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  1. 1. *O artigo se refere aos resultados do programa de coaching desenvolvido pela Rumo Empresarial Ltda ME. Publicação Original: Anais do Congresso de Stress da ISMA-BR 2013, Porto Alegre. Proibida a reprodução total ou parcial sem citação da fonte. BENEFÍCIOS E RESULTADOS DE UM PROGRAMA DE COACHING DE BEM-ESTAR E GESTÃO DO STRESS* Rosalina de Jesus Moura Katia Martins Ferreira “Maravilhoso. Era a hora mais esperada do mês! Faria mais 1000 vezes!” “O processo foi decisivo para conseguir manter a consciência, tranqüilidade e foco durante o período de grandes mudanças.” “Foi um processo interessante, pois me fez buscar melhorias para minha qualidade de vida e descobrir que eu posso sim enfrentar barreiras que eu achava impossíveis.” Depoimentos de participantes. 1. INTRODUÇÃO A natureza do trabalho tem se modificado em ritmo acelerado e o stress, mais do que nunca, representa uma ameaça para a saúde dos trabalhadores e para a saúde das organizações (NIOSH). De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o stress pode ser considerado como “o mal do século XXI”. Inúmeras pesquisas sugerem e evidenciam a relação entre o stress no trabalho e a saúde. O stress pode aumentar o risco de desenvolvimento de algumas doenças, contribuir para seu agravamento ou resultar em comportamentos de risco. Estudos relacionam o stress elevado a doenças como as cardiovasculares, os distúrbios musculoesqueléticos, problemas gastrointestinais, distúrbios psicológicos (como depressão, ansiedade e burnout) e a acidentes no local de trabalho (HSE; NIOSH; SELYE,1984). No contexto ocupacional o stress (distress) tem causado sofrimento físico e psíquico aos funcionários, ao mesmo tempo em que gera um ônus econômico significativo para as empresas pois é associado ao absenteísmo, presenteísmo, baixa produtividade, aumento na utilização dos planos de saúde, perda de talentos, entre outros. Um dos grandes desafios das empresas na atualidade é encontrar caminhos que levem a uma redução do stress e minimizem o impacto negativo que este, quando elevado, pode ter para as pessoas e a organização.
  2. 2. Nos últimos anos temos observado um investimento crescente das empresas em programas de promoção de saúde e bem-estar. Uma pesquisa da Buck Consultants realizada em 2012 com vários países e no Brasil revelou que o stress é a preocupação número um das empresas. Esta preocupação tem gerado um movimento na direção de se encontrar soluções que minimizem o problema. No entanto, o conhecimento que se tem atualmente sobre o stress é desproporcional aos programas e investimentos realizados pelas empresas para o seu controle. A experiência sugere que grande parte das intervenções para redução do stress é direcionada aos indivíduos, havendo certa resistência das empresas em realizar intervenções e modificações nas relações interpessoais, no ambiente e na organização do trabalho. Além disto, encontramos muitas intervenções que geram alívio para a tensão física (como massagem e ginástica laboral), porém seus efeitos são de curtíssimo prazo e limitados, não oferecendo ferramentas e recursos que possam ser utilizados no dia a dia para se lidar com as causas e as consequências do stress. Os programas de saúde e bem-estar devem partir da avaliação e conhecimento da população-alvo em relação às suas características e necessidades, possibilitando a definição e a criação de intervenções específicas que aumentem a probabilidade de adesão e o alcance dos objetivos desejados. Além disto, é fundamental a criação de indicadores que possibilitem a mensuração dos resultados. A presente pesquisa teve como objetivos levantar os resultados do programa de Coaching de Bem- estar e Gestão do Stress da Rumo, desenvolvido com funcionários de uma empresa. Este programa foi estruturado tendo como base a teoria da Psicologia Positiva, ciência que enfoca os aspectos saudáveis, habilidades e potenciais de cada indivíduo, nas teorias de stress de Hans Selye e nos preceitos teóricos e ferramentas do Coaching de Saúde e Bem-estar. 