Uma reflexão crítica sobre
 a Web Social e o seu uso
    no ensino superior
             Luis Borges Gouveia
        @lbgo...
Plano da sessão
• objectivo principal
  partilha de experiência e sensibilização para o recurso à mediação
  de meios digi...
Da Web 2.0 ao desafio de integrar
    a aprendizagem informal
              Luis Borges Gouveia
         @lbgouveia | lmbg...
sumário
•   Novos Territórios
•   Pessoas e conhecimento
•   O digital e impacte
•   Redes e a escola
•   Soberania digita...
Novos territórios
O aparecimento dos “Millennials”
Luís Simões, aluno de Doutoramento (UFP)

    Howe and Strauss (2000)

...
Eras – ciclos históricos
     High         Era entre a crise e o despertar
   (1945-1960)



 Awakening        Jovens adul...
Arquitétipos geracionais
                       Ciclo de vida:
  Artistas             Crisis -> High -> Awakening -> Unrav...
STEP (or “TURNING”):           FIRST        SECOND             THIRD           FOURTH
  Repeating since 16th        (“High...
Os Millennials
  1. Especiais     Desde o início dos anos 80, existiu uma grande preocupação sobre as
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Sociedade da Informação
Uma sociedade que
 predominantemente utiliza o
 recurso às tecnologias da
 informação e comunicaçã...
Sociedade da Informação
Uso intensivo de tecnologias de
   informação e comunicação




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Sociedade da Informação
Uso intensivo de tecnologias de   infra-estruturas
   informação e comunicação       & acesso


  ...
O mundo em que vivemos (Gouveia, 2008)

  Queda do        Ataque às        Crise     Crise económica
 muro de Berlin Torre...
Globalização

                            Expande o território
                            Aumenta a fronteira


         ...
Globalização



Comprime o território
Elimina a fronteira
                          território



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Globalização



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                                  Reforça a fronte...
O uso da língua versus globalização
Perfil de utilização…
Digital: “ O rolo compressor ”
Do analógico para o digital
• aprender...
   – no analógico, memorizar para aprender
   – no digital, esquecer para aprend...
No digital
• Crescente mediação de computadores e redes no
  relacionamento humano
• Desmaterialização de actividades e pr...
•   Mesmo tempo & mesmo espaço: Nós!
•   Mesmo tempo & diferente espaço: Ali!
•   Diferente tempo & diferente espaço: Eles...
Ok… mas… o que separa estes…
Destes?
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• Agora somos todos iguais (Gilles Lipovetsky, 2003)
  – Mais gente no mundo que pode fazer a mudança
  – Mais espaço, mas...
• O digital já se afirmou, esta connosco a toda a
  hora, em todo lugar (e no meio de nós)
  – Teologia do digital
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Novos estudantes, sistemas antigos
                                     Espaços de aprendizagem tradicionais

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Novos estudantes sistemas novos
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              - Preferem o informal
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Ambientes tradicionais de aprendizagem
Espaços sociais de aprendizagem
Ambientes de aprendizagem colaborativa
Espaço de aprendizagem
• O espaço de aprendizagem está sob avaliação e redefinição

• Um espaço de aprendizagem é muito ma...
Espaços de aprendizagem (EA)
              princípios orientadores
• Um EA deve suportar uma variedade de estilos de apren...
Resultados obtidos (Pedro Silva)

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A rede (I)
• Promessas da sociedade da informação
   – Partilha de informação (e do conhecimento)
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A rede (II)
• Fenómenos de transferência
   – Altera as relações de poder
   – Redistribui e redefine custos de
     deslo...
A rede (III)
• Efeito de propagação
   – Altera a proximidade/distância e influência mútua
   – Atracção e reconfiguração ...
Como falar a linguagem?
Connectivism (conectivismo)
        (Siemens e Downes, 2004)




O produto não é o conhecimento, é o aluno
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Exemplo: obter o que se pretende
• 1º passo:
  maximizar e operacionalizar as fontes próprias
  – a melhor aposta actualme...
Exemplo: obter o que se pretende
• 2º passo:
  Filtrar a informação de um modo implacável
  – Se a informação não for nece...
Exemplo: obter o que se pretende
• 3º passo:
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    guardar porque o ...
Social Constructivism VYGOTSKY (1978)




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colega que possui um mai...
Exemplo: o uso de comunidades de
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Eras da Web social
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Comentários finais
• Pensar o lado procura
• Focar na interacção
• Desenvolver novas
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A mudança da oferta para a procura
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  indivíduo;
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Depois de intervalo...
• Operacionalizar e criar situações…



