Apa Workshop Nov 08 Alexandre Fernandes Pnaee

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Apa Workshop Nov 08 Alexandre Fernandes Pnaee

  1. 1. Portugal Eficiência 2015 Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética Resolução do Conselho de Ministros Nº80/2008 2008 Coordenação : Apoio :
  2. 2. Forte inversão da intensidade energética nos 2 últimos anos No entanto, a intensidade energética nacional continua significativamente acima da média europeia Intensidade Energética de Portugal e média europeia Energia final / PIB (Toneladas Equivalentes de Petróleo por milhão de euros de PIB) 150 148 143 138 +28 +11 130 +23 127 Portugal 120 120 Média EU-27 110 X Desvio 90 1997 2005 2007 (E) NOTA: PIB a preços constantes de 2000 Fonte: Eurostat; Balanços Energéticos (DGEG); Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 1
  3. 3. A inversão verificada não alterou a posição relativa de Portugal Portugal tem vindo desde 1997 a piorar a sua posição relativa no contexto europeu Intensidade energética Intensidade energética Intensidade energética (1997) (2000) (2005) R o m é n i a n.d. Roménia 714 Bulgária 626 Bulgária 750 Bulgária 569 Roménia 556 Letónia 615 Letónia 375 Eslováquia 477 Estónia 586 Eslováquia 370 Estónia 387 Lituânia 474 Estónia 295 Letónia 385 República Checa 439 República Checa 284 República Checa 364 Hungria 270 Eslováquia 429 Hungria 303 Polónia 268 Polónia 357 Lituânia 303 Eslovénia 226 Hungria 280 Polónia 297 Lituânia 226 Eslovénia 207 Eslovénia 210 Finlândia 172 Finlândia 204 Finlândia 183 Luxemburgo 169 Luxemburgo 187 Chipre 162 Portugal 148 #15 Chipre 171 Luxemburgo 161 Portugal 143 Malta 159 2007 Grécia 147 Chipre 141 Bélgica 158 Bélgica 147 Grécia 136 Suécia 150 #12 Portugal 143 Bélgica 134 Grécia 147 Suécia 131 Suécia 128 Portugal 138 #10 Espanha 125 Espanha 126 Holanda 137 Malta 124 Holanda 120 Espanha 125 Áustria 122 Áustria 110 Reino Unido 121 Holanda 116 Alemanha 106 Áustria 117 Itália 106 França 106 Alemanha 115 Alemanha 105 Itália 103 França 113 França 102 Irlanda 102 Irlanda 109 Irlanda 90 Malta 97 Itália 103 Reino Unido 90 Reino Unido 96 Dinamarca 94 Dinamarca 81 Dinamarca 84 0 200 400 600 800 0 200 400 600 800 0 200 400 600 800 Média EU-27: 127 Média EU-27: 121 Média EU-27: 120 NOTA: PIB a preços constantes de 2000 Fonte: Eurostat; Balanços Energéticos (DGEG); Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 2
  4. 4. No último quinquénio Portugal conseguiu desacelerar de forma significativa o consumo de energia Tendo nos dois últimos anos invertido a relação entre crescimento económico e energético Evolução do consumo de energia final e do PIB ktep % Variação PIB e Energia 20 000 9,5% TCMA (1) 18 000 8,5% ‘90-’95 ‘95-’00 ‘00-’05 ‘05-’07 16 000 7,5% Outros (2) 3,0% -2,1% -0,4% 14 000 6,5% Serviços 6,7% 10,8% 6,8% 12 000 5,5% Doméstico 1,0%. 2,8%. 1,9%. 4,5% 10 000 3,5% Transportes 5,3% 7,3% 0,7% 8 000 2,5% Indústria 1,3% 4,1% -0,2% 6 000 1,5% % var. PIB 2,4% 4,1% 0,6% 1,5% 4 000 0,5% % var. energia 3,0% 5,3% 1,3% -0,3% 2 000 final -0,5% 0 -1,5% 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 • A desaceleração do consumo de energia não deixa de estar associada a um contexto de arrefecimento económico (1) TCMA = Taxa de Crescimento Médio Anual • Apesar deste contexto, o sector dos Serviços (2) Agricultura e Pescas, Indústrias Extractivas, Construção e Obras Públicas mantém taxas de crescimento elevadas Nota: exclui consumo de petróleo não energético Fonte: Balanços Energéticos (DGGE);INE; Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 3
