GRUPO DE TRABALHO Nº 7 (TG2) 4º Sub-Tema Análise comparada das determinantes do interesse nacional no domínio externo, da ...
1. Conceito Estratégico de Defesa Nacional 2. Grandes Opções do Plano 3. Presidências Portuguesas da EU 4. Conclusão Índice
1985 – Guerra Fria 1994 – Queda do muro de Berlim 2003 – 11 de Setembro de 2001 1. Conceitos Estratégicos de Defesa Nacion...
Constantes <ul><li>Caracterização geográfica do território nacional </li></ul><ul><li>Preservação da identidade e unidade ...
Eixos fundamentais - 2000 2. Grandes Opções do Plano <ul><li>Emergência de novos riscos e ameaças </li></ul><ul><li>Redefi...
Constantes <ul><li>Adequação dos interesses nacionais aos requisitos das alianças  </li></ul><ul><li>Valorização dos inter...
Constantes <ul><li>Política Externa de Segurança Comum  </li></ul><ul><li>Reforço da política europeia comum de segurança ...
4. Conclusões Portugal exige um sério esforço de reflexão e análise que resulte num desígnio nacional assumido e interiori...
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Análise comparada das determinantes do interesse nacional no domínio externo, da segurança e defesa entre 2000 e 2007

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(PT) Segurança e defesa entre 2000 e 2007

  1. 1. GRUPO DE TRABALHO Nº 7 (TG2) 4º Sub-Tema Análise comparada das determinantes do interesse nacional no domínio externo, da segurança e defesa entre 2000 e 2007 COR Mário Sobral TCOR Amaral Dias Dra. Margarida Nóbrega Ferreira Tenente Ricardo Pinho Prof. Doutor Luís Borges Gouveia Dr. Fernando Nogueira
  2. 2. 1. Conceito Estratégico de Defesa Nacional 2. Grandes Opções do Plano 3. Presidências Portuguesas da EU 4. Conclusão Índice
  3. 3. 1985 – Guerra Fria 1994 – Queda do muro de Berlim 2003 – 11 de Setembro de 2001 1. Conceitos Estratégicos de Defesa Nacional Constantes e Variáveis
  4. 4. Constantes <ul><li>Caracterização geográfica do território nacional </li></ul><ul><li>Preservação da identidade e unidade territorial </li></ul><ul><li>Afirmação da vontade de dispor de capacidade militar autónoma </li></ul><ul><li>Reafirmação de integração nas alianças </li></ul><ul><li>Alinhamento nas prioridades europeias </li></ul><ul><li>Estrutura, organização e preparação das forças </li></ul><ul><li>Conceito de ameaça difusa e global </li></ul><ul><li>Parecerias multilaterais </li></ul><ul><li>Posicionamento euro-atlântico de Portugal </li></ul>Variáveis
  5. 5. Eixos fundamentais - 2000 2. Grandes Opções do Plano <ul><li>Emergência de novos riscos e ameaças </li></ul><ul><li>Redefinição da base sustentação defesa nacional </li></ul><ul><li>Adequação das estruturas das FA a novas missões </li></ul><ul><li>Institucionalização da IESD e consolidação da PESC </li></ul>Eixos fundamentais - 2007 <ul><li>Reestruturação dos Institutos Superiores Militares </li></ul><ul><li>Reavaliação do sistema de forças militares </li></ul><ul><li>Revisão da LPM </li></ul><ul><li>Modernização da industria de Defesa </li></ul><ul><li>Reestruturação do sistema de autoridade marítima </li></ul><ul><li>Redimensionamento da cooperação técnico-militar </li></ul><ul><li>IDN como veículo de difusão de temas de Defesa Nacional </li></ul><ul><li>Implementação do Centro de Altos Estudos da Defesa Nacional </li></ul>
  6. 6. Constantes <ul><li>Adequação dos interesses nacionais aos requisitos das alianças </li></ul><ul><li>Valorização dos interesses nacionais na reticulação das políticas </li></ul><ul><li>Reforço dos mecanismos de cooperação militar </li></ul><ul><li>Interligação modular entre soft power e hard power </li></ul><ul><li>Política cultural externa – ampliação da oferta de prendizagem da língua e cultura portuguesa in presentiae </li></ul><ul><li>Internacionalização da economia portuguesa </li></ul><ul><li>Relançamento da política de cooperação </li></ul><ul><li>Organização de recursos </li></ul>Variáveis
  7. 7. Constantes <ul><li>Política Externa de Segurança Comum </li></ul><ul><li>Reforço da política europeia comum de segurança e defesa </li></ul><ul><li>Reforço das capacidades militares europeias </li></ul><ul><li>Coordenação da gestão de crises </li></ul><ul><li>Alargamento da UE </li></ul><ul><li>Alto representante para os negócios estrangeiros e a política de segurança </li></ul><ul><li>Cláusula de solidariedade em actos de terrorismo e catástrofes </li></ul><ul><li>Cooperação estruturada em matéria de defesa e resolução de crises </li></ul>Variáveis 3. Presidências Portuguesas da UE
  8. 8. 4. Conclusões Portugal exige um sério esforço de reflexão e análise que resulte num desígnio nacional assumido e interiorizado por todos os actores da sociedade e que se reflicta ao longo de diferentes ciclos políticos. Caso contrário, o País arrisca-se a ser um actor de relevância nula na cena internacional .

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