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um acompanhamento musical com instrumentos o que enriquece muito o trabalho,quando bem desenvolvido. (Professor G)Sim, poi...
-Explorar os instrumentos musicais;-Desenvolver a linguagem, percepção, audição, habilidades em acompanhamentoRítmico com ...
Linguagem oral e escrita:Nome dos instrumentos e das músicas;Letras inicial de algumas músicas e instrumentos;Cantar acomp...
Jogos musicais;Postura corporal;Ouvir, músicas canções;Ritmos;Natureza e sociedade:Brincadeiras com música;Confecção de ba...
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  1. 1. 1. Introdução2. HISTÓRICO DA MÚSICA ( CONCEITOS, OQUE É MUSKICA E OS PRINCIPAIS TEORICOS )A história da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo.Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução culturaldos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e dateoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história é trabalho dos historiadores,porém também é frequentemente realizado pelos musicólogos.Este termo está popularmente associado à história da música erudita ocidental efrequentemente afirma-se que a história da música se origina na música da Grécia antigae se desenvolve através de movimentos artísticos associados às grandes eras artísticas detradição europeia (como a era medieval, renascimento, barroco, classicismo, etc.). Esteconceito, no entanto é equivocado, pois essa é apenas a história da música no ocidente.A disciplina, no entanto, estuda o desenvolvimento da música em todas as épocas ecivilizações, pois a música é um fenômeno que perpassa toda a humanidade, em todo oglobo, desde a pré-história.Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suasvertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da músicado ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita doocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, Históriado samba, história do fado e assim sucessivamente. Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida porqualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessaprática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipulao som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo aqualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogodo tempo é simultaneamente físico e emocional. Como "arte do efêmero", a música nãopode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceitosimples. O campo das definições possíveis é na verdade muito grande. Há definições devários músicos (como Mozart, Beethoveen, Schönberg, Stravinsky, Varèse, Gould, JeanGuillou, Boulez, Berio e Harnoncourt), bem como de musicólogos como Carl Dalhaus,Jean Molino, Jean-Jacques Nattiez, Célestin Deliège, entre outros. Entretanto, quersejam formuladas por músicos, musicólogos ou outras pessoas, elas se dividem em duasgrandes classes: uma abordagem intrínseca, imanente e naturalista contra uma outra quea considera antes de tudo uma arte dos sons e se concentra na sua utilização epercepção.. A música também pode ser definida como uma forma linguagem que se utiliza da voz,instrumentos musicais e outros artifícios, para expressar algo à alguém,é uma forma dearte que se constitui basicamente em combinar sons e silêncio seguindo uma pré-organização ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma práticacultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamentoque não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com
  2. 2. esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada pormuitos como sua principal função. Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história.Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, atravésdo sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse naorganização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seudesenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própriahistória do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam deacordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortementeorganizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formasaleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhasdivisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezesabertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das "artes", amúsica pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, umaarte de espectáculo.Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. Amúsica expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidadesnão só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica(musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas,como os rituais religiosos, festas e funerais.Os principais teóricos da educação que defendem o estudo da música na educaçãoinfantil são: Wallon, Gardner, Celso Antunes e Craidy; Kaercher.Para Gardner a inteligência Sonora ou Musical expressa na capacidade emcombinar e compor a música, encadeando sons em uma seqüência lógica erítmica e estruturando melodias. É a inteligência que se manifesta com maisextraordinário esplendor em maestros, compositores e muitos outros. Destacapessoas com extrema sensibilidade para a entoação, ritmo, melodia e o tom.Crianças com expressiva inteligência sonora mostram-se sensíveis a sons eseus ambientes, recordando com facilidade de ritmos e melodias. As quesentem-se cercadas por ambiente musical, motivam-se com instrumentos eincorporam a música como elemento comum as suas vidas. Muitas entre elasacumulam coleção de CDs e parece que os fones de ouvido fazem parte daestrutura orgânica de seus rostos.Celso Antunes ressalta a importância da música na educação infantil, quandosalienta que a organização dos conteúdos para o trabalho na área de Músicanas instituições de educação infantil deverá, acima de tudo, respeitar o nível depercepção e desenvolvimento (musical e global) das crianças em cada fase,bem como as diferenças socioculturais entre os grupos de crianças das muitasregiões do país. Os conteúdos deverão priorizar a possibilidade de
