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<ul><li>Já sem urgências,  editar perfil  deste modo: </li></ul><ul><li>106.12.João Rato </li></ul>
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<ul><li>5-8 </li></ul><ul><li>Pergunto aos rios que levam  </li></ul><ul><li>tanto sonho à flor das águas </li></ul><ul><l...
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<ul><li>21-24 </li></ul><ul><li>Vi florir os verdes  ramos,   ??? </li></ul><ul><li>direitos e ao céu voltados.  </li></ul...
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<ul><li>33-36 </li></ul><ul><li>Vi navios a partir </li></ul><ul><li>(minha pátria à flor das  águas),   </li></ul><ul><li...
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<ul><li>57-60 </li></ul><ul><li>Mas há sempre uma candeia  </li></ul><ul><li>dentro da própria  desgraça,   </li></ul><ul>...
<ul><li>61-64 </li></ul><ul><li>Mesmo na noite mais triste </li></ul><ul><li>em tempo de  servidão,   </li></ul><ul><li>há...
 
 
<ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Prepara a leitura em voz alta de «Auto-retrato com a musa» (p. 29) e «Cardoso Pires por Card...
<ul><li>Microfilme não poderá ter mais de  3 minutos  ou de  100 MB .  </li></ul><ul><li>Se houver música e esta estiver s...
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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 15 16

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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 15 16

  1. 2. <ul><li>Para que os que tiverem problemas no registo no moodle: verifiquem se a resposta à criação da conta de utilizador foi enviada para o caixote do lixo do vosso e-mail . </li></ul><ul><li>Para os que tiverem esquecido a password, clicar em «recuperar a palavra chave» . </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Já sem urgências, editar perfil deste modo: </li></ul><ul><li>106.12.João Rato </li></ul>
  3. 4. <ul><li>1-4 </li></ul><ul><li>Pergunto ao vento que passa </li></ul><ul><li>notícias do meu país </li></ul><ul><li>e o vento cala a desgraça, </li></ul><ul><li>o vento nada me diz. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>5-8 </li></ul><ul><li>Pergunto aos rios que levam </li></ul><ul><li>tanto sonho à flor das águas </li></ul><ul><li>e os rios não me sossegam, </li></ul><ul><li>levam sonhos, deixam mágoas. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>9-12 </li></ul><ul><li>Levam sonhos, deixam mágoas, </li></ul><ul><li>ai rios do meu país, </li></ul><ul><li>minha pátria à flor das águas, </li></ul><ul><li>para onde vais? Ninguém diz. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>13-16 </li></ul><ul><li>Se o verde trevo desfolhas, </li></ul><ul><li>pede notícias e diz </li></ul><ul><li>ao trevo de quatro folhas </li></ul><ul><li>que morro por meu país. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>17-20 </li></ul><ul><li>Pergunto à gente que passa </li></ul><ul><li>por que vai de olhos no chão. </li></ul><ul><li>Silêncio — é tudo o que tem </li></ul><ul><li>quem vive na servidão. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>21-24 </li></ul><ul><li>Vi florir os verdes ramos, ??? </li></ul><ul><li>direitos e ao céu voltados. </li></ul><ul><li>E a quem gosta de ter amos </li></ul><ul><li>vi sempre os ombros curvados. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>25-28 </li></ul><ul><li>E o vento não me diz nada, </li></ul><ul><li>ninguém diz nada de novo. </li></ul><ul><li>Vi minha pátria pregada </li></ul><ul><li>nos braços em cruz do povo. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>29-32 </li></ul><ul><li>Vi minha pátria na margem </li></ul><ul><li>dos rios que vão pró mar, </li></ul><ul><li>como quem ama a viagem </li></ul><ul><li>mas tem sempre de ficar. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>33-36 </li></ul><ul><li>Vi navios a partir </li></ul><ul><li>(minha pátria à flor das águas), </li></ul><ul><li>vi minha pátria florir </li></ul><ul><li>(verdes folhas, verdes mágoas). </li></ul>
  12. 13. <ul><li>37-40 </li></ul><ul><li>Há quem te queira ignorada </li></ul><ul><li>e fale pátria em teu nome. </li></ul><ul><li>Eu vi-te crucificada </li></ul><ul><li>nos braços negros da fome. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>41-44 </li></ul><ul><li>E o vento não me diz nada, </li></ul><ul><li>só o silêncio persiste. </li></ul><ul><li>Vi minha pátria parada </li></ul><ul><li>à beira de um rio triste. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>45-48 </li></ul><ul><li>Ninguém diz nada de novo, </li></ul><ul><li>se notícias vou pedindo, [;] </li></ul><ul><li>nas mãos vazias do povo, </li></ul><ul><li>vi minha pátria florindo. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>49-52 </li></ul><ul><li>E a noite cresce por dentro </li></ul><ul><li>dos homens do meu país. </li></ul><ul><li>Peço notícias ao vento </li></ul><ul><li>e o vento nada me diz. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>53-56 </li></ul><ul><li>Quatro folhas tem o trevo, </li></ul><ul><li>liberdade, quatro sílabas. </li></ul><ul><li>Não sabem ler, é verdade, </li></ul><ul><li>aqueles pra quem eu escrevo. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>57-60 </li></ul><ul><li>Mas há sempre uma candeia </li></ul><ul><li>dentro da própria desgraça, </li></ul><ul><li>há sempre alguém que semeia </li></ul><ul><li>canções no vento que passa. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>61-64 </li></ul><ul><li>Mesmo na noite mais triste </li></ul><ul><li>em tempo de servidão, </li></ul><ul><li>há sempre alguém que resiste, </li></ul><ul><li>há sempre alguém que diz não. </li></ul>
  19. 22. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Prepara a leitura em voz alta de «Auto-retrato com a musa» (p. 29) e «Cardoso Pires por Cardoso Pires» (30-31). (Lê os textos, verifica se percebes a sua sintaxe, vê uma ou outra palavra no dicionário, experimenta lê-los em voz alta.) </li></ul>
  20. 23. <ul><li>Microfilme não poderá ter mais de 3 minutos ou de 100 MB . </li></ul><ul><li>Se houver música e esta estiver sujeita a direitos de autor, não deverá cada trecho de uma composição exceder 20 segundos . </li></ul>

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