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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 87 88

  1. 2. <ul><li>No tepecê na última ficha, onde está Eugénio de Andrade </li></ul><ul><li>deve pôr-se </li></ul><ul><li>Manuel Alegre </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Schalke </li></ul>
  3. 4. <ul><li>4.1. As aspas indicam o «discurso» do destino do sujeito lírico (primeira quadra), o discurso do eu que interpela um tu, o velhinho (primeiro terceto), e, por fim, um monólogo interior (última estrofe). A assinalar a simulação de diálogo é igualmente relevante a frase interrogativa directa («Viste o Amor acaso em teu caminho?»), marca linguística de discurso directo. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>4.2. Os interlocutores do eu são o seu destino, que lhe disse «a chorar» que procurasse o amor, evidenciando a improbabilidade desse encontro, e um velhinho, símbolo da experiência e do conhecimento da vida. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>4.3. Na segunda quadra, o eu lírico caminha pela estrada da vida «a rir e a cantar», eufórico, confiante, sonhador, determinado e crente na possibilidade de encontrar o «Amor». Contudo, essa esperança desmorona-se gradativamente, pois todos os que encontra na sua caminhada lhe dizem que nunca viram o amor, pelo que o eu, que cantava e ria, no final murmura, desiludido, ninguém viu o amor. É de salientar o recurso ao verbo «murmurar», que traduz características fónicas do acto de dizer, provando a decepção do eu. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>5.1. Por exemplo, o último verso do poema: «Sou a charneca rude a abrir em flor!». Note-se que o título do soneto é uma parte deste verso. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>5.2. O sujeito poético, profundamente idealista, reconhece-se e identifica-se com a natureza, a «charneca», o mato rude, no qual desabrocham flores. </li></ul>
  8. 10. <ul><li>nigrors </li></ul><ul><li>nigrores </li></ul><ul><li>hamsters </li></ul><ul><li>hamsteres </li></ul>

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