HIV Informações gerais <ul><li>Estimativa de infectados pelo HIV (2006)*:  630.000 </li></ul><ul><li>Casos acumulados (até...
Municípios com pelo menos um caso de aids.  Brasil, 1990 a 2008 1990-1995 2001-2008 1996-2000 Fonte: MS/SVS/D-DST/AIDS *Ca...
Proporção de casos de aids por faixa etária. Brasil, 2008* Fonte: MS/SVS/D-DST/AIDS *Casos notificados no SINAN e registra...
<ul><li>Epidemia de aids em jovens de 13 a 29 anos </li></ul>
<ul><li>Casos acumulados de aids ( até 06/ 2008)  </li></ul><ul><ul><li>13 a 19 anos: 11.079 </li></ul></ul><ul><ul><li>20...
Casos de aids (número e percentual) em indivíduos de 13 a 29  anos por região do país. Brasil, 2008*. Brasil: 148.690 caso...
<ul><li>Tendência da epidemia de aids em jovens de 13 a 19 anos </li></ul>
Razão de sexo (M:F) dos casos de aids em indivíduos de  13 a 19 anos, segundo ano de diagnóstico. Brasil, 1984 a 2007* FON...
Percentual de casos de aids em homens de 13 a 19 anos, segundo categoria de exposição.  Brasil, 1997 a 2007* FONTE: MS/SVS...
<ul><li>Dificuldade no acesso a informação e a formação; </li></ul><ul><li>Dificuldade no acesso à insumos de prevenção e ...
Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) <ul><li>Política Pública Intersetorial – Promoção de Direitos! </li></ul><ul><li>Respo...
Saúde e Prevenção nas Escolas - SPE <ul><li>Objetivos: </li></ul><ul><li>Contribuir para a promoção dos direitos sexuais e...
Estrat é gias: <ul><li>Sensibilizar gestores/as de educa ç ão e de sa ú de para implanta ç ão do SPE; </li></ul><ul><li>Es...
Gestão do SPE <ul><li>Descentralizada, por meio da constituição de grupos de trabalho e/ou grupos gestores intersetorais, ...
Fluxograma operacional do SPE Saúde e Prevenção nas Escolas MS e MEC Grupo de Trabalho Federal Parceiros UNICEF – UNFPA - ...
Saúde e Prevenção nas Escolas Responsabilidade do Grupo de Trabalho Federal (GTF) <ul><li>Coordenar o Projeto SPE no âmbit...
Saúde e Prevenção nas Escolas Responsabilidade do Grupo Gestor Estadual (GGE) <ul><li>Coordenar o Projeto SPE no âmbito do...
Saúde e Prevenção nas Escolas Responsabilidade do Grupo Gestor Municipal (GGM) <ul><li>Realizar análise situacional; </li>...
A constituição de grupos de trabalho intersetoriais <ul><li>A decisão deve ser conjunta entre os gestores da saúde e da ed...
A constituição de grupos de trabalho intersetoriais <ul><li>Importante envolver grupos de jovens, organizações que trabalh...
Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada  <ul><li>Sou gestor(a) da educação. Como posso d...
Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada  <ul><li>As unidades de saúde e as escolas podem...
Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada  <ul><li>Queixa frequente - falta de comprometim...
Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada  <ul><li>Mesmo sem a participação efetiva  do se...
A concretização do SPE no território  <ul><li>Educação </li></ul><ul><li>Avançar na perspectiva da inclusão das temáticas ...
A concretização do SPE no território  <ul><li>Saúde </li></ul><ul><li>Adolescentes e jovens têm direito à atenção integral...
Concretizando a ação intersetorial  <ul><li>É fundamental partilhar princípios éticos, conceituais e metodológicos. </li><...
Difícil, mas possível!  <ul><li>“ Para avançar é preciso ter ousadia para inventar novas formas de planejar, executar e av...
“ Um passo à frente e você não está no mesmo lugar!” (Chico Science)
<ul><li>Nara Vieira </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>(61) 3306-7092 </li></ul><ul><li>Ministério da Saú...
