Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 9-10

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Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 9-10

  1. 1. 14/14 = Muito Bom 13/14 = Muito Bom - 12/14 = Bom + / Muito Bom - 11/14 = Bom + 10/14 = Bom 9/14 = Bom - 8/14 = Suficiente + 7/14 = Suficiente (-) 6/14 = Insuficiente + / Suficiente - 5/14 = Insuficiente + 4/14 = Insuficiente 3/14 = Insuficiente -
  2. 2. «AJ» e «EP» (linhas 1-8) correspondem a a) iniciais dos nomes de uma auxiliar administrativa e de um técnico de laboratório aposentado. b) códigos atribuídos para efeitos de um trabalho científico. c) siglas de Audrey Jackson e de Edward Palin. d) hipocorísticos de Ângela e Epaminondas.
  3. 3. «conhecida na bibliografia médica simplesmente como “AJ”» «denominado “EP”»
  4. 4. Em «Ela terá possivelmente a melhor memória do mundo» (ll. 7-8), «melhor» equivale a ‘a mais a) agradável’. b) adequada’. c) exaustiva’. (= ‘completa, total’) d) compensadora’.
  5. 5. Em «Ele, uma das piores» (8), a vírgula a) é lapso. b) visa tornar o texto chamativo. c) substitui «lembra-se». d) deve-se à ausência do verbo.
  6. 6. Ela terá possivelmente a melhor memória do mundo. Ele, uma das piores. [terá]
  7. 7. A referência ao perfeito penteado de risca ao lado (10-11) pretende a) indicar a originalidade de EP. b) acentuar a pacatez, a normalidade, de EP. c) evidenciar a falta de gosto de EP. d) valorizar a importância de cuidados capilares frequentes.
  8. 8. Em «devorando-o como se fosse uma maçã» (14), o pronome «o» corresponde a a) ‘o seu cérebro’. b) ‘o vírus Herpes simplex’. c) ‘o avô ideal’. d) ‘um manjar confecionado com cocó de cão’.
  9. 9. «o vírus Herpes simplex disseminou-se pelo seu cérebro, devorando-o como se fosse uma maçã» [o seu cérebro]
  10. 10. «O ataque desferido pelo vírus teve uma precisão inusitada» (15-16) significa, em termos objectivos, que a) houve um ataque desferido por um vírus. b) se deu uma batalha como estratégia para uma vitória na guerra em curso. c) a doença de EP avançou com consequências bastante concretas. d) o vírus foi absolutamente eficaz no ataque que engendrou.
  11. 11. O hipocampo (16-29) a) não tem relevância fulcral na capacidade de recordarmos. b) designa um recinto com pista e bancadas, preparado para corridas de cavalos. c) é essencial para recordarmos. d) é uma câmara de vídeo com a cabeça avariada.
  12. 12. Porém, a formação hipocâmpica é a região responsável pelo seu processamento. O hipocampo de EP ficou destruído e, sem ele, EP é como uma câmara de vídeo com a cabeça de gravação avariada.
  13. 13. «E os seus casos ilustram de maneira mais eloquente do que uma TAC [= Tumografia Axial Computadorizada] cerebral em que medida as nossas memórias fazem de nós aquilo que somos» (31-34) significa que a) os seus cérebros são mais precisos do que uma TAC. b) as suas patologias permitem explicar como funciona o cérebro. c) os seus casos sabem exprimir-se bem. d) os seus casos são dois extremos da memória humana. [é verdade mas não é o que dito]
  14. 14. «Este quilo e trezentos gramas de matéria enrugada» (34-35) reporta-se a) ao cérebro de EP. b) ao cérebro, visando realçar o seu peso considerável. c) ao cérebro, contrastando-se a sua aparente insignificância e o seu poder. d) a um estupendo cocó de cão ainda visível perto do portão da ESJGF.
  15. 15. Em «Se quiser uma comparação» (50-51) a) há decerto uma gralha. «Se se quiser uma comparação» b) o enunciador dirige-se-nos (= «se [você, o leitor] quiser»). [no resto do texto não há essa coloquialidade] c) o enunciador dirige-se a EP. d) o enunciador dirige-se a AJ.
  16. 16. Se se quiser uma comparação Se quisermos uma comparação Se quiser uma comparação [subentendido: o leitor, você]
  17. 17. As memórias declarativas (62-87) [= conhecimentos] serão mais úteis nas aprendizagens de a) Educação Física. (andar de bicicleta) b) Português. (ler, escrever, falar) c) Desenho. (desenhar) d) Biologia.
  18. 18. A memória implica (88-107) a) precisão (como acontece com a fotografia, imagens no espelho, gravações). b) transcrição meticulosa das experiências. c) diversidade na eficácia dos novos registos. d) a utilidade prática do que arquivamos.
  19. 19. Segundo o penúltimo parágrafo do texto (88-107), entre o que o cérebro retém e a sua importância funcional a) haveria bastante coerência e proporcionalidade. b) não haveria nenhuma relação. c) haveria até uma relação de oposição. d) haveria uma absoluta aleatoriedade.
  20. 20. O último parágrafo do texto (108-123) procura mostrar que a) receber muita informação é contraproducente. b) talvez agíssemos de outro modo, se pudéssemos tudo arquivar na memória. c) estar exposto a muita informação torna o ser humano mais esperto. d) a cultura submerge-nos com informação desnecessária.
  21. 21. • duríssimas (linha 1) — barbitesas / firmes / obstinadas / amargas • propícios (l. 4) — prósperos / favoráveis / bonançosos / indulgentes • causas (6) — motivos / ideais / sementes / acontecimentos