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Ferramentas e estratégias de
    utilização da Internet/Web
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         @lbgouveia | lmbg@u...
sumário
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•   Web 2.0, x.y e *.*
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Nota prévia
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A evolução não é a sobrevivência
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mais fraco. A evolução não é justa;
não é previsível; nem...
Estorinha… (homepage, 1996)
Estorinha… (homepage, 1998)
Estorinha… (homepage, 1999)
Estorinha… (homepage, 2000)
Estorinha… (homepage, 2002)
Estorinha… (homepage, 2003)
Estorinha… (homepage, 2009)
Estorinha…
Estorinha…
Estorinha…
Estorinha…
Estorinha…
Estorinha…
Estorinha…
Estorinha…




Como relacionar?
Como agregar?
Como manter?
O que manter?
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Quem paga?
O que paga?
Como paga?
Tim O’Reilley e a Web 2.0

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Web 2.0, x.y e *.*
• O mundo está mudado
  – Mais digital
  – Mais competitivo
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  – Menos previsível
  – Com mais gente que cont...
Web social (uma reacção no presente)
• Novas fronteiras!
• Novos desafios:
  –   Gerir informação
  –   Privacidade
  –   ...
• Aprendemos todos os dias, de todas as formas
  – Sempre mais para fazer, do que o que se pode
  – Mais solicitações do q...
Forças de coesão
• Proximidade
• Escala humana
• Confiança
A importância do indivíduo
• A(s) rede(s) aumentam o valor do indivíduo

• O Indivíduo aumenta valor da(s) rede(s)
Vários modelos mentais concorrentes…




                             From damano.typepad.com
FAZER MAIS +
COM MENOS –
(“informação ou se usa ou se perde...”)
  Explore e partilhe!
From LocalGoogleGuru
Integrar para poder usar…
Excesso de informação

  – Sobrecarga cognitiva
  – Refrear a curiosidade
    natural
  – Conter a dispersão
  – Lidar com...
• O que há de novo? (começar por repensar o velho…):
  – Gerir as tarefas
  – Gerir o tempo
  – Estimular e promover a cri...
• Da competência
  clássica ao novo
  – Do racional aos
    afectos e à
    emoção
    (retorno?)
  – Da preocupação
    c...
Gouveia, L. (2009). O Conceito de Rede no Digital face aos Media Sociais. XI
Forum «Communiquer et Entreprendre». 26/27 No...
exemplos…

                 ferramentas
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Integrar e viabilizar a operação


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Integrar e viabilizar a operação


                        desafios




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                        ...
Exemplos (complexidade…)




        http://www.websocialarchitecture.com/community/2008/06/a-conceptual-ma.html
O clássico… (caso das homepages)




                         http://homepage.ufp.pt/~lmbg
Plataformas de e-learning




                        http://elearning.ufp.pt
Blogues pessoais (ou outros… )




                          http://lmbg.blogspot.com
Repositórios de conteúdos…




                      http://www.slideshare.net/lmbg
O acessso livre (o caso do RCAAP)




                             http://www.rcaap.pt
Audio e vídeo…




      http://www.youtube.com/user/lbgouveia
Microbloging (o caso do Twitter)




                                   http://twitter.com/lbgouveia
http://geekandpoke.typepad.com/
Ferramentas de integração (o caso do Tweetdeck)




                                                  http://www.tweetdeck...
Redes sociais (o caso do Facebook)




                                     http://www.facebook.com/lbgouveia
Redes sociais próprias/comunidades (o caso do NING)




                                                      http://procu...
http://grou.ps/procuro
http://www.go2web20.net/
Media sociais e aprendizagem
      (tipos de aprendizagem – C4LPT)
• IOL - Intra-Organisational Learning - how social medi...
Media sociais e aprendizagem
      (tipos de aprendizagem – C4LPT)
• IOL - Intra-Organisational Learning - how social medi...
Media sociais e aprendizagem
      (tipos de aprendizagem – C4LPT)
• IOL - Intra-Organisational Learning - how social medi...
Media sociais e aprendizagem
      (tipos de aprendizagem – C4LPT)
• IOL - Intra-Organisational Learning - how social medi...
Media sociais e aprendizagem
      (tipos de aprendizagem – C4LPT)
• IOL - Intra-Organisational Learning - how social medi...
Scott's Workblog, 2006
http://www.connectivism.ca, 2009
Notas finais…
• O que é construído e o que é reutilizável…
• Reduzir (?),reutilizar e recuperar: reciclar conteúdos é
  po...
Para continuar…

