REVISÃO DE ARTIGOS RECENTES SOBRE A
     DISCUSSÃO ONLINE NO ENSINO
              SUPERIOR


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Objetivo do Artigo
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Analisar a amostra de estudos de caso recentes s...
A Discussão On Line Assíncrona
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Pontos Positivos
É tida como a qu...
Amostra e Critérios de Seleção
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7 Revistas Internacionais        ...
Critérios Adotados para Identificar Artigos
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Categorização dos Artigos

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Critérios
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Categorização dos Artigos

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Temas e Questões Essenciais

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Desenho Curricular

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Dificuldades em Categorizar a concepção dos c...
Desenho Curricular

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               Fóruns pouco estruturados, nos ...
Desenho Curricular

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          Atividade cooperativa ou tarefa c...
Pressupostos Teóricos sobre Ensino e
 Aprendizagem
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Pesquisa Educacional
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Pesquisa Educacional
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   Muitos artigos centram-se na noção de ...
Análise dos Media

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Apesar de pouco enfatizada, foram discutidos:...
Psicologia Social
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Houve, também, pouca ênfase nos artigos com re...
Psicologia Social

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 Rede Social                                  ...
Alegações Feitas para Discussão Assíncrona
 On-Line com Estudos de Caso
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Alegações Feitas para Discussão Assíncrona
         On-Line com Estudos de Caso
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Condições Ideais para a Discussão Assíncrona
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O Apoio do Instrutor
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O Apoio do Instrutor
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Comportamento e Atitudes dos Alunos

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Os atributos e responsabil...
Comportamento e Atitudes dos Alunos

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 Vontade dos alunos para   ...
Software
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Software
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 Os instrutores necessitam de uma maior sensibilização dos padrões ou
 das...
Conclusões
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 Os documentos analisados dão indicações a respeito...
Conclusões
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Conclusões
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  Os artigos tendem a evitar pesquisar se a discuss...
Conclusões
                                                     29

  Amplo Consenso sobre as Condições para que os Alunos...
Conclusões
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Conclusões
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Instruções para Pesquisas Futuras
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CAEL - Atividade4 luciana grof [modo de compatibilidade]

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CAEL - Atividade4 luciana grof [modo de compatibilidade]

