Apresentação para décimo primeiro ano, aula 27

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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 27

  1. 3. <ul><li>Entre as linhas 1 e 21, o orador assume que os peixes teriam ficado desconsolados por Deus não os ter indicado como animais passíveis de serem sacrificados . </li></ul>
  2. 4. <ul><li>Nas linhas 21-24 dá-se-nos a justificação dessa discriminação: os peixes não podiam ir vivos para o altar onde seriam sacrificados . </li></ul>
  3. 5. <ul><li>Nas ll. 36-46, faz-se contraste entre os homens — «eu» — e os peixes (para o orador esse confronto é sempre favorável aos peixes ): </li></ul>
  4. 6. <ul><li>Peixes | Homem </li></ul><ul><li>bruteza | razão </li></ul><ul><li>instinto | alvedrio </li></ul>
  5. 7. <ul><li>não ofendem Deus com as palavras | fala </li></ul><ul><li>não ofendem Deus com as memórias | lembra-se </li></ul><ul><li>não ofendem Deus com o entendimento | discorre </li></ul><ul><li>não ofendem Deus com a vontade | quer </li></ul>
  6. 8. <ul><li>foram criados por Deus para servir ao homem e cumprem o fim para que foram criados | Deus criou-o para que o servisse mas ele não cumpre o fim para que foi criado </li></ul>
  7. 9. <ul><li>não hão-de ver a Deus, e poderão aparecer diante dele muito confiadamente, porque o não ofenderam | tem esperança em chegar a vê-lo, mas tem vergonha (receio) desse momento, já que muito o ofende </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Nas linhas 52-64, predomina o imperativo . </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Em aula, lemos textos de oratória de </li></ul><ul><li>a) Martin Luther King, Demóstenes, Padre António Vieira, Nixon. </li></ul><ul><li>b) Martin Luther King, Demóstenes, Padre António Vieira. </li></ul><ul><li>c) Demóstenes, Padre António Vieira, Nixon. </li></ul><ul><li>d) Martin Luther King, Padre António Vieira. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>A certa altura, lemos um texto de Sophia de Mello Breyner Andresen, em que se </li></ul><ul><li>a) elogiava o uso complexo da palavra nos discursos. </li></ul><ul><li>b) criticava o poder que tem o malabarismo linguístico num discurso. </li></ul><ul><li>c) criticava a excessiva simplicidade de alguma poesia. </li></ul><ul><li>d) elogiava o carácter incisivo que costumam ter os discursos. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>O exórdio ocorre </li></ul><ul><li>a) no início de um discurso, sendo a peroração a parte final. </li></ul><ul><li>b) no final de um discurso, correspondendo a peroração ao início. </li></ul><ul><li>c) a meio de um discurso, sendo a peroração o final. </li></ul><ul><li>d) no início de um discurso, seguindo-se logo a peroração. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Como vimos no chamado «Discurso aos participantes na Marcha sobre Washington», nos discursos, o uso de deícticos (expressões que remetem para o próprio espaço e momento da enunciação) é </li></ul><ul><li>a) mais predominante nos trechos finais. </li></ul><ul><li>b) mais predominante nos trechos iniciais. </li></ul><ul><li>c) mais predominante a meio. </li></ul><ul><li>d) absolutamente de evitar. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Os debates Nixon/Kennedy serviram-nos para notarmos </li></ul><ul><li>a) a importância dos aspectos não verbais na acção do orador. </li></ul><ul><li>b) como é essencial a argumentação no discurso. </li></ul><ul><li>c) os aspectos sobretudo retóricos do discurso destes dois americanos. </li></ul><ul><li>d) os efeitos de simetria no discurso barroco. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Em aula, lemos trecho de </li></ul><ul><li>a) Shakespeare, sobre Marco António. </li></ul><ul><li>b) Júlio César, sobre Marco António. </li></ul><ul><li>c) Alexandre, sobre Demóstenes. </li></ul><ul><li>d) Júlio César, sobre Shakespeare. </li></ul>
