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<ul><li>A Roma antiga do século I a.c. [,]  reinventada por Shakespeare. A vida política nas mãos de heróis de tragédia [,...
<ul><li>O povo quer coroar Júlio César imperador. Nasce a conspiração. Por boas ou más razões, Cássio e Casca convencem Br...
<ul><li>Marco António, jovem protegido de César, depois de um breve discurso de Bruto junto do cadáver crivado de punhais,...
<ul><li>Na noite anterior à batalha final, o fantasma de César aparece a Bruto e [,]  no dia seguinte [,]  Cássio e Bruto,...
<ul><li>A tragédia de Shakespeare fala de tirania, da cegueira do povo, das sangrentas lutas pelo poder, de vida privada e...
 
<ul><li>O poema mostra aversão àqueles que se servem da palavra para dominar os outros — os demagogos, que conseguem, por ...
 
<ul><li>Actos </li></ul><ul><li>I  (1, uma rua de Roma; 2, uma praça pública; 3, uma rua) </li></ul><ul><li>II  (1, jardim...
<ul><li>IV  (1, um quarto da casa de António; 2, diante da tenda de Bruto; 3, Na tenda de Bruto;  </li></ul><ul><li>V  (1,...
<ul><li>Não esquecer  publifilme . </li></ul>
<ul><li>  T  e  m  a   |  Desinência </li></ul><ul><li>Radical   Vogal temática  | </li></ul><ul><li>Cant   a   r </li></u...
<ul><li>T  (R + VT) +  D  (DMT + DNP) </li></ul>
<ul><li>Tempos primitivos Tempos derivados </li></ul><ul><li>Presente Indicativo    Presente do Conj.  </li></ul><ul><li> ...
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ApresentaçãO Para DéCimo Primeiro Ano, Aula 18

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ApresentaçãO Para DéCimo Primeiro Ano, Aula 18

