Samuel Beckett,  À espera de Godot
 
 
 
 
 
<ul><li>As palavras «manga1» e «manga2» são  </li></ul><ul><li>a) polissémicas e monossémicas. </li></ul><ul><li>b) homóni...
<ul><li>Os cinco verbetes com «manga» correspondem a </li></ul><ul><li>a) cinco palavras. </li></ul><ul><li>b) cinco senti...
<ul><li>O étimo de «manga2» é </li></ul><ul><li>a) o malaiala. </li></ul><ul><li>b) «idem». </li></ul><ul><li>c) ‘fruto co...
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<ul><li>« s. f. » significa </li></ul><ul><li>a) ‘substantivo flexionado’. </li></ul><ul><li>b) ‘substantivo familiar’. </...
<ul><li>As definições 1 a 6 de «cravo1» referem </li></ul><ul><li>a) sinónimos. </li></ul><ul><li>b) acepções resultantes ...
<ul><li>Entre «cravo» (do latim  clavu- ) e «cravo» (pelo alemão  Klavier ) houve um processo de  </li></ul><ul><li>a) div...
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<ul><li>«Cravo2» (do alemão  Klavier ) é </li></ul><ul><li>a) palavra polissémica. </li></ul><ul><li>b) palavra homónima. ...
<ul><li>«Dar uma no cravo e outra na ferradura» significa ser </li></ul><ul><li>a) directo. </li></ul><ul><li>b) crítico. ...
<ul><li>A letra omitida em «Do latim  clavu- » é um </li></ul><ul><li>a) eme. </li></ul><ul><li>b) ele. </li></ul><ul><li>...
<ul><li>O valor conotativo de uma palavra </li></ul><ul><li>a) não é comum a todos os falantes, mas constitui um dos senti...
<ul><li>Em «Obrigado Lúcia. O milagre foi bonito», </li></ul><ul><li>a) devia haver uma vírgula a seguir a «obrigado», já ...
<ul><li>A frase que, sem dúvida, está mal pontuada é </li></ul><ul><li>a) O mil-folhas, comi-o com grande gula. </li></ul>...
<ul><li>Em «Vamos para a escola quando nevar.», </li></ul><ul><li>a) devia haver vírgula a isolar o aposto. </li></ul><ul>...
<ul><li>A alínea que não apresenta erros ortográficos é </li></ul><ul><li>a)  fizémos  / podemos / olhamos. </li></ul><ul>...
<ul><li>A alínea sem erros de ortografia ou de pontuação é </li></ul><ul><li>a) A necessidade  da  Câmara fazer obras é um...
<ul><li>A alínea que tem a pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) A Isabel comprou uma catatua, a Elisabete, um carapau...
 
<ul><li>Quais são as causas desta calamidade? </li></ul><ul><li>A causa principal foi  ter-se querido fazer uma florestaçã...
<ul><li>De onde vem essa ideia? </li></ul><ul><li>Nos anos trinta,  dadas as dificuldades por que passava a agricultura, i...
<ul><li>Passámos a ser um país florestal? </li></ul><ul><li>A necessidade de madeira para o caminho de ferro e, depois, re...
<ul><li>ingl.  sleeper   >  pg.  chulipa   </li></ul>
<ul><li>A excessiva divisão do território (em meio milhão de proprietários) dificulta as limpezas florestais? </li></ul><u...
<ul><li>Se as matas estivessem bem limpas ardiam na mesma? </li></ul><ul><li>As matas arderiam sempre,  mas, se o territór...
<ul><li>Defende uma mata com que tipo de madeiras? </li></ul><ul><li>Evitaria os eucaliptos (que exigem muita água), até p...
<ul><li>Não são tão rentáveis... </li></ul><ul><li>Podem polarizar uma série de actividades rentáveis, como acontece com o...
<ul><li>O governo acordou tarde para os incêndios? </li></ul><ul><li>As culpas não cabem a  um governo especificamente, vê...
<ul><li>Olhando para o futuro, os incêndios podem constituir uma oportunidade para se reorganizar o território? </li></ul>...
<ul><li>O cartoon na p. 24, de Luís Afonso, visa satirizar uma característica da forma como tratamos os problemas:  lament...
<ul><li>Sala de estudo </li></ul><ul><li>Sextas-feiras </li></ul><ul><li>13.45-14.30 </li></ul><ul><li>sala verde-alface <...
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ApresentaçãO Para DéCimo Primeiro Ano, Aula 12

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ApresentaçãO Para DéCimo Primeiro Ano, Aula 12