  1. 1. REVISÃO DE ARTIGOS RECENTES SOBRE A DISCUSSÃO ONLINE NO ENSINO SUPERIOR Texto Escolhido: Escolhido: A review of recent papers on online discussion in teaching and learning in higher education” HAMMOND, Michael (2005) Trabalho Relativo à Atividade 4 UC.: Concepção e Avaliação em E-Learning E- Mestrado em Pedagogia do E-Learning E- Universidade Aberta de Portugal Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  2. 2. Objetivo do Artigo 1 Analisar a amostra de estudos de caso recentes sobre a discussão on line assíncrona no ensino superior, partindo da concepção de currículo e dos pressupostos sobre o ensino a aprendizagem, enfocando as condições de discussão on line e, em especial a interação dos alunos e o permanente acesso a estas interações. Construtivismo Social Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  3. 3. A Discussão On Line Assíncrona 2 Pontos Positivos É tida como a que oferece um valor adicional na utilização dos alunos com experiência na utilização das TICs.; Permite oportunidades em participar de trabalhos em grupo. Pontos Negativos (restrições) A participação nos fóruns on line é dependente da natureza da elaboração do currículo; do projeto de software; do suporte do tutor , das atitudes dos alunos e das experiências anteriores. Condições em que a discussão on line assíncrona pode fornecer um melhor suporte à aprendizagem e são sugeridas linhas orientadoras para futuras pesquisas . Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  4. 4. Amostra e Critérios de Seleção 3 7 Revistas Internacionais fornecer uma perspectiva sobre a evolução da discussão on line assíncrona, particularmente as relativas aos EUA e Reino Unido. Unido Journal of Asynchronous Learning Networks British Journal of Educational Technology Computers and Education Education, Comunication and Information Education and Information Technologies Journal of Computer-Assisted Learning Technology, Pedagogy and Education Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  5. 5. Critérios Adotados para Identificar Artigos Relevantes nos Sete Periódicos 4 Direcionada para o aluno e aprendizagem Publicados entre 2000 e 2004, para proporcionar Focada na discussão uma visão atualizada e on line assíncrona consciente dos fatos. Realizado com base nas Normalmente os Instituições de Ensino estudos de caso são de Superior e organizado um determinado curso pelo pessoal docente Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  6. 6. Categorização dos Artigos 5 Critérios Revista onde Área País no qual o Software que estava disciplinar estudo foi foi utilizado publicado realizado Contexto Freqüência Contexto Freqüência Formação Inicial diversas 15 Abrangeu áreas deSaúde e Medicina 1) e foram estudo (tabela 4 de Professor baseadas em diversos países (tab2). Informática 12 Literatura Inglesa 2 Educação 11 Psicologia 2 Negócios 5 Astronomia 1 Economia Tecnologia 5 Estudos 1 Educacional Ambientais Desenvolvimento 4 Direito 1 e Gestão de RH Tabela 1 – Freqüência com que as revistas de referem a diferentes assuntos (n= 63, Anderson et Al. [3]. Relatório da disciplina e suas áreas disciplinares diferentes) Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  7. 7. Categorização dos Artigos 6 Local Freqüência Local Freqüência Reino Unido 19 Nova Zelândia 2 E.U.A. 17 Tailândia 2 Austrália 7 Aústria 1 Abrangeu diversas áreas de estudo (tabela 1) e foram Canadá baseadas em diversos países (tab2). 5 Brasil 1 Finlandia 2 Hong Kong 1 Holanda 2 Irlanda 1 Israel 2 Tabela 2 – Países onde os fóruns sobre os estudos de caso ocorreram (n=62). Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  8. 8. Temas e Questões Essenciais 7 Pressupostos Teóricos sobre o Qual é o papel da Ensino e Aprendizagem Design do Currículo Alegações da Da Discussão On Line Assíncrona Condições discussão on line assíncrona no projeto do curso? Como o debate é Que teorias de Como é que os estruturado? ensino e fóruns suportam a Quais são as condições aprendizagem aprendizagem? fundamentais , no Qual é o papel do sustentam o Professor? São fortes as âmbito da discussão on trabalho? alegações? Como as (comunidades de line assíncrona que contribuições são prática? Quais são os contribuem para o avaliadas? Construtivismo principais benefícios aprendizado do aluno? social?) relatados? Quais são as limitações Que conteúdo é acessado? dos alunos? Existe um modelo de currículo explícito? Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  9. 9. Desenho Curricular 8 Dificuldades em Categorizar a concepção dos currículos / atribuir categorias , devido à falta de definição da natureza das atividades. Foram Identificados 3 tipos de atividades de discussão on line: Abertura de fóruns em que os participantes contribuiram livremente • A discussão foi estimulada através da introdução de um moderador; • Seleção de voluntários para fazer avaliação; • A exigência de enviar uma mensagem pelo menos duas vezes por mês para ficar registrado no fórum; • Surgiram grandes fóruns com um número considerável de mensagens, embora alguns membros tenham participado pouco Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  10. 