Logística internacional

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Logística internacional

  1. 1. LOGÍSTICA INTERNACIONAL Multimodalidade, portos e aeroportos
  2. 2. TEMÁTICA ABORDADA Para o sucesso dos negócios internacionais, é de grande importância que dentre às atividades de gestão e tomada de decisão o quesito transporte seja avaliado de forma a atender às necessidades sempre levando em conta a redução dos custos.
  3. 3. MULTIMODALIDADE Dentro desse contexto é de extrema importância:  conhecer os aspectos da multimodalidade no transporte internacional  Avaliar os aspectos logísticos de portos e aeroportos que serão utilizados como pontos de embarque / ou desembarque internacional de mercadorias
  4. 4. EXPLORANDO O TEMA Para a escolha dos contratos de transporte devemos levar em conta as definições abaixo : Unimodal Forma mais simples de se contratar fretes, a carga é transportada em um único veículo, com um único contrato de transporte Sucessivo A carga és transportada por um ou mais veículos da mesma modalidade de transporte, com mais de um contrato de transporte Intermodal A carga és transportada por um ou mais veículos de uma ou mais modalidades de transporte, em vários estágios, contratados a diferentes transportadores, que levarão a carga do local de expedição ao destino final. Qualquer atraso gera perda do transporte seguinte Multimodal A carga é transportada durante todo o percurso por uma ou mais modalidade de transporte, por meio de um único contrato de transporte e uma única apólice de seguro.
  5. 5. DIRETRIZES • Convenção para transporte multimodal de cargas (Suíça 1980) – O Brasil é signatário Pleno • Acordo Parcial para Facilitação do Transporte Multimodal – Firmado entre países do MERCOSUL • Legislação nacional – Lei 9.611, de 19/02/1998, regulamentada pelo Decreto 3.411, de 12/04/2000
  6. 6. CARACTERÍSTICAS DA MULTIMODALIDADE Ser realizado, pelo menos, por dois modais de transportes Haver um único responsável perante ao dono da carga Haver um único contrato de transporte Existir um conhecimento único – CBL (Combined Bill of Lading) para todo o percurso Cargas unitizadas e indivisíveis Inspeção fiscal somente na origem e no destino
  7. 7. OPERADORES MULTIMODAIS Dentro do contexto da multimodalidade, o papel do Operador de transporte Multimodal (OTM) é de extrema importância. OTM (Operador de Transporte Multimodal )é uma pessoa jurídica contratada para realizar o transporte multimodal de cargas da origem até o destino, por meios próprios ou por não (Terceiros). Se responsabiliza pelo serviço porta a porta. O foco principal é o transporte de carga, podendo compreender também os serviços de coleta, unitização, desunitização, movimentação, armazenagem e entrega da carga ao destinatário. Emitem Conhecimento de Transporte Multimodal de Carga (Combined Bill of Lading –CBL)
  8. 8. EXPLORANDO O TEMA Um conceito muito importante quando falamos de multimodalidade, é o conceito de Consolidação de Carga Emissão do Conhecimento de Embarque Master, cobrindo diferentes lotes de carga, de vários embarcadores, unitizados e identificados individualmente por documentos emitidos pelo agente consolidador, de forma indivisível e inviolável em todas as modalidades adotadas de transporte, como por exemplo, o contêiner.
  9. 9. TERMINAIS EMBARQUE E DESEMBARQUE DE CARGAS INTERNACIONAIS Na atividade de Logística Internacional é de extrema importância a seleção dos terminais onde sairão ou chegarão as mercadorias Isso de deve ao fato de que o tempo de trânsito internacional (Transit time) é um dos fatores de competitividade no que diz respeito a redução de estoques e de custos
  10. 10. TRANSIT TIME – TEMPO DE TRÂNSITO O aumento do tempo de trânsito podem gerar problemas como:  prejudicar a imagem da empresa;  aumento dos custos  falta de estoque e paralisação da planta industrial (importação);  pagamentos de multas contratuais;  entre outros
  11. 11. TERMINAIS EMBARQUE E DESEMBARQUE DE CARGAS INTERNACIONAIS Portos e aeroportos são os terminais de integração da movimentação internacional de cargas. Os grandes terminais internacionais, que exercem o papel de concentradores e distribuidores de cargas, são conhecidos como Hubs.
  12. 12. HUBS Aeroportos • São eleitos Hubs de acordo com os grandes serviços de Internacionais de courrier que executam. Portos São considerados Hubs Ports quando são localizados fora de centros urbanos, com grande calado, tarifas atrativas, boa produtividade, serviços de transbordo e boas conexões terrestres.
  13. 13. EXPLORANDO O TEMA • Para que um porto possa ser considerado um Hub- ports são avaliados os seguintes quesitos, ou seja, o seu: • HINTERLAND: Área de influência terrestre. Quanto menores os custos, maior o hinterland. • VORLAND: Afastamento com relação às principais rotas de navegação. • UMLAND: Ambiente físico do porto, suas instalações, tarifas e a qualidade dos serviços que presta.
  14. 14. CONSIDERAÇÕES FINAIS Para um bom negócio, a importância do planejamento das atividades é essencial . Quando falamos das operações logísticas internacionais não podemos esquecer que as melhores escolhas deverão sempre levar em conta às necessidades das Organizações e do mercado em que estão inseridos.
  15. 15. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA WANKE, Peter F. Logística e transporte de carga no Brasil. São Paulo: Atlas, 2010

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