Práticas pedagógicas inovadoras novas tecnologias

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  • Passamos anos demais, horas demais, para aprender coisas demais, que não são tão
    importantes, de uma forma pouco interessante, com resultados nem sempre promissores. E,
    freqüentemente, passamos pouco tempo no que é importante, significativo, que nos ajuda a
    aprender para toda a vida.
    Num mundo cada vez mais complexo e que exige competências muito mais desenvolvidas em
    todos os campos, não há lugar para a escola enclausurada na repetição, centrada na fala do
    professor, nas aulas de 50 minutos, na aprendizagem passiva.
  • Passamos anos demais, horas demais, para aprender coisas demais, que não são tão
    importantes, de uma forma pouco interessante, com resultados nem sempre promissores. E,
    freqüentemente, passamos pouco tempo no que é importante, significativo, que nos ajuda a
    aprender para toda a vida.
    Num mundo cada vez mais complexo e que exige competências muito mais desenvolvidas em
    todos os campos, não há lugar para a escola enclausurada na repetição, centrada na fala do
    professor, nas aulas de 50 minutos, na aprendizagem passiva.
  • Passamos anos demais, horas demais, para aprender coisas demais, que não são tão
    importantes, de uma forma pouco interessante, com resultados nem sempre promissores. E,
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    aprender para toda a vida.
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    importantes, de uma forma pouco interessante, com resultados nem sempre promissores. E,
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    aprender para toda a vida.
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  • Passamos anos demais, horas demais, para aprender coisas demais, que não são tão
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    freqüentemente, passamos pouco tempo no que é importante, significativo, que nos ajuda a
    aprender para toda a vida.
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    todos os campos, não há lugar para a escola enclausurada na repetição, centrada na fala do
    professor, nas aulas de 50 minutos, na aprendizagem passiva.
  • Passamos anos demais, horas demais, para aprender coisas demais, que não são tão
    importantes, de uma forma pouco interessante, com resultados nem sempre promissores. E,
    freqüentemente, passamos pouco tempo no que é importante, significativo, que nos ajuda a
    aprender para toda a vida.
    Num mundo cada vez mais complexo e que exige competências muito mais desenvolvidas em
    todos os campos, não há lugar para a escola enclausurada na repetição, centrada na fala do
    professor, nas aulas de 50 minutos, na aprendizagem passiva.
  • Se a escola não prepara alunos-pesquisadores criativos e empreendedores, de pouco adianta
    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
    ultrapassados em uma sociedade em transformação. Contentamo-nos com pouco, quando os
    desafios são enormes.
    A escola pode abrir-se cada vez mais para o mundo, começando pelo seu entorno: abrir-se
    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
    e famílias, trazendo-os para dentro, como aprendizes e como colaboradores no processo de
    ensinar e de aprender. Pode integrar-se com os espaços interessantes do cotidiano, com o
    mundo das artes – da música, do teatro, da poesia, do cinema – e das mídias digitais. Pode
    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
  • Se a escola não prepara alunos-pesquisadores criativos e empreendedores, de pouco adianta
    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
    ultrapassados em uma sociedade em transformação. Contentamo-nos com pouco, quando os
    desafios são enormes.
    A escola pode abrir-se cada vez mais para o mundo, começando pelo seu entorno: abrir-se
    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
    e famílias, trazendo-os para dentro, como aprendizes e como colaboradores no processo de
    ensinar e de aprender. Pode integrar-se com os espaços interessantes do cotidiano, com o
    mundo das artes – da música, do teatro, da poesia, do cinema – e das mídias digitais. Pode
    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
  • Se a escola não prepara alunos-pesquisadores criativos e empreendedores, de pouco adianta
    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
    ultrapassados em uma sociedade em transformação. Contentamo-nos com pouco, quando os
    desafios são enormes.
    A escola pode abrir-se cada vez mais para o mundo, começando pelo seu entorno: abrir-se
    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
    e famílias, trazendo-os para dentro, como aprendizes e como colaboradores no processo de
    ensinar e de aprender. Pode integrar-se com os espaços interessantes do cotidiano, com o
    mundo das artes – da música, do teatro, da poesia, do cinema – e das mídias digitais. Pode
    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
  • Se a escola não prepara alunos-pesquisadores criativos e empreendedores, de pouco adianta
    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
    ultrapassados em uma sociedade em transformação. Contentamo-nos com pouco, quando os
    desafios são enormes.
    A escola pode abrir-se cada vez mais para o mundo, começando pelo seu entorno: abrir-se
    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
    e famílias, trazendo-os para dentro, como aprendizes e como colaboradores no processo de
    ensinar e de aprender. Pode integrar-se com os espaços interessantes do cotidiano, com o
    mundo das artes – da música, do teatro, da poesia, do cinema – e das mídias digitais. Pode
    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
  • Se a escola não prepara alunos-pesquisadores criativos e empreendedores, de pouco adianta
    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
    ultrapassados em uma sociedade em transformação. Contentamo-nos com pouco, quando os
    desafios são enormes.
    A escola pode abrir-se cada vez mais para o mundo, começando pelo seu entorno: abrir-se
    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
    e famílias, trazendo-os para dentro, como aprendizes e como colaboradores no processo de
    ensinar e de aprender. Pode integrar-se com os espaços interessantes do cotidiano, com o
    mundo das artes – da música, do teatro, da poesia, do cinema – e das mídias digitais. Pode
    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
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    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
    e famílias, trazendo-os para dentro, como aprendizes e como colaboradores no processo de
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    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
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    desafios são enormes.
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    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
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    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
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    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
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    desafios são enormes.
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    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
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    ensinar e de aprender. Pode integrar-se com os espaços interessantes do cotidiano, com o
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    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
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    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
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    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
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    desafios são enormes.
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    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
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    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
  • Se a escola não prepara alunos-pesquisadores criativos e empreendedores, de pouco adianta
    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
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    desafios são enormes.
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    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
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    desafios são enormes.
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    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
  • Se a escola não prepara alunos-pesquisadores criativos e empreendedores, de pouco adianta
    todo o enorme esforço e investimento. A escola está desfocada: insiste em modelos
    ultrapassados em uma sociedade em transformação. Contentamo-nos com pouco, quando os
    desafios são enormes.
    A escola pode abrir-se cada vez mais para o mundo, começando pelo seu entorno: abrir-se
    para o seu bairro, dialogando com as pessoas e as organizações da região, abrir-se para os país
    e famílias, trazendo-os para dentro, como aprendizes e como colaboradores no processo de
    ensinar e de aprender. Pode integrar-se com os espaços interessantes do cotidiano, com o
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    abrir-se para o mundo real e digital, para entendê-lo e pode contribuir para modificá-lo.
  • Práticas pedagógicas inovadoras novas tecnologias