10. Desenho Curricular 9 Fóruns pouco estruturados, nos quais os alunos eram aguardados para executar as tarefas determinadas em base individual e os resultados pós tarefa para discussão em grupo • Era proposto aos alunos um caso e, eram avaliados pela participação e pelo desempenho; • Era sugerido aos alunos que elaborassem um web site e, posteriormente, havia avaliação pelos pares; • Realização de seminários on line baseados e leituras e eventos específicos; • Fórum para professores estagiários, sobre a visita a uma escola (Hawkey [45]); • A experiência anterior foi seguida de um estudo, onde os participantes comentassem os trabalhos uns dos outros (Hawkey [46]); • Disponibilização de estruturas de discussão, recorrendo ao convite de especialistas (Putz e Arnold [42] e Kuman [13]); • Disponibilizar e pedir os comentários de leituras específicas (Morse [15]); • Embora não houvesse uma uniformidade na avaliação, há um caso em que os alunos receberam créditos pela participação (Oliver [16]). Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  11. 11. Desenho Curricular 10 Atividade cooperativa ou tarefa colaborativa baseada em fóruns nos quais era esperado que alunos trabalhassem em pequenas equipes (Lockhorst et al. [47] e Kear [35]. • Alguns estudos foram centrados em casos de inquérito de base (Martinez et al. [38]); • Alguns alunos trabalharam em equipes (geralmente de 3 pessoas) para preparar um estudo de caso sobre a implementação de um sistema de gestão de informação (Yang e Tang [23]), sendo que esta iniciativa foi abordada em diversos estudos: • Análise na perspectiva do feedback dado sobre os sites que outros alunos haviam concebido (Moreira de Abreu e Quintino da Silva [44]); • Descrição e contraste sobre abordagens abertas e uma altamente estruturada (Avivi. Et al. [7]). Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  12. 12. Pressupostos Teóricos sobre Ensino e Aprendizagem 11 Maior contributo Interação dos fóruns de aprendizagem. Hiltz et al. [64] centraram a investigação em 3 âmbitos: Pesquisa educacional (diferenciar entre ensino e aprendizagem); Análise dos média (preocupação com o impacto dos meios de comunicação sobre os indivíduos e grupos; Psicologia social (estudar o comportamento do indíviduo dentro do grupo). Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  13. 13. Pesquisa Educacional 12 Teoria da Principal Educação - Referência Construtivismo Social O construtivismo social é percebido como a realização de interações com os alunos • Aplicado aos seguintes conceitos, de: • grupos de trabalho cooperativo e colaborativo; • distância transacional e comunidade de prática. • Um conceito freqüente mas menos recorrente foi o de aprendizagem de conversação. Os termos de cooperação e colaboração apareceram com significados diferentes • Distinção entre aprendizagem cooperativa e colaborativa. • Cooperativa Uma tarefa dividida pelos elementos do grupo de forma independente; • Colaborativa Os membros da equipe trabalham juntos para encontrar uma solução. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  14. 14. Pesquisa Educacional 13 Muitos artigos centram-se na noção de comunidade e de aprendizagem • Para significar a presença de reflexão dentro da comunidade; • Para descrever uma comunidade como aquela em que os alunos evoluem na formas de interação mútua; • Mas há quem considere que uma comunidade deve ter 3 elementos: • presença cognitiva; • Ensino; • presença social. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  15. 15. Análise dos Media 14 Apesar de pouco enfatizada, foram discutidos: Os atributos dos sistemas de conferência; A importância de possibilitar o armazenamento permanente de interações baseadas em texto; Acessibilidade a qualquer hora e, em qualquer lugar. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  16. 16. Psicologia Social 15 Houve, também, pouca ênfase nos artigos com relação à abordagem da psicologia social. Distinção social Mais evidente nas das perspectivas discussões sobre a sociais presença social. Abordagem às redes sociais Estão realçadas Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  17. 17. Psicologia Social 16 Rede Social Definida como a visão de diversos atores dentro de uma rede baseada nas características de coesão, grupos de função, o poder dos atores, o âmbito da influência e da mediação. Sobre o seu papel referiu-se: a dimensão cultural de discussão on line assíncrona; o feedback dos aprendentes; a dimensão cultural de discussão on line síncrona; estilos de aprendizagem (ativos, reflexivos, teóricos e pragmáticos. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  18. 18. Alegações Feitas para Discussão Assíncrona On-Line com Estudos de Caso On- 17 Prática do Instrutor Melhorar Concepção do Currículo A discussão on line assíncrona on line pode ser muito valiosa para a aprendizagem dos alunos. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  19. 19. Alegações Feitas para Discussão Assíncrona On-Line com Estudos de Caso On- 18 Motivos: promove a interação entre os alunos; é apreciada pelos alunos; é uma prova da presença dos alunos e de uma aprendizagem interativa; possibilita motivação para aprender e para construir conhecimento; é desejável para a construção de uma comunidade de aprendentes; promove o desenvolvimento de uma comunidade on line; o armazenamento permanente de mensagem fornece um suporte para a reflexão; possibilidade de contatar convidados virtuais on line; a flexibilidade do meio permite criar uma oportunidade de encontro entre alunos e instrutores; possibilita o desenvolvimento das competências com as TIC e a contribuição das mesmas para as aprendizagens; permite aos web designers estagiários realizar ensaios de usabilidade de web sites; são relevantes para a formação profissional.