  3. 3. desenvolver a comunicação e expressão por meio dessa linguagem. Serãotrabalhados como conceitos em construção, organizados num processocontínuo e integrado que deve abranger:• a exploração de materiais e a escuta de obras musicais para propiciar ocontato e experiências com a matéria-prima da linguagem musical: o som (esuas qualidades) e o silêncio;• a vivência da organização dos sons e silêncios em linguagem musical pelofazer e pelo contato com obras diversas;• a reflexão sobre a música como produto cultural do ser humano é importanteforma de conhecer e representar o mundoSegundo o psicogeneticista francês Henri Wallon, as reações de bem-estar oude mal-estar da criança, que se manifestam mediante essas descargasmotoras indiferenciadas (reflexos) é que suscitam nos adultos que a cercamreações de natureza afetiva e emocional, provocando respostas a suasnecessidades. Essa interação da criança com o meio externo, gradativamente,construirá um campo de comunicação recíproca, onde o adulto, respondendoàs manifestações e reações do bebê, passa a compreendê-lo e atendê-lo cadavez mais adequadamente, além de desenvolverem juntos um repertório designificados. Da mesma forma, a criança tem uma resposta afetivo-motora paraa música. Quanto menor a criança mais ela depende de um adulto que a auxilienos movimentos, buscando uma posição ou movimento que provoquesensação de bem-estar. Muitas vezes, basta colocar uma música suave paraque a criança pare de chorar, provocando sensação de bem-estar, da mesmamaneira que o embalar ao som de cantigas de ninar. Ao manipular objetoscomo chocalhos e outros brinquedos sonoros, ou ao encantar-se com osmovimentos do corpo recém descoberto, a criança tentará reproduzir os gestosque provocaram as sensações na tentativa de obter o mesmo efeito. Arepetição do movimento possibilita um ajustamento do gesto ao seu efeito, umaespécie de treino, que leva ao refinamento da preensão, da percepção e dalinguagem, permitindo à criança descobrir a qualidade dos objetos, aguçando asua sensibilidade e organizando seus gestos, tornando sua atividade cada vezmais planejada e organizada voluntariamente.Conforme Craidy; Kaercher (2001, p. 124) “[…] A criança precisa de vivênciasmais ricas para construir uma imagem de si mesmas e a partir de suaidentidade corporal, suas possibilidades físicas, suas singularidades”. Além doaspecto envolvendo o esquema corporal, a música engloba noções básicas deorientação espacial, tais como: em cima, embaixo, frente e atrás. Da mesmaforma, a expressividade da criança se desenvolve, contudo, as crianças nãodevem somente imitar os gestos de um modelo, no caso o professor, pois essaatitude limitaria a criatividade infantil (CRAIDY; KAERCHER, 2001). Noindivíduo, a música estimulam áreas do cérebro que aguçam a percepção,
  4. 4. desenvolvendo a sensibilidade, o raciocínio, a concentração, memória ecoordenação motora. Também ajudam na expressão das emoções, facilitam asrelações sociais, o enriquecimento cultural, e auxilia na construção dacidadania. Com relação à música, esta representa uma energia que eleva eamplia a percepção infantil. Uma boa música multiplica suas ações e auxilia nodesenvolvimento da flexibilidade, energia, fluência verbal, além dedesenvolvimento mental, emocional e espiritual. Além de motivante, a música éum referencial para o ajuste dos movimentos e, portanto, é estimulantetornando-se este um dos objetivos da utilização da mesma. Segundo o autorpor meio da música o professor trabalhará o esquema corporal, uma vez que acriança aponta as partes do corpo enquanto canta determinadas músicas.Passa a ter noção de tamanho, além de outras experiências corporais que amúsica lhe proporciona.Segundo Vygostsky (apud MOLL, 1996), “a escrita deve ter significado para ascrianças, uma necessidade intrínseca deve ser despertada nelas e a escritadeve ser incorporada a uma tarefa necessária e relevante para a vida. Só entãose pode estar certo de que ela se desenvolverá não como habito de mãos ededos, mas como forma nova e complexa da linguagem”. Portanto, ao trabalharcom a música, o professor estará permitindo que a criança interaja comdiversos tipos de textos de forma lúdica e prazerosa, tornando-os então maissignificativos. O objetivo aplicado em questão discutiu sobre a utilização damúsica por parte do aprendizado da criança e adolescente no ensinofundamental. Vygotsky (1929/2000: 35) nos explica que as funções psíquicassuperiores incluem: a sensação, a percepção, a atenção, a memória e opensamento do qual nos baseamos para a linguagem.. As brincadeiras emúsicas que são oferecidas à criança devem estar de acordo com a zona dedesenvolvimento em que ela se encontra, desta forma, pode-se perceber aimportância do professor conhecer a teoria de Vygotsky. No processo daeducação infntil o papel do professor é de suma importância, pois é ele quemcria os espaços, disponibiliza materiais, participa das brincadeiras, ou seja, faza mediação da construção do conhecimento3. A MÚSICA E A LEGISLAÇÃOAs leis que regem a educação infantil e o estudo da música na educaçãobásica são: RESOLUÇÃO CEB Nº 1, DE 7 DE ABRIL DE 1999 Institui asDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, LDB-Seção II –EDUCAÇÃO INFANTIL, A lei nº 11.769 tornou o ensino de música obrigatóriona Educação Básica (que engloba Educação Infantil e o Ensino Fundamental)e os PCN (Parâmetros curriculares Nacionais)
  5. 5. RESOLUÇÃO CEB Nº 1, DE 7 DE ABRIL DE 1999 Institui as DiretrizesCurriculares Nacionais para a Educação Infantil. O Presidente da Câmara deEducação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com odisposto no art. 9º § 1º, alínea “c”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, etendo em vista o Parecer CEB/CNE 22/98, homologado pelo Senhor Ministro daEducação e do Desporto em 22 de março de 1999: RESOLVE::Art. 1º - A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para aEducação Infantil, a serem observadas na organização das propostas pedagógicasdas instituições de educação infantil integrantes dos diversos sistemas de ensino.Art. 2º - Diretrizes Curriculares Nacionais constituem-se na doutrina sobrePrincípios, Fundamentos e Procedimentos da Educação Básica, definidos pelaCâmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, que orientarãoas Instituições de Educação Infantil dos Sistemas Brasileiros de Ensino, naorganização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostaspedagógicas.Art. 3º - São as seguintes as Diretrizes Curriculares Nacionais para a EducaçãoInfantil:I – As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil, devemrespeitar os seguintes Fundamentos Norteadores:a) Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e doRespeito ao Bem Comum;b) Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do Exercício daCriticidade e do Respeito à Ordem Democrática;c) Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, da Ludicidade e daDiversidade de Manifestações Artísticas e Culturais.II – As Instituições de Educação Infantil ao definir suas Propostas Pedagógicasdeverão explicitar o reconhecimento da importância da identidade pessoal dealunos, suas famílias, professores e outros profissionais, e a identidade de cadaUnidade Educacional, nos vários contextos em que se situem.III – As Instituições de Educação Infantil devem promover em suas PropostasPedagógicas, práticas de educação e cuidados, que possibilitem a integraçãoentre os aspectos físicos, emocionais afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais dacriança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível..