       @lbgouveia

    lmbg@ufp.edu.pt

Skype: luis.borges.gouveia
Nota Biográfica
 Luis Borges Gouveia
homepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbg
blogue: http://lmbg.blogspot.com
email: lmbg@u...
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Luis Borges Gouveia
@lbgouveia| lmbg@ufp.edu.pt
LEA -Workshop sobre meios não convencionais de
comunicação com estudantes Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
sala I-105, 7 de Julho de 2010

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Uma reflexão crítica sobre a Web Social e o seu uso no ensino superior

  1. 1. Uma reflexão crítica sobre a Web Social e o seu uso no ensino superior Luis Borges Gouveia @lbgouveia | lmbg@ufp.edu.pt LEA - Workshop sobre meios não convencionais de comunicação com estudantes Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto sala I-105, 7 de Julho de 2010
  2. 2. Plano da sessão • objectivo principal partilha de experiência e sensibilização para o recurso à mediação de meios digitais na Web no suporte ao ensino e aprendizagem Apresentação inicial (1h30) Da Web 2.0 ao desafio de integrar a aprendizagem informal Debate e sessão de partilha associada Intervalo para café... Demo interactiva (1h30) Ferramentas e estratégias de utilização da Internet/Web (como eu fiz em alguns casos versus desafios e práticas alternativas)
  3. 3. Da Web 2.0 ao desafio de integrar a aprendizagem informal Luis Borges Gouveia @lbgouveia | lmbg@ufp.edu.pt LEA - Workshop sobre meios não convencionais de comunicação com estudantes Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto sala I-105, 7 de Julho de 2010
  4. 4. sumário • Novos Territórios • Pessoas e conhecimento • O digital e impacte • Redes e a escola • Soberania digital Desafios da Gestão da Informação e a questão da soberania no digital: da escola, do professor e onde o aluno fica em tudo isto... A utilização de meios digitais no contexto de uma realidade onde o conhecimento útil e de proximidade é prevalecente, lança desafios ao ensino superior. A capacidade de lidar com estas (novas?) solicitações no digital obriga a enfrentar como gerir a informação ao nível institucional, do professor, do aluno e levanta questão de soberania interessantes.
  5. 5. Novos territórios O aparecimento dos “Millennials” Luís Simões, aluno de Doutoramento (UFP) Howe and Strauss (2000) Strauss and Howe (1991)
  6. 6. Eras – ciclos históricos High Era entre a crise e o despertar (1945-1960) Awakening Jovens adultos focados em aspectos filosóficos (1960-1980) Orientação segundo aspectos éticos e morais Unravelling Tempo de mudança de paradigma 1980-present (Tempo de maturidade da Geração X e da sua entrada no mercado de trabalho) Crisis Era de realinhamento social e de turbulência now-2020
  7. 7. Arquitétipos geracionais Ciclo de vida: Artistas Crisis -> High -> Awakening -> Unravelling Geração silenciosa (nascidos 1925-1942) Psicologia: Decisores deficientes / conflito interno / orientados pela emoção Ciclo de vida: Profetas High -> Awakening -> Unravelling -> Crisis Boomers (nascidos 1946-1964) Psicologia: Alta moral / orientados aos valores / disponíveis para o auto-sacrifício Ciclo de vida: Nomadas Awakening -> Unravelling -> Crisis ->High Geração X (nascidos 1965-1980) Psicologia: Cínicos sobre as instituições / individualistas / aventureiros Ciclo de vida: Heróis Unravelling -> Crisis ->High -> Awakening Millennials (nascidos 1980-2000) Psicologia: Grande confiança nas instituições / convencionais / orientados à equipa
  8. 8. STEP (or “TURNING”): FIRST SECOND THIRD FOURTH Repeating since 16th (“High”) (“Awakening”) (“Unraveling”) (“Crisis”) Century (1945-1960) (1960-1980) (1980-present) (NOW!) Families: Strong Weakening Weak Strengthening Child nurture: Loosening Underprotective Tightening Overprotective Gap between gender roles: Maximum Narrowing Minimum Widening Ideals: Settled Discovered Debated Championed Institutions: Reinforced Attacked Eroded Founded Culture: Innocent Passionate Cynical Practical Social structure: Unified Splintering Diversified Gravitating World view: Simple Complicating Complex Simplifying Social priority: Maximum Rising Maximum Rising community individualism individualism community Social motivator: Shame Conscience Guilt Honor Sense of greatest need: Do what Fix Do what Fix works inner world feels right outer world Vision of future: Brightening Euphoric Darkening Urgent Howe and Strauss (2000)
