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sumário<br />Nota prévia<br />Perspectiva do momento<br />Requisitos a considerar<br />A Web 2.0 / Social<br />As redes co...
“Não podemos resolver problemas, utilizando o mesmo tipo de pensamento e práticas com que foram criados”<br />Albert Einst...
O mundo em que vivemos<br />
Fazer futuro e a palavra “esperança”<br />
O mundo está mudado<br />Mais digital<br />Mais competitivo<br />mas também:<br />Menos previsível<br />Com mais gente que...
Paradigmas e a progressão do tempo<br />
Atitudes versus Intenções<br />
Ainda é …”business as usual”?<br />
Do analógico para o digital<br />aprender...<br />no analógico, memorizar para aprender<br />no digital, esquecer para apr...
indivíduo / grupo / sociedade<br />
É preciso inovar<br />INOVAÇÃO<br />Temos de ser criativos<br />CRIATIVIDADE<br />
O mercado enquanto percurso<br />
Aprendemos todos os dias, de todas as formas<br />Sempre mais para fazer, do que o que se pode<br />Mais solicitações do q...
Excesso de informação<br />Sobrecarga cognitiva<br />Refrear a curiosidade natural<br />Conter a dispersão<br />Lidar com ...
Mundo colorido, rápido e divertido<br />
Sustentabilidade<br />
(nova?) soberania(da informação?)<br />capacidade de gerar de forma continuada activos de criatividade por meios próprios ...
Das redes tecnológicas…<br />
…passando pelas redes de conteúdos…<br />
…às redes de pessoas<br />
Requisito essencial<br />Serdigital<br />
Ser interactivo<br />
Ser participativo<br />
Ser colaborativo<br />
…e, claro, ser (hiper)activo<br />
Sistemas abertos / fechados?<br />Social Networking - The Good, The Bad and the Ugly: http://wiki.nus.edu.sg/display/Socia...
Desafios e equilíbrios<br />Segurança<br />Privacidade<br />Produtividade<br />Gestão<br />de Tempo<br />da Informação<br ...
caminhos…? <br />
Mais que as versões, as divisões…<br />O que está em causa é a exploração do conceito de relação no digital<br />
A rede (I) promessas da Sociedade da Informação<br />Promessas da Sociedade da Informação<br />Partilha de informação (e d...
A rede (II)Relação e relacionamento<br />Elementos essenciais, realizadoscom recurso a computadores e redes (digital)<br /...
A rede (III)Fenómenos de transferência<br />As relações por simpatia…<br />Altera as relações de poder<br />Redistribui e ...
A rede (IV)Continuidade e mudança<br />Fomenta uma evolução contínua, mantendo a mudança como constante<br />Diversidade<b...
A rede (V)Efeito de propagação<br />Proporciona oportunidades para:<br />Alterar a proximidade/distância e influência mútu...
A rede (VI)Sistemas abertos e autónomos<br />Exige para equilíbrio e inclusão:<br />Sistemas distribuídos, que possuam cap...
www.serendipidade.com/2008/12/<br />A condição humana<br />Celso Alvarez Cíccamo, 2004<br />
O que não muda com as redes…<br />
Desafios e oportunidades<br />Estudar REDESé central para compreender as dinâmicas e as soluções para os problemas actuais...
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2004-2011: 7 anos de Web 2.0
Das promessas tecnológicas aos desafios sociais
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia | lmbg@ufp.edu.pt

Palestra do âmbito da U.C. Ferramentas Web 2.0
ISVouga – Instituto Superior Entre Douro e Vouga
Vila da Feira, 14 de Março de 2011