  20. 20. Condições Ideais para a Discussão Assíncrona On Line 19 A Literatura enfoca A concepção do currículo e o seu reflexo na coesão do grupo; diversos aspectos, As atividades de aprendizagem podem ser calendarizadas, salientando os assim como as funções e as responsabilidades mais explícitas; A avaliação formativa entre pares é um dos resultados constrangimentos esperados de muitos dos fóruns e vários escritores passam a sentidos pelos aluno discutir o papel da avaliação somativa; e que afetam a sua Os alunos tendem a resumir em vez de analisar suas participação em contribuições on line e sugere-se que a avaliação da discussões on line participação pode fornecer aos educandos a motivação para se tornarem mais críticos; A importância do contributo da avaliação dos aprendentes para o processo do grupo de trabalho; Avaliar as contribuições poderia aumentar o número de mensagens, mas não necessariamente o envolvimento do aluno; Alguns contextos eram mais adequados do que outros para a discussões assíncronas on line (+ conceituais – competências e técnicas); Seria menos valorizadas que as face a face caso fossem fáceis de organizar. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  21. 21. O Apoio do Instrutor 20 Papel do Instrutor Fundamental Apresentam uma distinção entre a presença do professor e a presença de ensino, mas reconheceram o contributo do instrutor no curso, mesmo se os alunos assumirem um papel similar ao dos professores; Entregues a sí próprios , os alunos podem ser relutantes para discordar, contestar, ou até mesmo responder a outros no grupo; Os instrutores são necessários para sinalizar a sua presença e , fornecer apoio administrativo, pedagógico, afetivo ou pastoral; Os instrutores são necessários para para iniciar e mobilizar interatividade, bem como atividades que sejam desenvolvidas pelos intervenientes; Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  22. 22. O Apoio do Instrutor 21 Continuação Os professores , inevitavelmente utilizam estilos do ensino presencial no ensino on line Discutiram-se dificuldades no papel do professor:, ou seja a dificuldade em fazer com que os aprendentes assumam a responsabilidade pela sua própria aprendizagem; Para estas funções, os professores precisam de formas de gravar e analisar a discussão, e de ferramentas fornecidas para os ajudar no feito; O professor pode assumir um duplo papel, como co-aprendente e como coordenador. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  23. 23. Comportamento e Atitudes dos Alunos 22 Os atributos e responsabilidades dos alunos Pouco Enfocados Entretanto, ficaram evidenciadas a necessidade de: competências ao nível da utilização das TIC; acesso às TIC; experiência e compreensão do trabalho de grupo. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  24. 24. Comportamento e Atitudes dos Alunos 23 Vontade dos alunos para Relacionado com o estilo de se envolver com os aprendizagem, confiança, auto-estima, outros cultura e competência lingüística. Exemplos: Os alunos com fluência em inglês podem ser prejudicados em fóruns on line junto com aqueles para quem o inglês era uma língua adicional ou aqueles que não tinham fluência no inglês escrito; Os alunos ouvintes preferem participar em situações face-a-face; Os alunos intuitivos podem não ter a mesma facilidade para ambientes baseados em texto, como os alunos reflexivos, assim como os IMAGERS enviam mais imagens, no entanto os autores acreditam que este mix de estilos de aprendizagem em um grupo é importante; Os alunos precisam ser auto-confiantes se tiverem que realizar contribuições públicas e permanentes nos fóruns. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  25. 25. Software 24 Amplamente focada no armazenamento permanente da discussão continuada, em vez Tecnologia de ser focada nas características dos programas. Será a comunicação baseada em texto adequada para diversos tipos de aprendizagem? Conclusões Necessidade de um acesso confiável e ferramentas fáceis de usar; Benefícios de fóruns de discussão em vez de listas de e-mail; Importância das características de design para o conhecimento de software do fórum; Importância dos sistemas de segmentação necessários para fornecer aos usuários uma representação clara das mensagens.
  26. 26. Software 25 Os instrutores necessitam de uma maior sensibilização dos padrões ou das rotinas para que os alunos que os alunos necessitam ao acessar o fórum. Sofware Intuitivo de Usar
