3.2 producao demudasporviaassexuada

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3.2 producao demudasporviaassexuada

  1. 1. Produção de Sementes e Mudas Florestais Produção de mudas por via assexuada
  2. 2. Reprodução assexuada  Multiplicação de plantas a partir de tecidos somáticos (diploídes ou poliplóides)  É baseada na totipotência
  3. 3. Tipos de reprodução somática  Quanto ao tamanho do propágulo  Macropropagação  Micropropagação  Quanto ao nº de espécimes  Monoclonal  Multiclonal
  4. 4. Macropropagação monoclonal  Obtida através de ramo, broto, folha ou raiz  Estaquia – o orgão é destacado antes de se formar a nova planta  Mergulhia – o órgão é destacado após a formação da nova planta
  5. 5. Estaquia  4 fases: I. produção de brotos II. preparação da estaca e do meio de crescimento III. enraizamento IV. aclimatação das mudas
  6. 6. Estaquia  Fatores limitantes:  Potencial de emissão de brotos  Potencial de enraizamento
  7. 7. Fatores que afetam a brotação  Espécie  Região  Época de corte  Dimensões da planta mãe
  8. 8. Espécie x brotação  Folhosas – emitem brotos com facilidade  Coníferas – raramente emitem brotos
  9. 9. Dimensão da planta x brotação  Tamanho ótimo varia com a espécie e local  Capacidade de emitir brotos aumenta com a dimensão da planta até certo ponto, depois decresce
  10. 10. Região x brotação  A emissão de brotos em uma mesma espécie é influenciada por:  Latitude  Temperatura  Umidade  Tipo e fertilidade do solo
  11. 11. Época de corte x brotação  Plantas cortadas no inverno emitem mais brotos  Plantas cortadas no final do inverno podem ter a brotação destruída pela geada  As cepas de plantas cortadas no fim do inverno têm vida mais curta
  12. 12. Fatores que afetam o enraizamento  Fatores Internos :  Espécie  Planta-mãe  Explante  Estado fisiológico  Hidratos de C e N  Hormônios e fitorreguladores  Água  Envelhecimento  Fatores ambientais :  Umidade  Temperatura  Luminosidade  Meio de crescimento  Sanidade  pH  CO2
  13. 13. Indução do enraizamento  Tratamentos mecânicos:  Descascamento  Incisão  Torção  Impermeabilização  Tratamentos fisiológicos:  Rejuvenescimento  Estiolamento  Adição de hormônios e fitorreguladores
  14. 14. Tipos de estacas  Estaca simples  Estaca-talão  Estaca-cruzeta  Estaca-tanchão  Estaca grande  Estaca-gema  Estaca-fascículo  Rebentos  Estaca-raiz
  15. 15. Estacas mais comuns
  16. 16. Tipos de mergulhia  Simples  Invertida  Contínua  De cepa  Alporquia (mergulhia aérea)
  17. 17. Indução do enraizamento na mergulhia  Desfolhamento do ramo  Anelamento, incisão ou torção
  18. 18. Propagação monoclonal comercial  É denominada de clonagem  Usada em larga escala com Eucalyptus  Deve-se evitar a redução excessiva da base genética (mínimo de 30 clones por ano)  Deve-se manter programa permanente de introdução de novos clones (10% ao ano)  Testar os clones novos contra doenças graves  Clones mais pesados devem ser plantados mais próximos da indústria
  19. 19. Fases da clonagem comercial  Seleção clonal;  Produção de brotos;  Preparação de estacas;  Preparação de recipientes e substrato;  Preparação do indutor de enraizamento e plantio;  Enraizamento em casa de vegetação;  Aclimatação das mudas;  Expedição de mudas;  Armazenamento de materiais e ferramentas.
  20. 20. Mini-jardim Clonal Calhão com cepas
  21. 21. Preparação das estacas
  22. 22. Casa de vegetação (enraizamento)
  23. 23. Seleção clonal de Eucalyptus  Ausência de doenças;  Ausência de pragas;  Resistência a déficit hídrico;  Altos incremento e produção final;  Fuste reto, sem bifurcações;  Galhos finos e ângulo de inserção próximo de 90º;  Desrama natural intensa nos dois terços inferiores;  Copa alongada e folhagem densa;  Resistência aos ventos fortes;  Uniformidade entre plantas.
  24. 24. Macropropagação multiclonal  É denominada de enxertia  É a união de parte de duas plantas para formar uma terceira completa
  25. 25. Objetivos da enxertia  Maior vigor e produtividade  Resistência às enfermidades e pragas  Modificação do porte das plantas  Restauração de indivíduos já em produção  Criação de variedades  Floração e frutificação precoces  Maior produção e qualidade de frutos e sementes
  26. 26. Enxertia na área florestal  Formação de pomares de produção de sementes melhoradas  Pesquisa e melhoramento genético
  27. 27. Cavalo e cavaleiro  É desejável do cavaleiro uma boa copa e boa frutificação, além de sementes e frutos de alta qualidade  Do cavalo deseja-se alta produtividade, rusticidade e adaptação ambiental  Do conjunto espera-se precocidade associada às qualidades do cavalo e cavaleiro
  28. 28. Fatores que afetam a enxertia  Compatibilidade entre as plantas  Contato e Afinidade  Época  Processo de enxertia  Sanidade  Condições climáticas  Estado fisiológico adequado  Idade e tamanho dos porta-enxertos  Solo
  29. 29. Tipos de enxertia  Encostia  Garfagem  Sobre-enxertia  Borbulhia
  30. 30. Tipos de enxertia
  31. 31. Micropropagação  É a metodologia de propagação vegetativa em que se usa um meio de cultura suplementado com fitorreguladores, um agente geleificante, ambiente asséptico e condições adequadas de luz e temperatura, para promover a multiplicação somática a partir de pequenos pedaços de tecidos de plantas.
  32. 32. Métodos de cultura de tecidos  Cultura meristemática  Microenxertia  Cultura de embriões  Cultura de calos  Suspensão celular  Polinização e fertilização in vitro  Cultura de ovários  Cultura de protoplastos  Embriogênese somática
  33. 33. Usos da cultura de tecidos  Reprodução de plantas – produção de mudas  Recuperação de plantas isentas de vírus  Conservação de recursos genéticos  Obtenção de mutantes in vitro  Produção de haplóides e duplo-haplóides  Produção de plantas transgênicas.
  34. 34. Micropropagação de Medicago truncatula

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