A Cidade que é nossa cara | O sentido do olhar

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A Cidade que é nossa cara | O sentido do olhar

  1. 1. O Sentido do Olhar Revista online Profª. Rosângela Guedes de Araujo E.E. Azarias Leite Realização Apoio Patrocínio
  2. 2. Apresentação Projeto desenvolvido com os alunos do 3º ano do Ensino Médio, com o objetivo de identificar a “nossa cara” como estudante e como bauruense, de nascimento ou de não; pelo viés da Arquitetura e da Fotografia, além de contemplar os conteúdos propostos pela Secretaria da Educação de trabalhar as profissões contemporâneas com interfaces em tecnologias digitais. Na linguagem da Arquitetura buscando a valorização do Patrimônio Cultural, como fonte de conhecimento de nossa história e cultura, através do olhar de Oscar Niemeyer o arquiteto do século com suas centenas de obras espalhadas pelo Brasil e o mundo e o olhar de Jurandyr Bueno Filho, arquiteto que mudou a cara de Bauru com seu olhar futurista, inovador.
  3. 3. Justificativa • Buscar um novo olhar sobre a cidade, resgatar suas memórias, heranças, histórias da cidade, sua origem, os imigrantes que ajudaram construí-la, valorizar e reconhecer o patrimônio cultural, pesquisar as memórias da cidade, os marcos e seus significados. • Proporcionar o encontro com as memórias da família, retirar das gavetas as fotografias antigas, pesquisar as raízes da família, observar as profissões dos avós, bisavós, a cultura familiar, norteando um pensamento reflexivo sobre a construção de nossa identidade pelo conhecimento e reconhecimento da nossa cultura. • Produzir uma Revista online com todo o processo criativo. • http://acidadequeenossacara.blogspot.com.br/ • Observação: o link ficou faltando um “a”.
  4. 4. Conteúdos  A Arquitetura transformando o espaço. Conhecimentos de elementos arquitetônicos.  Gêneros da fotografia, a poética dos principais fotógrafos artísticos contemporâneo.  O “fazer artístico” a partir de uma reflexão, construção da poética individual e parcerias com os colegas, em projetos de: Colagens, Assemblages e Intervenções.  Produzir, experimentar e criar utilizando novas mídias.
  5. 5. Metodologia • O projeto teve como marco a reflexão individual sobre a identidade, sobre a nossa cara, nossa marca, como organizamos nossos pensamentos coletivo e o nosso EU; estabelecemos alguns pensamentos e fomos criando o nosso mapa, o nosso rizoma, uma vez que norteamos o projeto pelo pensamento de Gilles Deleuze, na continuidade, elaborando uma construção permanente, incluindo um pensamento, uma palavra, uma imagem, um desenho, um recorte, um cheiro. • Diante de tantas barreiras e com tempo escasso não tivemos a pretensão de um resultado suntuoso, mas de vivenciar uma experiência significativa com os alunos do ultimo ano do ensino médio, tempo de muitas provas, pressões psicológicas e profissionais, muitos já estão inseridos no mercado de trabalho. • Durante o desenvolvimento todos foram se soltando e refletindo sobre o espaço/escola, seus sentimentos, emoções, os vazios que sentem enquanto alunos.
  6. 6. Materiais DVD: Vídeo Oscar Niemeyer: O Arquiteto do século, consulta aos sites e blogs e links: I.http://www.vivendobauru.com.br/conheca-bauru/jurandyr-bueno-filho-arquiteto-e-urbanista II.http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1302200916.htm III.http://www.jcnet.com.br/editorias_noticias.php?codigo=149527&ano=2009 IV.http://www.youtube.com/watch?v=GPCN-GYO20U Material educativo da 29ª, 30º Bienal e da exposição Em nome do artista, 2011. Papel sulfite A 3 e A 4, papel vegetal, papel canson A3, carvão, tinta, pinceis, cola branca, cola bastão, aquarela, fita adesiva, barbantes coloridos, cordinhas de sizal, varetas de pipa, colas coloridas.
  7. 7. Oscar Niemeyer Oscar Niemeyer | 1997- 2012 “Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu País, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, nas nuvens do céu, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o Universo - o Universo curvo de Einstein.” Oscar Niemeyer
  8. 8. Jurandyr Bueno Filho Apaixonado por Bauru, nunca deixou de pensar em melhorias para o município. Mesmo após ganhar destaque internacional, o arquiteto continuava seus projetos para a melhoria da infraestrutura de Bauru e região. • Com visão de futuro, sonhava transformar a cidade e visualizar ações caritativas em prol da população mais necessitada. O projeto de desfavelamento era uma de suas metas no legislativo. • Dotado de elevada sensibilidade, seus olhos eram voltados para a beleza e a perfeição da obra divina. Desfrutava dos encantos da natureza, do frescor das manhãs, do milagre transformador das plantas, do realce das cores… • Suas inúmeras obras arquitetônicas revelam a sua exímia criatividade, estilo inovador, técnica diferenciada, primor na construção de ideias, organização de raciocínio lógico grande habilidade estrutural. Jurandyr Bueno Filho 1942- 2009