  15. 17. <ul><li>Considerada a estrutura de um discurso, a captatio benevolentiæ ocorre </li></ul><ul><li>a) no desenvolvimento. </li></ul><ul><li>b) no exórdio. </li></ul><ul><li>c) na peroração. </li></ul><ul><li>d) na refutação. </li></ul>
  16. 18. <ul><li>Na sua edição deste ano, a competição que reunirá os leitores não apurados para a fase de eliminatórias da Liga dos Campeões, em homenagem a figura da oratória, adoptou o nome de </li></ul><ul><li>a) Taça Tia Albertina. </li></ul><ul><li>b) Taça Demóstenes. </li></ul><ul><li>c) Taça Marco António. </li></ul><ul><li>d) Taça Bruto. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>«Pregar» e «Pregar» são palavras </li></ul><ul><li>a) divergentes. </li></ul><ul><li>b) convergentes. </li></ul><ul><li>c) homógrafas. </li></ul><ul><li>d) homónimas. </li></ul>
  18. 20. <ul><li>«À grande e à francesa», «do bom e do melhor», entre outras, são </li></ul><ul><li>a) expressões idiomáticas. [fixas] </li></ul><ul><li>b) expressões de gíria. </li></ul><ul><li>c) neologismos. </li></ul><ul><li>d) estrangeirismos. </li></ul>
  19. 21. <ul><li>O «Sermão de Santo António aos Peixes» foi pregado </li></ul><ul><li>a) por Santo António, no Brasil. </li></ul><ul><li>b) pelo Padre António Vieira, em São Luís do Maranhão, em meados do século XVII. </li></ul><ul><li>c) pelo Padre António Vieira, em Lisboa, na Igreja de São Roque, no século XVII. </li></ul><ul><li>d) por Santo António, em São Luís do Maranhão. </li></ul>
  20. 22. <ul><li>O verdadeiro auditório do «Sermão» era constituído por </li></ul><ul><li>a) índios. </li></ul><ul><li>b) colonos. </li></ul><ul><li>c) D. João IV e restante corte. </li></ul><ul><li>d) peixes. </li></ul>
  21. 23. <ul><li>No final do cap. I do «Sermão» diz-se que </li></ul><ul><li>a) o étimo de «Maria» é «Senhora do mar», o que é verdade. </li></ul><ul><li>b) «Maria» vem de «Senhora do mar», o que é uma falsa etimologia. </li></ul><ul><li>c) «peixe» vem de «pé», o que não é verdade. </li></ul><ul><li>d) «sal» vem de «sol», o que é uma etimologia correcta. </li></ul>
  22. 24. <ul><li>A série que apresenta «peixes» que são «protagonistas» do «Sermão» é </li></ul><ul><li>a) cão, atum, peixe de Tobias. </li></ul><ul><li>b) peixe de Tobias, torpedo, roncador. </li></ul><ul><li>c) pescadinha de rabo na boca, massada de garoupa, baleia. </li></ul><ul><li>d) rémora, três olhos, raia electrónica. </li></ul>
  23. 25. <ul><li>A acção de A Missão (de Roland Joffé) — filme que foca o trabalho de missionários jesuítas junto dos índios — </li></ul><ul><li>a) é anterior às experiências vividas pelo Padre António Vieira. </li></ul><ul><li>b) é contemporânea das experiências vividas por Vieira. </li></ul><ul><li>c) é posterior [XVIII] às experiências vividas por Vieira [XVII] . </li></ul><ul><li>d) é posterior às experiências de Vieira, mas passa-se no mesmo local. </li></ul>
  24. 26. <ul><li>Nos capítulos II-VI do «Sermão», temos (segundo esta ordem) </li></ul><ul><li>b) elogio dos peixes, em geral; elogio a algumas espécies de peixes; repreensão dos peixes, em geral; repreensão a algumas espécies de peixes. </li></ul>
  25. 27. <ul><li>Segundo Vieira, nos dias dos santos, os pregadores devem </li></ul><ul><li>a) tê-los como assunto dos seus sermões. </li></ul><ul><li>b) imitá-los. </li></ul><ul><li>c) criticá-los. </li></ul><ul><li>d) pregar a peixes. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>O «Sermão de Santo António aos Peixes» tem </li></ul><ul><li>a) cinco capítulos. </li></ul><ul><li>b) três capítulos. </li></ul><ul><li>c) dez capítulos. </li></ul><ul><li>d) seis capítulos. </li></ul>
