<ul><li>Alexandre O’Neill, «Portugal» (p. 157) </li></ul><ul><li>O poema exprime a visão — desencantada — que O’Neill tem ...
<ul><li>Alexandre O’Neill, «Perfilados de medo» (p. 156) </li></ul><ul><li>O soneto revela  a oposição de O’Neill a uma fo...
<ul><li>Luís de Camões, «Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades» (p. 105), cantado por José Mário Branco </li></ul><ul><...
<ul><li>  O refrão introduzido pela canção altera o sentido do poema:  é uma sugestão de revolução à própria regularidade ...
<ul><li>Luís de Camões, «Amor é fogo que arde sem se ver» (p. 103) </li></ul><ul><li>Construído com anáforas, o soneto, at...
 
<ul><li>Índia, Goa (Panjim)  </li></ul><ul><li>Rosário / padeiro </li></ul><ul><li>Português ainda sobrevive, mas num cont...
<ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>Belarmindo / guardafreio </li></ul><ul><li>Variante  europeia  do </li></ul><ul...
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<ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>Zulmira e Paulo / reformados </li></ul><ul><li>Dialecto:  do Norte? ; sociolect...
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<ul><li>Brasil, Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>Rogério [e Márcio] / pregador </li></ul><ul><li>Sociolecto: português pop...
<ul><li>Moçambique, Beira </li></ul><ul><li>Dinho [e Deolinda] </li></ul><ul><li>Léxico: «a caminho de mais velha»; «dar u...
<ul><li>Moçambique, Inhaca  </li></ul><ul><li>Mia Couto </li></ul><ul><li>Tratando-se de escritor inventivo, é difícil dis...
<ul><li>Brasil, Rio (Barra da Tijuca)  </li></ul><ul><li>Rejane </li></ul><ul><li>Fonética:  r  final omitido («m[á]» por ...
<ul><li>Moçambique, Beira </li></ul><ul><li>Dinho </li></ul><ul><li>Sintaxe: possessivo sem artigo (« minhas  duas irmãs»)...
<ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>Uliengue e Sofia / estudantes </li></ul><ul><li>Nascidos em Angola e Moçambique...
<ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>José Saramago / escritor </li></ul><ul><li>Variante  europeia  do português. Di...
<ul><li>Índia, Goa (Loutolim) </li></ul><ul><li>Mário e Emiliano / proprietários </li></ul>
<ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>José Saramago </li></ul><ul><li>Registo formal, mas não demasiado «purista». </...
<ul><li>TPC  — Preparar a leitura (compreensão + leve treino de leitura em voz alta) das seguintes crónicas: «Crónica para...
<ul><li>Bento Conhé Benje </li></ul><ul><li>Largo da filosofia kantiana, n.º 3,1415926 frente </li></ul><ul><li>4321-234 E...
<ul><li>Venho, na qualidade de munícipe, dar conhecimento das condições lastimosas em que vive o Sr. Carlos Simões Ribeiro...
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<ul><li>Maboque  = ‘tipo de fruta angolana’ </li></ul><ul><li>Quimbanda  = ‘curandeira’ </li></ul><ul><li>Mona-ngamba  = ‘...
