Teste 3 cavaleiro- 7º 2012-13

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Teste 3 cavaleiro- 7º 2012-13

  1. 1. Agrupamento de Escolas de Ribeira de PenaTESTE DE AVALIAÇAO DE CONHECIMENTOS Ano Letivo 2012/2013A PREENCHER PELO ESTUDANTENome completo ______________________________________________________________________BI/CC nº Emitido em ( localidade)Assinatura do EstudanteTeste de LÍNGUA PORTUGUÊSA Ano de Escolaridade 7ºTurma __ Nº__1º/2º/3º CEB/ CEF/ES/ EPDuração do Teste 90 mn Número de Páginas UtilizadasA PREENCHER PELO PROFESSOR CLASSIFICADORClassificação em percentagemCorrespondente ao nível Menção Qualitativa deAssinatura do professor classificadorObservações: Data ___/___/____Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.Não é permitido o uso de corretor. Em caso de engano, deve riscar, de forma inequívoca, aquilo quepretende que não seja classificado.Escreva de forma legível a identificação das actividades e dos itens, bem como as respectivas respostas.As respostas ilegíveis ou que não possam ser identificadas são classificadas com zero pontos.Para cada item, apresente apenas uma resposta. Se escrever mais do que uma resposta a um mesmoitem, apenas é classificada a resposta apresentada em primeiro lugar.As cotações dos itens encontram-se no final do teste. _____________________________________________________________ I Compreensão do oral Ouve atentamente o conto, “A Princesa Carlota”. De seguida escolhe a alínea que completacorretamente cada uma das afirmações (10 pontos):1. Os conselheiros do rei queriam que ele se casasse d) ter cuidado com a comida que iria para a mesa.paraa) serem governados por uma bela rainha. 5. Passados três dias da primeira filha do casal terb) dar herdeiros ao trono. nascido, o rei disse à rainha quec) deixar de morar sozinho no palácio. a) ia mandar matar a criança.d) fazer uma aliança com o reino vizinho. b) ela não era digna de ser rainha. c) ia casar com uma princesa mais nova.2. O rei decidiu pedir em casamento Carlota, uma d) já não era apaixonado por ela.a) princesa.b) rainha. 6. Quando nasceu o segundo filho, o reic) pastora. a) abandonou Carlota.d) padeira. b) voltou a dizer o mesmo que dissera quando nasceu a menina.3. O rei impôs uma condição para casar com ela: c) avisou que ia para a guerra.a) ela nunca o poderia contrariar. d) foi substituído no trono por um conselheiro.b) ela não poderia sair do palácio.c) os filhos teriam de ser educados por aias. 7. Alguns anos depois, o rei disse a Carlota qued) quando não a quisesse mais ela teria de voltar a) se tivesse outro filho o mandava matar.para casa. b) tinha de voltar para casa do pai. c) estava muito doente e tinha poucos anos de vida.4. O pai da Carlota deu-lhe um conselho, que foi d) desconfiava que ela tinha um amante.a) obedecer sempre ao seu marido, o rei.b) guardar as roupas velhas que tinha.c) criar os filhos com muito rigor. Página 1
  2. 2. Agrupamento de Escolas de Ribeira de Pena8. Passados anos, o rei b) não ia deixar de ser cozinheira.a) casou com uma Princesa de 15 anos. c) tinha de a tratar com todo o respeito eb) tornou-se rezingão e maldisposto. reverência.c) chamou Carlota para dirigir as criadas da d) era a sua filha.cozinha.d) não aguentou as saudades de Carlota. 