  1. 3. Samuel Beckett, À espera de Godot
  2. 9. <ul><li>As palavras «manga1» e «manga2» são </li></ul><ul><li>a) polissémicas e monossémicas. </li></ul><ul><li>b) homónimas e polissémicas. </li></ul><ul><li>c) monossémicas e homónimas. </li></ul><ul><li>d) monossémicas. </li></ul>
  3. 10. <ul><li>Os cinco verbetes com «manga» correspondem a </li></ul><ul><li>a) cinco palavras. </li></ul><ul><li>b) cinco sentidos. </li></ul><ul><li>c) cinco conotações. </li></ul><ul><li>d) cinco acepções. </li></ul>
  4. 11. <ul><li>O étimo de «manga2» é </li></ul><ul><li>a) o malaiala. </li></ul><ul><li>b) «idem». </li></ul><ul><li>c) ‘fruto comestível da mangueira’. </li></ul><ul><li>d) «manga ». </li></ul>
  5. 12. <ul><li>«Manga5» vem </li></ul><ul><li>a) de uma língua moçambicana. </li></ul><ul><li>b) do castelhano. </li></ul><ul><li>c) do francês, através do latim. </li></ul><ul><li>d) do moçambicano. </li></ul>
  6. 13. <ul><li>Estas cinco «mangas» são </li></ul><ul><li>a) convergentes. </li></ul><ul><li>b) polissémicas. </li></ul><ul><li>c) monossémicas. </li></ul><ul><li>d) divergentes. </li></ul>
  7. 14. <ul><li>Os verbetes com «manga» apresentam </li></ul><ul><li>a) representação fonética e etimologias. </li></ul><ul><li>b) abonações e representação fonética. </li></ul><ul><li>c) definições e abonações. </li></ul><ul><li>d) abonações e etimologia. </li></ul>
  8. 15. <ul><li>« s. f. » significa </li></ul><ul><li>a) ‘substantivo flexionado’. </li></ul><ul><li>b) ‘substantivo familiar’. </li></ul><ul><li>c) ‘sentido familiar’. </li></ul><ul><li>d) ‘nome feminino’. </li></ul>
  9. 16. <ul><li>As definições 1 a 6 de «cravo1» referem </li></ul><ul><li>a) sinónimos. </li></ul><ul><li>b) acepções resultantes de processo de enriquecimento semântico. </li></ul><ul><li>c) seis palavras homónimas. </li></ul><ul><li>d) palavras divergentes de «cravo» (do latim clavu- ). </li></ul>
  10. 17. <ul><li>Entre «cravo» (do latim clavu- ) e «cravo» (pelo alemão Klavier ) houve um processo de </li></ul><ul><li>a) divergência lexical. </li></ul><ul><li>b) convergência lexical. </li></ul><ul><li>c) divergência semântica. </li></ul><ul><li>d) polissemia. </li></ul>
  11. 18. <ul><li>O sentido 4 de «cravo1» (de clavu- ) resulta de </li></ul><ul><li>a) metonímia do sentido 1 de «cravo». </li></ul><ul><li>b) metáfora do sentido inicial (‘prego’). </li></ul><ul><li>c) extensão do significado de «cravo» (de Klavier ). </li></ul><ul><li>d) redução do sentido inicial do étimo latino. </li></ul>
  12. 19. <ul><li>«Cravo2» (do alemão Klavier ) é </li></ul><ul><li>a) palavra polissémica. </li></ul><ul><li>b) palavra homónima. </li></ul><ul><li>c) uma acepção mais conotativa de «cravo1». </li></ul><ul><li>d) palavra monossémica. </li></ul>
  13. 20. <ul><li>«Dar uma no cravo e outra na ferradura» significa ser </li></ul><ul><li>a) directo. </li></ul><ul><li>b) crítico. </li></ul><ul><li>c) um cavalo estúpido. </li></ul><ul><li>d) pouco claro. </li></ul>
  14. 21. <ul><li>A letra omitida em «Do latim clavu- » é um </li></ul><ul><li>a) eme. </li></ul><ul><li>b) ele. </li></ul><ul><li>c) ela. </li></ul><ul><li>d) ene. </li></ul>
  15. 22. <ul><li>O valor conotativo de uma palavra </li></ul><ul><li>a) não é comum a todos os falantes, mas constitui um dos sentidos elencados nas entradas de dicionário. </li></ul><ul><li>b) é mais individual do que o valor denotativo. </li></ul><ul><li>c) é o seu valor figurado. </li></ul><ul><li>d) tem de vir dicionarizado. </li></ul>
  16. 23. <ul><li>Em «Obrigado Lúcia. O milagre foi bonito», </li></ul><ul><li>a) devia haver uma vírgula a seguir a «obrigado», já que «Lúcia» é um vocativo. </li></ul><ul><li>b) não deve haver vírgula. </li></ul><ul><li>c) devia haver vírgula a seguir a «milagre». </li></ul><ul><li>d) devia haver uma vírgula a seguir a «obrigado», já que «Lúcia» é um aposto. </li></ul>
  17. 24. <ul><li>A frase que, sem dúvida, está mal pontuada é </li></ul><ul><li>a) O mil-folhas, comi-o com grande gula. </li></ul><ul><li>b) No bloco D, na sala 11, às dez horas, passam-se coisas estranhas. </li></ul><ul><li>c) O brilhante avançado[,] Nuno Gomes[,] não faleceu. </li></ul><ul><li>d) Quem não gosta do José Carlos<,> é muita estúpido. </li></ul>