  5. 5. Os Serviços apresentaram forte incremento da intensidade energética, ao invés da tendência europeia Contribuição do sector dos Serviços para a intensidade energética nacional Energia consumida por VAB produzido Peso dos Serviços no PIB (energia final Serviços/PIB) (energia final Serviços/VAB Serviços) (VAB Serviços/PIB) 25 40 +6,1% 75% +0,6% +7,4% +1,2% 31 -0,7% 56% 57% 20 -0,1% 55% 17 51% 30 25 24 50% 14 14 15 20 10 10 = 20 x 25% 10 5 0 0 0% Portugal EU-27 Portugal EU-27 Portugal EU-27 Contribuição do sector da Indústria para a intensidade energética nacional Energia consumida por VAB produzido Peso da Indústria no PIB (energia final Indústria/PIB) (energia final Indústria/VAB Indústria) (VAB Indústria/PIB) -1,8% +0,8% 30% 60 400 339 -2,5% 52 318 -2,1% -1,5% 45 +0,5% 300 20% 18% 38 16% 40 34 219 15% = 210 200 x 13% 10% 20 100 0 0 0% Portugal EU-27 Portugal EU-27 Portugal EU-27 1997 2005 TCMA NOTA: PIB e VAB a preços constantes de 2000; TCMA = taxa de crescimento médio anual Fonte: Eurostat; Balanços Energéticos (DGEG); Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 4
  6. 6. Sectores de Transportes e Residencial em convergência com a intensidade energética europeia Não compensada pela convergência do PIB per capita Contribuição do sector dos Transportes para a intensidade energética nacional Energia per capita (energia final Transportes/PIB) (energia final Transportes/milhares de habitantes) +1,7% 1 000 +1,3% 60 56 +3,1% 800 737 49 +0,2% 667 663 37 37 600 523 = 40 400 PIB per capita 20 (mil euros por habitante) 200 30 +1,1% 0 0 20 Portugal EU-27 Portugal EU-27 20 18 +1,4% 12 Contribuição do sector Residencial : 10 11 para a intensidade energética nacional Energia per capita (energia final Residencial/PIB) (energia final Residencial/milhares de habitantes) 0 50 800 +0,3% Portugal EU-27 -0,8% 632 617 40 34 +0,4% 32 600 30 25 25 +1,8% 20 = 400 265 304 10 200 0 0 Portugal EU-27 Portugal EU-27 1997 2005 TCMA NOTA: PIB e VAB a preços constantes de 2000; TCMA = taxa de crescimento médio anual Fonte: Eurostat; Balanços Energéticos (DGEG); Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 5
  7. 7. Abordagem estratégica à eficiência energética Em 2 vertentes: equipamentos e comportamentos Tipo de medidas Alavancas Adopção Organização / • Adopção de novas Infraestruturas Tecnológicas Inovação tecnologias • Redesenhar processos • “Mesmos bens, e adaptar infra-estruturas menos consumo” às novas tecnologias • Ex. Lâmpadas CFL, • “Mesmas necessidades, Obrigação / obrigação solar outros bens/serviços” Legislação térmico • Ex: Simplex Valores / Comportamentais Incentivos/ Acção Sustentabilidade Fiscalidade • Identificar soluções, • Reconfigurar o clarificar vantagens conceito de energia, e facilitar adopção alterar hábitos • “Evitar desperdício” • “Mudar necessidades e Informação/ • Ex. Taxa lâmpadas, sua valorização” Sensibili- “minuto verde” • Ex. “small is beautiful” zação Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 6
  8. 8. 12 grandes Programas do Portugal Eficiência 2015 Com incidência em diferentes alavancas de eficiência energética Transportes Residencial e Serviços Indústria Estado Renove Casa & Sistema Eficiência E3: Eficiência 1 Renove Carro 4 Escritório 7 Indústria 8 Energética Estado Sistema Eficiência 2 Mobilidade Urbana 5 Edifícios Tecno- logias Sistema Eficiência Renováveis na Hora 3 Transportes 6 e Programa Solar Comportamentos 9 Programa Mais 10 Operação E Fiscalidade Compor- 11 Fiscalidade Verde tamentos Incentivos e Financiamento Fundo de Eficiência 12 Energética Alavancas Adopção Acção Organização Valores Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 7