10. O que o rei pretendia era a) mostrar aos vassalos que ele é que mandava.9. Quando foi cumprimentar a nova noiva do rei, b) poder variar de esposa.Carlota ficou a saber que c) saber se Carlota era digna de ser rainha.a) ia ficar no palácio de aia da nova rainha. d) matar saudades da sua primeira mulher. II Leitura Lê o texto com atenção e, de seguida, responde às questões com frases completas:1 A Dinamarca fica no Norte da Europa. Ali os Invernos são longos e rigorosos com noites muito compridas e dias curtos, pálidos e gelados. A neve cobre a terra e os telhados, os rios gelam, os pássaros emigram para os países do Sul à procura de sol, as árvores perdem as folhas. Só os pinheiros continuam verdes no meio das florestas geladas e despidas. Só eles, com os seus ramos5 cobertos por finas agulhas duras e brilhantes, parecem vivos no meio do grande silêncio imóvel e branco. Há muitos anos, há dezenas e centenas de anos, havia em certo lugar da Dinamarca, no extremo Norte do país, perto do mar, uma grande floresta de pinheiros, tílias, abetos e carvalhos. Nessa floresta morava com a sua família um Cavaleiro. Viviam numa casa construída numa clareira rodeada10 de bétulas. E em frente da porta da casa havia um grande pinheiro que era a árvore mais alta da floresta. Na Primavera as bétulas cobriam-se de jovens folhas, leves e claras, que estremeciam à menor aragem. Então a neve desaparecia e o degelo soltava as águas do rio que corria ali perto e cuja corrente recomeçava a cantar noite e dia entre ervas, musgos e pedras. Depois a floresta enchia-se15 de cogumelos e morangos selvagens. Então os pássaros voltavam do Sul, o chão cobria-se de flores e os esquilos saltavam de árvore em árvore. O ar povoava-se de vozes e de abelhas e a brisa sussurrava nas ramagens. Nas manhãs de Verão verdes e doiradas, as crianças saíam muito cedo, com um cesto de vime enfiado no braço esquerdo e iam colher flores, morangos, amoras e cogumelos. Teciam grinaldas que20 poisavam nos cabelos ou que punham a flutuar no rio. E dançavam e cantavam nas relvas finas sob a sombra luminosa e trémula dos carvalhos e das tílias. Passado o Verão o vento de Outubro despia os arvoredos, voltava o Inverno, e de novo a floresta ficava imóvel e muda presa em seus vestidos de neve e gelo. No entanto, a maior festa do ano, a maior alegria, era no Inverno, no centro do Inverno, na noite25 comprida e fria do Natal. Então havia sempre azáfama em casa do Cavaleiro. Juntava-se a família e vinham amigos e parentes, criados da casa e servos da floresta. E muitos dias antes já o cozinheiro amassava os bolos de mel e trigo, os criados varriam os corredores, e as escadas e todas as coisas eram lavadas, enceradas e polidas. Em cima das portas eram penduradas grandes coroas de azevinho e tudo ficava30 enfeitado e brilhante. As crianças corriam agitadas de quarto em quarto, subiam e desciam a correr as escadas, faziam recados, ajudavam nos preparativos. Ou então ficavam caladas e, cismando, olhavam pelas janelas a floresta enorme e pensavam na história maravilhosa dos três reis do Oriente que vinham a caminho do presépio de Belém. Lá fora havia gelo, vento e neve. Mas em casa do Cavaleiro havia calor e luz, riso e alegria.35 E na noite de Natal, em frente da enorme lareira, armava-se uma mesa muito comprida onde se sentavam o Cavaleiro, a sua mulher, os seus filhos, os seus parentes e os seus criados. Os moços da cozinha traziam as grandes peças de carne assada e todos comiam, riam e bebiam vinho quente e cerveja com mel. Terminada a ceia começava a narração das histórias. Um contava histórias de lobos e ursos, outro40 contava histórias de gnomos e anões. Uma mulher contava a lenda de Tristão e Isolda e um velho de barba contava a lenda de Alf, rei da Dinamarca, e de Sigurd. Mas as mais belas histórias eram as histórias do Natal, as histórias dos Reis Magos, dos pastores e dos Anjos. Página 2
