2ª Conferência da REDE de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactos              1º Congresso Brasileiro de Avaliação de ...
Introdução     Ruído e Poluição do Ar            Afetam significativamente a saúde e a qualidade de             vida da ...
Introdução     Modelagem computacional            Avaliação e suporte à decisão de política ambiental e desenvolvimento ...
Tendências atuais     Tecnologia atual                        Modelos computacionais elaborados e com um nível          ...
Tendências atuais     Tendência crescente para o estabelecimento de redes de monitorização de      Ruído – com potencial ...
Mapas de ruído e qualidade do ar     Descritor dos níveis      de ruído ambiente /      concentração de      poluentes no...
Mapas de ruído e qualidade do ar                        Exemplo de cálculo para uma via urbana:                         ...
Mapas de ruído e qualidade do ar     Mas não esquecer: Ruído ≠ Poluentes atmosféricos            Emissão e propagação do...
Mapas de ruído e qualidade do ar     Ruído – métodos:            tráfego rodoviário: método NMPB-Routes-96;            ...
Metodologia: exemplo ruído1.º Congresso ABAI   Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar   10
Dados de entrada   Inputs ao modelo de dispersão aplicado a um    concelho:         uso do solo, topografia e campo de v...
Altimetria: modelo digital do terreno        Para a elaboração de Mapas de Ruído e de Qualidade do Ar é necessária        ...
Altimetria   ex.º: processador de terreno do modelo AERMOD1.º Congresso ABAI   Modelagem integrada de ruído e qualidade do...
Planimetria: inserção de objetos no modelo                                                                         OBJETO...
Tratamento da Cartografia               Perspetiva 3DImplantação de Barreiras acústicasem linha de caminho de ferro       ...
Área de estudo   Domínio de saída:         área geográfica que se          pretende avaliar (por          exemplo, um mu...
Validação do Modelo                        Verificar o desvio entre os dados estimados e os dados                        ...
Aplicações     Quantificação do ruído na área      em estudo e possibilidade de      avaliar a exposição da      populaçã...
Aplicações     Determinar as concentrações      máximas (picos) e médias de      poluentes atmosféricos no ar      ambien...
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Aplicações     Dimensionamento optimizado de      barreiras de protecção sonora,            por exemplo: taludes de terr...
Aplicações     Zonamento acústico     Hierarquização por prioridade      de intervenção     Plano de Ação otimizado:   ...
Conclusões     Quer os Mapas de Ruído, quer os Mapas      de Dispersão de Poluentes,         são ferramentas com um pote...
Conclusões     A possibilidade de integração dos modelos de      Ruído e Ar num mesmo programa e partindo      essencialm...
Obrigado pela atenção                                                                        Contatos dos autores:       ...
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  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído
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  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído
  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído O desenvolvimento de técnicas de modelação da emissão e propagação sonora, permitiram o aparecimento nos últimos anos de programas informáticos capazes de modelar, com boa precisão e relativa rapidez, as mais complexas situações de geração e propagação de ruído. Os resultados são normalmente apresentados sob a forma de linhas isofónicas e/ou areas coloridas, cuja correspondência de cores com os niveis sonoros existentes se encontra normalizada pela NP 1730 como podemos visualizar nesta imagem. Neste contexto surgem portanto os MR que são portanto descritores dos níveis de ruído ambiente no exterior e que devem ser considerados como ferramentas para preparar e monitorizar como iremos ver planos de redução de ruído.
  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído O desenvolvimento de técnicas de modelação da emissão e propagação sonora, permitiram o aparecimento nos últimos anos de programas informáticos capazes de modelar, com boa precisão e relativa rapidez, as mais complexas situações de geração e propagação de ruído. Os resultados são normalmente apresentados sob a forma de linhas isofónicas e/ou areas coloridas, cuja correspondência de cores com os niveis sonoros existentes se encontra normalizada pela NP 1730 como podemos visualizar nesta imagem. Neste contexto surgem portanto os MR que são portanto descritores dos níveis de ruído ambiente no exterior e que devem ser considerados como ferramentas para preparar e monitorizar como iremos ver planos de redução de ruído.