  9. 9. Os Millennials 1. Especiais Desde o início dos anos 80, existiu uma grande preocupação sobre as questões da juventude Os media focam as questões relacionadas com as gerações mais novas Os Millennials apercebem-se da preocupação global com eles 2.Protegidos Primeira geração do sinais “bébé a bordo” e bancos especiais nos carros 3.Confiantes Os Millennials acreditam que podem ser melhores que os seus pais 4. Orientados à Os Millennials demonstram um forte comportamento orientado ao equipa grupo Muito disponíveis para participar em actividades de grupo 5. Convencionais Esta é uma geração que tende para se conformar com os valores dos seus pais 6. Pressionados Possuem uma vida quase que totalmente programada (tempos de jogo, desporto, lições de música, resposta a imensos email, sms e outras solicitações) 7. Realizadores Desde muito cedo na escola, possuem pensamentos sérios sobre formação, empregos e salários
  10. 10. Sociedade da Informação Uma sociedade que predominantemente utiliza o recurso às tecnologias da informação e comunicação para a troca de informação em formato digital e que suporta a interacção entre indivíduos com recurso a práticas e métodos em construção permanente (Gouveia e Gaio, 2004)
  11. 11. Sociedade da Informação Uso intensivo de tecnologias de informação e comunicação Uso crescente do digital Organização em rede
  12. 12. Sociedade da Informação Uso intensivo de tecnologias de infra-estruturas informação e comunicação & acesso processos Uso crescente do digital & formação de comando & controlo Organização em rede para partilha & regulação
  13. 13. O mundo em que vivemos (Gouveia, 2008) Queda do Ataque às Crise Crise económica muro de Berlin Torres Gémeas financeira e social Nov, 1989 Set, 2001 Set, 2008 (?)Set, 2009/11 ? fronteiras segurança qualidade economia físicas e defesa de vida
  14. 14. Globalização Expande o território Aumenta a fronteira território Desenvolvimento Sociedade da sustentável Informação
  15. 15. Globalização Comprime o território Elimina a fronteira território Desenvolvimento Sociedade da sustentável Informação
  16. 16. Globalização Valoriza o território Reforça a fronteira território Desenvolvimento Sociedade da sustentável Informação
  17. 17. O uso da língua versus globalização
  18. 18. Perfil de utilização…
  19. 19. Digital: “ O rolo compressor ”
  20. 20. Do analógico para o digital • aprender... – no analógico, memorizar para aprender – no digital, esquecer para aprender • trabalhar... – no analógico, tomar tempo para trabalhar – no digital, trabalhar sem tomar o tempo
  21. 21. No digital • Crescente mediação de computadores e redes no relacionamento humano • Desmaterialização de actividades e processos associados • Transformação da actividade humana – O tempo com diferentes ciclos – Virtualização e transformação do conceito de tempo e espaço (exemplo: o sítio na Web…) – (implica) espaço (físico) com diferentes significados
  22. 22. • Mesmo tempo & mesmo espaço: Nós! • Mesmo tempo & diferente espaço: Ali! • Diferente tempo & diferente espaço: Eles! • Diferente tempo & mesmo espaço: Local! Noção de LOCAL físico
  23. 23. Ok… mas… o que separa estes…
  24. 24. Destes?
  25. 25. JÁ REFERIDO…
  26. 26. • Agora somos todos iguais (Gilles Lipovetsky, 2003) – Mais gente no mundo que pode fazer a mudança – Mais espaço, mas menos tempo para o fazer – Mais digital e mais competitivo – Menos previsível e com mais gente que conta – Mais necessidade de errar e menos tempo para o fazer – Carta de uma ética mínima – Assumir uma crítica mais equalitária
  27. 27. • O digital já se afirmou, esta connosco a toda a hora, em todo lugar (e no meio de nós) – Teologia do digital – e os computadores deixaram de ser importantes… o que fazemos com eles é que é!
  28. 28. Novos estudantes, sistemas antigos Espaços de aprendizagem tradicionais Exemplo… Os estudantes das nossas Universidades estão a mudar mais rapidamente que as Universidades. Estes necessitam de mais actividade e mais interacção, algo que é ainda deficitário nos sistemas actuais de ensino. A sala de aula tradicional, já não satisfaz as necessidades e expectativas dos estudantes Uma abordagem pedagógica do tipo eu O digital e o espaço físico falo ou demonstro e vocês observam e ouvem, não faz sentido para as novas Pedro Silva, aluno de Doutoramento gerações de estudantes (UFP)