  27. 27. Conclusões 26 Os documentos analisados dão indicações a respeito: da natureza e das alegações de discussão on line assíncrona, das condições em que os alunos estão mais propensos a se envolver com os outros. Adesão de uma Interação Abordagem entre os alunos Construtivista Social de Ensino e Aprendizagem Capaz de propiciar o armazenamento Interatividade permanente do texto, a qualquer hora e, em qualquer lugar. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  28. 28. Conclusões 27 Implicações Determinismo para o Ensino Grande parte Tecnológico ou o Aprendizagem rejeita Romantismo Tecnológico Na maioria das vezes são descritas e, se evita Contribuição da associá-las a utilização Tecnologia para o aos ganhos econômicos ensino e da aprendizagem. Aprendizagem Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  29. 29. Conclusões 28 Os artigos tendem a evitar pesquisar se a discussão on line assíncrona é vantajosa e, em vez disso tentam identificar as dificuldades em iniciá-las e, as formas como a mesma a pode ser conduzidas de forma a apoiar a aprendizagem: Vasto Consenso sobre as “Melhores Práticas” Importância da elaboração de currículos e apoio ao instrutor são elementos –chave na promoção do desenvolvimento do aluno; O design do software não é tão importante; Nenhum dos artigos afirma que a participação em sí é suficiente para assegurar que a aprendizagem ocorra, mas todos reconhecem que os baixos índices de interação e a pouca evidência de raciocínios complexos na análise da mensagem podem fazer com que a discussão on line assíncrona não seja recomendada. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  30. 30. Conclusões 29 Amplo Consenso sobre as Condições para que os Alunos Tenham Maior Envolvimento na Realização de Discussões Assíncronas On Line: Promover a avaliação pelos pares formativos; Fornecer avaliação sumativa do processo de crédito e de participação; Designers de Currículo Proporcionar a avaliação sumativa dos produtos do grupo; Fazer trabalhos em grupo, baseados em problemas explícitos e exigir um nível mínimo de participação; Definir as tarefas formais (discussão de casos, leituras, eventos compartilhados, etc.); Construir o processo de análise do trabalho em grupo; Ajustar a carga de trabalho para dar tempo para a discussão; Tornar a aprendizagem conceitual e de raciocínio de ordem superior explicita e adequada aos resultados de aprendizagem. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  31. 31. Conclusões 30 Devem ter por base a experiência passada, mas apreciar as características originais do ambiente on line; Incentivar a crítica e a divergência; Ter função administrativa (avisar os alunos de um regime de Instrutores avaliação, etc); Ter um papel pastoral (identificar e apoiar os não participantes); Estar ciente do seu papel pedagógico (responder se for o caso, redirecionar o andamento da discussão, etc); Sugerir atividades e funções para gerar debate; Assumir responsabilidade pelo acompanhamento da natureza e âmbito da discussão e dos processos do grupo. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  32. 32. Conclusões 31 Devem ter conhecimento, experiência e compreensão dos benefícios do trabalho em grupo, ser confiável e ter algum nível de proficiência em TIC; Ter acesso às TIC; Estar pronto para a crítica e para a autoridade do professor; Alunos Encontrar o estilo preferido de aprendizagem que se adapte à comunicação baseada de texto; Proactivamente escolher participar; Estar confiante na contribuição que pode conceder; Saber criticar construtivamente outros pontos de vista; Ser proficiente e escritor fluente na língua adotada no fórum; Estar ciente das lacunas de informação e ansioso por ultrapassá-las. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  33. 33. Conclusões 32 Deve permitir o armazenamento permanente e a segmentação das mensagens; O acesso às mensagens deve ser robusto e confiável; Software Ser intuitivo e fácil de usar; Oferecer uma boa representação visual; Permitir que os arquivos sejam facilmente “acoplados” e “baixados”. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal
  34. 34. Instruções para Pesquisas Futuras 33 Necessidade de desenvolver modelos de currículo para facilitar a comparação entre os estudos e, um melhor acompanhamento dos resultados de aprendizagem em uma determinada actividade; Esclarecer e ter uma postura mais crítica com relação á interação entre os alunos (quanto maior a interação, melhor serão os resultados de aprendizagem); Maior sensibilização dos limites dos designers do curso e instrutores quando forem gerar uma discussão; Os professores devem ser convidados a identificar, monitorar e abordar os estilos de aprendizagem, os desequilíbrios de gêneros, questões de organização material, acesso e avaliação (responsabilidade geral de apoio efetivo, administrativo e pedagógico; O papel do professor deve ser mais exigente em virtude do mesmo ter menor controle do que em uma situação face a face, até porque os alunos podem facilmente e discretamente, retirarem-se de suas responsabilidades. Luciana Grof UC Concepção e Avaliação em E-Learning E- MPEL 3 Universidade Aberta de Portugal

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