2. METODOLOGIA Esta é uma Pesquisa Intervencional estruturada para mensurar os resultados da implantação de um programa de gerenciamento do stress em uma empresa multinacional de grande porte, na filial de São Paulo. A empresa se submeteu a um processo de auditoria interna que identificou sinais significativos de stress nos funcionários e recomendou a criação e a implementação de um programa de gerenciamento do stress. Para o conhecimento da realidade e das necessidades dos funcionários foi aplicado o Mapeamento do Stress e Bem-Estar da Rumo (empresa contratada para a realização do trabalho), que gera resultados baseados na análise dos dados fornecidos pelos respondentes. Trata- se de questionários aplicados on-line (via internet) em ambiente seguro que gera informações sobre os riscos de stress, os comportamentos e estratégias individuais para seu gerenciamento e os principais estressores relacionados ao trabalho. Este Mapeamento fornece dados para o desenvolvimento de um Programa de Gerenciamento do Stress e cria indicadores importantes para a avaliação dos resultados das intervenções. Um dos instrumentos utilizados no Mapeamento do Stress e Bem-Estar é o Termômetro do Stress. Este questionário, de propriedade autoral da Rumo, foi elaborado a partir da teoria de Selye e identifica sinais e sintomas físicos e psíquicos relacionados ao stress (distress). O resultado é apresentado em cores (vermelho, laranja, amarelo ou verde), e cada cor é associada à presença de sinais de stress (distress) e sintomas de saúde. A cor vermelha corresponde a sinais de stress em nível elevado, a cor laranja moderado, a amarela baixo e a verde sem sinais significativos de stress. Os resultados deste questionário foram definidos como um dos indicadores de efetividade do programa de Coaching, o qual será descrito a seguir. Após a aplicação do Mapeamento do Stress e Bem-Estar e da análise dos dados, foi desenhado um programa de intervenção para reduzir o stress e suas consequências na empresa. Uma das
  3. 3. recomendações realizadas foi a implantação do programa de Coaching de Bem-estar e Gestão do Stress. O Coaching de Bem Estar e Gestão do Stress da Rumo é um processo estruturado que se baseia em 5 pilares: Enfrentamento das Fontes de Stress, Gestão do Tempo, Relaxamento, Alimentação e Atividade Física. Tem como objetivos ajudar as pessoas a desenvolver recursos para lidar com o stress e a modificar comportamentos e hábitos que predispõem ao aumento no nível de stress em direção a níveis mais elevados de bem-estar, o que implica na adoção de um estilo de vida mais saudável. Em conjunto com o cliente identificam-se as principais fontes de stress presentes na vida pessoal e profissional, as histórias de sucesso em gerenciar o stress, os aspectos de força, os valores e a motivação para a mudança. O cliente cria uma visão de bem-estar e gerenciamento do stress que servirá de base para a definição de metas que o conduzirão a alcançar os seus objetivos por meio da realização de escolhas conscientes, do fortalecimento de seu potencial e recursos, da ampliação da motivação e aumento da auto-eficácia. Participaram desta pesquisa 30 funcionários de diversos níveis hierárquicos da empresa (nível operacional a diretoria) que responderam ao Mapeamento do Stress e Bem-Estar. O programa foi realizado à distância e a adesão foi voluntária. A quantidade de sessões variou de 8 a 12 (de acordo com a cor do Termômetro do Stress), realizadas em até 12 meses, com intervalo médio de 30 dias entre elas. Cada sessão teve uma duração média de 45 minutos. Antes da última sessão de coaching os participantes responderam a dois questionários online. Um dos questionários era o Termômetro do Stress (o mesmo respondido no Mapeamento inicial) e um segundo questionário de avaliação e impacto do programa. Utilizou-se a mesma ferramenta de avaliação (Termômetro do Stress) antes e após a intervenção, o que permitiu a comparação dos resultados e a verificação das mudanças ocorridas. 3. REFERENCIAL TEÓRICO 3.1. Definição de Stress Segundo Selye (1984), o stress corresponde às reações do organismo diante das demandas da vida, sendo necessário para a sobrevivência. Embora o stress em geral seja associado a algo negativo e ruim, Selye coloca que os mecanismos do stress são indiferentes aos conceitos humanos de “bom” e “mau”. O stress é inevitável e não podemos viver sem ele. Em seu aspecto positivo (eustress) pode aumentar a motivação e energia para a realização de atividades. No entanto, quando o stress se torne intenso e prolongado (distress) pode gerar uma série de sintomas físicos, psíquicos e comportamentais, podendo aumentar a vulnerabilidade do organismo, levar a doenças e, em seu extremo, à morte. Selye (1984) postula que é possível identificar os sinais do stress a partir da observação da presença de sintomas físicos, psicológicos e comportamentais. Selye refere que para os seres humanos, sem dúvida, os estressores mais importantes são emocionais. No entanto, no processo de stress (distress), o mais importante é a nossa habilidade para lidar com as demandas e os eventos em nossa vida e não a qualidade ou intensidade desses eventos. Ou seja, o que importa não é tanto o que nos acontece, mas a forma como encaramos e interpretamos isso.