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  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído Após criação do MDT e de forma a“construir” o modelo da área em estudo em 3D foi foram importadas as fontes de ruido do Concelho e todos os potenciais recptores sensivis e objectos que funcionam como barreira à propagação do som.
  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído Temos aqui outras imagens de pormenor criadas pelo modelo a fim reroduzir a realidade visual e consecutivamente acústica existente
  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído
  • 30-09-2009 Seminário AERLIS - Ruído Após a realização da modelação de todas as fontes sonoras procedeu-se à validação junto a cada fonte sonora introduzida no modelo, foram realizadas medições de ruído em 74 pontos receptores (Pontos de Validação), nos períodos diurno e nocturno. Estas amostragens tiveram uma duração representativa tendo em conta a variabilidade dos níveis de ruído existentes.
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    1. 1. 2ª Conferência da REDE de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactos 1º Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto São Paulo, 15 a 19 de outubro de 2012Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar: ferramentas inovadoras de gestão ambiental, planejamento e apoio à decisão Luís Conde Santos, Carlos Pedro Ferreira, Sara Capela Q3A – QUALIDADE DO AR, ACÚSTICA E AMBIENTE, LTDA. www.q3a.com.br
    2. 2. Introdução  Ruído e Poluição do Ar  Afetam significativamente a saúde e a qualidade de vida da população  Estudos da OMS e organizações europeias indicam que a exposição das populações urbanas a ruído e poluentes atmosféricos:  são os principais estressores ambientais em termos do seu impacto na saúde pública, através de indicadores como o DALY - disability-adjusted life-years !  Só na União Europeia vários estudos estimam que:  anualmente se perdem cerca de 1,6 milhões de anos de vida ajustados por incapacidade devido ao ruído ambiental e entre 1 e 4,5 milhões devido à poluição atmosférica !1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 2
    3. 3. Introdução  Modelagem computacional  Avaliação e suporte à decisão de política ambiental e desenvolvimento sustentável,  aplicação em ambientes urbanos e na envolvente de infraestruturas de transporte,  quer como ferramenta de monitoramento e gestão ambiental,  quer aplicada em estudos de impacto ambiental, planejamento e novos projetos  apresentando resultados rigorosos sob a forma de mapas de distribuição espacial, integráveis em SIG, quadros de exposição da população, etc  Vantagens da modelagem integrada de ruído e poluição do ar  Permitir tirar partido dos muitos aspetos técnicos comuns entre modelagem acústica e de dispersão de poluentes:  dados cartográficos de entrada,  caraterização de fontes emissoras (tráfego rodoviário, aeroportos, indústrias),  apresentação de resultados e  efeitos na saúde e bem estar da população  Fomentar a integração entre políticas de gestão de ruído e de qualidade do ar1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 3
    4. 4. Tendências atuais  Tecnologia atual  Modelos computacionais elaborados e com um nível de detalhe e rigor impensável há alguns anos atrás  Possível calcular mapas para vastas áreas geográficas em simultâneo, num centro de cálculo com vários computadores em paralelo  Métodos de cálculo cada vez mais precisos e normalizados:  métodos recomendados pela Diretiva Europeia de Ruído Ambiente (2002/49/CE)  guia para a modelação da qualidade do ar segundo a Diretiva Europeia 2008/50/CE1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 4
    5. 5. Tendências atuais  Tendência crescente para o estabelecimento de redes de monitorização de Ruído – com potencial de integração com redes de Qualidade do Ar  alguns fabricantes apostam já nessa possibilidade;  Aparecimento de soluções para redes de monitorização baseados em sensores baratos mas que procuram reduzir a perda de qualidade dos dados globais obtidos mediante sistemas inteligentes  ex.º: projeto europeu IDEA www.idea-project.be ;  Harmonização de métodos de cálculo, a nível europeu  ex.º: projeto Cnossos http://ec.europa.eu/environment/noise/cnossos.htm ,  tende a ser utilizada noutras regiões do Mundo, permitindo antecipar a definição de normas internacionais aplicáveis à modelação de ruído ambiente;  Convergência da monitorização com a modelação,  ex.º: mapas dinâmicos, em que o modelo se auto-adapta com base nos inputs da rede de monitorização de modo a apresentar mapas de ruído (ou de poluentes) praticamente em tempo real e, nalguns casos, acessíveis pela internet;  Tendência crescente para a convergência das abordagens aos problemas de ruído e de qualidade do ar,  ao nível da gestão ambiental e planeamento de cidades, infraestruturas e grandes instalações industriais,  ao nível de ferramentas de modelação comuns1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 5
