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Estatísticas de utilizadores (2008)• Utilizadores registados (ativos e inativos):  – UFP     - docentes: 650     - alunos:...
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O canivete Suiço
O canivete digital
convergência   Representação da informaçãoPersistência e preservação de dados       Memória e organização Multimédia, serv...
O canivete comunicação
proximidade   Logística e estar perto         MobilidadeEspaço, tempo e ubiquidade   Serviços de localizaçãoAutonomia e in...
O canivete do futuro
adaptação  Desmaterialização da informação      Funcionalidade e serviços   Modelos de negócio mutantes       Aprendizagem...
Exemplo 3• Espaços físicos     tradicionais     impacto do digital     integrar o analógico com o digital  – Investir em n...
Novos estudantes, sistemas antigos                                  Espaços de aprendizagem tradicionais                  ...
Novos estudantes sistemas novos              “Geração net”              - Preferem o informal              - Pequenos grup...
Ambientes tradicionais de aprendizagem
Espaços sociais de aprendizagem
Ambientes de aprendizagem colaborativa
Como falar a linguagem?
Connectivism (conetivismo)         (Siemens e Downes, 2004)O produto não é o conhecimento, é o alunoNão é que não haja nad...
Construtivismo Social Vygotsky (1978)Quem aprende beneficia do suporte do professor ou de umcolega que possui um maior nív...
Research Question 1: “Is the availability of Web 2.0 tools having a significant impact on  teaching and learning activitie...
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Presença na World Wide Web
Presença na plataforma de e-learning
Blogue como presença digital
Outras ferramentas de publicação
Notificação e partilha (Twitter)
Redes social de âmbito aberto
Um estudo sobre uso de dispositivos móveis (2010)         • Primeira fase              – Experiência dos estudantes no uso...
Estudo – fase 1o uso de dispositivos móveis no ensino superior• Foi verificado:   – 79.52% são do sexo masculino, dos quai...
Estudo – fase 1o uso de dispositivos móveis no ensino superior• No estudo, foi verificado:   – Sobre o uso de dispositivos...
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Conclusões do estudo• Foi possível concluir que os alunos:  – Tinham conhecimento da existência de várias    aplicações de...
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Literacia informacional e tecnológica
Comentários finais• Pensar o lado procura• Focar na interacção• Desenvolver novas  competências de rede• Concentrar esforç...
Proximidade e decisão
Utilização a pensar no LTE (4G)http://2020workplace.com/blog/?p=372
Desafios a vencer…http://2020workplace.com/blog/?p=372
Mudou…• Do  anytime, anywhere• Passando pelo  anyhow, any device• Até ao  BYOD  bring your own device
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O uso de dispositivos móveis no ensino superior tradicional: do fluxo de informação à organização de espaços
Luis Borges Gouveia - @lbgouveia
Workshop do e-learning lab da UL
Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa
Reitoria da Universidade de Lisboa
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O uso de dispositivos móveis no ensino superior tradicional

  1. 1. O uso de dispositivos móveis no ensino superior tradicional: do fluxo de informação à organização de espaços Luis Borges Gouveia @lbgouveia Workshop do e-learning lab da ULSalão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa Reitoria da Universidade de Lisboa 3 de Julho de 2012
  2. 2. 6 invisuais e um elefante…
  3. 3. Sociedade do Conhecimento• Crescente importância da informação e do seu fluxo – Quem melhor dominar a organização e produção de informação, é mais capaz• Crescente importância da mediação digital – Quem melhor dominar a tecnologia e possuir recursos humanos com literacia adequada, é mais capaz• Ciclo perpétuo e rápido de: – Potencial – capacidade – mudança – adaptação – Palavra-chave: sustentabilidade
  4. 4. A Universidade (ensino superior tradicional)• Uma instituição de ensino superior com capacidade de ensinar e investigar e que concede graus académicos• Os edifícios e os espaços da instituição• O corpo de alunos e professores da instituição