  9. 9. Programas do Portugal Eficiência 2015 (I/II) Principais medidas e objectivos Transportes • Reduzir em 20% o parque de veículos ligeiros com mais de 10 anos Programa Renove 1 • Reduzir em mais de 20% as emissões médias de CO2 dos veículos novos vendidos Carro anualmente (143g/km em 2005 para 110g/km) . Programa Mobilidade • 20% do parque automóvel com equipamentos de monitorização (computador de bordo, GPS, 2 Urbana cruise control ou verificação automática de pneus) . • Criação de plataforma inovadora de gestão de tráfego com rotas optimizadas por GPS Sistema de Eficiência • Criação de planos de mobilidade urbana para capitais de distrito e centros empresariais com 3 Energética Transportes mais de 500 trabalhadores • Transferência modal de 5% do transporte individual para colectivo. • 20% do comércio internacional de mercadorias transferido do modo rodoviário para marítimo. Residencial e Serviços Programa Renove • Programa de incentivo à reabilitação urbana sustentável, com o objectivo de ter 1 em cada 4 Casa & Escritório 15 lares com classe energética optimizada (superior ou igual a B-) . • Programa de renovação de 1 milhão de grandes electrodomésticos Sistema de Eficiência 5 Energética nos Edifícios • Substituição de 5 milhões de lâmpadas por CFL • 75 mil lares electroprodutores (165MW potência instalada). Renováveis na Hora e 6 Programa Solar • 1 em cada 15 edifícios com Água Quente Solar. Indústria Sistema de Eficiência • Acordo com a indústria transformadora para a redução de 8% do consumo energético. 7 Energética na Indústria • Criação do Sistema de Gestão de Consumos Intensivos de Energia com alargamento às médias empresas (> 500 tep) e incentivos à implementação das medidas identificadas Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 8
  10. 10. Programas do Portugal Eficiência 2015 (II/II) Principais medidas e objectivos Estado • Certificação energética de todos os edifícios do Estado Programa E3: Eficiência • 20% dos edifícios do Estado com classe igual ou superior a B- 8 Energética no Estado • 20% da frota de veículos do Estado com emissões de CO2 inferiores a 110 g/km • Phase-out da iluminação pública ineficiente • 20% da semaforização de trânsito com iluminação eficiente (LED ) Comportamentos • Lançamento do “Prémio Mais Eficiência” para premiar a excelência ao nível das várias 9 Programa Mais vertentes (ex. empresas, edifícios, escolas, entre outros). • Conceito “Mais Eficiência Energética”: “selo”/credenciação para identificar boas práticas em 10 Operação E cinco vertentes: Casa, Autarquia, Empresa, Escola e Equipamentos. • Aumento da consciencialização para a eficiência energética e mudança de comportamentos através de campanhas de comunicação e sensibilização (até 2 milhões de euros/ano) Fiscalidade • Novo regime de tributação automóvel e fiscalidade sobre os combustíveis industriais 11 Fiscalidade Verde • Regime de amortizações aceleradas para equipamentos e viaturas eficientes • Incentivos fiscais à micro-produção e alinhamento progressivo da fiscalidade com o Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (ex. benefício em IRS a habitações classe A/A+) Incentivos e financiamento • Incentivo à eficiência no consumo eléctrico - incentivo aos clientes de maior consumo por Fundo de Eficiência 12 Energética contrapartida de prémio aos de menor consumo e do Fundo de Eficiência Energética • Cheque eficiência: Prémio equivalente a 10% ou 20% dos gastos em electricidade durante 2 anos em caso de redução verificada de 10% ou 20% do consumo de electricidade • Crédito bonificado: €250M/ano para investimentos em eficiência (enfoque reabilitação urbana) • Dinamização de Empresas de Serviços de Energia através de incentivos à sua criação (QREN), concursos para auditorias no Estado e regulamentação do “Contrato Eficiência” Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 9
