Relação médico paciente - Conceito de enfermidade

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Relação médico paciente - Conceito de enfermidade

  1. 1. Prof.ª Luciana Krebs Disciplina: Relação Médico-Paciente
  2. 2. Médicos Pacientes Sentimentos, sensações e angústias Insistem nos aspectos objetivos Dão mais atenção às anomalías físicas e os resultados laboratoriais Necessidades maiores são de serem tranquilizados e confortados
  3. 3. Quando os pacientes insistem em se queixar e desejam que seja feito um diagnóstico físico na ausência de qualquer dado que o justifique... Quase sempre os dispensam como portadores de manias de doença: “O Senhor não tem nada”.
  4. 4. Esses pacientes, se não forem compreendidos em suas necessidades, podem exacerbar suas queixas, recusar as propedêuticas, negar-se aos tratamentos e, assim, complicar as suas vidas.
  5. 5. “Saúde é o estado de completo bem estar físico, mental e social.” OMS “Enfermo é aquele que vai ao médico.” Lopes Ibor “Sentir-se doente não é a mesma coisa que estar doente. Frente aos achados objetivos, alçam-se as experiências subjetivas.” Vertente histórica: “Cada época tem seu ideal de saúde e de enfermidade.”
  6. 6. Coexistem na enfermidade, duas ordens de realidade: – É material, ligada ao corpo físico, passível de apreensão objetiva e geralmente quantificável; – É vivencial, ligada a existência, constituída de sensações, sentimentos, idéias e fantasias.’
  7. 7. Alguns pacientes procuram (algumas vezes sem êxito) convencer os médicos da existência de uma enfermidade, a maioria dos médicos tenta (geralmente também sem êxito) demonstrar que eles nada tem.
  8. 8. “A NECESSIDADE DE QUE O MÉDICO SE EDUQUE, NÃO SOBRE ESSE OU AQUELE FATO OU CONCEITO, MAS SE REEDUQUE COM RESPEITO A NADA MENOS QUE SUAS CRENÇAS SOBRE A REALIDADE DA ENFERMIDADE, QUE ESTÃO NA BASE DO SEU PAPEL.” BERGEN O QUE É IMPORTANTE?

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