  6. 6. IV – As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil, aoreconhecer as crianças como seres íntegros, que aprendem a ser e conviverconsigo próprios, com os demais e o próprio ambiente de maneira articulada egradual, devem buscar a partir de atividades intencionais, em momentos de ações,ora estruturadas, ora espontâneas e livres, a interação entre as diversas áreas deconhecimento e aspectos da vida cidadã, contribuindo assim com o provimento deconteúdos básicos para a constituição de conhecimentos e valores.V – As Propostas Pedagógicas para a Educação Infantil devem organizar suasestratégias de avaliação, através do acompanhamento e dos registros de etapasalcançadas nos cuidados e na educação para crianças de 0 a 6 anos, “sem oobjetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental”.VI – As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil devem sercriadas, coordenadas, supervisionadas e avaliadas por educadores, com, pelomenos, o diploma de Curso de Formação de Professores, mesmo que da equipede Profissionais participem outros das áreas de Ciências Humanas, Sociais eExatas, assim como familiares das crianças. Da direção das instituições deEducação Infantil deve participar, necessariamente, um educador com, no mínimo,o Curso de Formação de Professores..VII - O ambiente de gestão democrática por parte dos educadores, a partir deliderança responsável e de qualidade, deve garantir direitos básicos de crianças esuas famílias à educação e cuidados, num contexto de atenção multidisciplinarcom profissionais necessários para o atendimento..VIII – As Propostas Pedagógicas e os regimentos das Instituições de EducaçãoInfantil devem, em clima de cooperação, proporcionar condições de funcionamentodas estratégias educacionais, do uso do espaço físico, do horário e do calendárioescolar, que possibilitem a adoção, execução, avaliação e o aperfeiçoamento dasdiretrizes.LDB (Lei de Diretrizes e Base da educação)-Seção II – EDUCAÇÃO INFANTILArt. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem comofinalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, emseus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a açãoda família e da comunidade.Art. 30. A educação infantil será oferecida em:I – creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos deidade;II – pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos de idade.
  7. 7. .Art. 31. Na educação infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento eregistro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para oacesso ao ensino fundamental..A lei nº 11.769 tornou o ensino de música obrigatório na Educação Básica (queengloba Educação Infantil e o Ensino Fundamental). Mas ela não especifica setodas as séries devem ter a música incluída em sua grade curricular. "Assimcomo a quantidade de aulas por semana, isso teria de ter sido definido até esteano, junto aos sistemas de ensino estaduais e municipais", diz Clélia Craveiro,conselheira da Câmara de Educação Básica do CNE (Conselho Nacional deEducação). Segundo a presidente nacional da Associação Brasileira deEducação Musical (ABEM), Magali Kleber, cada secretaria está preenchendoesta lacuna do seu jeito. "Isso revela uma riqueza de que como é possível tervários projetos pedagógicos para o ensino de música. Já que está tudo paradoem âmbito nacional, isso tinha que ser resolvido nos estados", afirma. A nãoespecificação de alguns pontos da lei permite que em diferentes anos deestudos se tenha diferentes tipos de aula de artes. Tudo depende da propostapolítico-pedagógica de cada escola. "A música contribui para a formaçãointegral do indivíduo, reverencia os valores culturais, difunde o senso estético,promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria ecooperação, e auxilia o desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincroniade movimentos", explica Sonia Regina Albano de Lima, diretora regional daAssociação Brasileira de Ensino Musical, (ABEM) e diretora dos cursos degraduação e pós-graduação lato sensu em Música e Educação Musical daFMCG (Faculdade de Música Carlos Gomes). O trabalho com músicadesenvolve as habilidades físico-cinestésica, espacial, lógico-matemática,verbal e musical. "Ao entrar em contato com a música, zonas importantes docorpo físico e psíquico são acionadas - os sentidos, as emoções e a própriamente. Por meio da música, a criança expressa emoções que não consegueexpressar com palavras", completa Sonia Regina. "A música faz bem para aauto-estima do estudante, já que alimenta a criação".O MEC recomenda que, além das noções básicas de música, dos cantoscívicos nacionais e dos sons de instrumentos de orquestra, os alunosaprendam cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricospara, assim, conhecer a diversidade cultural do Brasil.A lei não especifica conteúdos, portanto as escolas terão autonomia paradecidir o que será trabalhado. "É muito complicado impor um conteúdoprogramático obrigatório para as aulas de música, quando a LDB (Lei deDiretrizes e Bases) nº 9294/96 privilegia a flexibilidade do ensino", diz SoniaAlbano, diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical (ABEM),para quem o mais importante seria trabalhar a coordenação motora, o sensorítmico e melódico, o pulso interno, a voz, o movimento corporal, a percepção,a notação musical sob bases sensibilizadoras, além de um repertório que atinjaos universos erudito, folclórico e popular.