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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 67 68

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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 67 68

  1. 8. <ul><li>Alexandre O’Neill, «Portugal» (p. 157) </li></ul><ul><li>O poema exprime a visão — desencantada — que O’Neill tem de Portugal. O poeta é irónico, ridiculariza tipicidades portuguesas, mas, aqui e ali, quase parece condescendente com os nossos defeitos. </li></ul>
  2. 9. <ul><li>Alexandre O’Neill, «Perfilados de medo» (p. 156) </li></ul><ul><li>O soneto revela a oposição de O’Neill a uma forma de estar medrosa. O poema é como um panfleto contra o espírito conformado dos portugueses, que o poeta abomina. </li></ul>
  3. 10. <ul><li>Luís de Camões, «Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades» (p. 105), cantado por José Mário Branco </li></ul><ul><li>O soneto de Camões aproveita um tema do gosto dos renascentistas, a mudança (que se revela na natureza positivamente — a neve dá lugar ao verde —, mas também no poeta, que vai envelhecendo). </li></ul>
  4. 11. <ul><li> O refrão introduzido pela canção altera o sentido do poema: é uma sugestão de revolução à própria regularidade de tudo (inclusive do tempo). </li></ul>
  5. 12. <ul><li>Luís de Camões, «Amor é fogo que arde sem se ver» (p. 103) </li></ul><ul><li>Construído com anáforas, o soneto, através dos muitos oxímoros (paradoxos), pretende acentuar que o amor é complexo, indefinível. </li></ul>
  6. 14. <ul><li>Índia, Goa (Panjim) </li></ul><ul><li>Rosário / padeiro </li></ul><ul><li>Português ainda sobrevive, mas num contexto em que outras línguas predominam. </li></ul><ul><li>Interferências do inglês («Eu prefer»). </li></ul>
  7. 15. <ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>Belarmindo / guardafreio </li></ul><ul><li>Variante europeia do </li></ul><ul><li>português; dialecto de Lisboa </li></ul><ul><li>«tem que» (por «tem de) </li></ul>
  8. 16. <ul><li>Brasil, Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>Márcio / vendedor de rua </li></ul><ul><li>Variante brasileira do português, num sociolecto popular , em contexto relativamente formal. </li></ul><ul><li>Sintaxe: próclise (« me chama»); «nessa manhã» (por ‘ esta manhã’); Léxico: «bala» (‘guloseima’). Fonética: palatalização de t: «tris[txi]» («triste»); ditongação em «ma[i]s» («mas»). Tratamento: você + 3.ª pessoa. </li></ul>
  9. 17. <ul><li>Moçambique, Maputo </li></ul><ul><li>Mia [Couto] / escritor </li></ul><ul><li>Variante europeia do português </li></ul><ul><li>Léxico: «normar» (‘regulamentar’). </li></ul>
  10. 18. <ul><li>Índia, Goa (Panjim) </li></ul><ul><li>Rosário </li></ul><ul><li>Rosário, além de português, fala hindi, inglês, «arabic». </li></ul><ul><li>Dificuldades no conjuntivo: «talvez faleceu» (‘talvez falecesse ’) </li></ul>
  11. 19. <ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>Zulmira e Paulo / reformados </li></ul><ul><li>Dialecto: do Norte? ; sociolecto: origens populares . </li></ul><ul><li>Ligeiras hesitações: «niveles» (‘níveis’); «li[v]erdade» (‘liberdade’). </li></ul>
  12. 20. <ul><li>Moçambique, Maputo </li></ul><ul><li>Izdine / radialista </li></ul><ul><li>Como se trata de programa de rádio, o meio oral é um tanto falso: o discurso está preparado e o registo só aparentemente é informal . </li></ul><ul><li>Fonética: vocalismo menos reduzido: «Beir[á]». </li></ul>
  13. 21. <ul><li>Moçambique, Beira </li></ul><ul><li>Dinho / estudante </li></ul><ul><li>Variante africana (moçambicana) do português, por parte de adolescente que terá outra língua materna (talvez uma língua do grupo bantu). </li></ul><ul><li>Sintaxe: «ele» como complemento directo: «conheço ele» (‘conheço-o’); próclise nas subordinadas: «quando desligou-se energia». Léxico: «já» (por ‘logo’). </li></ul>
  14. 22. <ul><li>Brasil, Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>Rejane / vendedora de imobiliário </li></ul><ul><li>O registo não pode ser muito informal , já que se fala com clientes. </li></ul><ul><li>Sintaxe: próclise: « me perdoe» (‘perdoe-me’). </li></ul>