  9. 9. Apreciando e refletindo as obras As linhas, registros, contornos que ficam, que marcam, significados, lembranças... As curvas presentes nas obras, as curvas presentes em nossa cidade, Os contornos que marcam nosso cotidiano. Expressividade, a linha como ponto de partida, resgatando memórias, conduzindo novos pensamentos. Usando papel vegetal, carvão e algodão .
  10. 10. O “fazer”, apreciar, refletir e ...
  11. 11. Pouca individualidade, trabalhos a quatro mãos, ou seis? Nesse projeto houve pouco EU e muito nosso.
  12. 12. tristez a O sentir O medo O sonho
  13. 13. Patrimônio Cultural - Bauru Pesquisando Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Bauru o http://hotsite.bauru.sp.gov.br/codepac/
  14. 14. Valorizando a história
  15. 15. A árvore três décadas observando o desabrochar de tantos adolescentes... Um dia seu reinado chega ao fim...
  16. 16. A morte chegou para ela, deixando a Formiga preta e sua família sem teto... E? E! e, e ...
  17. 17. um ângulo um ponto uma saudade um momento um sentir uma textura um desejo uma necessidade um cheiro um prazer de eternizar o olhar...
  18. 18. Apenas uma folhagem que como nós cresce, aparece, comparece, enverdece, seca, brota, respira a energia de cada dia e sorri.
  19. 19. Raízes que crescem além do espaço limitado pelo concreto... Raízes que atropelam, criam atalhos, transforma-se em raízes ou dão forma a outras realidades.
  20. 20. A Aranha que tece sua teia na espera da presa distraída, que perdida em seu mundo de presa não se atenta a rede que a estrangula. No olhar do fotografo o poder de eternizar... O poder de tecer um outro olhar, uma outra matrix.
  21. 21. Cogumelo de pau ou orelha de pau Um registro sinistro muda a realidade O Feto, o aborto, o nascer, o sobreviver, a mão que empurra, a mão que protege, A violência, o amor, Qual é o seu olhar? Mayara, Carolina e Amanda
  22. 22. A árvore que fica na lembrança... a assemblage que surge de fragmentos das árvores que foram...
  23. 23. Raizes que dão formas a nova arvore, imaginaria? Raízes? Pé de dinossauro? Não pé de galinha...
  24. 24. Amoreira ... A disputa por seus frutos Boca roxa, Mão manchada... Lembranças ...
  25. 25. Descobrimos que nossas memórias referente ao espaço/escola estão ligados a natureza, ao espaço verde, ao pomar que cresceu junto com seus alunos, as árvores que amenizam o calor bauruense, na disputa para saborear os frutos, todos querem uma amora, pitanga, manga... Em outubro ficamos tristes, quatro árvores foram cortadas O concreto venceu, suas raízes não podem mais desenvolver. Assim como nossa turma, Essa se foi... O concreto venceu... Continua recebendo a todos Com sua sombra...
  26. 26. Nosso rizoma vai e vem como uma dança, voltamos a Árvore, ela virou nosso marco, nosso símbolo e o desejo de todos é deixar a marca na escola, é isso que queremos: ser lembrados, como a primeira turma que partiu mas deixou algo na lembrança de todos. Neste local usando o que restou da árvore, vamos inaugurar no dia 13 de dezembro um totem, marcando nossa presença e no dia 18 de dezembro finalizamos a nossa revista online O Sentido do Olhar, http://acidadequeenossacara.blogspot.com.br/.
  27. 27. As intervenções, interferências, nas imagens Serão postadas na Revista .
  28. 28. Imagens com intervenção
  29. 29. A união entre os amigos é a grande marca, 80% da turma seguem juntos desde o 6º ano, estudando na mesma escola, morando nas imediações da escola, 20% foram recebidos e inseridos no grupo, as diferenças culturais, não foram obstáculos mas razões para ampliar os horizontes e conhecer novas culturas.
  30. 30. CONSIDERAÇÕES FINAIS: No planejamento temos uma visão, um objetivo, quando estamos no desenvolvimento do projeto os caminhos nem sempre são os planejados, criamos atalhos, novas estruturas vão norteando os rumos, mas o melhor de tudo e perceber que nada termina aqui... Estamos apenas começando a construir um novo olhar sobre a cidade, a escola e o nosso EU... Agradecimentos a toda Equipe do Projeto “A cidade que é nossa cara”, aos parceiros do projeto e patrocinadores. Obrigada a Direção, Coordenação e Colegas Professores da E. E. Azarias Leite. Obrigada a todos que participaram do projeto e aos alunos do 3º ano B .

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