  8. 8. Os (PCN) Parâmetros Curriculares Nacionais para educação infantil, foielaborado considerando-se as particularidades da faixa etária compreendidaentre zero e seis anos e suas formas específicas de aprender. Criou-secategorias curriculares para organizar os conteúdos a serem trabalhados nasinstituições de educação infantil. Esta organização visa a abranger diversos emúltiplos espaços de elaboração de conhecimentos e de diferentes linguagens,a construção da identidade, os processos de socialização e o desenvolvimentoda autonomia das crianças que propiciam, por sua vez, as aprendizagensconsideradas essenciais. Os âmbitos são compreendidos como domínios oucampos de ação que dão visibilidade aos eixos de trabalho educativo para queo professor possa organizar sua prática e refletir sobre a abrangência dasexperiências que propicia às crianças..O Referencial Curricular Nacional para a educação infantil define dois âmbitosde experiências: Formação Pessoal e Social e Conhecimento de Mundo. Épreciso ressaltar que esta organização possui um caráter instrumental edidático, devendo os professores ter consciência, em sua prática educativa,que a construção de conhecimentos se processa de maneira integrada e globale que há inter-relações entre os diferentes âmbitos a serem trabalhados comas crianças.O âmbito de Formação Pessoal e Social refere-se às experiências quefavorecem, prioritariamente, a construção do sujeito. Está organizado de formaa explicitar as complexas questões que envolvem o desenvolvimento decapacidades de natureza global e afetiva das crianças, seus esquemassimbólicos de interação com os outros e com o meio assim como a relaçãoconsigo mesmas. O trabalho com este âmbito pretende que as instituiçõespossam oferecer condições para que as crianças aprendam a conviver, a ser ea estar com os outros e consigo mesmas em uma atitude básica de aceitação,de respeito e de confiança. Este âmbito abarca um eixo de trabalhodenominado Identidade e autonomia. O âmbito de Conhecimento de Mundo refere-se à construção das diferentes linguagens pelas crianças e às relações que estabelecem com os objetos de conhecimento. Este âmbito traz uma ênfase na relação das crianças com alguns aspectos da cultura. A cultura é aqui entendida de uma forma ampla e plural, como o conjunto de códigos e produções simbólicas, científicas e sociais da humanidade construído ao longo das histórias dos diversos grupos, englobando múltiplos aspectos e em constante processo de reelaboração e ressignificação. Esta idéia de cultura transcende, mas engloba os interesses momentâneos, as tradições específicas e as convenções de grupos sociais particulares. Os domínios progressivos das diferentes linguagens que favorecem a expressão e comunicação de sentimentos, emoções e idéias das
  9. 9. crianças, propiciam a interação com os outros e facilitam a mediação com a cultura e os conhecimentos constituídos. Incide sobre aspectos essenciais do desenvolvimento e da aprendizagem e engloba instrumentos fundamentais para as crianças continuarem a aprender ao longo da vida.Destacam-se os seguintes eixos de trabalho: Movimento, Artes visuais, Música,Linguagem oral e escrita, Natureza e sociedade, Matemática. Estes eixosforam escolhidos por se constituírem em uma parcela significativa da produçãocultural humana que amplia e enriquece as condições de inserção das criançasna sociedade. Além do aspecto cultural envolvendo a música, elatambém se revela como instrumento de socialização e criação devínculos entre as crianças e professores. A música torna-se umaforma de desenvolvimento da linguagem oral, pois remete àinteração do adulto com a criança, da interação entre as própriascrianças e também dos momentos em que as crianças somenteouvem ou quando cantam suas músicas3.2 TIPOS DE INSRUMENTOS MUSICAISOs instrumentos musicais mais usados nas escolas nas turmas de educaçãoinfantil são: pandeiros, baquetas, tambor, bastões, xiquexique, pratos, cuíca,cd’s e dvd’s com musicas educativas. Porém o professor deve sempre quepossível trabalhar o ritmo das músicas com; palmas e movimentos corporais;grupos para fazer imitações com mímica em ritmo musical;atividades paraperceber os sons com olhos fechados de fora e dentro da sala; trabalhar asmanifestações folclóricas de caráter musical; jogos conjugados com música;observar sons e ritmos da natureza; imitar cantores; interpretar cançõesdiversas; nas brincadeiras salientar sempre as cantigas de rodas; Confeccionaruma bandinha com materiais recicláveis (casca de coco, cabos de vassoura,tampinhas, caixas e copinhos);software de áudio. Pois ouvir música, aprenderuma canção, brincar de roda, realizar brinquedos rítmicos, são atividades quedespertam, estimulam e desenvolvem o gosto pela atividade musical, além depropiciar a vivência de elementos estruturais da nossa linguagem e cultura.3.3 INTELIGÊNCIA MUSICAL NA VISÃO DE GARDNER
