, parecia já conformado ao estilo de educação «português». </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Para remediar a crescente melancolia da mulher, Maria Eduarda Runa, Afonso viaja para Itália. Acabam mesmo por regressar a Lisboa, à casa de Benfica. Maria Eduarda continua devotíssima (e esse ambiente beato muito influencia Pedro). Morre. Depois de um luto — exagerado e mórbido — pela mãe, Pedro tem um ano de «estroinice» romântica. Mas retoma a beatice. É então que se apaixona por Maria Monforte . </li></ul>
  6. 7. <ul><li>A Vilaça (l. 10) preocupava que Pedro, mais do que precisar de dinheiro para satisfazer uma amante, pudesse estar a pensar casar com Maria Monforte . </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Quanto a Afonso da Maia, mais confiante (por orgulho nos pergaminhos da família), inicialmente nem concebia que Maria Monforte não fosse apenas uma amante . </li></ul>
  8. 9. <ul><li>No entanto, depois de a ver, e de perceber como era bonita , Afonso não respondeu a uma exclamação que valorizava Maria, ficando cabisbaixo, o que nos faz inferir que compreendeu que o caso era mais sério do que pensara . </li></ul>
  9. 10. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>A gravidade e pureza do mármore grego pode aludir, ironicamente, à — posteriormente consabida — inconstância de Maria, como pode antecipar a tragédia que trará à família. A cor dos olhos da Monforte («azul sombrio») talvez conote a mesma premonição. No caso da «sombrinha escarlate», fica quase explicitado o sentido trágico que contém: «larga mancha de sangue a alastrar» e sob o «verde triste» das árvores. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>1875 | 5 pp. I cap. 1 I Descrição do Ramalhete . </li></ul>
  11. 12. <ul><li>entre 1820 e 1875 | 85 pp. | caps. I-IV | [ Analepse ] Juventude de Afonso da Maia. Exílio de Afonso. Casamento de Afonso com Maria Eduarda Runa. Infância de Pedro, em Inglaterra . Regresso a Benfica, juventude, amores e casamento de Pedro. Suicídio de Pedro. Infância e educação de Carlos, em Santa Olávia. Carlos cursa Medicina, em Coimbra. Carlos viaja pela Europa. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>1875 a 1877 | 590 pp. | caps. IV-XVII | [ Miolo da narrativa. ] Carlos em Lisboa. </li></ul><ul><li>1877 | 2 pp. | cap. XVIII | Carlos e Ega viajam. </li></ul><ul><li>1886 a 1887 | 25 pp. | cap. XVIII | Carlos regressa a Lisboa. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>[ Para aqueles a quem devolvi hoje o texto «Carta ao Padre Vieira»: ] </li></ul><ul><li>Ponderar enviar texto ao concurso ; nesse caso, seguir regras que pus em folha anexa. </li></ul><ul><li>[ Para todos: ] </li></ul><ul><li>Ir lendo Os Maias . </li></ul><ul><li>Melhorarei informação acerca do trabalho «grande» em Gaveta de Nuvens . </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Tepecê grande </li></ul><ul><li>Trabalho tem de ser entregue até daqui a um mês (apontemos para 12/13 de Março — enfim, 16/17 de Março , para quem precise, mas também um pouco mais cedo, a quem isso não desconvenha, já que me seria vantajoso não receber tudo demasiado perto do final do período). </li></ul>
  15. 17. <ul><li>Como em trabalhos anteriores (microfilme autobiográfico, bibliofilme, publifilme), deve haver discurso oral gravado ( seja em leitura, seja em dramatização, seja em conversa «espontânea», seja em canção, etc.). Embora espere sobretudo filmes WMP , admitem-se gravações audio (como já permitira no caso dos publifilmes). </li></ul>
  16. 18. <ul><li>Trabalhos podem ser individuais ou em dupla (neste caso, com intervenções orais dos dois colegas) </li></ul>
  17. 19. <ul><li>O formato e duração dos filmes são semelhantes aos combinados nos trabalhos anteriores. [especificarei, de novo, em Gaveta de Nuvens ] </li></ul>
  18. 20. <ul><li>São temas: </li></ul><ul><li>(1) Os Maias ; </li></ul><ul><li>(2) algum outro livro de Eça ; </li></ul><ul><li>(3) amores de Pedro e Inês (ou outro amor célebre da literatura portuguesa). </li></ul>
  19. 21. <ul><li>A razão dos temas 1 e 2 é óbvia; o tema 3 é para não descartar a possibilidade de se concorrer ao Concurso Inês de Castro (neste caso, conviria que a gravação ficasse pronta o mais cedo possível, já que o concurso, embora feche a 27/3, implica outras diligências). </li></ul>
  20. 23. <ul><li>Estes temas podem ser tratados de múltiplas formas. De tantas, que nem darei aqui exemplos (fá-lo-ei depois em Gaveta de Nuvens ) — basta lembrar que a relação com o tema pode ser quase literal, mas também é admissível, e talvez até aconselhável, que se estabeleça com ele uma ligação indirecta, inferida apenas (ainda que o filme seja efectivamente relacionável com o assunto original). </li></ul>
  21. 24. <ul><li>texto de Eça ou de ... </li></ul><ul><li>texto próprio </li></ul>
  22. 25. <ul><li>desde a leitura ou dramatização do original </li></ul><ul><li>algum tipo de adaptação, transposição, recriação, paródia, pastiche, inversão, apreciação crítica, ... </li></ul>
  23. 26. <ul><ul><li>enfim, sob qualquer género (de índole narrativa, lírica, ensaística, teatral, etc.), produto inspirado no tema escolhido (nos casos menos óbvios, indicar-me o tipo de transformação operada ou pretexto assumido). </li></ul></ul>

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