A questão escravista no brasil imperial
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A questão escravista no brasil imperial

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Apresentação do professor Humberto da EMEB Coronel Francisco Orlando - Orlândia - SP - Brasil - 9º Ano

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Transcript

  • 1. A QUESTÃO ESCRAVISTA NO BRASIL IMPERIAL
  • 2. O LONGO GOVERNO DE D.PEDRO II
  • 3. O GOVERNO DE D.PEDRO II FOI O MAIS LONGO DA HISTÓRIA DO BRASIL.( 1840-1889).
  • 4. SEU GOVERNO FOI DE UMA RELATIVA ESTABILIDADE, PROPORCIONADA PELO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO TRAZIDO PELAS VENDAS DE CAFÉ NO EXTERIOR.
  • 5. O CRESCIMENTO DA ECONOMIA BRASILEIRA DURANTE O SEGUNDO REINADO MANIFESTOU-SE NA CONSTRUÇÃO DAS PRIMEIRAS FERROVIAS, NO PAÍS, NA INSTALAÇÃO DE INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO, COMO TECIDOS DE ALGODÃO CONCENTRADAS NA BAHIA E MINAS GERAIS E NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
  • 6. A CRISE DE REGIME MONÁRQUICO INICIOU NA DÉCADA DE 1870 E SE INTENSIFICOU EM 1880.
  • 7. A QUESTÃO ESCRAVISTA
  • 8. O TRABALHO ESCRAVO ACOMPANHOU OS QUATRO SÉCULOS DE FORMAÇÃO ECONÔMICA POLÍTICA E SOCIAL DO BRASIL.
  • 9. A ESCRAVIZAÇÃO DOS AFRICANOS CONTRIBUIU PARA A FORMAÇÃO DE GRANDES FORTUNAS, TANTO NAS MÃOS DA ARISTOCRACIA RURAL BRASILEIRA QUANTO, E PRINCIPALEMTE NAS MÃOS DE TRAFICANTES DOS GOVERNOS EUROPEUS.
  • 10. A SUA EXTINÇÃO SÓ OCORREU NO FINAL DO SÉCULO XIX, QUANDO TODOS OS PAÍSES DA AMÉRICA JÁ HAVIAM SUBSTITUÍDO PELO TRABALHO LIVRE.
  • 11. A PROIBIÇÃO DO TRÁFICO NEGREIRO
  • 12. O PRIMEIRO GOLPE CONTRA A ESCRAVIDÃO OCORREU EM 1850, COM A PROIBIÇÃO DO TRÁFICO NEGREIRO, DECRETADA PELA LEI EUSÉBIO DE QUEIROZ.
  • 13. A PARTIR DO ANO SEGUINTE, INTENSIFICOU-SE A VENDA DE ESCRAVOS DO NORTE SUL E PRINCIPALMENTE DO NORDESTE PARA O RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO E MINAS GERAIS, AS PRINCIPAIS ÁREAS CAFEEIRAS EM EXPANSÃO.
  • 14. A PARTIR DA DÉCADA DE 1860, O MOVIMENTO PELA ABOLIÇÃO GANHOU FORÇA NO PAÍS.
  • 15. NO ENTANTO BOA PARTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA RESISTIA A IDEIA DA ABOLIÇÃO.
  • 16. ABOLIÇÃO TARDIA
  • 17. AS ELITES TEMIAM QUE A CAMPANHA ABOLICIONISTA GERASSE UMA REVOLTA GENERALIZADA DOS ESCRAVOS, COMO OCORREU NO HAITI, EM 1793.
  • 18. HAITI
  • 19. NESSA PEQUENA ILHA DO CARIBE, COLONIZADA PELA FRANÇA, ESCRAVOS LIBERTOS ORGANIZARAM UMA REBELIÃO QUE RESULTOU NA INDEPENDÊNCIA DA ILHA, NO FIM DA ESCRAVIDÃO E NA EXPULSÃO DA ELITE COLONIAL DO PODER,
  • 20. OS PROPRIETÁRIOS ALEGAVAM QUE O FIM DA ESCRAVIDÃO OS LEVARIA Á RUÍNA POIS PERDERIAM MUITO DINHEIRO JÁ INVESTIDO.
  • 21. A GRANDE INFLUÊNCIA DOS FAZENDEIROS NA CÂMARA , NO SENADO E NO GOVERNO MONÁRQUICO DECIDIU OS RUMOS DA ABOLIÇÃO NO BRASIL.
  • 22. ELA VIRIA BEM DEPOIS QUE EM OUTROS PAÍSES E SEM RISCOS PARA OS PRIVILÉGIOS DOS GRUPOS DOMINANTES.
  • 23. A LEGISLAÇÃO ABOLICIONISTA
  • 24. LEI RIO BRANCO ( LEI DO VENTE LIVRE), DE 1871.DECLARAVA LIVRE OS FILHOS DE MULHER ESCRAVA NASCIDO A PARTIR DAQUELA DATA.
  • 25. AS CRIANÇAS LIVRES FICARIAM COM SUAS MÃES ATE OS 8 ANOS DE IDADE.
  • 26. DEPOIS DISSO, OS SENHORES PODIAM OPTAR ENTRE RECEBER UMA INDENIZAÇÃO DO ESTADO OU FAZER COM QUE OS LIBERTOS TRABALHASSEM PARA ELES ATÉ COMPLETAREM 21 ANOS.