  11. 11. Incentivos à eficiência no sector residencial & serviços Com forte enfoque na substituição de electrodomésticos e reabilitação urbana Crédito eficiência Cheque Programa Renove+ Eficiência Crédito Pessoal Benefício na Bonificado para troca de um financiamento de Prémio por redução efectiva do electrodoméstico medidas eficiência consumo de electricidade para antigo por novo A+ ou A++ investir em medidas eficiência • Acordo com bancos até • €50 por um A+ €250M/ano (bonificação -Cheque de valor igual a10% •€100 por um A++ ~€10M/ano) do gasto anual de electricidade • Redução de 4% na taxa durante 2 anos, se reduzir 10% Requer entrega de electro- para créditos até 8% s/ doméstico antigo para garantias - Cheque de valor igual a 20% reciclagem • Elegíveis para medidas do gasto anual de electricidade seleccionadas durante 2 anos, se reduzir 20% Forte enfoque no financiamento da reabilitação urbana Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 10
  12. 12. Potencial para dinamizar a reabilitação urbana Parque residencial de 5,5 milhões de fogos, dos quais menos de 2/3 estão em bom estado de conservação Conservação (milhares fogos) 2% • Medida Janela Eficiente 5500 4% 9% 124 5000 229 - Incentivo à substituição de superfícies 23% 511 4500 vidradas não eficientes 4000 1.231 - Envolvendo a reabilitação de cerca de 200 62% 3500 mil fogos até 2015 3000 Vago; 11% 5.456 2500 Sazonal; 2000 18% 3.360 1500 1000 Residencia; 71% 500 • Medida Isolamento Térmico 0 - Incentivo ao isolamento térmico Bom estado Nec.reparações Nec.reparações Nec.reparações Muito Total menores médias grandes degradado - 100 mil fogos reabilitados até 2015 • 62% dos fogos em bom estado de conservação • 1,2 milhões a necessitar de pequenas reparações •Medida Calor Verde • Quase 800 mil a necessitarem de médias ou grandes reparações - Programa de instalação de 200 mil sistemas de aquecimento de ambiente eficientes • Parque sazonal representa quase 1/5 do total - recuperadores de calor a biomassa - bombas de calor COP maior ou igual a 4 Fonte: INE Census 2001 (Parque e perfil de conservação) / INE 2005 (Parque) Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 11
  13. 13. Dinamização de Empresas de Serviços de Energia Concursos, Incentivos à criação de Empresas de Serviços de Energia (ESCOs) e contrato Eficiência Incentivos à Contrato Eficiência Crédito Eficiência criação de ESCOs Concursos para eficiência - Estado Contrato regulamentado por portaria(1) €2 M/ano para -Obrigatório para o Estado ESCOs: Concursos para criação -Canaliza 50% a 75% das Estado - Auditorias e de ESCOs com base no reduções na factura para certificados Sistema de Incentivos à conta autónoma (ESCO) - Financiamento Inovação do QREN > vs. Factura média medidas com anos anteriores Acessível às contrato eficiência • Enquadramento da > durante 3 a 5 anos ESCOs Portaria 1464/2007 (incluindo • Aviso para Disponível para os implementação PPEC(2) empreendedorismo particulares e ESCOs de medidas qualificado em serviços para o Estado) Concursos para de energia Inclui “seguro” medidas de - 50% do prejuízo entre Parti- investimento da ESCO e eficiência energética •Avisos anuais com culares ganhos do Contrato, • €10M/ano para o plafond de €5M/ano sector eléctrico cobertos pelo Fundo de • A alargar a outras Eficiência Energética fontes de energia(3) - €1 a 2M/ano (1) Ao abrigo do artigo 33º do Decreto-Lei nº 172/2006 (2) Plano para a Promoção da Eficiência no Consumo de Electricidade (ERSE) (3) Dimensão e critérios de elegibilidade dependentes da dimensão e critérios para medidas internas do Fundo Português de Carbono Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 12