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  • De acordo com a OMS, epidemia concentrada (como a do Brasil) é caracterizada por prevalencia da infecção pelo HIV superior a 5% em um ou mais grupos vulneraveis (por exemplo HSH, UDI, PS) e inferior a 1% na população em geral (gestantes). Epidemia generalizada caracteriza-se por prevalencia da infecção pelo HIV em gestantes entre 1 a 15%. (Disponivel em: Practical Guidelines for Intensifying HIV Prevention towards universal access. http://data.unaids.org/pub/Manual/2007/jc1274-towardsuniversalaccess_en.pdf) De acordo com a OMS, epidemia concentrada é caracterizada por prevalencia da infecção pelo HIV superior a 5% em um ou mais grupos vulneraveis (por exemplo HSH, UDI, PS) e inferior a 1% na população em geral (gestantes). Epidemia generalizada caracteriza-se por prevalencia da infecção pelo HIV em gestantes entre 1 a 15%. (Disponivel em: Practical Guidelines for Intensifying HIV Prevention towards universal access. http://data.unaids.org/pub/Manual/2007/jc1274-towardsuniversalaccess_en.pdf)
  • 13 a 29: cerca de 30% do total de casos
  • - Dos 506.499 casos de aids diagnosticados no país até junho de 2008, 148.690 correspondem aos casos em jovens de 13 a 29 anos (cerca de 30% do total de casos)
  • Na faixa etaria de 13 a 19 anos, houve inversao na razao de sexo (M:F) em 1998 - 0,8 ou melhor, para cada 8 homens havia 10 mulheres infectadas pelo HIV. Em 1985, no inicio da epidemia, essa razao era de 14 homens para cada mulher. Atualmente (2007), essa razao é de 0,7 ou 7 homens para cada 10 mulheres infectadas pelo HIV
  • Acho que podemos excluir este slide.
  • - Salto para o futuro: atingiu aproximadamente 250 mil professores e mais de 9 milhões de alunos do ensino fundamental e médio - Projeto Escolas: iniciou as ações apoiando projetos em 16 UF de maior importância para a epidemia entre 1994 e 1999. Entre 1999 e 2000 o projeto expande as estratégias para as 27 UF. - O Projeto Escolas atuou na formação presencial, formando aproximadamente 8.500 professores e orientadores pedagógicos. - Crescendo de bem com a vida 80.000 livros enviados. - Crescendo de bem com a vida 2120000 gibis enviados.
  • - Salto para o futuro: atingiu aproximadamente 250 mil professores e mais de 9 milhões de alunos do ensino fundamental e médio - Projeto Escolas: iniciou as ações apoiando projetos em 16 UF de maior importância para a epidemia entre 1994 e 1999. Entre 1999 e 2000 o projeto expande as estratégias para as 27 UF. - O Projeto Escolas atuou na formação presencial, formando aproximadamente 8.500 professores e orientadores pedagógicos. - Crescendo de bem com a vida 80.000 livros enviados. - Crescendo de bem com a vida 2120000 gibis enviados.
  • - Salto para o futuro: atingiu aproximadamente 250 mil professores e mais de 9 milhões de alunos do ensino fundamental e médio - Projeto Escolas: iniciou as ações apoiando projetos em 16 UF de maior importância para a epidemia entre 1994 e 1999. Entre 1999 e 2000 o projeto expande as estratégias para as 27 UF. - O Projeto Escolas atuou na formação presencial, formando aproximadamente 8.500 professores e orientadores pedagógicos. - Crescendo de bem com a vida 80.000 livros enviados. - Crescendo de bem com a vida 2120000 gibis enviados.