  • 27. O PROJETO FOI APROVADO PELA CÂMARA MESMO SEM O APOIO DA MAIOR PARTE DOS DEPUTADOS REPRESENTANTES DOS FAZENDEIROS DO SUDESTE
  • 28. LEI SARAIVA-COTEGIPE ( LEI SEXAGENÁRIOS) DE 1885.
  • 29. LIBERTAVA OS ESCRAVOS COM MAIS DE 60 ANOS E ESTABELECIA NORMAS PARA UMA ABOLIÇÃO GRADUAL MEDIANTE INDENIZAÇÃO.
  • 30. MESMO OS PROPRIETÁRIOS QUE, DE INÍCIO FICARAM CONTRA A LEI, DEPOIS DE APROVADA PERCEBERAM AS VANTAGENS QUE ELA LHES TRAZIA.
  • 31. ISSO PORQUE A EXPECTATIVA MÉDIA DE VIDA DE UM ESCRAVO NÃO CHEGAVA AOS 40 ANOS, E OS POUCOS QUE ATINGIAM OS 60 LÁ CHEGAVAM QUASE IMPRODUTIVOS, TORNANDO-SE UM “PESO” PARA OS SENHORES.
  • 32. AS DUAS LEIS MESMO TIMIDAS AJUDARAM A IMPULSIONAR A CAMPANHA ABOLICIONISTA NO BRASIL
  • 33. JOAQUIM NABUCO
  • 34. O PERNAMBUCANO JOAQUIM NABUCO (1849-1910) FOI UM DOS MAIS IMPORTANTES CRÍTICO DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL, PARA ELE A GRANDE RESPONSAVEL PELO ATRASO ECONÔMICO DO PAÍS .
  • 35. NABUCO DESTACOU COMO DEFENSOR MONARQUIA LIBERAL, PROJETO QUE CONTINUOU APOIANDO MESMO DEPOIS DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
  • 36. CRESCE A CAMPANHA ABOLICIONISTA
  • 37. POR VOLTA DE 1885 A CAMPANHA ABOLICIONISTA TORNOU-SE MAIS INTENSA.
  • 38. ASSOCIAÇÕES E CLUBES VOLTARAM-SE CONTRA A ESCRAVIDAO, FAZENDO PROPAGANDA ABERTA E LEVANTANDO FUNDOS PARA COMPRA DE CARTAS DE ALFORIAS.
  • 39. INTELECTUAIS, JORNALISTA, ADVOGADOS, PROFISSIONAIS LIBERAIS E MESMO FAZENDEIROS ADERIRAM Á CAUSA ABOLICIONISTA.
  • 40. NAS FAZENDAS DO INTERIOR PAULISTA ONDE AS EXPERIÊNCIA COM O TRABALHO LIVRE COMEÇARAM NA DÉCADA DE 1840, JÁ HAVIA MAIS IMIGRANTES NAS LAVOURAS DO QUE CATIVOS.
  • 41. DIANTE DESSA SITUAÇÃO EM 13 DE MAIO DE 1888 A PRINCESA ISABEL QUE SUBSTITUIA O PAI D.PEDRO II NO TRONO, ASSINOU A LEI AUREA, ABOLINDO A ESCRAVIDÃO NO BRASIL.
  • 42. LEI AUREA
  • 43. OS ESCRAVOS DEPOIS DA ABOLIÇÃO
  • 44. A DIREÇÃO QUE OS EX ESCRAVOS TOMARAM DEPOIS DA ABOLIÇÃO VARIOU DEPENDENDO DAS CONDIÇÕES DE CADA REGIAO.
  • 45. GRANDE PARTE CONTINUOU TRABALHANDO PARA SE SENHORES NUMA SITUAÇÃO DE DEPENDÊNCIA SEMELHANTE DA ÉPOCA DE ESCRAVIDÃO, EM ESPECIAL NO NORDESTE
  • 46. NO VALE DO PARAÍBA, MUITOS LIBERTOS ESTABELECERAM REGIME DE PARCERIA COM SEUS ANTIGOS DONOS, TORNANDO-SE PEQUENOS SITIANTES, OU AINDA TOCADORES DE GADO.
  • 47. AS CIDADES DE SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO RECEBERAM GRANDE NÚMERO DE ESCRAVOS LIBERTOS QUE PARA LÁ SE DIRIGIRAM EM BUSCA DE TRABALHO.
  • 48. NO RIO DE JANEIRO ONDE A PRESENÇA DO IMIGRANTE ERA MENOR, OS EX-ESCRAVOS TIVERAM MAIS CHANCES DE SE EMPREGAR NAS INDÚSTRIAS.
  • 49. UM GOLPE NA MONARQUIA
  • 50. A ABOLIÇÃO NÃO PROVOCOU O COLAPSO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA, COMO ALARDEARAM MUITOS CAFEICULTORES.
  • 51. MAS FAZENDEIROS DE CAFÉ DO VALE DO PARAÍBA SENTIRAM-SE TRAÍDOS PELO GOVERNO, QUE ACABOU COM A ESCRAVIDÃO SEM UM PROGRAMA DE INDENIZAÇÃO DOS EX PROPRIETÁRIOS.
  • 52. OS FAZENDEIROS DO OESTE PAULISTA QUE JÁ VINHA, EMPREGANDO IMIGRANTES EUROPEUS NAS LAVOURAS NUNCA TIVERAM LAÇOS FORTE COM A MONARQUIA.
  • 53. PARA ELE O FIM DA MONARQUIA SERIA A OPORTUNIDADE DE ASSUMIR O COMANDO DA POLÍTICA BRASILEIRA
  • 54. SEM APOIO DOS PROPRIETÁRIOS DE ESCRAVOS TRADICIONAIS, A MONARQUIA PERDEU UMA IMPORTANTE FORÇA DE SUSTENTAÇÃO POLÍTICA.