  10. 10. Haward Gardner, professor da Havard Graduate School of Education,questionou a medição da inteligência por meio de testes verbais padronizados,defendendo a existência de inteligências múltiplas ou multifacetárias, comcompetências intelectuais relativamente autônomas, que podem sercombinadas e modeladas para adaptar-se às pessoas e às culturasrespectivas.Segundo Gardner a inteligência Musical e Rítmica baseia-se noreconhecimento de padrões tonais (incluindo sons do ambiente) e numasensibilidade para ritmos e batidas. Inclui também capacidades para omanuseio de instrumentos musicais. Ela pode ser encontrada noscompositores musicais, dos mais diversos estilos (canções eruditas, populares,de jingles publicitários), nos músicos profissionais, bandas de rock e dança enos professores de música.Habilidades características dessa inteligência: reconhecimento da estrutura musical; esquemas para ouvir música; sensibilidade para sons; criação de melodias e de ritmos; percepção das qualidades dos tons; habilidade para tocar instrumentos.4. A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL4.1 Características do Desenvolvimento Infantil A Educação Infantil é o momento de interação da criança com o mundo, comtodos os que a cercam e com ela mesma. Com isso, o desenvolvimento dacriança deve ser acompanhado desde o nascimento. Ressaltamos ascaracterísticas do desenvolvimento infantil segundo Wallon e Piaget.Segundo Wallon (1934), a criança deve ser estudada na sucessão das etapasde desenvolvimento caracterizadas pelos domínios funcionais da afetividade,do ato motor e do conhecimento, entendidos como sendo desenvolvidosprimordialmente pelo meio social.Os estágios do desenvolvimento propostos por Wallon (1934) têm início na vidaintra-uterina, caracterizada por uma simbiose orgânica. Após o nascimento,apresenta-se o estágio impulsivo- emocional no qual prevalece a emoção,caracterizado como o período da simbiose afetiva. No período seguinte, que vaiaté os 2 anos de idade, a criança encontra-se no estágio sensório-motor e
  11. 11. projetivo, voltando-se para a exploração do mundo físico. Gradualmente, com aaquisição da marcha e da linguagem, a criança apresenta modificações no seupadrão de interação com o mundo.A partir dos 3 anos, ocorre o estágio do personalismo, momento da constituiçãodo eu, no qual a criança em seu confronto com o outro passa por umaverdadeira crise de personalidade, caracterizada pelas mudanças nas suasrelações com o seu entorno e pelo aparecimento de novas aptidões. Wallon(1953) considera esse estágio, que vai até os 6 anos de idade, como sendomuito importante para a formação da personalidade.Nesse sentido, considerando a idade compreendida na Educação Infantil,ressaltam-se as características desse momento do desenvolvimento da criançacomo forma de oferecer subsídios para a atuação do educador e do psicólogoescolar nesse contexto. Parte-se do princípio da necessidade de que a escolae todos aqueles envolvidos com a Educação Infantil tenham consciência deque suas ações têm conseqüências não só no momento atual dodesenvolvimento da criança, como também nos posteriores. Ao ingressar naescola, a família ainda se constitui no grupo por excelência para a criança. Noentanto, a escola proporciona uma diversificação dos grupos nos quais acriança poderá se inserir. O papel do grupo formado por crianças da mesmaidade passa a ser o de favorecer a aprendizagem social, ou seja, o convíviocom os padrões e regras sociais. Durante esse estágio, o grupo permitirá àcriança diferenciar-se dos outros e descobrir sua autonomia e suaoriginalidade. O estágio do personalismo divide-se em três períodos distintos,todos com o objetivo de tornar o eu mais independente e diversificado.São eles: período da negação, idade da graça e período da imitação.No primeiro, o da negação, surge na criança a necessidade de se auto-afirmar,de impor sua visão pessoal e lutar para fazer prevalecer sua opinião.No período seguinte, o da idade da graça, por volta dos quatro anos de idade,a criança desenvolve maneiras de ser admirada e chamar a atenção para siatravés da sedução, com uma necessidade de agradar cujo objetivo é obter aaprovação dos demais. A criança passa a se considerar em função daadmiração que acredita poder despertar nas pessoas. Ressalta-se aimportância da oferta de oportunidades de expressão espontânea da criança,através de atividades como a música, a dança, artes, etc. Exercitar na criançaas habilidades de representação do seu meio, ou seja, através do faz-de-contaou do uso da linguagem, contribui para que ela adquira uma precisão maior naexpressão de seu eu .O terceiro período, o da imitação, por volta dos 5 anos, émarcado por uma reaproximação ao outro, manifestada pelo gosto por imitar,que possui um papel essencial na assimilação do mundo exterior. O professordeve observar que sua figura geralmente desperta o desejo de identificação noaluno, devendo estar consciente de tal fato para estabelecer sua conduta.Wallon (1939) entende a imitação como uma “necessidade de identificar-secom a realidade percebida para identificá-la melhor” (p.231).