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    1. 2. HIV Informações gerais <ul><li>Estimativa de infectados pelo HIV (2006)*: 630.000 </li></ul><ul><li>Casos acumulados (até 06/2009): 544.846 casos </li></ul><ul><li>Calcula-se que 255 mil pessoas não sabem se tem o vírus porque nunca fizerem o teste. </li></ul>FONTE: MS/SVS/D-DST/AIDS * Sujeito a alterações. ** Estudo Sentinela Parturientes, 2006
    2. 3. Municípios com pelo menos um caso de aids. Brasil, 1990 a 2008 1990-1995 2001-2008 1996-2000 Fonte: MS/SVS/D-DST/AIDS *Casos notificados no SINAN e registrados no SISCEL/SICLOM até 30/06/2008 e no SIM de 2000 a 2007. Dados preliminares para os últimos 5 anos
    3. 4. Proporção de casos de aids por faixa etária. Brasil, 2008* Fonte: MS/SVS/D-DST/AIDS *Casos notificados no SINAN e registrados no SISCEL/SICLOM até 30/06/2008 e no SIM de 2000 a 2007. Dados preliminares para os últimos 5 anos **NOTA: 0,1% de ignorados em relação à faixa etária
    4. 5. <ul><li>Epidemia de aids em jovens de 13 a 29 anos </li></ul>
    5. 6. <ul><li>Casos acumulados de aids ( até 06/ 2008) </li></ul><ul><ul><li>13 a 19 anos: 11.079 </li></ul></ul><ul><ul><li>20 a 24 anos: 47.403 </li></ul></ul><ul><ul><li>25 a 29 anos: 90.208 </li></ul></ul><ul><ul><li>Taxa de incidência de aids (2006) </li></ul></ul><ul><ul><li>13 a 19 anos: 2,2/100.000 hab. </li></ul></ul><ul><ul><li>20 a 24 anos: 12,8/100.000 hab. </li></ul></ul><ul><ul><li>25 a 29 anos: 31,2/100.000 hab. </li></ul></ul><ul><ul><li>Média de casos novos </li></ul></ul><ul><ul><li>diagnosticados por ano (2003 a 2007) </li></ul></ul><ul><ul><li>13 a 19 anos: 675 </li></ul></ul><ul><ul><li>20 a 24 anos: 2.844 </li></ul></ul><ul><ul><li>25 a 29 anos: 5.504 </li></ul></ul>Aids em jovens Informações gerais FONTE: MS/SVS/D-DST/AIDS *Casos notificados no SINAN, registrados no SISCEL/SICLOM até 30/06/2008 e SIM de 2000 a 2007. Dados preliminares para os últimos 5 anos.
    6. 7. Casos de aids (número e percentual) em indivíduos de 13 a 29 anos por região do país. Brasil, 2008*. Brasil: 148.690 casos em jovens de 13 a 29 anos Fonte: MS/SVS/D-DST/AIDS *Casos notificados no SINAN e registrados no SISCEL/SICLOM até 30/06/2008 e no SIM de 2000 a 2007. Dados preliminares para os últimos 5 anos 6.138 4,1% 17.210 11,6% 9.103 6,1% 87.827 59,0% 28.412 19,1%
    7. 8. <ul><li>Tendência da epidemia de aids em jovens de 13 a 19 anos </li></ul>
    8. 9. Razão de sexo (M:F) dos casos de aids em indivíduos de 13 a 19 anos, segundo ano de diagnóstico. Brasil, 1984 a 2007* FONTE: MS/SVS/D-DST/AIDS *Casos notificados no SINAN, registrados no SISCEL/SICLOM até 30/06/2008 e SIM de 2000 a 2007. Dados preliminares para os últimos 5 anos.
