Larva migrans

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Larva migrans

  1. 1. Universidade Federal do Cariri Faculdade de Medicina Pró – Reitoria de Extensão Ministério da Educação
  2. 2.  Bicho Geográfico/ Bicho das Praias  Parasitos próprios de animais domésticos e silvestres  Ser Humano - hospedeiro anormal  Migrações – Síndromes  A.E. – Ancylostoma braziliense Ancylostoma caninum Strongyloides sp. Toxocara canis  Larva Migrans Cutânea (LMC)  Larva Migrans Visceral (LMV)  Larva Migrans Ocular (LMO)
  3. 3.  As características peculiares vão depender do agente etiológico.  L1 - 300 μm (Ancylostomidae)  L2 – 400 μm com restos de bainha  L3 – 600 μm com membrana dupla http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/filo-asquelmintes/imagens/larva-3.jpg http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Animalia/Imagens/filarioide3.jpg http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Animalia/Imagens/bainha2.jpg
  4. 4. http://1.bp.blogspot.com/-lJVJLAEOd60/Ud7vh87gfpI/AAAAAAAAAhs/ZNo4F5xieAE/s1600/Larva+migrans+ciclo.jpg
  5. 5. LARVA MIGRANS CUTÂNEA Lesão eritemopapulosa – pés, pernas, nádegas, mãos e antebraços Rastro saliente e pruriginoso Escoriações na pele Síndrome de Löefler Eosinofilia
  6. 6. http://aapredbook.aappublications.org/content/1/SEC131/SEC171/F459.large.jpg https://d1tb9j1fbhww3m.cloudfront.net/uploads/media/file/11485/larva_migrans.jpg http://www.asseptec.com.br/redim/700x700/0/arquivos/conteudo/larva_migrans2.jpg https://www.dermquest.com/imagelibrary/large/10149-DSC01503.JPG
  7. 7. http://www.emmanuelfranca.com.br/imgatlas/imagensdoencas/larva_ migrans/larva_migrans_grande_%207.jpg http://www.jfponline.com/fileadmin/jfp_archive/images/photo %20rounds/PRF_122509_FIG2.jpg
  8. 8. LARVA MIGRANS VISCERAL Pode aparecer infiltrados pulmonares Envolvimento SNC: Epilepsia, Meningite e Cefalite Quadro Clássico: - Leucocitose - Hipereosinofilia - Hepatomegalia - Linfadenite Complicações da migração: S. aureus
  9. 9. LARVA MIGRANS OCULAR Resposta imunológica é menos intensa Geralmente unilateral: Endoftalmia Perda da visão Granulomas Hemorragia Retiniana Lesões Orbitárias http://classconnection.s3.amazonaws.com/172/flashcards/1100172/png/eye1328950128079.png
  10. 10. http://www.montezumavetclinic.com/sites/site-4019/images/34466258_scaled_480x304.jpg http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/dd/Right_eye_ocular_lar va_migrans_granuloma.jpg/640px-Right_eye_ocular_larva_migrans_granuloma.jpg
  11. 11. Exame Clínico - Anamnese - Sintomas e aspectos dermatológicos (lesão linear e tortuosa na pele). - Exame Físico Exame Laboratorial - Eosinofilia persistente (LMV/LMO) - Hipergamaglobulinemia - ELISA (LMV/LMO) - Exame oftalmológico (LMO)
  12. 12. Casos Benignos Casos Crônicos - Uso tópico de tiabendazol (LMC) - Prurido diminui em 24 a 72 horas - Cura Clínica entre 7 a 14 dias - Albendazol (LMV) + Ivermectina - Intolerância ao medicamento usual: cloretila ou nerve carbônica - Corticóide (LMO)
  13. 13.  Tratamento de cães e gatos com anti-helmínticos de largo espectro  Evitar acesso desses animais em locais públicos  Redução da população de cães e gatos vadios  Evitar andar descalço
  14. 14.  Paciente de 25 anos, branco, do sexo masculino, advogado, natural e procedente de Florianópolis.  Paciente previamente hígido, iniciou com lesões da pele pruriginosas na região periumbilical, com progressão rápida em poucos dias. Evoluiu com comprometimento do tórax, abdômen e região deltóidea.  Negava qualquer intercorrência prévia, bem como uso de medicações e/ou outros sinais e sintomas.  Ao exame percebiam-se diversas pápulas eritematosas, confluentes em alguns pontos, formando placas papulosas eritematosas de bordas bem delimitadas
  15. 15. http://www.scielo.br/pdf/abd/v78n2/16367.pdf
  16. 16.  Os exames laboratoriais:  Eosinofilia relativa (1092 eosinófilos/mm³ (12%) e títulos de IgE 836KU/L (normal < 100).  Os exames radiológicos de tórax e a ultra-sonografia abdominal não evidenciaram alterações.  A histopatologia da pele demonstrou dermatite perivascular superficial com predomínio de eosinófilos, bem como espongiose com formação de vesículas contendo linfócitos e eosinófilos.  ELISA: Echinococus granulosus, Trichinella spiralis, Toxocara canis e Toxocara cati. Positivo para T. canis.  Tratamento:  ivermectina 2mg/dia (200mg/kg/dia) durante três dias consecutivos com melhora imediata da eosinofilia, bem como involução total das lesões cutâneas.
  17. 17. http://www.scielo.br/pdf/abd/v78n2/16367.pdf
  18. 18.  NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.  MACHADO, Alexandre Bortoli; EL ACHKAR, Marice Emanuela. Larva migrans visceral: relato de caso. An. Bras. Dermatol., Rio de Janeiro , v. 78, n. 2, Apr. 2003 . Available from<http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S036505962003000200009&lng=en& nrm=iso>. access on 25 May 2014. http://dx.doi.org/10.1590/S0365-05962003000200009.

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