  29. 29. Novos estudantes sistemas novos “Geração net” - Preferem o informal - Pequenos grupos de discussão - Com presença de tecnologia - Aprendizagem baseada no diálogo - …e em ambientes de trabalho colaborativo O espaço deve ser pensado de forma a suportar o ensino como sendo uma actividade social – LOCAL adaptado.
  30. 30. Ambientes tradicionais de aprendizagem
  31. 31. Espaços sociais de aprendizagem
  32. 32. Ambientes de aprendizagem colaborativa
  33. 33. Espaço de aprendizagem • O espaço de aprendizagem está sob avaliação e redefinição • Um espaço de aprendizagem é muito mais que uma slaa de aula. Pode ser qualquer local onde seja possível o processo de aprendizagem: casa, espaços de passsagem, salas de congressos, cafés, etc. … e também as salas de aula! • Os espaços são por eles próprios agentes de mudança; se se modificar o espaço de aula, modifica-se o tipo de aprendizagem • Entender os espaços de uma escola é um factor importante para entender como estes funcionam e se articulam – deve afectar o modo como o espaço envolvente é planeado (“é preciso uma aldeia para educar uma criança…” Hillary Clinton)
  34. 34. Espaços de aprendizagem (EA) princípios orientadores • Um EA deve suportar uma variedade de estilos de aprendizagem. • Em diferentes tempos, deve a aprendizagem ser social, mas também realizada como actividade independente. • Um EA deve ser versátil e atractivo. • O espaço deve ser mantido (cuidado) e possuir os aparatos tecnológicos adequados. • Os recursos dever ser alocados aos EA e utilizados de modo eficaz. • Devem ser consideradas diferentes necessidade de ensino, tecnologias e outros aspectos que requerem espaços especializados. • … • Um espaço livre permite também a sua reconfiguração e a experiência de novas propostas!
  35. 35. Resultados obtidos (Pedro Silva) Espaço Físico (cat 1) Espaço Colaborativo (cat 2) Espaço Social (cat 3) Espaço Virtual (cat 4) • Ensino a distância • E-learning Percepções (transversal às categorias…) Encontradas • O que mais agrada • O que memos agrada - 4 Categorias principais • O que gostaria de ver mudado - 2 Subcategorias • O que pensa da utilização do espaço
  36. 36. A rede (I) • Promessas da sociedade da informação – Partilha de informação (e do conhecimento) – Novas relações tempo-espaço concorrentes num mesmo local – Móvel, imediato, ubiquo, universal • A relação e o relacionamento são elementos essenciais, realizados com recurso a computadores e redes (de telecomunicações) – Apesar de tudo, um fenómeno social: Barry Wellman, Manuel Castells, …
  37. 37. A rede (II) • Fenómenos de transferência – Altera as relações de poder – Redistribui e redefine custos de deslocação entre nós da rede • Fomenta uma evolução contínua, mantendo a mudança como constante – Diversidade – Mudança permanente – Acolhe inovação e criatividade
  38. 38. A rede (III) • Efeito de propagação – Altera a proximidade/distância e influência mútua – Atracção e reconfiguração de espaços e fronteiras – Esferas de influência mais dinâmicas, com modelos mais complexos • Favorece sistemas abertos e autónomos – Sistema distribuído, com capacidade de auto-regulação – Escala resultado da interacção; quanto mais interacção, maior densidade
  39. 39. Como falar a linguagem?
  40. 40. Connectivism (conectivismo) (Siemens e Downes, 2004) O produto não é o conhecimento, é o aluno Não é que não haja nada para aprender, mas é tão complexo e relativo, que necessita de ser navegado… (reflexão por vivência)
  41. 41. Exemplo: obter o que se pretende • 1º passo: maximizar e operacionalizar as fontes próprias – a melhor aposta actualmente é o uso de agregadores do tipo RSS – exemplo de uma ferramenta de agregação de RSS: google reader http://www.google.com/reader
  42. 42. Exemplo: obter o que se pretende • 2º passo: Filtrar a informação de um modo implacável – Se a informação não for necessária, o melhor é eliminar! – A informação estará disponível algures, quando for necessária… – Quando muito gerir as referências onde esta se encontra, utilizando um gestor de bookmarks, como o Diigo (http://www.diigo.com)
  43. 43. Exemplo: obter o que se pretende • 3º passo: Converter a informação – não se limitar a descobrir e guardar porque o mais certo é que não será lembrada a forma de a recuperar mais tarde! Em vez disso, registar numa linguagem de descrição que converta a informação disponível em informação própria – se não se justificar o gasto de alguns minutos de tempo para a resumir, o mais provável é que não se justifique que se guarde a informação