    9. 10. Percentual de casos de aids em homens de 13 a 19 anos, segundo categoria de exposição. Brasil, 1997 a 2007* FONTE: MS/SVS/D-DST/AIDS *Casos notificados no SINAN até 30/06/2008 Dados preliminares para os últimos 5 anos
    10. 11. <ul><li>Dificuldade no acesso a informação e a formação; </li></ul><ul><li>Dificuldade no acesso à insumos de prevenção e aos serviços de saúde; </li></ul><ul><li>Pouco reconhecimento de direitos sexuais e reprodutivos de adolescentes e jovens; </li></ul><ul><li>Estigmas e preconceitos (de gênero, identidade de gênero, raça/etnia, orientação sexual, geração, viver com HIV/Aids, entre outros); </li></ul><ul><li>Pouco diálogo com as famílias, especialmente, sobre sexualidade; </li></ul><ul><li>Baixa freqüência de adolescentes e jovens nos serviços de saúde. </li></ul>Vulnerabilidade de jovens à infecção por HIV/aids:
    11. 12. Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) <ul><li>Política Pública Intersetorial – Promoção de Direitos! </li></ul><ul><li>Resposta aos desafios de enfrentamento da epidemia de HIV/aids </li></ul><ul><li>Gestão Descentralizada </li></ul><ul><li>Articulação entre as três esferas do Governo </li></ul><ul><li>Participação </li></ul>
    12. 13. Saúde e Prevenção nas Escolas - SPE <ul><li>Objetivos: </li></ul><ul><li>Contribuir para a promoção dos direitos sexuais e direitos reprodutivos de adolescentes e jovens; </li></ul><ul><li>Contribuir para o enfrentamento da epidemia de HIV/Aids entre adolescentes e jovens escolares; </li></ul><ul><li>Desenvolver ações articuladas no âmbito das escolas e das unidades básicas de saúde; </li></ul><ul><li>Apoiar as diferentes iniciativas que trabalham com promo ç ão da sa ú de e preven ç ão nas escolas; </li></ul><ul><li>Envolver toda a comunidade escolar na promoção de ações em saúde sexual e saúde reprodutiva. </li></ul>
    13. 14. Estrat é gias: <ul><li>Sensibilizar gestores/as de educa ç ão e de sa ú de para implanta ç ão do SPE; </li></ul><ul><li>Estimular a implanta ç ão de uma pol í tica de promo ç ão da sa ú de e de educa ç ão preventiva nos sistemas de ensino de todo o pa í s de forma articulada com o Sistema Ú nico de Sa ú de (SUS); </li></ul><ul><li>Estimular o debate e a reflexão sobre questões relativas a sexualidade, sa ú de sexual e sa ú de reprodutiva, direitos humanos, diversidade sexual, rela ç ões de gênero e cidadania; </li></ul><ul><li>Ampliar as a ç ões de preven ç ão das DST/Aids na educa ç ão b á sica. </li></ul>Sa ú de e Preven ç ão nas Escolas
    14. 15. Gestão do SPE <ul><li>Descentralizada, por meio da constituição de grupos de trabalho e/ou grupos gestores intersetorais, nas três esferas de governo. </li></ul><ul><li>Grupo Federal; </li></ul><ul><li>Grupos Estaduais; </li></ul><ul><li>Grupos Municipais. </li></ul>
    15. 16. Fluxograma operacional do SPE Saúde e Prevenção nas Escolas MS e MEC Grupo de Trabalho Federal Parceiros UNICEF – UNFPA - UNESCO Municípios Grupo Gestor Municipal Plano de Trabalho Grupo Gestor Estadual Estados
    16. 17. Saúde e Prevenção nas Escolas Responsabilidade do Grupo de Trabalho Federal (GTF) <ul><li>Coordenar o Projeto SPE no âmbito nacional; </li></ul><ul><li>Apoiar a constituição dos grupos gestores estaduais; </li></ul><ul><li>Favorecer a articulação entre gestores da educação e da saúde; </li></ul><ul><li>Assegurar a consolidação dos eixos de formação nas temáticas prioritárias para implantação do Projeto; </li></ul><ul><li>Formular indicadores para subsidiar o monitoramento e avaliação; </li></ul><ul><li>Produzir, reproduzir, referenciar e distribuir materiais; </li></ul><ul><li>Realizar monitoramento e avaliação articulado com as demais esferas; </li></ul><ul><li>Promover articulações em rede. </li></ul>