  14. 14. Incentivos directos à eficiência energética Incentivo Eficiência, Cheque Eficiência e Renove+ Consumo Anual (kWh) 10000 Incentivo de 5% Cheque Eficiência para gastar em medidas Prémio Eficiência: tarifa/kWh de eficiência energética Redução de 2,5% 8000 - Excl. famílias tarifa/kWh = 10% dos gastos com electricidade numerosas e casas A/A+ - Excl. 2as moradias durante 2 anos (1) • Se poupar 10% vs. Ano anterior 6000 = 20% dos gastos com electricidade durante 2 anos (1) •Se poupar 20% vs. Ano anterior 4000 Cheque Renove + 2000 •€ 50 na aquisição de electrodoméstico A+ •€100 na aquisição de electrodoméstico 0 A++ 0% 20% 40% 60% 80% 100% Fundo Eficiência Energética % clientes •Crédito Eficiência •Seguro Contrato Eficiência (1) No segundo ano apenas receberá o cheque eficiência se mantiver os níveis de consumo atingidos no ano anterior Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 13
  15. 15. Cerca de €30M de investimento anual adicional Com um plano de financiamentos e aplicações definidos à partida Fontes de financiamento Incentivos e aplicação de recursos €M 8 30 1 30 2 5 25 16 5 20 12 15 10 6 2 5 3 0 Taxa Incentivo QREN Total Plataform a QREN Indústria QREN ESCOs Cheque Crédito Auditorias Prém io, lâm padas/ Eficiência Gestão Eficiência / Eficiência e Estado Com unicação DGEG Tráfego Renove+ Seguro e Coordenação (Inovação) Contrato Eficiência Fundo Eficiência energética Nota: não inclui incentivos fiscais Fonte: Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 14
  16. 16. Meta de 10% de poupança até 2015 20% superior à meta solicitada na Directiva Europeia 2006/32/CE para 2015 Objectivo Nacional Impacto das medidas de EE no consumo de energia em 2015 superior em 20% ao (% de poupança vs. média ’01-’05) objectivo Europeu 0,3 0,1 9,8 0,9 1,7 8,0 2,9 3,8 Tra nsporte s Indústria Re side ncia l Se rviços Esta do Outros se ctore s Tota l Obje ctivo EU 2015 Poupança (ktep) 706 536 318 166 49 16,3 1.792 % consumo do 10,3% 10,1%(1) 10,4% 8,9% 12,3% 1,8% sector (’01-’05) Poupança eléctrica (GWh) 4.777 % redução consumo 7% eléctrico em 2015 (1) Incluindo os consumos das empresas no âmbito do PNALE e medidas retroactivas RGCE Fonte: Balanços Energéticos DGEG 2001-05; Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 15
  17. 17. Forte aposta nas renováveis e eficiência energética O Plano reduz o crescimento da factura energética em ~1%/ano Meta de 31% de renováveis na A implementação do Plano permite reduzir energia final em 2020 em ~1% o crescimento da factura energética ktep Previsão de evolução do consumo final de energia em Peso das renováveis na 25.000 cenário Business-as-Usual de crescimento do PIB(1) energia final (%) 35 30 Bio-combustíveis Outros +1,6% 1792 20.000 +1,7% 639 25 Eólica +0,5% Hidrica +1,1% 20 15 31,0 15.000 19.654 20.195 18.616 18535 10 20,5 5 0 10.000 2005 2020 2005 2007 2010 (P) 2015 (P) A redução do consumo de energia final é também uma importante alavanca para o reforço do peso das renováveis (1) Cenário central entre o cenário alto e cenário baixo de crescimento do PIB Fonte: Balanços Energéticos (DGEG); CEEETA; Análise ADENE/DGEG Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 16