    6. 6. Mapas de ruído e qualidade do ar  Descritor dos níveis de ruído ambiente / concentração de poluentes no exterior.  Ferramenta para o Classes de 5 dB(A) planeamento municipal, incluindo  planos de redução,  informação à população, etc.  Fontes de ruído:  Principais infraestruturas de transporte  Principais indústrias1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 6
    7. 7. Mapas de ruído e qualidade do ar  Exemplo de cálculo para uma via urbana:  Mapa de concentração de poluentes (PM10) e  Mapa de ruído (Lden)1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 7
    8. 8. Mapas de ruído e qualidade do ar  Mas não esquecer: Ruído ≠ Poluentes atmosféricos  Emissão e propagação do ruído  fenómeno ondulatório  originado na vibração de elementos mecânicos ou perturbações aerodinâmicas  perturbação propaga-se a sucessivas partículas do meio gerando uma onda  o que se propaga é a perturbação e não as partículas !  algo influenciado por vento e grad(T)  Emissão e dispersão de poluentes atmosféricos  fenómeno de transporte de partículas  originado nas emissões de escapes de automóveis, de chaminés de fábricas, etc.  total dependência do vento e de outros fenómenos como correntes de convecção térmica1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 8
    9. 9. Mapas de ruído e qualidade do ar  Ruído – métodos:  tráfego rodoviário: método NMPB-Routes-96;  tráfego ferroviário: método Standaard-Rekenmethode II;  tráfego aéreo: método ECAC/CEAC Doc. 29;  indústrias e outras fontes fixas: ISO 9613-2.  Ar – métodos:  Modelos gaussianos, regulatórios, da EPA: AERMOD; CALPUFF e CALINE;  Modelo lagrangeano para escala local e micro-escala AUSTAL 2000;  Modelo fotoquímico, de escala regional, TAPM da Atmospheric Research (Csiro);  EDMS (aeroportos).1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 9
    10. 10. Metodologia: exemplo ruído1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 10
    11. 11. Dados de entrada Inputs ao modelo de dispersão aplicado a um concelho:  uso do solo, topografia e campo de ventos 1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 11
    12. 12. Altimetria: modelo digital do terreno Para a elaboração de Mapas de Ruído e de Qualidade do Ar é necessária informação relativa à altimetria do terreno, nomeadamente curvas de nível e pontos cotados. A partir desta informação, o programa de simulação construiu o modelo digital do terreno (MDT).1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 12
    13. 13. Altimetria ex.º: processador de terreno do modelo AERMOD1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 13
    14. 14. Planimetria: inserção de objetos no modelo  OBJETOS:  Edifícios 3D  Barreiras 3D (ex.º: muros)  Vias de tráfego – fontes de ruído  Zonas industriais  Tipo de solo  Zonas arborizadas  Etc.1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 14
    15. 15. Tratamento da Cartografia Perspetiva 3DImplantação de Barreiras acústicasem linha de caminho de ferro Nó e taludes de autoestrada1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 15
    16. 16. Área de estudo Domínio de saída:  área geográfica que se pretende avaliar (por exemplo, um município), Domínio de entrada:  deve abranger outras fontes emissoras, externas ao domínio de saída, mas que possam influenciar a sua qualidade do ar e/ou ruído  exemplo: existência de um aeroporto num município vizinho que influencia o ambiente acústico e atmosférico no município em análise 1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 16