  44. 44. Social Constructivism VYGOTSKY (1978) Quem aprende beneficia do suporte do professor ou de um colega que possui um maior nível de desenvolvimento
  45. 45. Exemplo: o uso de comunidades de prática (exemplos…) • http://www.agarrados.com • http://interactic.ning.com/ • http://www.prof2000.pt • http://www.universia.pt/
  46. 46. Eras da Web social (segundo a Forrester)
  47. 47. Comentários finais • Pensar o lado procura • Focar na interacção • Desenvolver novas competências de rede • Concentrar esforços no digital • Orientar para: – a partilha do conhecimento – o conhecimento com valor social – Distribuir e envolver quem aprende
  48. 48. A mudança da oferta para a procura & a organização em rede • Pensar no colectivo e não no indivíduo; • O que não existe em digital, não existe de todo; • Desafios: – Como organizar uma memória digital que accione o conhecimento? – Como filtrar (avaliar e seleccionar)? – Como gerir o tempo? – Onde e quando trabalhar? – O que aprender (e, já agora, o que ensinar)?
  49. 49. Depois de intervalo... • Operacionalizar e criar situações… Gestão do Gestão da Conhecimento Informação ACESSO à informação
  50. 50. Escala e conflito… (empatia e emoção) experiência contexto conteúdo
  51. 51. Ferramentas e estratégias de utilização da Internet/Web Luis Borges Gouveia @lbgouveia | lmbg@ufp.edu.pt LEA - Workshop sobre meios não convencionais de comunicação com estudantes Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto sala I-105, 7 de Julho de 2010
  52. 52. sumário • Nota prévia • Estorinha… • Web 2.0, x.y e *.* • Desafios e oportunidades • As questões… :-O & ;-) Ousar e fazer nas (e com) as redes sociais! As redes sociais constituem uma nova forma de relacionamento no digital e são uma moda! Mas podem e devem ser muito mais. Deste modo, é apresentada uma perspectiva em sua defesa e na defesa do seu potencial para proporcionar novas formas de relacionamento que permitam melhorar o modo como aprendemos e trabalhamos e, mais importante, como explorar canais adicionais para potenciar experiências e dinâmicas de aprendizagem sólidas
  53. 53. Nota prévia “Não podemos resolver problemas, utilizando o mesmo tipo de pensamento e práticas com que foram criados” Albert Einstein (1879 – 1955)
  54. 54. A evolução não é a sobrevivência do mais forte, ou o falhanço do mais fraco. A evolução não é justa; não é previsível; nem tão pouco um ente. Também não é cruel, ou caótica, ou injusta. É apenas o que acontece quando as pressões de ambiente se modificam… … e quem melhor se adapta
  55. 55. Estorinha… (homepage, 1996)
  56. 56. Estorinha… (homepage, 1998)
  57. 57. Estorinha… (homepage, 1999)
  58. 58. Estorinha… (homepage, 2000)
  59. 59. Estorinha… (homepage, 2002)
  60. 60. Estorinha… (homepage, 2003)
  61. 61. Estorinha… (homepage, 2009)
  62. 62. Estorinha…
  63. 63. Estorinha…
  64. 64. Estorinha…
  65. 65. Estorinha…
  66. 66. Estorinha…
  67. 67. Estorinha…
  68. 68. Estorinha…
  69. 69. Estorinha… Como relacionar? Como agregar? Como manter? O que manter? ou Quem paga? O que paga? Como paga?
  70. 70. Tim O’Reilley e a Web 2.0 “…the business revolution in the computer industry caused by the move to the Internet as platform…” Pois… mas de 2004 até agora, a evolução é a nuvem (cloud)
  71. 71. Web 2.0, x.y e *.*
  72. 72. • O mundo está mudado – Mais digital – Mais competitivo mas também: – Menos previsível – Com mais gente que conta – Com mais necessidade de errar e menos tempo para o fazer
  73. 73. Web social (uma reacção no presente) • Novas fronteiras! • Novos desafios: – Gerir informação – Privacidade – Avaliação – Plágio – Co-criação – Ordem e controlo – Quem lidera o processo?
  74. 74. • Aprendemos todos os dias, de todas as formas – Sempre mais para fazer, do que o que se pode – Mais solicitações do que tempo disponível – Maior carga cognitiva do que a nossa resistência permite
  75. 75. Forças de coesão • Proximidade • Escala humana • Confiança
  76. 76. A importância do indivíduo • A(s) rede(s) aumentam o valor do indivíduo • O Indivíduo aumenta valor da(s) rede(s)
  77. 77. Vários modelos mentais concorrentes… From damano.typepad.com
  78. 78. FAZER MAIS + COM MENOS – (“informação ou se usa ou se perde...”) Explore e partilhe!
  79. 79. From LocalGoogleGuru Integrar para poder usar…
