Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 11

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Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 11

  1. 2. <ul><li>Alfabetos eram para ser «pessoais» (marquei com X os parágrafos que me pareceram não se relacionar especialmente com os autores). </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Era conveniente fugir a uma estrutura repetitiva (por exemplo, dependente da definição: «.. é algo de que gosto, porque...»). </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Não era, em princípio, de seguir as minhas escolhas (tanto queijo!) ou até alguma sintaxe. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Expressões evitáveis: </li></ul><ul><li>algo </li></ul><ul><li>bastante </li></ul><ul><li>muito </li></ul><ul><li>da qual/do qual ( de que ) </li></ul><ul><li>relembrar ( lembrar ) </li></ul><ul><li>demonstrar ( mostrar ) </li></ul>
  5. 6. <ul><li>e... Reticências... É assim que se faz. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>aperceber de que </li></ul>
  7. 8. <ul><li>a convicção de que </li></ul><ul><li>a expectativa de que </li></ul><ul><li>a consciência de que </li></ul>
  8. 9. <ul><li>respeitar margens; </li></ul><ul><li>não desperdiçar muito espaço antes da margem (medo de translinear?); </li></ul><ul><li>se se escrever a lápis, apagar; </li></ul><ul><li>[usar folhas com furos.] </li></ul>
  9. 11. <ul><li>«Andava a Terra a correr os céus em torno do Sol à velocidade de trinta quilómetros por segundo» (ll. 1-3) pretende </li></ul><ul><ul><li>a) ironizar sobre a real importância do facto que se refere depois. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) mostrar que o facto que se enuncia depois ocorreu num momento excecional. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) esclarecer que, naquela época, a velocidade da Terra era menor do que a de hoje. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) situar no tempo, com precisão, o nascimento do narrador. </li></ul></ul><ul><li>  </li></ul>
  10. 12. <ul><li>«um dos mais quentes desse ano» (5-6) é uma informação </li></ul><ul><ul><li>a) figurada, que não deve ser tomada à letra. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) decerto factual, portanto denotativa. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) justificada por o autor ser um meteorologista famoso. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) que não é, evidentemente, verdadeira. </li></ul></ul>
  11. 13. <ul><li>«Abri os olhos para o mundo em plena hora da sesta» (6-7) significa que </li></ul><ul><ul><li>a) o narrador, quando estava a fazer a sesta, viu o mundo. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) o narrador viu o mundo à hora da sesta. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) o narrador nasceu quando alguém, nas imediações, fazia a sesta. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) o parto acabou ao começo da tarde. </li></ul></ul><ul><li>  </li></ul>
  12. 14. <ul><ul><li>O «prémio de bebé mais bonito nascido na maternidade naquela semana» (16-18) visa </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>a) indiciar que o bebé era normalíssimo. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>b) indicar que o bebé era excecionalmente bonito. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>c) informar que houvera um concurso para eleger o bebé mais bonito da semana. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>d) esclarecer que a tradição dos Prémios Tia Albertina vem de longe. </li></ul></ul></ul><ul><li>  </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Mme Kaufmann e Bertinha (20-22) seriam </li></ul><ul><ul><li>a) proprietárias de creches. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) professora e colega, respectivamente. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) professoras. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) colegas de Caraça. </li></ul></ul>
  14. 16. <ul><li>«tive umas primeiras letras e uns primeiros números (bem como uns primeiros amores)» (22-24) faz referência </li></ul><ul><ul><li>a) ao ensino da leitura e da escrita, da aritmética e da educação sexual. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) à aprendizagem de leitura, escrita e aritmética, aludindo também aos namoricos infantis. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) à letra da turma e ao número que tinha João Caraça. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) a endividamentos e investimentos feitos por Caraça. </li></ul></ul>