  4. 4. Cungi (2004) afirma que o stress e suas consequências negativas custam muito caro tanto do ponto de vista humano quanto econômico, tornando-se um sério problema de saúde pública, conforme vem sendo mostrado em estudos sobre o tema. Nos Estados Unidos, por exemplo, o stress custaria entre 150 a 200 milhões de dólares por ano, ou seja, aproximadamente 1 a 2% do PIB norte americano. Na Europa, estima-se que aproximadamente um em cada três trabalhadores é atingido por problemas relacionados ao stress elevado. No Brasil, em 2010, o INSS constatou um aumento de 28% nos afastamentos causados por stress. No primeiro semestre de 2011, foram concedidos 109 mil auxílios-doença a trabalhadores que sofreram as seqüelas do stress. 3.2. Definição de Coaching De acordo com Pacheco (2011) a palavra coaching em sua etiologia deriva da palavra carruagem, pois se denominava coach aquele que conduzia o cavalo. A partir deste contexto o termo coaching passou a ser utilizado em outro cenário para ilustrar a atividade dos treinadores esportivos em orientar as suas equipes em quadra com o objetivo principal de auxiliar os atletas a eliminar os seus bloqueios e maximizar o seu potencial. Segundo o mesmo autor, após este contexto o termo coaching passou a ser sinônimo de uma atividade voltada a desenvolver e maximizar o potencial das pessoas para que elas possam melhorar o seu desempenho. O coaching como conhecemos nos dias atuais teve início com a filosofia da Psicologia Positiva que, de acordo com Seligman & Czikszentmihalyi (2000): “... é definida como a ciência que estuda a experiência subjetiva positiva, as potencialidades e virtudes humanas, e as instituições que promovem qualidade de vida, contribuindo para a compreensão e desenvolvimento dos fatores que permitam a prosperidade dos indivíduos e comunidade.” (SELIGMAN & CZIKSZENTMIHALYI, 2000). Desta forma, segundo Pacheco (2011) podemos considerar o coaching uma ferramenta voltada para a aprendizagem, centrada no presente e orientada para a mudança, ou seja, ela permite a melhoria do desempenho em direção ao objetivo final traçado pelo cliente/coachee. Atualmente existem diversos tipos de coaching que visam trabalhar em diferentes focos. O Coaching de Saúde e Bem-Estar é uma modalidade que vem recebendo cada vez mais destaque e importância. 3.3. Coaching de Bem Estar e Gestão do Stress Diante do contexto no qual o stress cada vez mais oferece riscos à saúde e tendo em vista que o processo de coaching pode ser definido como “a arte de criar um ambiente, através de conversa e um jeito de ser, que facilita o processo pelo o qual a pessoa possa caminhar em direção a metas de tal forma que a preencha como pessoa” (GALLWEY apud CORREIA & ABATE, 2007), o Coaching de Bem Estar e Gestão do Stress se apresenta como uma abordagem importante para auxiliar as pessoas a gerenciarem melhor o stress da vida pessoal e profissional. Muitos estudos indicam que o
  5. 5. nosso estilo de vida determina não apenas o nosso estado de felicidade ou bem-estar, mas também a nossa saúde física e emocional (SKARBNIK & SIMURRO, 2011). Sendo assim, a proposta do processo de coaching nesta abordagem é reduzir os comportamentos, hábitos e crenças nocivos à saúde que contribuem para o aumento no nível de stress e desenvolver um estilo de vida mais saudável com ampliação do bem-estar. Os pilares trabalhados no Coaching de Bem Estar e Gestão do Stress (Enfrentamento das Fontes de Stress, Gestão do Tempo, Relaxamento, Alimentação e Atividade Física) são fundamentais na abordagem do stress. Estudos têm comprovado que mudanças no estilo de comportamento e hábitos dentro destas cinco áreas contribuem de forma eficaz para prevenir ou amenizar os efeitos do stress elevado sobre o organismo, além de melhorar a saúde e o bem-estar (Cungi, 2004). O coaching proporciona à pessoa um autoconhecimento, o que permite a ela identificar em si os seus pontos fortes e os fracos na construção dos recursos para enfrentar ou lidar com os medos e dificuldades inerentes a qualquer processo de mudança. Além disso, é uma importante ferramenta para controlar o nível stress no dia a dia, já que proporciona ao cliente estratégias para lidar com as fontes do stress e amenizar os seus efeitos em sua vida aumentando a resiliência. 