  80. 80. Excesso de informação – Sobrecarga cognitiva – Refrear a curiosidade natural – Conter a dispersão – Lidar com a nossa criatividade – Dificuldade a decidir – Mais é (pode ser) menos… – Agir, inovar, experimentar, difundir, agir…
  81. 81. • O que há de novo? (começar por repensar o velho…): – Gerir as tarefas – Gerir o tempo – Estimular e promover a criatividade
  82. 82. • Da competência clássica ao novo – Do racional aos afectos e à emoção (retorno?) – Da preocupação com a literacia básica, funcional, informacional, comunicacional e tecnológica a…
  83. 83. Gouveia, L. (2009). O Conceito de Rede no Digital face aos Media Sociais. XI Forum «Communiquer et Entreprendre». 26/27 Novembre. RCMFM et Université Fernando Pessoa. Porto, Portugal. Artigo disponível em http://ufp.academia.edu/documents/0093/0005/mediasocial_lmbg10_final.pdf
  84. 84. exemplos… ferramentas actividades desafios resultados
  85. 85. Integrar e viabilizar a operação desafios actividades ferramentas
  86. 86. Integrar e viabilizar a operação desafios actividades ferramentas
  87. 87. Exemplos (complexidade…) http://www.websocialarchitecture.com/community/2008/06/a-conceptual-ma.html
  88. 88. O clássico… (caso das homepages) http://homepage.ufp.pt/~lmbg
  89. 89. Plataformas de e-learning http://elearning.ufp.pt
  90. 90. Blogues pessoais (ou outros… ) http://lmbg.blogspot.com
  91. 91. Repositórios de conteúdos… http://www.slideshare.net/lmbg
  92. 92. O acessso livre (o caso do RCAAP) http://www.rcaap.pt
  93. 93. Audio e vídeo… http://www.youtube.com/user/lbgouveia
  94. 94. Microbloging (o caso do Twitter) http://twitter.com/lbgouveia
  95. 95. http://geekandpoke.typepad.com/
  96. 96. Ferramentas de integração (o caso do Tweetdeck) http://www.tweetdeck.com/
  97. 97. Redes sociais (o caso do Facebook) http://www.facebook.com/lbgouveia
  98. 98. Redes sociais próprias/comunidades (o caso do NING) http://procuro.ning.com/
  99. 99. http://grou.ps/procuro
  100. 100. http://www.go2web20.net/
  101. 101. Media sociais e aprendizagem (tipos de aprendizagem – C4LPT) • IOL - Intra-Organisational Learning - how social media can be used to keep the employees up to date and up to speed on strategic and other internal initiatives and activities • FSL - Formal Structured Learning - how educators (teachers, trainers, learning designers) as well as students can use social media within formal education and training • GDL - Group Directed Learning - how groups of individuals - teams, projects, study groups etc - can use social media to work and learn together (Note: a "group" could be as small as two people, so coaching and mentoring falls into this category) • PDL - Personal Directed Learning - how individuals can use social media to organise and manage their own personal or professional learning • ASL - Accidental & Serendipitous Learning - how individuals, by using social media, can learn without consciously realising it (aka incidental or random learning http://c4lpt.co.uk/handbook/examples2.html
  102. 102. Media sociais e aprendizagem (tipos de aprendizagem – C4LPT) • IOL - Intra-Organisational Learning - how social media can be used to keep the employees up to date and up to speed on strategic and other internal initiatives and activities • FSL - Formal Structured Learning - how educators (teachers, trainers, learning designers) as well as students can use social media within formal education and training • GDL - Group Directed Learning - how groups of individuals - teams, projects, study groups etc - can use social media to work and learn together (Note: a "group" could be as small as two people, so coaching and mentoring falls into this category) • PDL - Personal Directed Learning - how individuals can use social media to organise and manage their own personal or professional learning • ASL - Accidental & Serendipitous Learning - how individuals, by using social media, can learn without consciously realising it (aka incidental or random learning http://c4lpt.co.uk/handbook/examples2.html
  103. 103. Media sociais e aprendizagem (tipos de aprendizagem – C4LPT) • IOL - Intra-Organisational Learning - how social media can be used to keep the employees up to date and up to speed on strategic and other internal initiatives and activities • FSL - Formal Structured Learning - how educators (teachers, trainers, learning designers) as well as students can use social media within formal education and training • GDL - Group Directed Learning - how groups of individuals - teams, projects, study groups etc - can use social media to work and learn together (Note: a "group" could be as small as two people, so coaching and mentoring falls into this category) • PDL - Personal Directed Learning - how individuals can use social media to organise and manage their own personal or professional learning • ASL - Accidental & Serendipitous Learning - how individuals, by using social media, can learn without consciously realising it (aka incidental or random learning http://c4lpt.co.uk/handbook/examples2.html