  15. 17. <ul><li>Nas linhas 26-28 faz-se a defesa </li></ul><ul><ul><li>a) da importância da vontade de saber. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) de que a curiosidade é uma arma perigosa. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) de que a curiosidade é uma arma. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) da aventura como meio para se chegar à sabedoria. </li></ul></ul><ul><li>  </li></ul>
  16. 18. <ul><li>Rómulo de Carvalho (33) foi </li></ul><ul><ul><li>a) professor de Matemática e de Físico-Químicas de Jaime Leote. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) o poeta António Gedeão, mas não foi professor de João Caraça. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) professor de Físico-Químicas de Caraça e autor do verso «à razão de trinta quilómetros por segundo». </li></ul></ul><ul><ul><li>d) professor de Matemática de João Caraça. </li></ul></ul>
  17. 19. <ul><li>  </li></ul><ul><li>«entrei para o quadro da Junta de Energia Nuclear» (41-42) significa que João Caraça </li></ul><ul><ul><li>a) passou a figurar no retrato anual dos funcionários da JEN. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) passou a integrar a JEN. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) foi retratado por pintor da JEN. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) se iniciou na pintura, por essa época. </li></ul></ul>
  18. 20. <ul><li>O período «O 25 de Abril apanhou-me no quartel de Paço de Arcos» (49-51) diz-nos que Caraça </li></ul><ul><ul><li>a) foi preso na ocasião da revolução. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) assaltou o quartel de Paço de Arcos no dia 25 de abril. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) estava a fazer a tropa à época do 25 de abril de 74. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) foi apanhado no quartel de Paço de Arcos por um colega cuja alcunha era «25 de Abril». </li></ul></ul>
  19. 21. <ul><li>Ter adicionado à sua «profissão de fé nas ciências ‘duras’ o doce perfume de amante das ciências ‘moles’» (56-59) reporta que João Caraça </li></ul><ul><ul><li>a) se tornou apreciador de fezes moles (vulgarmente: ‘cocós de cão diarreicos’). </li></ul></ul><ul><ul><li>b) detestava o cheiro dos cocós de cão. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) evoluiu da biologia para a matemática. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) se apercebeu de que as ciências humanas também eram gratificantes. </li></ul></ul>
  20. 22. <ul><li>  </li></ul><ul><li>No último período (62-65), «em 1976» está isolado por vírgulas </li></ul><ul><ul><li>a) indevidamente. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) por ser um modificador. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) por ser um vocativo. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) por aludir a data relevante. </li></ul></ul>
  21. 23. <ul><li>  No último período (62-65), uma vírgula separa «Mariana» de «a minha mais perfeita e conseguida realização», porque </li></ul><ul><ul><li>a) este último segmento é um modificador apositivo (uma explicação adicional). </li></ul></ul><ul><ul><li>b) Mariana era realmente uma perfeita realização. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) o narrador não está convicto da afirmação. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) o narrador quer vincar o que está a afirmar. </li></ul></ul>
  22. 25. <ul><li>3.1 O advérbio que corresponde ao tempo da história é «ontem» (l. 11); os advérbios que marcam o tempo da escrita são «agora» (9) e «hoje» (10). </li></ul><ul><ul><li>3.1.1 «Ontem» remete para um passado que, embora distante, está vivo nas recordações da narradora e que, por isso, parece ter acontecido no dia anterior. </li></ul></ul>
  23. 26. <ul><li>3.2 </li></ul><ul><li>O tempo da escrita é posterior ao dos acontecimentos que se narram; no entanto, neste presente da enunciação, o passado acaba por ser recuperado e, pela memória, vivido de novo. </li></ul>
  24. 27. <ul><li>1. Com o uso da conjunção «mas», </li></ul><ul><li>o enunciador introduz uma relação de oposição em relação à ideia anteriormente expressa. ( h ) </li></ul>
  25. 28. <ul><li>mas = conjunção adversativa </li></ul>