    17. 18. Saúde e Prevenção nas Escolas Responsabilidade do Grupo Gestor Estadual (GGE) <ul><li>Coordenar o Projeto SPE no âmbito do estado, promovendo o fomento à adesão dos municípios e realizando o acompanhamento da implantação do projeto; </li></ul><ul><li>Apoiar a constituição dos grupos gestores municipais ; </li></ul><ul><li>Viabilizar a continuidade das ações de formação para subsidiar as equipes escolares e de saúde no desenvolvimento das ações; </li></ul><ul><li>Produzir, reproduzir, referenciar e distribuir materiais do SPE, em articulação com a esfera federal e as esferas municipais; </li></ul><ul><li>Participar no desenvolvimento de estratégias de supervisão, monitoramento e avaliação. </li></ul>
    18. 19. Saúde e Prevenção nas Escolas Responsabilidade do Grupo Gestor Municipal (GGM) <ul><li>Realizar análise situacional; </li></ul><ul><li>Elaborar Plano de Ação; </li></ul><ul><li>Promover a formação continuada; </li></ul><ul><li>Implementar as ações do SPE nas escolas em articulação com os serviços de saúde (mobilizar); </li></ul><ul><li>Realizar eventos de troca de experiência; </li></ul><ul><li>Avaliar e monitorar de forma sistemática o Projeto. </li></ul>
    19. 20. A constituição de grupos de trabalho intersetoriais <ul><li>A decisão deve ser conjunta entre os gestores da saúde e da educação! A iniciativa pode partir da saúde, da educação, de grupos de juvenis... </li></ul><ul><li>A composição dos grupos devem respeitar as características específicas de cada estado ou município. </li></ul><ul><li>As características regionais podem exigir criatividade e reorganização da dinâmica de trabalho dos setores envolvidos. (ex. escolas estaduais x municípios) </li></ul><ul><li>Importante institucionalizar o grupo para legitimidade e sustentabilidade! (Ex. Decreto, Portaria) </li></ul>
    20. 21. A constituição de grupos de trabalho intersetoriais <ul><li>Importante envolver grupos de jovens, organizações que trabalham com jovens, outros setores (Secretaria da Juventude, Cultura, Ação Social) </li></ul><ul><li>Os Sistemas de Saúde e Educação tem dinâmicas distintas – levar em consideração as responsabilidades de cada setor e respeitar à autonomia federativa. </li></ul><ul><li>Instâncias de gestão e participação instituídas nos dois setores – importante para divulgar, aprovar, debater e negociar ações e projetos, inclusive alocação de recursos. </li></ul>
    21. 22. Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada <ul><li>Sou gestor(a) da educação. Como posso desenvolver o SPE se os(a) gestores(as) responsáveis pela saúde no meu município não se envolvem efetivamente com a proposta? </li></ul><ul><li>Sou gestor(a) da saúde. Como posso desenvolver o SPE se os(as) gestores(as) responsáveis pelas escolas do meu município não se envolvem efetivamente com a proposta? </li></ul>
    22. 23. Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada <ul><li>As unidades de saúde e as escolas podem implantar ações do SPE independente do apoio das Secretarias de Educação e de Saúde do Estado ou do Município? </li></ul><ul><li>No meu estado ou município já existe um projeto de promoção da saúde sexual e reprodutiva nas escolas. Devo substituí-lo pelo SPE? </li></ul><ul><li>Quais são os recursos necessários para executar as ações do SPE ? </li></ul>
    23. 24. Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada <ul><li>Queixa frequente - falta de comprometimento do outro setor. </li></ul><ul><li>O projeto tem uma natureza intersetorial, essa dificuldade tende a inviabilizar o alcance dos seus objetivos. </li></ul><ul><li>Responsabilidades específicas no projeto para os dois setores. </li></ul><ul><li>Mesmo sem a participação efetiva dos dois setores é possível ir avançando. É claro que a perspectiva deve ser sempre a de conquistar o envolvimento dos dois setores! </li></ul>