  3. 3. Agrupamento de Escolas de Ribeira de Pena A noite de Natal era igual todos os anos. Sempre a mesma festa, sempre a mesma ceia, sempre as grandes coroas de azevinho penduradas nas portas, sempre as mesmas histórias. Mas as coisas45 tantas vezes repetidas, e as histórias tantas vezes ouvidas pareciam cada ano mais belas e mais misteriosas. Até que certo Natal aconteceu naquela casa uma coisa que ninguém esperava. Pois terminada a ceia o Cavaleiro voltou-se para a sua família, para os seus amigos e para os seus criados, e disse: - Temos sempre festejado e celebrado juntos a noite de Natal. E esta festa tem sido para nós cheia50 de paz e alegria. Mas de hoje a um ano não estarei aqui. - Porquê? – perguntaram os outros todos com grande espanto -. - Vou partir – respondeu ele. Vou em peregrinação à Terra Santa e quero passar o próximo Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Também eu quero rezar ali. Partirei na próxima Primavera. De hoje a um ano estarei em Belém. Mas passado o55 Natal regressarei aqui e, de hoje a dois anos estaremos, se Deus quiser, reunidos de novo. Naquele tempo as viagens eram longas, perigosas e difíceis, e ir da Dinamarca à Palestina era uma grande aventura. Quem partia poucas notícias podia mandar e, muitas vezes, não voltava. Por isso a mulher do Cavaleiro ficou aflita e inquieta com a notícia. Mas não tentou convencer o marido a ficar, pois ninguém deve impedir um peregrino de partir. Sophia de Mello Breyner, O Cavaleiro da Dinamarca 1. A ação inicia-se no Natal. 1.1. Quantos Natais se passam ao longo do texto? 2. O Cavaleiro decidiu partir. 2.1. Para onde? 2.2. Qual o motivo dessa viagem? 3. Consideras o Cavaleiro uma personagem principal ou secundária? Justifica. 4. Achas que o Cavaleiro era corajoso? Justifica a tua resposta e faz a sua caracterização psicológica. 5. Ao longo da viagem, o Cavaleiro ouviu várias histórias. 5.1. Refere duas. 5.2. Reconta, em poucas linhas, a história que mais te agradou. 6. Como é que o Cavaleiro, finalmente, encontrou o caminho para casa? 7. Classifica o narrador quanto à presença e justifica a tua resposta. III Gramática 1. Faz a análise sintática das frases que se seguem: a) A rapariga pediu um telemóvel aos pais. b) Ela realizou a tarefa impecavelmente. c) A reunião continua amanhã. 2. Agora, refere as subclasses dos verbos das frases do exercício 1. 3. Nas frases que se seguem, distingue os complementos oblíquos dos modificadores do grupo verbal, registando as alíneas correspondentes: a) Ela veio ontem de manhã. b) Os meus primos moram acolá. c) Acolá houve um acidente. d) O técnico procedeu à reparação do aparelho. e) O escritor renunciou ao prémio. Página 3
  4. 4. Agrupamento de Escolas de Ribeira de Pena f) Ontem de manhã cheguei atrasada às aulas. 4. Associa os números da coluna da esquerda às letras da coluna da direita de modo a identificar os recursos expressivos: 1. “Ali os Invernos são longos e rigorosos com noites muito compridas e dias curtos, pálidos e gelados.” (ll.1-2) 2. “A neve cobre a terra e os telhados, os rios gelam, os pássaros emigram para os países a. Polissíndeto do Sul à procura de sol, as árvores perdem b. Adjetivação as folhas.” (ll.2-3) c. Enumeração 3. “havia em certo lugar da Dinamarca, no d. Personificação extremo Norte do país, perto do mar, uma e. Metáfora grande floresta de pinheiros, tílias, abetos e f. Comparação carvalhos.” (ll.7-8) g. Assíndeto 4. “O ar povoava-se de vozes e de abelhas e a h. Paralelismo brisa sussurrava nas ramagens.” (ll. 16-17) 5. “Sempre a mesma festa, sempre a mesma ceia, sempre as grandes coroas de azevinho penduradas nas portas, sempre as mesmas histórias.” (ll. 43-44) IV Escrita Escolhe um dos seguintes tópicos (texto com cerca de 100 palavras): A- Imagina que és o Cavaleiro e estás num dos