  26. 29. <ul><li>2. Com o recurso ao advérbio «certamente», </li></ul><ul><li>o enunciador reforça a ideia expressa na frase. ( f ) </li></ul>
  27. 30. <ul><li>E vejo mais, vejo o que então não via e , certamente , vejo menos do que então vivia. </li></ul>
  28. 31. <ul><li>3. Com a utilização do travessão, </li></ul><ul><li>o enunciador destaca as palavras que funcionam como conclusão das suas reflexões anteriores. ( e ) </li></ul>
  29. 32. <ul><li>e que decide o que muito bem entende — recordar ou esquecer. </li></ul><ul><li>e que decide o que muito bem entende: recordar ou esquecer. </li></ul><ul><li>e que decide o que muito bem entende, recordar ou esquecer. </li></ul>
  30. 33. <ul><li>4. Com o uso do elemento «etc.», </li></ul><ul><li>o enunciador indica que seria possível prolongar a enumeração. ( c ) </li></ul>
  31. 34. <ul><li>et cetera = 'e o restante' </li></ul>
  32. 35. <ul><li>5. Com a utilização do modo condicional na forma «Precisaria», </li></ul><ul><li>o enunciador apresenta o conteúdo da frase como dependente de uma condição. ( b ) </li></ul>
  33. 36. <ul><li>Se quisesse pôr todos os pontos nos is, </li></ul><ul><li>oração subordinada adverbial condicional </li></ul><ul><li>precisaria de mais meses e de mais papel. </li></ul><ul><li>oração subordinante </li></ul>
  34. 37. <ul><li>1 = h ; 2 = f ; 3 = e ; 4 = c ; 5 = b . </li></ul>
  35. 39. <ul><li>Na linha 13, a pontuação «(…)» assinala uma supressão de texto. Qual destes segmentos estará nesse ponto do original e foi omitido no manual? </li></ul><ul><ul><li>a) Regresso ao passado à velocidade de Flash Gordon. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) Regresso ao passado, na Figueira. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) Regresso ao passado, com saudade. </li></ul></ul><ul><ul><li>d) Regresso ao passado, com lentidão nostálgica. </li></ul></ul>
  36. 41. <ul><li>Na l. 19, nova supressão, depois de «Buarcos.» Que estaria no texto efectivamente escrito por Isabel Ruth? </li></ul><ul><ul><li>a) Há uma Nossa Senhora no nicho, na esquina da fachada, mesmo ao lado da janela do quarto dos meus pais. [E prossegue-se com descrição de Buarcos.] </li></ul></ul><ul><ul><li>b) Há um cartaz de Tony Carreira, que, disso não me esqueço, fora o meu grande ídolo de infância. [E prossegue-se com descrição de Buarcos.] </li></ul></ul><ul><ul><li>c) Há um cartaz de Tony Carreira, que, disso não me esqueço, fora o meu grande ídolo de infância. [E prossegue-se com o retrato de Carreira.] </li></ul></ul>
  37. 43. <ul><li>Na autobiografia original saída no Jornal de Letras , o texto de Isabel Ruth continuava ainda para além de «labirintos.» (l. 28). Qual destes trechos se lhe seguia? </li></ul><ul><ul><li>a) E esses labirintos são o âmago de mim, um caminho para o auto-conhecimento, um postigo para a minha alma. </li></ul></ul><ul><ul><li>b) Tenho uma imaginação que me assusta, conheço esse meu lado sem horizontes onde o nada é mesmo o nada e perco-me nesse infinito que eu sou. </li></ul></ul><ul><ul><li>c) Labirintos esses que foram, para sempre, a escuridão do meu sol, o brilho do meu negrume... Ah! Barquilhos de Buarcos que eu já não saborearei mais!... </li></ul></ul>
  38. 45. <ul><li>Qual será o último período do original da autobiografia de Isabel Ruth tal como publicada na íntegra no Jornal de Letras ? </li></ul><ul><ul><li>a) Afinal de contas foram eles que substituíram as lojas dos trezentos, caramba! </li></ul></ul><ul><ul><li>b) E que bem que se estava na banheirinha, com água quente e montanhas de espuma!... </li></ul></ul><ul><ul><li>c) Enojavam-me todos aqueles labirintos de dejetos caninos, de que mal me conseguia desviar... </li></ul></ul><ul><ul><li>d) Esta é a minha história incompleta mas o tempo escasseia. Interessará a alguém a vida dos outros? </li></ul></ul>
  39. 47. <ul><li>Os rios da vida </li></ul><ul><li>Segurar a vida </li></ul><ul><li>Sete vidas </li></ul><ul><li>A arte da fuga </li></ul><ul><li>A poeira das palavras </li></ul><ul><li>Revoluções em «view-master» </li></ul><ul><li>Lembranças, lembranças </li></ul><ul><li>71 anos </li></ul><ul><li>Uma lupa de ver o mundo </li></ul><ul><li>Nascer no paraíso </li></ul>
  40. 48. <ul><li>TPC — [ Proximamente, porei em Gaveta de Nuvens o que haja a marcar: gramática a ir revendo; leituras; etc.] </li></ul>

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