Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 58

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Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 58

  1. 1. [«Onde estava há sete anos, antes de publicar o primeiro de 23 livros?»]Ao responder, Gonçalo M. Tavares preocupou-se em explicar que a) já tinha publicado ainda mais intensamente antes dos trinta e um anos. b) editara livros que não fora ele que escrevera. c) não escrevera todos os livros que publicara. d) já escrevera antes parte do que publicara.
  2. 2. [«Como conseguiu ter tal intensidade criativa nesse período, entre os 20 e os 30 anos, uma idade ainda muito verde?»]Foi importante para a atividade criativa de Gonçalo M. Tavares ter lido a) os autores da sua geração. b) sobretudo os autores clássicos. c) autores que sobreviveram ao teste do tempo. d) os autores antigos.
  3. 3. Para o escritor, «clássicos» são as obras a) greco-latinas. b) gregas. c) importantes mesmo que relativamente contemporâneas. d) antigas.
  4. 4. A frase de Nietzsche «o que este povo deve ter sofrido para conseguir ser tão sábio» a) é irónica. b) significa que o conhecimento cultural implica esforço. c) significa que o exercício da arte é aborrecido. d) significa que a cultura é aborrecida.
  5. 5. [«É preciso então sofrer para ser criativo?»]Para Gonçalo M. Tavares, a) é ao contrário: mais vale ter tido poucas experiências (como Pessoa, por exemplo). b) tudo depende de como somos capazes de aproveitar as experiências que tivemos. c) só tendo muitas experiências pessoais é que se pode ser bom escritor. d) tudo depende do tipo de experiências por que se passou.
  6. 6. [«Ainda assim busca alimento para a sua escrita nalgum sítio ou circunstância específicas?»]Os risos correspondentes à expressão entre parênteses retos ter-se-ão devido a a) estar o entrevistado a referir aspeto quase doentio. b) ser a frase irónica (na verdade, Tavares considera-se pouco observador). c) estarem os entrevistadores a beber chá. d) ter «absorvido por mim» uma conotação um pouco brejeira.
  7. 7. [«Não há um cenário de predisposição?»]Na fase de preparação das suas obras, Gonçalo M. Tavares a) estabelece um plano de modo a confrontar-se com circunstâncias em que possa observar os outros. b) escreve nos cafés, o que já o aproxima das fontes de inspiração. c) depara-se com as suas fontes de inspiração sem o planear, já que costuma andar a pé. d) recorre a cafés, como aconteceu quando escreveu Água, Cocó de Cão, Cavalo, Cabeça.
  8. 8. [«Isso muda muito quando está em casa a escrever ao computador?»]Para Tavares, o uso do computador ou a frequência de cafés correspondem, respetivamente, a a) observações fragmentárias; romances e revisão de texto. b) romances; observações fragmentárias e revisão de texto. c) romances e observação fragmentárias; revisão de texto. d) romances e revisão de texto; observações fragmentárias.
  9. 9. [«Diz que quando começou a ler jogou pelo seguro e escolheu livros que atravessaram três ou quatro gerações. Se o público tivesse seguido essa lógica, não começaria pelo Gonçalo M. Tavares...»]O entrevistador faz notar um paradoxo (relacionado com uma anterior confissão do escritor): a) se os outros tivessem seguido os critérios de Gonçalo M. Tavares enquanto leitor, ele não teria sido lido. b) se os leitores tivessem só lido o que era bom, não teriam conhecido a escrita de Gonçalo M. Tavares. c) se o público só tivesse lido as novidades, não teria lido a obra de Gonçalo M. Tavares. d) se os leitores só tivessem lido o que era claramente português, não teriam lido Gonçalo M. Tavares.
  10. 10. Nas suas leituras, Gonçalo M. Tavares foi guiado a) apenas pela regra da novidade. b) também por parte da família. c) pelo facto de os autores serem portugueses. d) por algumas pessoas com quem se cruzou e o aconselharam.
  11. 11. [«Como se sente ao ser incluído numa nova geração de escritores?»]O autor de Jerusalém a) não acredita no conceito de «geração». b) sente orgulho por ser considerado um dos melhores. c) considera que os da nova geração têm características demasiado individualizáveis. d) julga que cada um absorve de modo diferente.
  12. 12. [«Sente-se mais próximo de artistas de outras áreas do que de outros escritores?»]Gonçalo M. Tavares considera que a) já não há escolas ou correntes literárias. b) se identifica com certas artes. c) é preciso reencontrar um adversário comum. d) lhe interessam mais as outras artes.
  13. 13. [«Mas o fascínio pelo cruzamento com outras artes é comum aos escritores mais novos...»]O entrevistado responde que a) as atividades por outras artes a partir das suas obras não lhe interessam, são-lhe indiferentes. b) as atividades de outros escritores a partir das suas obras são como estar a martelar. c) lhe agrada que outras artes reinterpretem as suas obras, mesmo se não considera esses trabalhos já os seus. d) os escritores compreendem-se bem entre si.
  14. 14. TPC — [O trabalho de análise de canção (com instruções no blogue, a que acrescento apenas o seguinte: a letra da música tem de ser em português, europeu ou brasileiro) deve ser-me enviado, ou entregue por pen, ainda durante esta semana.] Não deixar de pôr a referência. Evitar repetições de canções.

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