  5. 5. Taxa de substituição do conhecimento• A mudança constante provoca a renovação do conhecimento – Um valor na ordem dos 20% a 25% – Significa que o conhecimento é renovado a cada período de 4 – 5 anos• Implicações: um território tem de possuir a capacidade de produzir novo conhecimento – necessário escolas, I&D… – necessário, mas não suficiente… (demografia, energia, água, …)Edward Malecki e Bruno Moriset, 2008Gwangman Part et al., 2006D. L. Bosworth, 1978
  6. 6. MudançaExcelente oportunidade para empreender!• O drive não é tecnológico… – O e-learning é importante – Tal como foram outras tecnologias – … e tudo ficou na mesma – Reativo ou planeado …dos lms, passando pelos ple, até aos nle lms: learning management systems ple: personal learning environment nle: network learning environment
  7. 7. Precisamos de universidades?SIM! … mas provavelmente não das que temos…• As Universidade Modernas apareceram no Séc. XVIII e os seus modelos foram consolidados no Séc. XIX• Das élites para a massificação no Séc. XX (60’s) e para a universidade-empresa (90’s)• Em 2012 urge repensar a universidade para uma sociedade pós-industrial, global e com desafios novos, colocados por novas causas e gentes
  8. 8. A universidade• Da casa do conhecimento à casa da memória acionável (que permite fazer)• Espaço de descoberta e experimentação, onde se pode criar em ambiente protegido (legal, ambiental, económico e político – safe house)
  9. 9. A universidade• Espaço de diálogo e de maturação pessoal (crescimento e transformação pessoal)• Local onde se aprende a aprender e se adquire uma cultura humanística (criando uma consciência e dimensão humana)
  10. 10. A universidade• Espaço de confrontação de ideias e de busca de verdade (tornar agradável e humana a busca de conhecimento, falando com quem sabe)• Local onde se pode encontrar ajuda, resolver problemas e saber mais sobre algo (valor social e utilidade)
  11. 11. No digital• Crescente mediação de computadores e redes no relacionamento humano (Manuel Castells, 2001)• Desmaterialização de actividades e processos associados (Ravi Kalakota e Marcia Robinson, 2000)• Transformação da actividade humana por alteração do tempo e espaço (Yi-Fu Tuan, 1977) – O tempo com diferentes ciclos – Virtualização e transformação do conceito de tempo e espaço (exemplo: o sítio na Web…) – (implica) espaço (físico) com diferentes significados
  12. 12. Do analógico para o digital (atitudes)• aprender... (Lev Manovich, 2002) – no analógico, memorizar para aprender – no digital, esquecer para aprender• trabalhar... (Yochai Benkler, 2006) – no analógico, tomar tempo para trabalhar – no digital, trabalhar sem tomar o tempo
  13. 13. Oportunidades• Repensar a escola, é… – Repensar os papeis dos interlocutores (alunos, professores, funcionários e outros…) – Repensar os espaços (físicos e virtuais) – Repensar as práticas (pedagógicas e motivacionais) – Repensar as ferramentas (do quadro branco ao tablet) – Repensar o modelo de negócio (quem paga e o quê… empresas, estudantes, sociedade, …)
  14. 14. Exemplo 1• Infra estrutura digital lms – learning management systems – Uso generalizado entre alunos e docentes… – Fase 1 é alargar a base de utilização!
  15. 15. Universidade Fernando Pessoa• Universidade Privada localizada no Porto, Portugal – Possui um polo em Ponte de Lima (norte interior de Portugal) – Possui cerca de 33 000 m2 de área útil coberta (cerca de 34 000 m2 adicionais num hospital escola com arranque previsto em Fevereiro de 2013)• Alguns números (instituição com 20 anos) – Projeto iniciado nos anos 80; – Primeiros alunos: ano letivo de 1989/90; – Primeiros programas de doutoramento: 2005;
  16. 16. Universidade Fernando Pessoa• a Universidade está organizada em: – 3 Faculdades (Ciências da Saúde; Ciências Humanas e Sociais; Ciência e Tecnologia), uma escola de estudos pós-graduados; – Uma unidade autónoma (Ponte de Lima);• 3000+ alunos de graduação, 1600+ de pós graduação, 200+ alunos de doutoramento, 150 funcionários e 385 docentes (65+% com doutoramento);• Processo de Bolonha iniciado no ano letivo de 2005/06