4. RESULTADOS Para avaliação dos resultados do Coaching de Bem Estar e Gestão do Stress foram utilizados os indicadores de cor do questionário Termômetro do Stress, os resultados do questionário de avaliação e impacto do programa e dados levantados junto à empresa sobre a quantidade de consultas realizadas em Pronto-Socorro e quantidade de faltas ao trabalho (absenteísmo). No período de 12 meses a empresa constatou uma redução de 63% no número de consultas em pronto-socorro e no absenteísmo no grupo de funcionários que participou do coaching. A aplicação do Termômetro do Stress revelou uma redução de 100% da cor vermelha e 73% da cor laranja (gráfico 1), o que significa uma diminuição significativa dos sinais e sintomas de stress. No questionário de avaliação e impacto do programa, 93% das pessoas afirmaram que o coaching contribuiu para um melhor gerenciamento do stress, 93% recomendariam o coaching e 86% consideraram o tempo de intervalo entre as sessões adequado. A maior parte das pessoas conseguiu realizar as mudanças e alcançar as metas definidas nos pilares trabalhados, sendo 100% no pilar Enfrentamento das Fontes de Stress, 100% em Gestão do Tempo, 100% em Alimentação, 81% em Relaxamento e 63% em Atividade Física.
  6. 6. 75% 38% 47% 56% 66% 75% 38% 47% 47% 44% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Enfrentamento do stress Gestão do tempo Alimentação Relaxamento Atividade física Estabeleceu metas X Realizou mudanças durante o processo de coaching Estabeleceu metas Realizou mudanças 0% 0% 27% 50% 23% Termômetro do Stress no Início do Programa de Coaching VERDE AMARELO LARANJA VERMELHO
  7. 7. 34% 53% 13% 0% Termômetro do Stress no Término do Programa de Coaching VERDE AMARELO LARANJA VERMELHO 72% 28% 0% 0% Qual a sua avaliação sobre a condução do processo de coaching pelo profissional? Ótima Boa Regular Ruim 72% 24% 4% 0% De forma geral, como você avalia o processo de coaching realizado? Ótimo Bom Regular Ruim
  8. 8. 76% 24% 0% Como você avalia o seu grau de comprometimento com o processo? Muito comprometido Mais ou menos comprometido Pouco comprometido 4.1 - DEPOIMENTOS Na avaliação final realizada online solicitamos aos participantes que escrevessem um depoimento sobre a participação no processo. Abaixo alguns deles: 1. “Entrei no processo já em um estágio avançado de stress, o qual impactava na minha saúde e vida como um todo... Imediatamente a equipe diagnosticou isso e traçou um plano para eu primeiro sair dessa crise e depois com mais calma lidar com o assunto. Recebi sugestões e recomendações objetivas e práticas que me propiciaram ver pequenos avanços o que era muito importante naquele momento de crise. Com certeza não teria saído do meu estado de stress sem a ajuda do coaching”. 2. “Muito bom, normalmente não paramos pra pensar no que estamos fazendo, onde queremos chegar e como realizar isto. Com isto agendado e com a ajuda do profissional, podemos visualizar isto melhor e conseguimos romper barreiras e alcançar nossos objetivos”. 3. “O processo foi decisivo para conseguir manter a consciência, tranqüilidade e foco durante o período de grandes mudanças”. 4. “O processo todo foi um grande aprendizado. Priorizamos mil coisas em nossa vida, mas às vezes nos colocamos em último da lista. Foi ótimo ter uma pessoa me ajudando a relembrar a importância de me priorizar e "cobrando" por isso! Eu adorei, recomendaria e gostaria muito de continuar!” 5. “Maravilhoso. Era a hora mais esperada do mês! Faria mais 1000 vezes!”