  27. 29. <ul><li>As citações (da Bíblia; de teólogos) que enxameiam o «Sermão» funcionam como </li></ul><ul><li>a) perorações. </li></ul><ul><li>b) argumentos de autoridade. </li></ul><ul><li>c) falácias. </li></ul><ul><li>d) ironias. </li></ul>
  28. 30. <ul><li>O conceito predicável do «Sermão de Santo aos Peixes» é </li></ul><ul><li>a) «Vós sois o sol da terra». </li></ul><ul><li>b) «Vós sois o sal do mar». </li></ul><ul><li>c) «Vós, sol, sois a terra». </li></ul><ul><li>d) «Vós sois o sal da terra». </li></ul>
  29. 31. <ul><li>Segundo a sua vogal temática, as conjugações classificam-se como </li></ul><ul><li>a) 1.ª ( -ar ), 2.ª ( -ir ), 3.ª ( -ur ). </li></ul><ul><li>b) 1.ª ( -ar ), 2.ª ( -er ), 3.ª ( -or ). </li></ul><ul><li>c) 1.ª ( -ar ), 2.ª (- er ), 3.ª ( -ir ). </li></ul><ul><li>d) 1.ª ( -uj ), 2.ª ( -có ), 3.ª ( -ufa ). </li></ul>
  30. 32. <ul><li>O Presente do Conjuntivo corresponde, se exceptuarmos poucos verbos, ao radical do Presente do Indicativo, bastando que se lhe acrescente um </li></ul><ul><li>a) e (1.ª conjugação) ou um a (2.ª e 3.ª conjugações). </li></ul><ul><li>b) a (1.ª conjugação) ou um e (2.ª e 3.ª conjugações). </li></ul><ul><li>c) a (1.ª e 2.ª conjugação) ou um e (3.ª conjugação). </li></ul><ul><li>d) e (1.ª e 2.ª conjugação) ou um a (3.ª conjugação). </li></ul>
  31. 33. <ul><li>1.ª (A) que eu cant e </li></ul><ul><li>2.ª (E) que eu com a </li></ul><ul><li>3.ª (I) que eu part a </li></ul>
  32. 34. <ul><li>As desinências nas formas verbais do Pretérito Mais-que-perfeito são </li></ul><ul><li>a) -va , -vas , -va , -vamos , -veis , -vam . </li></ul><ul><li>b) -ra , -ras , -ra , -ramos , -reis , -ram . </li></ul><ul><li>c) -ia , -ias , -ia , -íamos , -íeis , -iam . </li></ul><ul><li>d) -sse , -sses , -sse , -ssemos , -sseis , -ssem . </li></ul>
  33. 35. <ul><li>São tempos primitivos </li></ul><ul><li>a) Futuro do Indicativo, Presente do Indicativo, Perfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) Gerúndio, Imperativo, Perfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>c) Presente do Indicativo, Infinitivo, Perfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>d) Presente do Conjuntivo, Presente do Indicativo, Imperfeito do Indicativo. </li></ul>
  34. 36. <ul><li>Em frases negativas, o Imperativo socorre-se das formas do </li></ul><ul><li>a) Presente do Conjuntivo (excepto na segunda pessoa). </li></ul><ul><li>b) Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>c) Presente do Conjuntivo. </li></ul><ul><li>d) Presente do Indicativo (excepto na segunda pessoa). </li></ul>
  35. 37. <ul><li>Ø Ø </li></ul><ul><li>faz não faças </li></ul><ul><li>faça não faça </li></ul><ul><li>façamos não façamos </li></ul><ul><li>fazei não façais </li></ul><ul><li>façam não façam </li></ul>
  36. 38. <ul><li>As formas do Imperativo afirmativo (incluindo as que são emprestadas pelo Presente do Conjuntivo) são: </li></ul><ul><li>a) 1.ª, 2.ª e 3.ª do singular; 1.ª, 2.ª e 3.ª do plural. </li></ul><ul><li>b) 2.ª e 3.ª do singular; 1.ª, 2.ª e 3.ª do plural. </li></ul><ul><li>c) 2.ª e 3.ª do singular; 2.ª do plural. </li></ul><ul><li>d) 2.ª e 3.ª do singular; 2.ª e 3.ª do plural. </li></ul>
  37. 39. <ul><li>O verbo «ganhar» é </li></ul><ul><li>a) defectivo. </li></ul><ul><li>b) impessoal. </li></ul><ul><li>c) abundante. [cfr. ganho / ganhado] </li></ul><ul><li>d) unipessoal. </li></ul>
  38. 40. <ul><li>A forma «atrofiaríamos» pertence ao </li></ul><ul><li>a) Futuro do Pretérito. [= Condicional] </li></ul><ul><li>b) Futuro do Indicativo. </li></ul><ul><li>c) Futuro do Conjuntivo. </li></ul><ul><li>d) Imperfeito do Indicativo. </li></ul>