  17. 17. Implementação da plataforma SakaiJunho 2003Iniciativa de e-learning da UFP Dezembro 2004 UV-UFP projeto pilotoUniversidade Virtual Outubro de 2005 Projeto UFPUV Escolha da plataforma Setembro de 2006 e tecnologia UFPUV Uso e integração da plataforma Inicio do suporte a distância Sakai 1.0 Sakai 2.x
  18. 18. Marketing e comunicação Vários eventos aberto, workshops e tutoriais Autocolantes para os alunos colocarem em qualquer lado! Posters para colocar nas instalações da universidadeUtilização de banners e botões nos sites da universidade Um Blogue & um Wiki ufpuv.blogspot.com & elearning.ufp.pt/wiki
  19. 19. Progresso da plataformaJaneiro de 2007UFPUV – aumento da cultura digital Março de 2008 UFPUV – aumento do uso realInicio do suporte a Junho de 2008distância UFPUV – treino Ganhar todas as pessoas e Setembro de 2008 disseminar práticas UFPUV Tirar partido da plataforma e inovar Inicio das atividades a distânciaSakai 2.4 Sakai 2.5
  20. 20. UFP - ProjEstQ Estudo sobre comunicação interna Uso da plataforma UFPUV A plataforma é o serviço eletrónico mais utilizado e uma das ferramentas mais populares (juntamente com o email) para 36,6% partilha de informação entre docentes e não alunos; entre docentes e para suporte administrativo. 63,4% sim Internal communication suggestions? Intranet 38,5%...quando questionados dautilização de facilidades 37,0%adicionais para comunicação Caixa de ideiasinterna, as respostas foram as jornal 25,9%seguintes: 5,9% outro
  21. 21. Estatísticas de utilizadores (2008)• Utilizadores registados (ativos e inativos): – UFP - docentes: 650 - alunos: 7988 – Não UFP - docentes: 20 - alunos: 678• Total: 9607 (desde Janeiro de 2006...)
  22. 22. Mais algumas estatísticas (2008)• utilizadores únicos (com atividade UFPUV): - 1º semestre: 4513 - 2º semestre: 4634• Total ano letivo 2006/07: 4322• Total ano letivo 2007/08: 5265 (+1000)• Total únicos: 7007
  23. 23. Mais algumas estatísticas (2008)• Total de áreas criadas: 1º semestre: 368 (336 pedagógicas, 32 projeto) 2º semester: 384 (338 pedagógicas, 46 projeto) (sites podem ter mais do que uma disciplina...)• Total ano letivo 2006/07: 410 (304 pedagógicas, 106 projeto)• Total ano letivo 2007/08: 752 (674 pedagógicas, 78 projeto)• Total: 3190 (2949 pedagógicas, 241 projeto)
  24. 24. Exemplo 2• Dispositivos móveis e conetividade portáteis smartphones tablets – Assegurar alimentação de corrente – Assegurar acesso sem fios – O desafio de suporte!
  25. 25. O canivete Suiço
  26. 26. O canivete digital
  27. 27. convergência Representação da informaçãoPersistência e preservação de dados Memória e organização Multimédia, serviços e aplicações Computadores e redes Inovação e criatividade Tempo e espaço digital
  28. 28. O canivete comunicação
  29. 29. proximidade Logística e estar perto MobilidadeEspaço, tempo e ubiquidade Serviços de localizaçãoAutonomia e independência Disponibilidade e acesso Redes sociais e temáticas
  30. 30. O canivete do futuro
  31. 31. adaptação Desmaterialização da informação Funcionalidade e serviços Modelos de negócio mutantes Aprendizagem contínua Redes emergentesServiços de contexto e conhecimento Interacção e relacionamento
  32. 32. Exemplo 3• Espaços físicos tradicionais impacto do digital integrar o analógico com o digital – Investir em novos espaços – Diversificar e aumentar os espaços sociais
  33. 33. Novos estudantes, sistemas antigos Espaços de aprendizagem tradicionais Exemplo… Os estudantes das nossas Universidades estão a mudar mais rapidamente que as Universidades. Estes necessitam de mais actividade e mais interacção, algo que é ainda deficitário nos sistemas actuais de ensino. A sala de aula tradicional, já não satisfaz as necessidades e expectativas dos estudantes Uma abordagem pedagógica do tipo euO digital e o espaço físico falo ou demonstro e vocês observam e ouvem, não faz sentido para as novasPedro Silva, Doutoramento (UFP) gerações de estudantes- Julho de 2011
  34. 34. Novos estudantes sistemas novos “Geração net” - Preferem o informal - Pequenos grupos de discussão - Com presença de tecnologia - Aprendizagem baseada no diálogo - …e em ambientes de trabalho colaborativo O espaço deve ser pensado de forma a suportar o ensino como sendo uma actividade social – LOCAL adaptado.
