Deriva Continental vs Tectónica de Placas....

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Deriva Continental vs Tectónica de Placas....

  1. 1. DERIVA CONTINENTAL<br />vs <br />TECTÓNICA DE PLACAS<br />
  2. 2. TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL<br />Wegener propôs:<br />Os continentes actuais formaram-se a partir da divisão de um supercontinente (Pangea), ou seja propôs a mobilidade do continentes.<br />
  3. 3. TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL<br />Teoria da Deriva Continental de Wegener (1912) <br />• “Todos os continentes, em tempos antigos, estiveram juntos, formando uma única massa terrestre – Pangeia – rodeada de um único oceano – Pantalassa. A Pangeia a partir do final da Era Paleozóica (˜200Ma) ter-se-á fragmentado em vários blocos, que migraram até atingirem as posições<br />actuais.”<br />Argumentos<br />MORFOLÓGICOS E GEOLÓGICOS<br />PALEOCLIMÁTICOS<br />PALEONTOLÓGICOS<br /><ul><li> Encaixe quase perfeito dos continentes;
  4. 4. As rochas deformadas na África do Sul são idênticas às existentes em Buenos Aires (Argentina)
  5. 5. Existência de fósseis animais e vegetais semelhantes em zonas separadas por vários Km e extensos oceanos.
  6. 6. Ocorrência de climas idênticos em vários continentes, nos mesmos períodos geológicos.</li></li></ul><li>·   Em 1950 reacendeu-se o interesse pela Deriva Continental<br />- Exploração do fundos oceânicos<br />- Magnetismo da Terra  <br />a crista médio-oceânica e a banda magnética há, aproximadamente, 5 milhões de anos; <br />há, aproximadamente, 2 a 3 milhões de anos; <br />actualmente. <br />http://www.u.arizona.edu/mstrauss/extrac/oceanic%20rift.jpg.<br />TECTÓNICA DE PLACAS<br />
  7. 7. Modelo do relevo do fundo oceânico, ao longo de uma crista médio-oceânica<br />TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />Morfologia dos fundos oceânicos:<br />Plataforma continental: zona levemente inclinada que se estende até aos 200 m de profundidade.<br />Talude continental: zona de declive acentuado que se estende até aos 4000m<br />Planície abissal: zona plana de grande extensão, situado no fundo do oceano. Podem surgir depressões que apresentam grande profundidade (>11000 m) designadas por fossas abissais.<br />Dorsal média-oceânica: formadas por cadeias montanhosas, separadas por uma depressão – rifte (1800-2000m).<br />
  8. 8. Qual a idade do fundo oceânico?<br />Junto da dorsal, as rochas são muito novas;<br />Tornam-se progressivamente mais velhas quando afastadas da dorsal<br />Como pode a nova crosta oceânica ser adicionada, continuamente, ao longo das cristas oceânicas sem aumentar o tamanho da Terra? <br />
  9. 9. TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />·   A superfície terrestre => doze placas litosféricas (tectónicas ) (grande bloco rígido de rocha sólida)<br />·  As placas movem-se lentamente => alguns centímetros por ano<br />O tamanho das placas pode variar muito entre algumas centenas a milhares de quilómetros<br />
  10. 10. TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />Esta pergunta intrigou, particularmente, Harry H. Hess e Robert S. Dietz. Hess formulou o raciocínio seguinte: se a crosta oceânica se expandia ao longo das cristas oceânicas, ela tinha de ser "consumida" noutros lugares da terra. <br />Deste modo, sugeriu que a nova crosta oceânica se afastava de forma contínua das dorsais, segundo um movimento de transporte do tipo "correia". <br />Milhões de anos mais tarde, a crosta oceânica desce, eventualmente, nas fossas oceânicas, onde seria "consumida". <br />De acordo com Hess, enquanto o Oceano Atlântico estava a expandir-se o Oceano Pacífico estava a contrair-se. Assim, as ideias de Hess, davam uma explicação clara para o facto da Terra não aumentar de tamanho.<br />
  11. 11. TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />Existem três tipos de limites de placa:<br />Limites divergentes- onde a nova crosta é gerada, enquanto as placas são "empurradas" afastando-se.Ex. crista oceânica Médio-Atlântica- velocidade de expansão aproximadamente 2,5 cm/ano. <br /> <br />Limites convergentes- onde a crosta é destruída, enquanto uma placa "mergulha" sob outra.A convergência pode ocorrer entre uma placa oceânica e uma continental, entre duas placas oceânicas, ou entre duas placas continentais.<br />Limites transformantes- onde a crosta nem está a ser produzida nem a ser destruída. As placas deslizam horizontalmente uma em relação à outra..<br />Ex. Falha de Santo André (SanAndreas) na Califórnia e a falha Alpina na Nova Zelândia..<br />
  12. 12. TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />
  13. 13. TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />Modelo esquemático da representação dos limites das placas, bem como dos principais aspectos determinantes da tectónica das placas. <br />
  14. 14. TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />Mapa representativo das placas litosféricas. As setas negras indicam o movimento relativo das placas. <br />
  15. 15. TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS<br />·   O magma da astenosfera, situado sob a litosfera, ascende à superfície através do rifte das dorsais (1)<br />·  Ao atingir a superfície do leito oceânico, arrefece e empurra as placas de cada lado da dorsal, em sentidos opostos, em direcção às margens dos continentes (2).<br /><ul><li> À medida que o novo fundo do oceano se produz, o maisantigo, o mais próximo das margens dos continentes, mergulha e fundena zona de encontro entre a crosta oceânica e a crosta continental – zona de subducção ou fossa abissal (3).
  16. 16. O materialrochosofundido volta a ascender (4).
  17. 17. Este movimento ocorre continuamente e é conhecido por correntes de convecção (1, 2, 3 e 4). </li></li></ul><li>DEFORMAÇÕES DA LITOSFERA<br />
  18. 18. DEFORMAÇÕES DA LITOSFERA - DOBRAS<br />Dobras – são deformações visíveis à “vista desarmada”, irreversíveis e permanentes, que resultam de forças do tipo compressivo.<br />Tipos de dobras:<br />
  19. 19. DEFORMAÇÕES DA LITOSFERA - FALHAS<br />Falhas – são deformações causadas por forças que ultrapassam o limite de plasticidade das rochas, por isso, estas fracturam-se.<br />Tipos de falhas:<br />Resulta de forças compressivas<br />Resulta de forças opostas<br />Resulta de forças distensiva<br />
  20. 20. CONSEQUÊNCIAS DA MOBILIDADE DA LITOSFERA<br />O movimento das placas possibilitou a evolução dos seres vivos, ao longo da história da Terra.<br />

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