locais que ele visitou. Escreve uma carta à tua família, descrevendo o local, o que fazes, etc; B- Imagina que és Vanina. Escreve uma página do teu diário, salientando as tuas emoções no dia a seguir à fuga de casa do teu tutor. C- Imagina que o Cavaleiro, na Flandres, era assaltado por uns malfeitores, que lhe levaram o cavalo e o pouco dinheiro que lhe restava. Conta essa peripécia como se fosses a autora, Sophia de Mello Breyner. ************Atenção: *Antes de redigires o texto, esquematiza, numa folha de rascunho, as ideias que pretendes desenvolver na introdução,no desenvolvimento e na conclusão (planificação); *Tendo em conta a tarefa, redige o texto segundo a tua planificação (textualização); *Segue-se a etapa de revisão, que te permitirá detetar eventuais erros e reformular o texto. Para tal, consulta oconjunto de tópicos que a seguir te apresento: Tópicos de revisão da Expressão Escrita Sim Não Respeitei o tema proposto? Estruturei o texto em introdução, desenvolvimento e conclusão? Respeitei as características do tipo de texto solicitado? Selecionei vocabulário adequado e diversificado? Utilizei um nível de linguagem apropriado? Redigi frases corretas e articuladas entre si? Respeitei a ortografia correta das palavras? Respeitei a acentuação correta dos vocábulos? Identifiquei corretamente os parágrafos? A caligrafia é legível e sem rasuras? Página 4
  5. 5. Agrupamento de Escolas de Ribeira de PenaBOM TRABALHO! A DOCENTE: Lucinda CunhaProposta de correção I. Teste de compreensão oral (1-b; 2-c; 3-a; 4-b;5-a; 6-b; 7-b; 8-c; 9-d; 10-c)A PRINCESA CARLOTAHAVIA UM REI que era solteiro, e os conselheiros instavam com ele, que se casasse, para deixarsucessores ao trono. O rei era amigo de caçar, e sempre que saía passava defronte de uma cabana, ondemorava um velho pastor e sua formosa filha, chamada Carlota. Um dia disse o rei à pastora:__ Os meus vassalos querem que eu case, e tu és a única mulher de quem gosto; queres casar comigo?__ Isso não pode ser, senhor; porque eu apenas sou uma pobre pastora.__ É o mesmo, caso contigo; mas com uma condição, de nunca me contrariares nos meus desejos, pormenos razoáveis que sejam.__ Estou por tudo que Vossa Majestade me ordenar.Realizou-se o casamento. O rei mandou para a cabana do pobre velho fatos de rainha, que ela vestiu,largando os seus trapinhos. Então, disse-lhe o velho pai:__ Guarda esses trapinhos para quando te sejam precisos.A filha guardou os trapos numa caixa, que deixou em poder do pai, e partiu para o palácio.Ao fim de nove meses deu à luz uma menina, tão formosa como sua mãe. Passados três dias entrou o reino quarto da esposa e disse-lhe:__ Trago-te uma triste notícia: os meus vassalos querem que eu mande matar a nossa filha, porque nãose conformam ser um dia governados pela filha de uma pastora.__ Vossa Majestade manda, e cumpre-me obedecer - respondeu a rainha, quase a saltarem-lhe aslágrimas dos olhos.O rei recebeu a menina e entregou-a a um conselheiro. Tempos depois teve a rainha um filho, que o reimandou igualmente matar sob o mesmo pretexto.Alguns anos depois entrou o rei muito apoquentado no quarto da esposa e disse-lhe:__ Vou dar-te uma notícia, de todas a mais triste, os meus vassalos estão indignados comigo; não queremque estejas no lugar de rainha, e dizem-me que te expulse do palácio. Por isso, querida Carlota, prepara-te, que tens de voltar para a cabana de teu pai.__ Não se apoquente, Real Senhor; estou pronta a obedecer; parto já.__ Tens que despir os fatos de rainha.__ É o que já vou fazer.E a rainha despiu todo o fato ficando em camisa.