  35. 35. Ambientes tradicionais de aprendizagem
  36. 36. Espaços sociais de aprendizagem
  37. 37. Ambientes de aprendizagem colaborativa
  38. 38. Como falar a linguagem?
  39. 39. Connectivism (conetivismo) (Siemens e Downes, 2004)O produto não é o conhecimento, é o alunoNão é que não haja nada para aprender, a realidade écomplexa, relativa e necessita de ser navegada… (reflexãopor vivência)
  40. 40. Construtivismo Social Vygotsky (1978)Quem aprende beneficia do suporte do professor ou de umcolega que possui um maior nível de desenvolvimento
  41. 41. Research Question 1: “Is the availability of Web 2.0 tools having a significant impact on teaching and learning activities in the context of higher education?” Study A (Faculty) Study B (Students) N=681 (from 2903 contacted in 12 HEI’s) N=550 (from 5 HEI’s) Single Online Survey data collected face-to-face in the classroom contextWeb 2.0 and Higher EducationLuis Simões Cunha, Doutoramento (UFP) 41- Junho de 2012
  42. 42. Research Question 2: “What benefits do faculty and students perceive from the use ofWeb 2.0 tools to support teaching and learning in higher education?” Faculty 42
  43. 43. Research Question 2: “What benefits do faculty and students perceive from the use ofWeb 2.0 tools to support teaching and learning in higher education?” Students 43
  44. 44. Research Question 3: “What factors best predict facultys decision to adopt Web 2.0 toolsto supplement their classroom instruction?”
  45. 45. Presença na World Wide Web
  46. 46. Presença na plataforma de e-learning
  47. 47. Blogue como presença digital
  48. 48. Outras ferramentas de publicação
  49. 49. Notificação e partilha (Twitter)
  50. 50. Redes social de âmbito aberto
  51. 51. Um estudo sobre uso de dispositivos móveis (2010) • Primeira fase – Experiência dos estudantes no uso de dispositivos móveis para suporte a ambientes colaborativos – 83 respostas válidas • Segunda fase – Estudar a perceção dos estudantes do uso de dispositivos móveis para suporte a ambientes colaborativos – 108 respostas válidasO m-learning no ensino superiorSteven Abrantes, Doutoramento (UFP)– Julho de 2011
  52. 52. Estudo – fase 1o uso de dispositivos móveis no ensino superior• Foi verificado: – 79.52% são do sexo masculino, dos quais 83.13% com idades superiores a 20 anos; – O dispositivo móvel mais frequente são os telefones (74) e os portáteis (69); – Sobre o uso do e-mail em dispositivos móveis: • 22 não usam esta aplicação (26.51%) • 13 indicaram que a utilizam (15.66%). – Sobre a utilidade do acesso ao e-mail em dispositivos móveis, 58 (69.88%) concordam totalmente sobre essa utilidade
  53. 53. Estudo – fase 1o uso de dispositivos móveis no ensino superior• No estudo, foi verificado: – Sobre o uso de dispositivos móveis para acesso à Internet • 16 não utilizam (19.28%) • 37 indicam que o fazem (44.58%). – Sobre a utilidade do acesso à Internet em dispositivos móveis, 66 concordam totalmente com a utilidade desta aplicação (79.52%)
  54. 54. Estudo – fase 1o uso de dispositivos móveis no ensino superior• Neste estudo foi verificado: – Sobre o uso da camera no dispositivo móvel: • 9 não a utilizam (10.84%) • 28 indicaram que a usam (33.73%). – Sobre a perceção da utilidade da câmera em dispositivos móveis, 31 concordam totalmente na sua utilidade (37.35%)
  55. 55. Estudo – fase 2 perceção e potencial das aplicações móveis em ambientes colaborativos• No estudo verificou-se: – Todos os estudantes conheciam o Hi5 (100%) e a maioria utilizava esta rede social (79%); – Os estudantes, na sua maioria, conheciam o Facebook, embora, também, na sua maioria não o utilizem (83% e 71%, respetivamente). – No que respeita ao Orkut, 54% conhecem e 88% não o utilizam; – A maioria dos inquiridos conhecem o Google Groups, mas não o utilizam (58% e 70%, respetivamente) – A maioria dos alunos conhecem o Yahoo Groups, mas não o utilizam (56% e 75%, respetivamente)
  56. 56. Estudo – fase 2 perceção e potencial das aplicações móveis em ambientes colaborativos• No estudo foi verificado:• Quanto ao MSN, a maioria conhece e utiliza (98% e 93%, respetivamente);• Metade dos inquiridos conhecem o Twitter e poucos o utilizam (50% e 11%, respetivamente);• A maioria conhece os serviços Wiki (66%);• A maioria dos alunos não conhece o Flikr e não o usa (65% e 93%) e não conhece serviços como o Twain (94%), Digg (80%) e del.icio.us (88%).