  39. 41. <ul><li>O Imperfeito do Conjuntivo adopta o tema do </li></ul><ul><li>a) Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) Presente do Conjuntivo. </li></ul><ul><li>c) Perfeito do Indicativo. [cfr. trouxe sse] </li></ul><ul><li>d) Imperfeito do Indicativo. </li></ul>
  40. 42. <ul><li>O Futuro do Conjuntivo segue o tema do </li></ul><ul><li>a) Futuro do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) Perfeito do Indicativo. [ trouxe r] </li></ul><ul><li>c) Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>d) Infinitivo. </li></ul>
  41. 43. <ul><li>O valor aspectual durativo costuma estar mais presente em formas do </li></ul><ul><li>a) Futuro do Conjuntivo do que do Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) Presente do Conjuntivo do que do Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>c) Imperfeito do Indicativo do que do Perfeito do Indicativo. [estudava] </li></ul><ul><li>d) Perfeito do Indicativo do que do Presente do Indicativo. </li></ul>
  42. 44. <ul><li>O valor temporal ‘futuro’ (localização da acção num momento posterior ao da enunciação) pode conseguir-se através de </li></ul><ul><li>a) Futuro do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) Futuro do Indicativo; Presente do Indicativo; Perifrástica com «Ir». </li></ul><ul><li>c) Futuro do Indicativo; Perifrástica. </li></ul><ul><li>d) Futuro do Indicativo; Condicional. </li></ul>
  43. 45. <ul><li>O valor aspectual de que a acção está acabada encontra-se sobretudo em formas do </li></ul><ul><li>a) Futuro do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) Pretérito Perfeito do Indicativo. [li] </li></ul><ul><li>c) Pretérito Imperfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>d) Presente do Indicativo. </li></ul>
  44. 46. <ul><li>Utilidade típica do Pretérito Mais-que-perfeito é </li></ul><ul><li>d) localizar uma acção antes de outra (também passada). </li></ul><ul><li>esteve lá em casa o Onofre; estivera no dentista até às onze </li></ul>
  45. 47. <ul><li>A série que só tem formas do Conjuntivo é </li></ul><ul><li>a) fazer , ande, parta. </li></ul><ul><li>b) houver, amássemos, digais. </li></ul><ul><li>c) comas, puder, quisera . </li></ul><ul><li>d) avançarei , bochechasse, considerarem. </li></ul>
  46. 48. <ul><li>Todas as formas são do Imperfeito do Conjuntivo na série </li></ul><ul><li>a) comesse, deva , contribua . </li></ul><ul><li>b) lê-se , desse, viesse. </li></ul><ul><li>c) olhasse, destinásseis, fizessem. </li></ul><ul><li>d) comprar , disser, ditar . </li></ul>
  47. 49. <ul><li>A série que só tem formas do Indicativo é </li></ul><ul><li>a) opusera, dizia , acabasse . </li></ul><ul><li>b) andávamos, haverá, escreveu. </li></ul><ul><li>c) punha, quis, puder . </li></ul><ul><li>d) evoluíra, jante , reunissem . </li></ul>
  48. 50. <ul><li>São formas do Imperativo </li></ul><ul><li>a) come, parai, bebi . </li></ul><ul><li>b) parti, ama, defecai. </li></ul><ul><li>c) lembrei , falai, diz. </li></ul><ul><li>d) consigamos, colhe, meto . </li></ul>
  49. 51. <ul><li>São formas do Presente do Conjuntivo </li></ul><ul><li>a) leva , diga, ponha. </li></ul><ul><li>b) morresse , prossiga, fique. </li></ul><ul><li>c) fuja, ponhas, reúne . </li></ul><ul><li>d) cantarole, parta, façamos. </li></ul>
  50. 52. <ul><li>A série que só tem formas no Imperfeito do Indicativo é </li></ul><ul><li>a) via, lia, gostaria . </li></ul><ul><li>b) mia , leva, andava </li></ul><ul><li>c) desova , avaliava, fazia. </li></ul><ul><li>d) ia, era, encadernava. </li></ul>

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