  12. 12. As etapas de desenvolvimento das crianças dentro da concepção de Piagetsão de extrema valia para o entendimento da atividade lúdica e seus efeitos nainfância. Os períodos de desenvolvimento são:• Período sensório-motor (0 a 2 anos): o desenvolvimento ocorre a partir daatividade reflexa para a representação e soluções sensório-motoras dosproblemas• Período Pré-Operacional (2 a 7 anos): aqui o desenvolvimento ocorre a partirda representação sensório-motora para as soluções de problemas e seguepara o pensamento pré-lógico• Período Operacional Concreto (7 a 11 anos): O desenvolvimento vai dopensamento pré-lógico para as soluções lógicas de problemas concretos.• Período de Operações Formais (11 a 15 anos): A partir de soluções lógicasde problemas concretos para as soluções lógicas.4.2 FORMAÇÃO DO PROFESSOR NA PERSPECTIVA MUSICALA formação inicial dos educadores deve ser acompanhada pela teoria e prática,contudo observamos que é imprescindível que as políticas de formação deprofissionais deve estabelecer alternativas curriculares para melhorar o ensinona Educação Infantil aderindo a programas associados com a prática docente.Segundo Raquel Barbosa, “A ênfase cada vez maior que se dá ao preparo deeducadores para que estes sejam reflexivos e analíticos, no que se refere aoseu trabalho e desempenhe um papel ativo no processo de formaçãoeducacional”. (RAQUEL, 2003, p. 35). O processo de formação de professor deEducação Infantil deve estar voltado para o lúdico sem desconsiderar acapacidade de aprender a ler e escrever de cada criança. Ser professor deeducação infantil é estar preparado para as possibilidades, estarconstantemente predisposto a repensar sua prática, pois tendo em vista que aexperiência, a pesquisa e as novas aprendizagens são de incumbência ecompetência do educador.
  13. 13. Questões referentes o desenvolvimento da criança que diz respeito a suasensibilidade, sua autonomia e sua solidariedade a partir de experiência vividae organizada junto a família e a escola. É necessário um contexto que garantao direito de toda criança ao ambiente acolhedor e desafiador, a organizartempos e espaços para realização de diferentes atividades que promovam oaprendizado do cuidado pessoal, o envolvimento das crianças em brincadeirase o estímulo à realização por elas de projetos de investigação que atendam aseus interesses e necessidades, tudo isso em um programa de parceria com asfamílias. O desafio do professor é atuar com liberdade para assegurar a apropriação ea construção do conhecimento.a formação dos professores é o principal entrave ao desenvolvimento de novosprocedimentos didáticos no ensino de música. “Em geral professores deEducação Infantil e Fundamental I cursaram magistério ou Pedagogia ,tambémé estimulada a busca de elementos, fora do ambiente escolar, para ampliar seuconhecimento e vivência musical. “O professor deve ser um pesquisador, poisa fundamentação teórica no exercício da profissão é necessária. Uma daspropostas é a de que o professor assista a espetáculos musicais e shows Alémdisso, propõe-se que os professores retomem, em suas aulas, a culturabrasileira da infância, as inúmeras brincadeiras de tradição. Instrumentos fáceisde trabalhar, como clavas, ganzás e xilofones, são sugeridos, bem como autilização de músicas populares e eruditas. O ensino musical ao longo daEducação Básica (Educação Infantil ao Ensino Médio) tornou-se obrigatóriocom a lei 11.769, sancionada em 2008 e que deve entrar em vigor em todas asescolas no 2º semestre de 2011. já que a educação musical proporciona aoaluno não só o aprendizado da linguagem musical em si, mas ganhos emdiversas áreas do conhecimento.+4.3 A IMORTÃNCIA A MÚSICA NO CONTEXO DA APRENDIZAGEM NAEDUCAÇÃO INFANTILA música quando bem trabalhada desenvolve o raciocínio, criatividadee outros dons e aptidões, por isso, deve-se aproveitar esta tão rica atividadeeducacional dentro das salas de aula. Nestes contextos, as crianças entram emcontato com a cultura musical desde muito cedo e assim começam a aprendersuas tradições musicais. Musicalizar não é ensinar música, mas é utilizar damúsica, é fazer a criança observar sons e silêncio de forma natural, semnenhuma preocupação em torná-la músico.
  14. 14. Sendo a escola um lugar privilegiado para o desenvolvimento da atividademusical, já que a criança se expressa espontaneamente sonora ecorporalmente, a Educação Infantil é o momento mais indicado para se iniciar otrabalho sistemático com a música. Por meio da música o educador trabalharáo esquema corporal, uma vez que a criança aponta as partes do corpoenquanto canta determinadas músicas. Passa a ter noção de tamanho, alémde outras experiências corporais que a música lhe proporciona.A criança precisa de vivências mais rica para construir uma imagem de simesma a partir de sua identidade corporal, sua possibilidades físicas, suasingularidade. Quando uma criança brinca de roda, por exemplo: ela tem aoportunidade de vivenciar, de forma lúdica, situações de perda, de escolha, dedecepção, de dúvida, de afirmação.A música também é importante do ponto de vista da maturação individual, istoé, do aprendizado das regras sociais por parte da criança, contribui para odesenvolvimento cognitivo, emocional, afetivo, social e cultura, traz benefíciopara a formação da personalidade, do desenvolvimento e do equilíbrio.Analisando algumas práticas desenvolvidas, podemos perceber que a músicacomo objeto de produção do conhecimento, torna-se um ingredienteindispensável ao professor como coadjuvante integral das potencialidades dascrianças no cotidiano escolar. Por meio dela, é possível perceber diversasemoções, apurar os sentidos, atentar a criança para o aprendizado,oportunizar-lhe momentos criativos e espontâneos, tornando-a crítica.Durante todo o desenvolvimento infantil, quando as crianças estão cantando,trabalham sua: concentração, memorização, coordenação motora econsciência corporal.5. procedimentos metodológicos5.1 tipos de pesquisa e abordagemA metodologia usada para colher dados na pesquisa, se deu por meio de dapesquisa e entrevistas com os professores da escola na qual faço estágio. Asperguntas sondavam a formação, a prática pedagógica, e percepção doprofessor em relação a aprendizagem e a música nas salas de aula daeducação infantil.