    1. 1. Profª Luciana Viter – Novembro de 2010
    2. 2. Nem tudo que é antigo é ruim...
    3. 3. Nem tudo que é novo é bom...
    4. 4. A questão é...
    5. 5. O que é preciso mudar?
    6. 6. Reflexão Que eu possa ter serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para mudar as que posso e sabedoria para distinguir entre umas e outras. (Reihold Neibuhr – 1892-1971)
    7. 7. A Escola com que sonhamos... Desenvolve a autonomia; Abre-se para o mundo; Responde aos desafios;
    8. 8. Queremos ser professores... Reflexivos e criativos; Abertos a novas ideias; Valorizados;
    9. 9. E como as Novas Tecnologias podem contribuir para estes objetivos?
    10. 10. Novas Tecnologias na Educação  Liberam a mente humana para funções cognitivas mais complexas;
    11. 11. Novas Tecnologias na Educação  Transformam os paradigmas de produção e distribuição de informações e conteúdos;
    12. 12. Novas Tecnologias na Educação Democratizam o acesso ao conhecimento;
    13. 13. Práticas Pedagógicas Inovadoras... O que e como fazer?
    14. 14. Atividades Reflexivas e Criativas
    15. 15. Produção Interativa de Conteúdos;
    16. 16. Experimentar Novas Metodologias
    17. 17. Explorar Novos Recursos
    18. 18. Computação em Nuvem - Google Docs
    19. 19. Contato Luciana Viter é professora de Língua Inglesa e Língua Portuguesa, multiplicadora do NTERJ-10, especialista em Tecnologias na Educação (UFLA), pós-graduanda em Tradução UGF) e participante do Grupo de Pesquisa LINGNET (UFRJ). Email: lucianaviter@yahoo.com.br Blog: http://www.bancodeaulas.com.br Slideshare: http://www.slideshare.net/lucianaviter

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