  18. 18. A coordenação do Portugal Eficiência 2015 deverá ser articulada com o Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC) Planeamento/ Aprovação das Portugal Programa Nacional Para medidas Eficiência 2015 as Alteraçoes Climáticas (PNAC) Plano Acompanhamento da implementação DGEG CECAC das medidas Coordenação Monitorização/ mapas de ADENE seguimento Medidas outros Medidas MEI Ministérios Residencial Indústria Transportes Estado Operaciona- & Serviços Operacio- lização dos nalização programas Comportamentos Fiscalidade Fundo Eficiência Energética Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 17
  19. 19. Os Programas do Portugal Eficiência 2015 terão diferentes organismos coordenadores Transportes Residencial e Serviços Indústria Estado Renove Casa & 1 Renove Carro 4 Escritório Sistema Eficiência 7 Indústria E3: Eficiência 8 Energética Estado 2 Mobilidade Urbana Sistema Eficiência 5 Edifícios Equipa- Sistema Eficiência 3 Transportes Renováveis na Hora 6 e Programa Solar mentos ANCP (Agência Nacional IMTT DGEG / ADENE DGEG / DGAE Compras Públicas) / ADENE / APA Comportamentos 9 Programa Mais 10 Operação E ADENE Fiscalidade Compor- 11 Fiscalidade Verde DGCI / DGAIEC tamentos Incentivos e Financiamento Fundo de Eficiência 12 Energética DGEG / ERSE / DG Tesouro Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 18
  20. 20. Os programas têm mapas de seguimento com indicadores de performance Exemplo Renove Carro Plano Nacional Acção Eficiência Energética Programas e Medidas Impactos (tep) Metas Designação da Código da Cenário Cenário Cenário Indicadores Actual 2010 2015 Programa Descrição intermédio Alto Baixo medida medida 2010 2015 2015 2015 Revitalização do Redução do imposto automóvel na compra de automóvel % de veículos ligeiros do parque automóvel com abate de veículos em T1M1 37% 35% 30% ligeiro novo. mais de 10 anos fim de vida Tributação Verde - 57.772 231.056 234.832 227.280 Emissões de CO2 médias dos novos veículos Acordos Voluntários Fabricantes (AutoOil). Incorporação 143 120 110 Revisão do regime vendidos. T1M2 do factor de emissão de CO2 no cálculo do Imposto de tributação de Automóvel e no Imposto de Circulação. veículos particulares % de veículos híbridos no total do parque automóvel 3% 10% Ligeiros de Penetração de pneus de baixa resistência ao rolamento. 15% 25% 30% passageiros Acordo voluntário com marcas automóvel, para que as Penetração de pneus eficientes no T1M3 versões standards dos veículos novos dos segmentos A, parque automóvel (Baixa Comerciais de B e C passem a vir equipados com pneus de baixa resistência ao rolamento) 5% 10% 15% resistência ao rolamento (RR), verificação no IPV. passageiros Renove Carro 16.843 27.401 27.849 26.953 Ligeiros de Pneu verde e 30% 20% 15% eficiência fuel passageiros Pressão certa. Reduzir para metade o parque de viaturas % viaturas com pressão incorrecta T1M4 em circulação com pressão incorrecta nos pneus. nos pneus Comerciais de 30% 20% 15% passageiros Pesados 20% 15% 10% Fluidos eficientes. Taxa de carbono sobre lubrificantes T1M5 ineficientes e campanhas de informação e certificação de 6.079 12.962 13.174 12.750 % das vendas de lubrificantes eficientes 10% 15% 20% lubrificantes e combustíveis quot;fuel efficientquot;. 4 Novos veículos mais Acordos voluntários com importadores de automóveis 3 % parque automóvel com sistemas de quot;conscientesquot; para a para inclusão de equipamentos indutores de menor . T1M6 10.200 26.769 27.206 26.331 monitorização (computador de Bordo, cruise control, n.d. 8% 20% poupança de consumo (computadores de bordo, sistemas de 1 GPS e quot;pneu-checkquot;) combustível verificação da pressão dos pneus,…) 1 5 Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Versão para Consulta Pública 19

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