  18. 25. <ul><li>Em «Vamos para a escola quando nevar.», </li></ul><ul><li>a) devia haver vírgula a isolar o aposto. </li></ul><ul><li>b) não deve haver vírgula. </li></ul><ul><li>c) devia haver vírgulas a isolar «para a escola». </li></ul><ul><li>d) devia haver vírgula antes da subordinada temporal. </li></ul>
  19. 26. <ul><li>A alínea que não apresenta erros ortográficos é </li></ul><ul><li>a) fizémos / podemos / olhamos. </li></ul><ul><li>b) olhámos / provém / pudemos. </li></ul><ul><li>c) ninguém / inglês / quisémos . </li></ul><ul><li>d) outrém / provem / alguém. </li></ul>
  20. 27. <ul><li>A alínea sem erros de ortografia ou de pontuação é </li></ul><ul><li>a) A necessidade da Câmara fazer obras é uma evidência. </li></ul><ul><li>b) A necessidade da Câmara de Lisboa fazer obras , é evidente. </li></ul><ul><li>c) Apesar de a Jacinta ser minha amiga, pisei o cocó do cão dela. </li></ul><ul><li>d) Apesar da Jacinta ser minha amiga [,] pisei o cocó do cão dela. </li></ul>
  21. 28. <ul><li>A alínea que tem a pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) A Isabel comprou uma catatua, a Elisabete, um carapau. </li></ul><ul><li>b) A notícia que leste no Expresso < ,> já está desactualizada. </li></ul><ul><li>c) O cocó, que pisaste sem querer, era do Romão [,] o avançado do Sertanense. </li></ul><ul><li>d) Se calhar [,] o Papa vai chegar tarde. </li></ul>
  22. 30. <ul><li>Quais são as causas desta calamidade? </li></ul><ul><li>A causa principal foi ter-se querido fazer uma florestação extensiva (ao serviço das celuloses e da construção civil). </li></ul>
  23. 31. <ul><li>De onde vem essa ideia? </li></ul><ul><li>Nos anos trinta, dadas as dificuldades por que passava a agricultura, investiu-se nessa florestação, que passou a ser a alternativa única ao trigo (promovido depois pela chamada campanha do trigo). </li></ul>
  24. 32. <ul><li>Passámos a ser um país florestal? </li></ul><ul><li>A necessidade de madeira para o caminho de ferro e, depois, resina, indústria da madeira e celulose criaram uma floresta que não havia (e que despovoou o país). </li></ul>
  25. 33. <ul><li>ingl. sleeper > pg. chulipa </li></ul>
  26. 34. <ul><li>A excessiva divisão do território (em meio milhão de proprietários) dificulta as limpezas florestais? </li></ul><ul><li>Há uma ideia errada acerca do que deva ser a limpeza de uma floresta, já que, ao contrário que tem acontecido, esta não deveria afectar a retenção da água. </li></ul>
  27. 35. <ul><li>Se as matas estivessem bem limpas ardiam na mesma? </li></ul><ul><li>As matas arderiam sempre, mas, se o território não estivesse despovoado (e as culturas predominantes não fossem eucaliptos e resinosas), os fogos não produziriam tanta devastação. </li></ul>
  28. 36. <ul><li>Defende uma mata com que tipo de madeiras? </li></ul><ul><li>Evitaria os eucaliptos (que exigem muita água), até porque a celulose é cada vez menos concorrencial. Optaria por madeiras de qualidade, de tipo mediterrânico, e muitos cocós de cão (são bonitos e cheirosos). </li></ul>
  29. 37. <ul><li>Não são tão rentáveis... </li></ul><ul><li>Podem polarizar uma série de actividades rentáveis, como acontece com o carvalho. </li></ul>
  30. 38. <ul><li>O governo acordou tarde para os incêndios? </li></ul><ul><li>As culpas não cabem a um governo especificamente, vêm de trás, mas é alarmante que já se anuncie ir reflorestar tudo do mesmo modo. </li></ul>
  31. 39. <ul><li>Olhando para o futuro, os incêndios podem constituir uma oportunidade para se reorganizar o território? </li></ul><ul><li>Sim, à semelhança do que aconteceu com o terramoto de 1755, que implicou a planificação da Baixa de Lisboa. </li></ul>
  32. 40. <ul><li>O cartoon na p. 24, de Luís Afonso, visa satirizar uma característica da forma como tratamos os problemas: lamentamo-nos muito (e debatemos muito as soluções), mas falta-nos perseverança para concretizar as acções decididas (se é que as chegámos a planificar). </li></ul>
  33. 41. <ul><li>Sala de estudo </li></ul><ul><li>Sextas-feiras </li></ul><ul><li>13.45-14.30 </li></ul><ul><li>sala verde-alface </li></ul>
  34. 42. <ul><li>TPC — Lança as rectificações que fiz nos textos, hoje devolvidos, sobre «A minha fuga mais feliz». </li></ul><ul><li>Quando for possível, envia-me por mail essa versão final (já com as últimas emendas aconselhadas), num anexo intitulado «Fuga mais feliz de [ Fulano ] do 11.º [ 0.ª ]». </li></ul>

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