    17. 17. Validação do Modelo  Verificar o desvio entre os dados estimados e os dados medidos,  Definir critérios de aceitação  Aferir e validar o modelo  Podem ser calculados parâmetros estatísticos para os quais existem critérios de aceitação, ex.º:  Erro médio quadrático normalizado,  Coeficiente de correlação,  Desvio fraccional,  Variância geométrica, etc  Para a qualidade do ar  Existem objectivos de qualidade impostos na Directiva Europeia 2008/50/CE à modelação da dispersão de poluentes atmosféricos  Para o ruído  Em Portugal a APA define como critério de aceitação:  Desvio indicador medido versus indicador calculado < 2 dB(A)1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 17
    18. 18. Aplicações  Quantificação do ruído na área em estudo e possibilidade de avaliar a exposição da população  n.º ou % de pessoas expostas a intervalos de nível de ruído ou de concentrações de poluentes, ao nível de toda uma região, município ou cidade;  Utilização não apenas para avaliar/analisar mas também para influenciar e avaliar alternativas de desenvolvimento ao nível municipal ou intermunicipal, que visem a protecção da saúde humana e conforto;1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 18
    19. 19. Aplicações  Determinar as concentrações máximas (picos) e médias de poluentes atmosféricos no ar ambiente a que a população da área geográfica está exposta.  Comparar os valores estimados com os valores limite de protecção á saúde humana e ecossistemas, de modo a delinear zonas mais afectadas pela poluição atmosférica;  Possível modelar diferentes cenários de evolução futura e realizar a previsão do impacte sonoro e na qualidade do ar de infra-estruturas e actividades poluidoras ainda em projeto, ao nível municipal, intermunicipal, regional ou estadual;1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 19
    20. 20. Aplicações  Identificar zonas de conflito entre os índices de poluição e limites aplicáveis  Identificar quais as principais fontes poluidoras para um dado receptor, ou conjunto de receptores, e especificar qual a redução de emissão necessária em cada fonte para atingir um dado objetivo no receptor;  Calcular níveis de ruído ou concentração de poluentes nas fachadas de edifícios já existentes ou a construir;1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 20
    21. 21. Aplicações  Dimensionamento optimizado de barreiras de protecção sonora,  por exemplo: taludes de terra, para atenuação de ruído proveniente de infraestruturas de transporte, indústrias ou actividades de lazer ruidosas;  Identificar as fontes emissoras de poluentes atmosféricos que mais contribuem para os níveis de concentração registados,  aplicar medidas que de facto resultem numa melhoria da qualidade do ar.  Construir mapas de poluição que evidenciem as zonas sensiveis, e as zonas potenciais de desenvolvimento económico-industrial.  previne-se a inserção futura de fontes em zonas que carecem de melhores condições de qualidade do ar.1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 21
    22. 22. Aplicações  Zonamento acústico  Hierarquização por prioridade de intervenção  Plano de Ação otimizado:  redução de velocidade ou de volume do tráfego em certas artérias,  estreitamento de vias  criação de uma “circular” externa ao centro da cidade,  alteração do tipo de piso,  introdução de taludes e vegetação para protecção,  introdução de rotundas em lugar de cruzamentos com semáforos.1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 22
    23. 23. Conclusões  Quer os Mapas de Ruído, quer os Mapas de Dispersão de Poluentes,  são ferramentas com um potencial enorme,  que permitem estudar cenários futuros de desenvolvimento,  estudar medidas de minimização de impactos e de redução das contaminações acústica e atmosférica1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 23
    24. 24. Conclusões  A possibilidade de integração dos modelos de Ruído e Ar num mesmo programa e partindo essencialmente do mesmo modelo base permite  otimizar recursos  no caso de entidades que dispõem já de Mapa de Ruído (caso de 90% dos municípios portugueses):  o investimento anteriormente efectuado poderá ser em grande parte aproveitado pela entidade para o passo seguinte:  Elaboração do Mapa de Dispersão de Poluentes a partir do Mapa de Ruído.1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 24
    25. 25. Obrigado pela atenção  Contatos dos autores: Luís Conde Santos: luis.conde@absorsor.pt Rua do Campo, 80 – Vale do Sereno Nova Lima / MG Carlos Pedro Ferreira: CEP: 34000-000 carlospedro@sondar.net www.q3a.com.br Sara Capela: sara@uvw.pt 1.º Congresso ABAI Modelagem integrada de ruído e qualidade do ar 25

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