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  1. 1. 2004-2011: 7 anos de Web 2.0Das promessas tecnológicas aos desafios sociaisLuis Borges Gouveia@lbgouveia | lmbg@ufp.edu.pt<br />Palestra do âmbito da U.C. Ferramentas Web 2.0<br />ISVouga – Instituto Superior Entre Douro e Vouga<br />Vila da Feira, 14 de Março de 2011<br />
  2. 2. sumário<br />Nota prévia<br />Perspectiva do momento<br />Requisitos a considerar<br />A Web 2.0 / Social<br />As redes como caminho<br />2004-2011: 7 anos de Web 2.0: Das promessas tecnológicas aos desafios sociaisOs avanços associados com computadores e redes permitiram repensar muitas das práticas associadas com os processos de publicação, apresentação e distribuição de informação. A Web 2.0 veio permitir maiores graus de participação, colaboração e interacção no digital e com um muito menor custo. <br />A prática crescente do recurso a tecnologias e ferramentas associadas com a Web 2.0 veio permitir formas emergentes de participação pública e viabilizou novos modelos de negócio e de organização de pessoas e grupos sobre os quais importa reflectir.<br />
  3. 3. “Não podemos resolver problemas, utilizando o mesmo tipo de pensamento e práticas com que foram criados”<br />Albert Einstein (1879 – 1955)<br />
  4. 4. O mundo em que vivemos<br />
  5. 5. Fazer futuro e a palavra “esperança”<br />
  6. 6. O mundo está mudado<br />Mais digital<br />Mais competitivo<br />mas também:<br />Menos previsível<br />Com mais gente que conta<br />Com mais necessidade de errar e menos tempo para o fazer<br />
  7. 7. Paradigmas e a progressão do tempo<br />
  8. 8. Atitudes versus Intenções<br />
  9. 9. Ainda é …”business as usual”?<br />
  10. 10. Do analógico para o digital<br />aprender...<br />no analógico, memorizar para aprender<br />no digital, esquecer para aprender<br />trabalhar...<br />no analógico, tomar tempo para trabalhar<br />no digital, trabalhar sem tomar o tempo<br />
  11. 11. indivíduo / grupo / sociedade<br />
  12. 12. É preciso inovar<br />INOVAÇÃO<br />Temos de ser criativos<br />CRIATIVIDADE<br />
  13. 13.
  14. 14. O mercado enquanto percurso<br />
  15. 15. Aprendemos todos os dias, de todas as formas<br />Sempre mais para fazer, do que o que se pode<br />Mais solicitações do que tempo disponível<br />Maior carga cognitiva do que a nossa resistência permite<br />
  16. 16. Excesso de informação<br />Sobrecarga cognitiva<br />Refrear a curiosidade natural<br />Conter a dispersão<br />Lidar com a nossa criatividade<br />Agir, inovar, experimentar, difundir, agir…<br />
  17. 17. Mundo colorido, rápido e divertido<br />
  18. 18. Sustentabilidade<br />
  19. 19. (nova?) soberania(da informação?)<br />capacidade de gerar de forma continuada activos de criatividade por meios próprios e de controle directo<br />Pessoas<br />Ambiente<br />Infra-estruturas<br />Serviços <br />Território (centralidade…)<br />capacidade de atracção<br />base para projecção global<br />
  20. 20. Das redes tecnológicas…<br />
  21. 21. …passando pelas redes de conteúdos…<br />
  22. 22. …às redes de pessoas<br />
  23. 23. Requisito essencial<br />Serdigital<br />
  24. 24. Ser interactivo<br />
  25. 25. Ser participativo<br />
  26. 26. Ser colaborativo<br />
  27. 27. …e, claro, ser (hiper)activo<br />
  28. 28. Sistemas abertos / fechados?<br />Social Networking - The Good, The Bad and the Ugly: http://wiki.nus.edu.sg/display/SocialNet<br />
  29. 29. Desafios e equilíbrios<br />Segurança<br />Privacidade<br />Produtividade<br />Gestão<br />de Tempo<br />da Informação<br />do Esforço <br />… e analógico?<br />Família<br />Desporto<br />Cuidar do corpo<br />… da mente<br />
  30. 30. caminhos…? <br />
  31. 31.
  32. 32.
  33. 33.
  34. 34.
  35. 35.
  36. 36.
  37. 37. Mais que as versões, as divisões…<br />O que está em causa é a exploração do conceito de relação no digital<br />
  38. 38. A rede (I) promessas da Sociedade da Informação<br />Promessas da Sociedade da Informação<br />Partilha de informação (e do conhecimento)<br />Novas relações tempo-espaço(concorrentes num mesmo sítio)<br />Móvel, imediato, ubiquo, universal<br />
  39. 39. A rede (II)Relação e relacionamento<br />Elementos essenciais, realizadoscom recurso a computadores e redes (digital)<br />Apesar de tudo, um fenómeno social:BarryWellman, Manuel Castells, …<br />+rápido, +depressa, +longe, +sítios,+gente<br />
  40. 40. A rede (III)Fenómenos de transferência<br />As relações por simpatia…<br />Altera as relações de poder<br />Redistribui e redefine custos de <br />Transporte<br />Comunicação<br />deslocação <br />Influi na identidade<br />
  41. 41. A rede (IV)Continuidade e mudança<br />Fomenta uma evolução contínua, mantendo a mudança como constante<br />Diversidade<br />Mudança permanente<br />Acolhe inovação e criatividade<br />
  42. 42. A rede (V)Efeito de propagação<br />Proporciona oportunidades para:<br />Alterar a proximidade/distância e influência mútua<br />Modelar a atracção e reconfiguração de espaços e fronteiras<br />Permite esferas de influência mais dinâmicas, com modelos mais complexos<br />
  43. 43. A rede (VI)Sistemas abertos e autónomos<br />Exige para equilíbrio e inclusão:<br />Sistemas distribuídos, que possuam capacidades de auto-regulação<br />Factores de escala, em resultado da interacção;quanto mais interacção, maior densidade<br />
  44. 44. www.serendipidade.com/2008/12/<br />A condição humana<br />Celso Alvarez Cíccamo, 2004<br />
  45. 45. O que não muda com as redes…<br />
  46. 46. Desafios e oportunidades<br />Estudar REDESé central para compreender as dinâmicas e as soluções para os problemas actuais<br />Novas propostas precisam-se!<br />
  47. 47. Nota Biográfica Luis Borges Gouveia<br />homepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbg<br />blogue: http://lmbg.blogspot.com<br />email: lmbg@ufp.edu.pt<br />twitter: @lbgouveia<br />facebook: http://www.facebook.com/lbgouveia<br />slideshare: http://www.slideshare.net/lmbg<br />Professor Associado com Agregação na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa. Possui Agregação em Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro (2010). É Doutorado em Ciências da Computação pela LancasterUniversity (UK – 2002) e Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP, 1995. É docente desde 1988 e autor de 10 livros e de cerca de 3 centenas de publicações de natureza científica em conferências, nas suas áreas de especialidade: o e-learning e o e-government. Os seus interesses de I&D incluem as relações entre o espaço físico e o digital, o território e a aplicação de TICs no processo de ensino e aprendizagem – numa perspectiva de redes. <br />

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