__ Não dispo a camisa, porque encobre o ventre onde estiveram guardados os nossos filhos. - disse arainha.O rei nada teve que objetar. Estava o velho pastor à porta da sua choça, quando viu aproximar-se a filha.Recolheu-se logo para dentro, tirou da caixa os antigos trapinhos e levou-os à filha para que os vestisse.Ela vestiu-os sem proferir um queixume. Continuou na antiga vida de pastora. Para ela a sua vida derainha fora apenas um sonho; lembrava-se muito dos seus filhos e para estes eram todas as suassaudades. Passados anos voltou o rei a casa de Carlota, e disse-lhe que os vassalos instavam com ele,que casasse; e por isso tinha resolvido casar com uma formosa princesa de quinze anos.__ Efetivamente, respondeu a pastora, um rei bom como Vossa Majestade merece ter uma descendênciaque lhe perpetue o nome. Página 5
  6. 6. Agrupamento de Escolas de Ribeira de Pena__ Venho pedir-te o favor de voltares ao palácio para dirigires as criadas de cozinha. Bem sabes que aprincesa há-de ser acompanhada por fidalgos, e vem igualmente com seu irmão mais novo; quero,portanto, servi-los com lauta mesa.__ Estou pronta, logo que Vossa Majestade ordenar.__ Chegam amanhã; deves ir hoje para o palácio.Carlota foi, vestindo um pobre vestido de chita com que costumava ir à igreja. No dia seguinte chegou anoiva e o irmão, com outros fidalgos, e houve à sua chegada grandes festejos. Carlota estava governandona cozinha e aí a foi o rei encontrar.__ Não vens ver a minha noiva?__ Estou esperando quem me substitua aqui, enquanto vou e volto.Chegou então uma cozinheira, e Carlota foi cumprimentar a noiva.__ É muito linda!- disse Carlota, beijando a mão da noiva. - Deus conserve muitos anos a sua preciosasaúde. É digna do rei que vai receber por seu marido.A menina ficou estupefacta. Então o rei ajoelhou-se em frente de Carlota, e disse:__ Olha que são os nossos filhos. Quis experimentar o teu coração: és uma pastora que vale mil rainhas.Houve então mil abraços e beijos de parte a parte. O rei mandara os filhos para casa de uma tia, que oseducava como príncipes, que eram, em vez de os mandar matar como tinha firmado à rainha.II1.1. Ao longo do texto, passam-se três Natais.2.1. O cavaleiro decidiu partir para Jerusalém.2.2. Ele desejava passar o Natal do ano seguinte, na gruta onde Cristo nascera, a rezar.3. O Cavaleiro é a personagem principal, uma vez que toda a ação roda em torno de si e da sua viagem àTerra Santa.4. O Cavaleiro era, de facto, muito corajoso, porque naquela altura as viagens eram muito demoradas eperigosas. Além disso, os viajantes não podiam mandar notícias regularmente à família e, por vezes, nãoregressavam a casa.5.1. Indicar duas: Vanina e Guidobaldo; Cimabué e Giotto; Dante e Beatriz; Pêro Dias e o negro.5.2. Resposta aberta.6. O Cavaleiro conseguiu encontrar o caminho para casa com a ajuda dos anjos, que iluminaram opinheiro que estava à sua porta.7. Trata-se de um narrador não participante, ou heterodiegético, já que não participa na história e a narraem 3ª pessoa- “Nessa floresta morava com a sua família um Cavaleiro.” (ll. 8-9).III1.a)A rapariga- sujeitopediu um telemóvel aos pais- predicadoum telemóvel- complemento diretoaos pais- complemento indiretob) Ela- sujeitorealizou a tarefa impecavelmente- predicadoa tarefa- complemento diretoimpecavelmente- modificador do grupo verbalc)A reunião- sujeitocontinua amanhã- predicadoamanhã- predicativo do sujeito2. a) transitivo direto e indireto; b) transitivo direto; c) copulativo3. complementos oblíquos: a); b); d); e)modificadores do grupo verbal: c); f)4.1- b; 2- g; 3- c; 4- d; 5- h Página 6
  7. 7. Agrupamento de Escolas de Ribeira de PenaIV- Resposta aberta Página 7

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