  15. 23. <ul><li>Brasil, Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>Rogério [e Márcio] / pregador </li></ul><ul><li>Sociolecto: português popular (com infracções várias à norma culta brasileira). </li></ul><ul><li>Sintaxe: marcas do plural simplificadas («essas bala»; «elas pesa»); «mim» como sujeito («para mim organizar»). Léxico: «tem» (‘há’); «açougue» (‘talho’). Fonética: epêntese («corrup[i]ta»); cr por cl («cic[r]one»); -r omitido («ri» por « rir »); vocalismo átono pouco reduzido («porqu[ê]» por «porque»). </li></ul>
  16. 24. <ul><li>Moçambique, Beira </li></ul><ul><li>Dinho [e Deolinda] </li></ul><ul><li>Léxico: «a caminho de mais velha»; «dar uma mão direita». </li></ul>
  17. 25. <ul><li>Moçambique, Inhaca </li></ul><ul><li>Mia Couto </li></ul><ul><li>Tratando-se de escritor inventivo, é difícil distinguir o que é «neologístico» e o que é devido à variante africana . </li></ul><ul><li>Léxico: «normar» (‘regulamentar’); «os mais velhos»; «outras» (‘diferentes’). </li></ul>
  18. 26. <ul><li>Brasil, Rio (Barra da Tijuca) </li></ul><ul><li>Rejane </li></ul><ul><li>Fonética: r final omitido («m[á]» por « mar »); palatalização de t e d («gen[txi]», «ver[dxi]»); ditongações («l[uis]» por « luz ») </li></ul>
  19. 27. <ul><li>Moçambique, Beira </li></ul><ul><li>Dinho </li></ul><ul><li>Sintaxe: possessivo sem artigo (« minhas duas irmãs»). </li></ul>
  20. 28. <ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>Uliengue e Sofia / estudantes </li></ul><ul><li>Nascidos em Angola e Moçambique. </li></ul><ul><li>Fonética: vocalismo átono menos reduzido. Sintaxe: ênclise («Todos os vizinhos conhecem-se ») em casos de próclise no português europeu. </li></ul>
  21. 29. <ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>José Saramago / escritor </li></ul><ul><li>Variante europeia do português. Dialecto de Lisboa. </li></ul>
  22. 30. <ul><li>Índia, Goa (Loutolim) </li></ul><ul><li>Mário e Emiliano / proprietários </li></ul>
  23. 31. <ul><li>Portugal, Lisboa </li></ul><ul><li>José Saramago </li></ul><ul><li>Registo formal, mas não demasiado «purista». </li></ul><ul><li>«tinha que» (por «tinha de»). </li></ul>
  24. 32. <ul><li>TPC — Preparar a leitura (compreensão + leve treino de leitura em voz alta) das seguintes crónicas: «Crónica para quem aprecia histórias de caçadas», de António Lobo Antunes (pp. 242-243); «O incrível futuro», de José Luís Peixoto (pp. 246-247); «O breve sempre», de Fernando Alves (pp. 248-249). </li></ul>
  25. 33. <ul><li>Bento Conhé Benje </li></ul><ul><li>Largo da filosofia kantiana, n.º 3,1415926 frente </li></ul><ul><li>4321-234 Ermesinde </li></ul><ul><li>Ermesinde, 0 de Dezembro de 2007 </li></ul><ul><li>Ex. mo Senhor </li></ul><ul><li>Presidente da Câmara Municipal de Valongo </li></ul><ul><li>Excelência, </li></ul>
  26. 34. <ul><li>Venho, na qualidade de munícipe, dar conhecimento das condições lastimosas em que vive o Sr. Carlos Simões Ribeiro, um valonguense distinto. Este idoso — conta agora # anos —, que ainda exerce o seu ofício de barbeiro e tem a seu cargo um filho deficiente, está em risco de .... </li></ul><ul><li>[tal e tal, tal e tal] </li></ul>
  27. 35. <ul><li>Certo de que V. Ex.ª está atento aos interesses e necessidades dos munícipes, apresento os meus melhores cumprimentos. </li></ul><ul><li>Subscreve-se respeitosamente </li></ul><ul><li>Bento Conhé Benje </li></ul>
  28. 36. <ul><li>Maboque = ‘tipo de fruta angolana’ </li></ul><ul><li>Quimbanda = ‘curandeira’ </li></ul><ul><li>Mona-ngamba = ‘moço de fretes, carregador’ </li></ul>
  29. 37. <ul><li>a / V </li></ul><ul><li>b / F </li></ul><ul><li>c/ F </li></ul><ul><li>d / V </li></ul><ul><li>e / F </li></ul><ul><li>f /V </li></ul><ul><li>g / V </li></ul><ul><li>h / V </li></ul><ul><li>i / F </li></ul><ul><li>j / V </li></ul>

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