  15. 15. 5.2 participantesProfessores A-B-C daescola____________________________________________________________________________das turmas de educação infantil.5.3 Instrumentos de coleta de dadosO instrumento usado para obter dados foi um formulário com as seguintesperguntas:1.º Qual a sua formação?2.º Qual a sua prática pedagógica na sala de aula para trabalhar com música?3.º Você concorda que a música influência na aprendizagem das crianças?5.4 analise dos dadosReferênciasBRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério daEducação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Vols. 1, 2 e 3. Brasília:MDE/SEF, 1998.BRITO, Teca Alencar de. Música na educação infantil. São Paulo: Peirópolis, 2003.VYGOTSKY, Lev Semenovich. A Formação Social da Mente. São Paulo: MartinsFontes, 2000.LDB.Lei de Diretrizes e base da EducaçãoPCN.Parâmetros curriculares Nacionais (educação infantil )ANTUNES, Celso.Jogos para a estimulação das inteligência múltiplas.7 ed.Petrópolis: vozes, 1998.Gardner, Howard. Estrutura da mente: a teoria das inteligência Múltiplas. Portoalegre: artMed,1995.
  16. 16. Através de músicas, jogos lúdicos, brincadeiras, pesquisas em internet (sitespara crianças), vídeos e livros. (Professor A)As aulas são divididas em: canções, cantigas de roda, dramatização, jogos ebrincadeiras musicais. (Professor B)Através de músicas, brincadeiras e exercícios musicais. (Professor C)São trabalhados com músicas temáticas, histórias envolvendo música,brincadeiras musicais e teatro. (Professor D)Utilizo sempre músicas de chegada, brincadeiras, jogos musicais e finalizocom músicas de saída. Há também um momento para as crianças descansarem.(Professor E)Sempre com brincadeiras musicais visando um objetivo a ser atingido.(Professor F)Jogos musicais, parlendas, conjuntos de percussão, expressões corporais,brincadeiras ritmadas e exploração dos instrumentos: teclado e violão. (ProfessorG)1º passo creio despertar o interesse vivo por fazer parte de um grupo dedescoberta e liberação do potencial artístico - daí os meios serão lúdicos,pedagógicos e todos de grande dinâmica de grupo. (Professor H)Através de músicas folclóricas, popular e erudita. Com jogos e brincadeirasde percepção auditiva, coordenação motora e rítmica. Usando os instrumentos daescola para trabalhar a banda rítmica. Alfabetizando musicalmente com a Flautadoce. Apresentando vídeos com orquestras e outros grupos musicais. (Professor I)Rezende (2006) comenta a importância de brincar, jogar e, principalmente, alinguagem que demonstra esta situação de atividade lúdica. Ele acredita que apartir domomento queClaro! Ouvir música, aprender uma canção, brincar de roda, realizarbrinquedos rítmicos, são atividades que despertam, estimulam e desenvolvem ogosto pela atividade musical, além de propiciar a vivência de elementos estruturaisdessa linguagem. (Professor A)Sim. (Professor B)Sim, porque é através dele que as crianças irão desenvolver um gosto musicalmais selecionado, afinação, disciplina e concentração. (Professor C)Sim, pois a música resgata patrimônios e costumes já esquecidos, ajuda nadisciplina da criança e no estímulo da mente e do corpo. (Professor D)Sim, pois a música é uma forma natural de desenvolvimento do ser humano,pois somos compostos por sons, desde nossa concepção intra-uterina, o que nospermite ter a música como parte de nós, do nosso corpo, mente e espírito.(Professor E)74Sim, ninguém melhor do que um especialista na área para saber o quetrabalhar e como trabalhar, além de levar o ensino musical a sério. (Professor F)Sim, porque muitas vezes as professores que não possuem uma especializaçãomusical não conseguem alcançar alguns itens como: frase musical, ritmo ou mesmo
  17. 17. um acompanhamento musical com instrumentos o que enriquece muito o trabalho,quando bem desenvolvido. (Professor G)Sim, pois ele poderá fazer a ligação entre as diversas áreas, criandomomentos e dinâmicas diversas. (Professor H)Sim. Somente um profissional da área da Educação Musical poderá avaliar aafinação das crianças, realizar um bom trabalho de percepção auditiva, alfabetizarmusicalmente,... Assim como as escolas normalmente escolhem profissionais dasáreas de Inglês, Educação Física, etc., para cada matéria específica. (Professor I)Nota-se com as respostas citadas, que os profissionais da área têm consciência doseupapel e de sua importância para a formação da criança dentro de sala de aula; noentanto,embora durante a presente coleta de dados, a unanimidade de professoresconsultados tenha semanifestado dessa maneira, isso parece não ser comum fora do âmbito dosprofessores deeducação musical, pois ainda não é obrigatória a presença da