  57. 57. Estudo – fase 2 perceção e potencial das aplicações móveis em ambientes colaborativos• Utilidade dos serviços móveis
  58. 58. Conclusões do estudo• Sobre o uso do e-mail em dispositivos móveis, a maioria não utiliza, mas pretende utilizar num futuro próximo.• A maioria utiliza a Internet num dispositivo móvel e aqueles que ainda não o fazem, pretende usar no futuro• Sobre o uso de transporte de ficheiros e conteúdos num dispositivo móvel, a maioria dos alunos usa, mas os que não o fazem, não o pretendem fazer no futuro
  59. 59. Conclusões do estudo• As aplicações mais familiares são Hi5, Facebook, MySpace, Google Groups, Yahoo Groups, SMS, MSN, Twitter, Wiki, Blogs e YouTube• As aplicações mais desconhecidas são: – Flikr, Twain, Digg e del.icio.us.• Para o uso de aplicações móveis de suporte a ambientes colaborativos, os alunos consideraram apenas – Hi5, SMS, MSN, Wiki, blogues e YouTube
  60. 60. Conclusões do estudo• Foi possível concluir que os alunos: – Tinham conhecimento da existência de várias aplicações de suporte a ambientes colaborativos; – Utilizam apenas os mais comuns e populares e não estão disponíveis para pagar para os usar; – São pessoas que utilizam as aplicações mais comuns em dispositivos móveis e aqueles que não o fazem, indicam que não o pretendem fazer no futuro
  61. 61. 3 doutoramentos sobre o tema• Web 2.0 and Higher Education : A Psychological perspective Luis António Morão Pinto Simões da Cunha http://bdigital.ufp.pt/handle/10284/3218 Doutoramento em Ciências da Informação, especialização em Sistemas e Tecnologias da Informação, Universidade Fernando Pessoa Junho de 2012• A Influência do Digital na Criação de Espaços de Aprendizagem de Alta Qualidade Pedro Nuno Moreira da Silva http://bdigital.ufp.pt/handle/10284/2250 Doutoramento em Ciências da Informação, especialização em Sistemas e Tecnologias da Informação, Universidade Fernando Pessoa Julho de 2011• O m-learning no contexto do Ensino Superior Steven Lopes Abrantes http://bdigital.ufp.pt/handle/10284/2242 Doutoramento em Ciências da Informação, especialização em Sistemas e Tecnologias da Informação, Universidade Fernando Pessoa Julho de 2011
  62. 62. Literacia informacional e tecnológica
  63. 63. Comentários finais• Pensar o lado procura• Focar na interacção• Desenvolver novas competências de rede• Concentrar esforços no digital• Orientar para: – a partilha do conhecimento – o conhecimento com valor social – Distribuir e envolver quem aprende
  64. 64. Proximidade e decisão
  65. 65. Utilização a pensar no LTE (4G)http://2020workplace.com/blog/?p=372
  66. 66. Desafios a vencer…http://2020workplace.com/blog/?p=372
  67. 67. Mudou…• Do anytime, anywhere• Passando pelo anyhow, any device• Até ao BYOD bring your own device
  68. 68. @lbgouveia lmbg@ufp.edu.pt• Luis Borges Gouveia nasceu no Porto em 1966 Professor Associado com Agregação na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa. Agregado em Gestão Industrial (UA, 2010) e Doutor em Ciências da Computação (Lancaster, UK, 2002). É membro do núcleo Tecnologia, Sociedade e Governança (CAPP), Universidade Técnica de Lisboa. Investiga e publica sobre como pode o digital e as suas aplicações beneficiar a atividade humana. Possui página Web em http://about.me/lbgouveia

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