    24. 25. Dúvidas frequentes na implementação do SPE – Desafios da Gestão Integrada <ul><li>Mesmo sem a participação efetiva do setor saúde, é possível apoiar as escolas para: </li></ul><ul><ul><li>Inclusão das temáticas do SPE no currículo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Apoiar os(as) educadores(as) para que atuem na prevenção das DST/aids, na promoção da eqüidade de gênero e no enfrentamento a todas as formas de discriminação e violência. </li></ul></ul><ul><li>O setor saúde também tem responsabilidades específicas. É possível avançar! </li></ul><ul><ul><li>- Criar as condições para que os serviços de saúde aprimorem a atenção à saúde sexual e à saúde reprodutiva dos(as) adolescentes e jovens e para que os/as profissionais de saúde ampliem a capacidade de acolher essa população. </li></ul></ul>
    25. 26. A concretização do SPE no território <ul><li>Educação </li></ul><ul><li>Avançar na perspectiva da inclusão das temáticas do SPE no projeto político-pedagógico de cada unidade escolar. Do ponto de vista da gestão, isso requer: </li></ul><ul><li>Assegurar a formação continuada de educadores e educadoras e a existência de espaços em que possam refletir sobre sua prática profissional; </li></ul><ul><li>Criar espaços de reflexão, formação e debate em que os educadores e as educadoras possam posicionar-se em relação às questões relativas à sexualidade que emergem no cotidiano escolar; </li></ul><ul><li>Incentivar o planejamento de ações locais que transformem as práticas a partir das reflexões realizadas; </li></ul><ul><li>Produzir e disponibilizar materiais de apoio para as escolas; </li></ul><ul><li>Apoiar e, assegurar a participação de representantes do setor educação. </li></ul>
    26. 27. A concretização do SPE no território <ul><li>Saúde </li></ul><ul><li>Adolescentes e jovens têm direito à atenção integral à saúde no SUS! Em termos de gestão setorial, isso implica o enfrentamento de alguns desafios, dentre eles: </li></ul><ul><li>Apoiar as equipes multiprofissionais de modo que os serviços de saúde possam acolher as demandas de adolescentes e jovens. </li></ul><ul><li>Garantir a presença dos insumos necessários nos serviços de saúde e diminuir os entraves burocráticos que dificultam o acesso de adolescentes e jovens ao preservativo; </li></ul><ul><li>Produzir e disponibilizar, nos serviços de saúde, materiais educativos e informativos para profissionais e usuários/as; </li></ul><ul><li>Constituir espaços de reunião de equipe e de formação nos quais os/as profissionais possam refletir sobre a própria prática no que concerne ao acolhimento e à atenção integral e equânime à saúde de adolescentes. </li></ul><ul><li>Apoiar e assegurar a participação de representantes do setor saúde. </li></ul>
    27. 28. Concretizando a ação intersetorial <ul><li>É fundamental partilhar princípios éticos, conceituais e metodológicos. </li></ul><ul><li>Refletir criticamente sobre os objetivos éticos, superar onipotência e respeitar a autonomia de adolescentes e jovens na definição dos seus projetos de vida. </li></ul><ul><li>Adotar uma perspectiva integral para explicação dos problemas – incorporar saberes produzidos nas diferentes áreas. </li></ul><ul><li>Exercício de superar disputas de poder, espaços e vaidades. </li></ul><ul><li>É necessário planejar, executar e avaliar as políticas e ações com o olhar para a população (e não para “dentro” de cada setor). </li></ul>
    28. 29. Difícil, mas possível! <ul><li>“ Para avançar é preciso ter ousadia para inventar novas formas de planejar, executar e avaliar as ações, valorizando as contribuições e responsabilidades dos diferentes setores e colocando o foco nas pessoas e grupos para os quais as políticas e ações são destinadas” (Valadão, 2004) </li></ul>
    29. 30. “ Um passo à frente e você não está no mesmo lugar!” (Chico Science)
    30. 31. <ul><li>Nara Vieira </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>(61) 3306-7092 </li></ul><ul><li>Ministério da Saúde </li></ul><ul><li>Secretaria de Vigilância em Saúde </li></ul><ul><li>Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais </li></ul><ul><li>Unidade de Prevenção </li></ul>

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