música na gradecurricular dasescolas.Quanto à questão referente à utilização de livros didáticos (11 - ANEXO III) que dãoapoio às atividades de música, 08 professores (88,89%) afirmaram fazer usodesse materialpedagógico, enquanto que 01 professor (11,11%) não respondeu a questão. Osprofessorescada vez mais se preocupam em pesquisar o que será trabalhado com as criançasdiariamente,isso mostra a responsabilidade que possuem no ato de ensinar.ROJETO: MÚSICA, SONS, RITMOS E INSTRUMENTOS MUSICAISJustificativa: Incentivar a criança a compreender a forma adequada de ouvir música,conhecendo os diversos ritmos musicais e seus instrumentos, e a importância que amúsica tem na vida das pessoas.Objetivo Específico: Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros, fontes sonoras eproduções, bem como perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos pormeio de improvisações, composições e interpretações musicais. Explorar e identificarelementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seuconhecimento de mundo.Objetivos Gerais:-Promover a socialização dos conhecimentos sobre música e seus instrumentos;-Aumentar a sensibilidade e a capacidade de concentração;-Desenvolver o raciocínio lógico e a imaginação;-Desenvolver á auto-estima e coordenação motora;-Desencadear emoções, aumentando a união entre a interação e o prazer;
  18. 18. -Explorar os instrumentos musicais;-Desenvolver a linguagem, percepção, audição, habilidades em acompanhamentoRítmico com instrumentos, voz e o canto como expressão de grupo e individual;-Construir instrumentos musicais;-Contribuir na formação e desenvolvimento da personalidade das crianças, pelaampliação da cultura;-Enriquecimento da inteligência;-Vibração da sensibilidade musical;-Educar musicalmente.ConteúdosConceituais:Identificar os tipos de instrumentos musicais, através da observação;Comparar os tipos de músicas através audição de músicas diversas;Refletir sobre os tipos de músicas;Identificar as características, específicas, de diversos instrumentos musicais;Saber identificar os tipos de música.Procedimentais:Classificar os tipos de músicas e instrumentos musicais;Desenvolver atividades lúdicas com músicas;Desenvolver atividades de matemática;Desenvolver Jogos com músicas;Realizar uma apresentação musical;Associar os tipos de músicas e instrumentos;Montar painel com painel mostrando gravuras sobre instrumentos musicais;Atitudinais:Interessar-se pelos diversos tipos de música;Socializar as informações que as crianças possuem sobre o tema;Classificar instrumentos e músicas, pelas diferenças e semelhanças;Reconhecer os tipos de música e os instrumentos musicais;Organizar de forma coerente o pensamento em relação as diversos tipos de música;
  19. 19. Linguagem oral e escrita:Nome dos instrumentos e das músicas;Letras inicial de algumas músicas e instrumentos;Cantar acompanhando músicas diversasDesenhar os instrumentos musicais; etc.,Conversas, diálogos, expressão de sentimentos, imitações, rimas;Observação e manuseio de instrumentos musicais e CD’s, e fitas;Histórias;Situações do cotidiano, que envolvam que envolvam leitura;As letras do alfabeto.MatemáticaCantar músicas que contenha contagens;Contar os tipos de músicas;Os tipos de instrumentos musicais;A quantidade de CD;s e fitas K 7 que puder terQuantos são de cada tipo de música;Tamanho de cada instrumento musical, cd’s e fitas (maior, menor, cumprimento,largura, altura, et,);Comparar as medidas;Comparar peso;Formar conjuntoFormas geométricas;Maior menor.ArtesCores;Texturas,Imitações;Estética;DublagemMaquetesMovimentoDanças;
  20. 20. Jogos musicais;Postura corporal;Ouvir, músicas canções;Ritmos;Natureza e sociedade:Brincadeiras com música;Confecção de bandinha;Música;O tom da música;Ouvir em silêncio;Ouvir e cantar junto;Metodologia:-Confeccionar uma bandinha com materiais recicláveis (casca de coco, cabos devassoura, tampinhas, caixas e copinhos), pandeiros, baquetes, tambor bastões,xiquexique, pratos, cuíca;-Acompanhar o ritmo da música com palmas e com movimentos corporais;-Formar grupos para fazer imitações com mímica em ritmo musical;-Perceber os sons com olhos fechados de fora e dentro da sala;-Pesquisar manifestações folclóricas de caráter musical-Jogos conjugados com música;-Observar sons e ritmos da natureza;-Identificar os ritmos musicais através de fitas e cd’s;-Imitar cantores, interpretar canções diversas;Avaliação:-Perceber a capacidade de improvisar;-Notar o desenvolvimento, quando a atividade sugere um certo grau de dificuldade;-Interesse em aprender a tocar algum instrumento;-Distinguir a altura, duração, timbre, memorização.

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