  9. 9. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS O Coaching de Bem Estar e Gestão do Stress se mostrou eficaz para a redução de sintomas físicos e psíquicos do stress, para o aumento do bem-estar, mudança de comportamento e adoção de hábitos saudáveis. Os dados levantados pela empresa revelaram uma grande diminuição do absenteísmo e de custos com saúde no último ano, o que representa diminuição dos custos diretos e indiretos do stress. O coaching possibilita o desenvolvimento e o fortalecimento de competências e estratégias que ampliam a resistência ao stress e desenvolvem a resiliência. Sendo realizado à distância amplia o seu alcance e se torna viável para diferentes profissões e contextos ocupacionais. A implementação de programas de prevenção e redução do stress nas empresas é de suma importância para a sustentabilidade das organizações e das pessoas. No campo do stress ocupacional não existem modelos prontos, sendo fundamental a inovação e a criação de alternativas e possibilidades que precisam ser testadas e constantemente ajustadas visando contribuir para que pessoas e organizações se tornem mais saudáveis, produtivas e felizes. 6. AUTORES Rosalina Moura - Psicóloga (IP-USP), Gestora em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA/FEA USP- SP, Coach em Saúde e Bem-estar pela Carevolution (Wellcoaches), Certificada em Gerenciamento do Stress pela ISMA-BR e Canadian National Centre for Occupational Health & Safety (CNCOHS), sócia da Rumo Empresarial Ltda ME. F: 11- 3562-7434/ 9-9203-3209, e- mail rosalina@rumosaudavel.com.br. Katia Martins - Psicóloga (UNICSUL), Coach em Saúde e Bem-estar, Coach na Rumo Empresarial Ltda ME. F: 11- 9-8851-1155, F: 11- 3562-7434, e-mail katia@rumosaudavel.com.br.
  10. 10. 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CORREIA, M; ABATE, P. O processo de coaching em uma abordagem transpessoal. Tese de mestrado, Instituto Humanitatis, Dez, 2007. CUNGI, C. Cap. 01: O que é estresse. IN: CUNGI, C. Saber administrar o estresse na vida e no trabalho. São Paulo. Larousse do Brasil, 2004, p. 97 – 136. DHHS (NIOSH). Stress at Work…. Publication number 99-101. Em: <http://www.cdc.gov/niosh/docs/99-101>. Acesso em: 23 de Abril de 2013. HSE, Em: < http://www.hse.gov.uk/statistics/causdis/stress/index.htm>. Acesso em 23 de Abril de 2013. LAZARUS, R.S. Psychological Stress and the Coping Process. New York: McGraw-Hill, 1996. LIPP, M. Como enfrentar o stress. São Paulo, Ícone/ Campinas Unicamp, 1998, p. 10 – 20. PACHECO, G. Coaching, consultoria e terapia: sacos diferentes da mesma farinha?. In: PERCIA, A. ; SITA. M. Manual completo de coaching. São Paulo, Ed. Ser Mais, 2011, p. 45 – 51. PROSHASKA, J.; NORCROSS, J.; DICLEMENTE, C. Changing for Good. New York, NY: Harper Collins/ Quill, 1994/2002. ROSSI, A.M.; QUICK, J.C.; PERREWÉ. Stress e qualidade de vida no trabalho: o positivo e o negativo. São Paulo, Atlas, 2009. SELIGMAN, M.E.P.; CZIKSZENTMIHALYI, M. Positive Psichology: an introduction. In: American Psichologist, v. 55, 2000, p. 5 -14. SELIGMAN, M.; Felicidade Autêntica: usando a Psicologia Positiva para a realização permanente. Rio de Janeiro:Objetiva, 2002. SELYE, H. Estresse: A tensão da vida. São Paulo: Ibrasa, 1965. SELYE, H. The Stress of Life. New York: McGraw-Hill, 1956, revised ed., 1984. SKARBNIK, R.; SIMURRO, S. Wellness e Health Coaching. IN: PERCIA, A.; SITA, M. Manual Completo de Coaching. São Paulo. Editora Ser Mais, 2011, p. 369 – 375. ZANELLI, J.C. & Cols. Estresse nas organizações de trabalho: compreensão e intervenção baseadas em evidências. Porto Alegre, Artmed, 2010.

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