  104. 104. Media sociais e aprendizagem (tipos de aprendizagem – C4LPT) • IOL - Intra-Organisational Learning - how social media can be used to keep the employees up to date and up to speed on strategic and other internal initiatives and activities • FSL - Formal Structured Learning - how educators (teachers, trainers, learning designers) as well as students can use social media within formal education and training • GDL - Group Directed Learning - how groups of individuals - teams, projects, study groups etc - can use social media to work and learn together (Note: a "group" could be as small as two people, so coaching and mentoring falls into this category) • PDL - Personal Directed Learning - how individuals can use social media to organise and manage their own personal or professional learning • ASL - Accidental & Serendipitous Learning - how individuals, by using social media, can learn without consciously realising it (aka incidental or random learning http://c4lpt.co.uk/handbook/examples2.html
  105. 105. Media sociais e aprendizagem (tipos de aprendizagem – C4LPT) • IOL - Intra-Organisational Learning - how social media can be used to keep the employees up to date and up to speed on strategic and other internal initiatives and activities • FSL - Formal Structured Learning - how educators (teachers, trainers, learning designers) as well as students can use social media within formal education and training • GDL - Group Directed Learning - how groups of individuals - teams, projects, study groups etc - can use social media to work and learn together (Note: a "group" could be as small as two people, so coaching and mentoring falls into this category) • PDL - Personal Directed Learning - how individuals can use social media to organise and manage their own personal or professional learning • ASL - Accidental & Serendipitous Learning - how individuals, by using social media, can learn without consciously realising it (aka incidental or random learning http://c4lpt.co.uk/handbook/examples2.html
  106. 106. Scott's Workblog, 2006
  107. 107. http://www.connectivism.ca, 2009
  108. 108. Notas finais… • O que é construído e o que é reutilizável… • Reduzir (?),reutilizar e recuperar: reciclar conteúdos é possível?… • E os fóruns e outras ferramentas “tradicionais”? • A questão dos direitos de autor… • A questão da memória institucional… • A fé pública… • A salvaguarda da privacidade e liberdades individuais… • Formal versus informal (equilíbrio ou incompatibilidade) • Avaliar o indivíduo ou os resultados, ou ainda os resultados de grupo ou as interacções do indivíduo… • Como conciliar o esforço, serviço docente, carreira e a escala de serviço/acompanhamento ao estudante
  109. 109. Para continuar… @lbgouveia lmbg@ufp.edu.pt Skype: luis.borges.gouveia
  110. 110. Nota Biográfica Luis Borges Gouveia homepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbg blogue: http://lmbg.blogspot.com email: lmbg@ufp.edu.pt twitter: @lbgouveia facebook: http://www.facebook.com/lbgouveia slideshare: http://www.slideshare.net/lmbg Professor Associado com Agregação na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa e um dos responsáveis pelo projecto de Universidade Virtual da UFP. Agregado em Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro (UA, 2010); é Doutorado em Ciências da Computação pela Universidade de Lancaster (UK, 2002) e possui Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP (UP, 1995). É docente desde 1988 e autor de 10 livros e de cerca de 3 centenas de publicações de natureza científica em conferências, nas suas áreas de especialidade: o e-learning e o e-government. Os seus interesses de I&D incluem as relações entre o espaço físico e o digital e a aplicação de TICs no processo de ensino e aprendizagem. Acredita no valor da Web Social e do acesso livre para a partilha e divulgação do conhecimento.

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