  22. 22. • olvidados (7) — defuntos / desaprendidos / omitidos / esquecidos • mesquinha (9-10) — vil / forra-gaitas / pobre / sovina • santa (10) — santificada / inocente / ingénua / eficaz
  23. 23. • satisfação (13) — agrado / desculpa / cumprimento / peracumbé • culto (14) — cultura / religião / devoção / civilização • chamariz (15) — apito / chama / negaça / engodo
  24. 24. • primitivos (24) — originais / grosseiros / toscos / antigos • safra (26) — colheita / novidade / seara / incude • esfolar (31) — arranhar / ferir / despelar / explorar
  25. 25. • arrastei (40) — demorei / humilhei / retardei / conduzi • serventia (43) — abertura / gato-pingado / aplicação / acesso
  26. 26. peso da exterioridade (ou da interioridade) Memórias centra-se na relação com o meio e as pessoas (embora se percorra também a própria vida do enunciador)
  27. 27. peso da exterioridade (ou da interioridade) Autobiografia centra-se na vida do biografado (embora enquadrada no ambiente social, histórico, cultural envolvente)
  28. 28. peso da exterioridade (ou da interioridade) Diário regista sobretudo a posição do «eu» (relativamente ao mundo ou a si mesmo)
  29. 29. testemunho do tempo e do espaço em que viveu Memórias obrigatório, fundamental Autobiografia bastante presente Diário supérfluo, ocasional
  30. 30. recriação seletiva do passado Memórias guardam-se ocorrências significativas, marcantes (talvez também em função dos acontecimentos históricos paralelos)
  31. 31. recriação seletiva do passado Autobiografia relato escolhe factos relevantes (sobretudo em função da reconstrução da vida do biografado)
  32. 32. recriação seletiva do passado Diário pode haver, aqui e ali, recuperação de um passado, mas o essencial é o «presente» a que se reportam as datas que abrem cada «página do diário»
  33. 33. F 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Fará E 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Escrevo R 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Reajas N 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo N A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo A N 1.ª pessoa do plural do Condicional N D 2.ª pessoa do plural do Perfeito do Indicativo D O 2.ª pessoa do plural do Imperativo O
  34. 34. L 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Lerá U 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Ultra-romantizo I 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Impacientes S 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo Subscreviam __________________________________________________________ A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo Agudizaste N 1.ª pessoa do plural do Condicional Nadaríamos
  35. 35. Kevin • O estilo está demasiado uniforme. Defende que não há regras para se escrever uma autobiografia e pretende que em cada capítulo haja diferente estilo. • [Não leu]
  36. 36. Claire • Embora o estilo de escrita (a forma) seja um tanto pesado (rebuscado), o que se relata é fascinante. • Está giro, mas ainda são apenas as cem páginas iniciais. Raphaël não terá vivido o suficiente para poder fazer um bom romance.
  37. 37. Muriel • [Não leu] • É um livro falhado. Falta-lhe sinceridade, há demasiada técnica. Sugere que Raphaël escreva outro.
  38. 38. Raphaël • O estilo de uma autobiografia (como a que escreve para Kevin) deve obedecer a certas «noções de coerência». • Está inseguro quanto ao seu valor como escritor «literário», mas, no fundo, tem expectativas de que a avaliação seja encomiástica.
  39. 39. TPC — Continua e conclui a tarefa de escreveres, com as iniciais dos teus nomes, formas verbais nas pessoas e tempos que indico (só escolhi tempos simples). Se, por teres um nome grande, a lista de tempos se esgotar, continua com infinitivos impessoais. No exemplo, usei o nome completo de Fernando Pessoa e só lancei os verbos para as três primeiras letras.
  40. 40. Escolhe sempre verbos diferentes e, de preferência, que tenham alguma coisa a ver contigo. Faz o trabalho numa folha solta.
  41. 41. F 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Fará E 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Escrevo R 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Reajas N 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo N A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo A N 1.ª pessoa do plural do Condicional N D 2.ª pessoa do plural do Perfeito do Indicativo D O 2.ª pessoa do plural do Imperativo O
  42. 42. L 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Lerá U 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Ultra-romantizo I 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Impacientes S 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo Subscreviam __________________________________________________________ A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo Agudizaste N 1.ª pessoa do plural do Condicional Nadaríamos

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