  1. 3. <ul><li>2. </li></ul><ul><li>O tema central é o poder da palavra , representado por António, que consegue, através de estratégias retóricas, levar uma multidão, inicialmente desconfiada, a apoiá-lo. </li></ul>
  2. 4. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>O texto centra-se na figura de Bruto e na sua relação com a multidão, pondo em realce a dignidade da personagem, bem como o respeito que suscita no povo. </li></ul>
  3. 5. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>O povo aceita ouvir António, apenas porque Bruto lho solicita , mas manifesta desconfiança e expressa a vontade de não admitir quaisquer palavras contra Bruto . Por outro lado, reitera o apoio à conspiração contra César, vendo nela a libertação de Roma. </li></ul>
  4. 6. <ul><li>5.1. </li></ul><ul><li>A estratégia de António para captar a atenção e benevolência do público é a da humildade: diz que o seu objectivo não é louvar César, mas fazer-lhe, como amigo, o funeral; ao mesmo tempo, finge submissão a Bruto. Em suma, tranquiliza a multidão, e parece aceitar os novos líderes. </li></ul>
  5. 7. <ul><li>5.2. </li></ul><ul><li>António tem como objectivo refutar a acusação , feita por Bruto, de César ser ambicioso . Começa por concordar que César incorrera numa falta merecedora de castigo. Este aparente reconheci-mento da razão dos conjurados é reforçado pela referência a Bruto como «um homem respeitável». Simultaneamente, António lança outra linha de raciocínio, a do testemunho da sua experiência de amigo pessoal de César. </li></ul>
  6. 8. <ul><li>A partir daqui, a frase «Bruto é um homem respeitável» é repetida três vezes, predispondo o público a ouvir os argumentos seguintes, já contra Bruto . Esses argumentos são apresentados como testemunhos descomprometidos (advindos da amizade por César). A repetição da frase «Bruto é um homem respeitável» mantém a ilusão de que António esteja do lado de Bruto, quando o orador já está a defender uma linha contrária . </li></ul>
  7. 9. <ul><li>5.3. </li></ul><ul><li>As reacções da multidão mostram-no: as convicções do povo sobre a ambição de César e a justeza da sua morte ficaram abaladas , manifestando-se agora uma crescente empatia por António . </li></ul>
  8. 10. <ul><li>6. No segundo momento do seu discurso, António revela a existência do testamento de César, que mostra à multidão, mas afirmando não ser sua intenção lê-lo. O suspense assim criado torna-se um dos instrumentos com que António manipula o auditório, a quem comunica (negando fazê-lo) que César os tornou seus herdeiros . </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Só mesmo no final, dizendo-se obrigado a isso pelo auditório, António acede a ler o testamento, mas pede licença para descer da tribuna e fazê-lo junto do corpo de César . Ao pedir licença, acalenta na multidão a ilusão de ser ela que dirige os acontecimentos. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>7. </li></ul><ul><li>A intervenção de António junto do corpo de César visa incitar o povo à revolta. Vai, por isso, fazer apelo ao desencadear de paixões violentas, através da dramatização do seu discurso perante o cadáver, evocando a grandeza de César e o acto de traição de que foi vítima, com relevo para a intervenção de Bruto, «o bem amado Bruto», </li></ul>
  11. 13. <ul><li>ligando cada uma das feridas abertas no cadáver ao nome de um dos conspiradores , uma forma de criar um clima fortemente emotivo, dirigido contra os agora apontados como «traidores». O clímax é atingido pelo retirar do manto, mostrando o corpo de César (a multidão clama por vingança e prepara-se para incendiar, matar, assassinar aqueles mesmos que, no início da cena, reconhecia como líderes ). </li></ul>
  12. 14. <ul><li>8. Mostrando ter consciência da volubilidade da multidão, António não deixa sair o seu auditório logo após os primeiros apelos à vingança. Sabe que tem de dar ao povo razões mais pessoais para se mover. Toma a palavra e incita à revolta (negando, mais uma vez, fazê-lo), apresentando-se como homem simples / franco , incapaz de grandes discursos, sem a eloquência de Bruto. Recorda então ao auditório o testamento e revela, finalmente, o seu conteúdo. Estavam criadas as condições para o golpe de estado. </li></ul>
  13. 16. <ul><li>A Roma antiga do século I a.c. [,] reinventada por Shakespeare. A vida política nas mãos de heróis de tragédia [,] que são grandes como gigantes e humanos como nós. </li></ul>
  14. 17. <ul><li>O povo quer coroar Júlio César imperador. Nasce a conspiração. Por boas ou más razões, Cássio e Casca convencem Bruto a unir-se a eles para eliminar César. Bruto [,] que ama César mas também ama Roma, deixa-se convencer, e [,] no dia fatídico dos idos de Março [,] participa no assassinato do grande general [,] no Senado. </li></ul>
  15. 18. <ul><li>Marco António, jovem protegido de César, depois de um breve discurso de Bruto junto do cadáver crivado de punhais, pronuncia a sua oração fúnebre e, graças à sua habilidade retórica, levanta as massas populares contra os conjurados [,] que são obrigados a fugir. Marco António, unindo-se a Octávio e Lépido, desencadeia a guerra civil. </li></ul>
  16. 19. <ul><li>Na noite anterior à batalha final, o fantasma de César aparece a Bruto e [,] no dia seguinte [,] Cássio e Bruto, vendo-se vencidos, suicidam-se. Octávio e Marco António tomam o poder [,] fazendo justiça à memória de Bruto e reconhecendo nele um justo. </li></ul>
  17. 20. <ul><li>A tragédia de Shakespeare fala de tirania, da cegueira do povo, das sangrentas lutas pelo poder, de vida privada e responsabilidade pública, de paz e de guerra, fala de política e da imensa tensão entre política e moral. Com estas peripécias de uma Roma antiga fantasiada pelo princípio do século XVII, devolve aos espectadores de hoje os jogos políticos de sempre, mas desenha uma visão do Homem e do poder político com valores que o nosso tempo já esqueceu. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>O poema mostra aversão àqueles que se servem da palavra para dominar os outros — os demagogos, que conseguem, por truques retóricos, convencer em proveito de estratégias de poder. A esse uso «capitalista», interesseiro, da língua, opõe-se a limpidez dos poetas («nomeou a pedra a flor a água»). </li></ul><ul><li>Na cena que lemos, de Júlio César , prevalece o tal uso demagógico da palavra. </li></ul>
  19. 24. <ul><li>Actos </li></ul><ul><li>I (1, uma rua de Roma; 2, uma praça pública; 3, uma rua) </li></ul><ul><li>II (1, jardim de Bruto; 2, casa de César; 3, rua perto do Capitólio; 4, outra parte da mesma rua, em frente à casa de Bruto) </li></ul><ul><li>III (1, diante do Capitólio, onde decorre sessão do senado; 2, Foro; 3, uma rua) </li></ul>
  20. 25. <ul><li>IV (1, um quarto da casa de António; 2, diante da tenda de Bruto; 3, Na tenda de Bruto; </li></ul><ul><li>V (1, planíce de Filipos; 2, campo de batalha; 3, outra parte do campo de batalha; 4, outra parte do campo de batalha; 5, outra parte do campo de batalha) </li></ul>
  21. 26. <ul><li>Não esquecer publifilme . </li></ul>
  22. 27. <ul><li> T e m a | Desinência </li></ul><ul><li>Radical Vogal temática | </li></ul><ul><li>Cant a r </li></ul><ul><li>Vend e rei </li></ul><ul><li>Sub i ríamos </li></ul>
  23. 28. <ul><li>T (R + VT) + D (DMT + DNP) </li></ul>
  24. 29. <ul><li>Tempos primitivos Tempos derivados </li></ul><ul><li>Presente Indicativo Presente do Conj. </li></ul><ul><li> Imperativo </li></ul><ul><li>Perfeito Mais-que-perfeito </li></ul><ul><li> Imperfeito do Conj. </li></ul><ul><li> Futuro do Conj. </li></ul><ul><li>Infinitivo Futuro </li></ul><ul><li> Condicional </li></ul><ul><li> Imperfeito Ind. </li></ul>

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