Vibrio
parahemolyticus
Vaníria lima
INTRODUÇÃO:
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causam cólera e vibrio vulnificus Exi...
Características :
 Bactéria Gram negativa;
 É patogênica;
 Tem a forma de um bastonete(bacilos) curvo e é movido por fl...
Onde a encontramos:
Você pode se infectar com este agente pela ingestão de alimentos contaminados frutos
do mar (especialm...
Manifestação Clínica:
Septicemia fatalInfecções de ferimentosGastrentérica
Sintomas % ocorrência
Diarréia
aquosa
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Cólica...
Fatores de virulência
 Associado a produção de TDH (Hemolisina Termoestável);
 Composição proteica, resistente ao calor ...
Tratamento e Prevenção:
 Tratamento:
Deve consultar o seu medico, que irá determinar o curso do tratamento como: Hidrataç...
Medidas de controle:
1)notificação de surtos:
A ocorrência de surtos (dois ou mais casos) requer a notificação imediata às...
Bibliografia:
1. http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v40n1/a11v40n1.pdf (artigo)
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Vibrio parahemolyticus

  1. 1. Vibrio parahemolyticus Vaníria lima
  2. 2. INTRODUÇÃO: Vibrio parahaemolyticus é uma bactéria da mesma família como aqueles que causam cólera e vibrio vulnificus Existem cerca de 35 espécies do género Vibrio, das quais doze são patogénicas para o Homem. V. parahaemolyticus é a espécie mais importante em termos de segurança alimentar. Então, neste documento falaremos alguns detalhes sobre a sua espécie; como: características, onde a encontramos, manifestação clinica, fator de virulência, tratamento e prevenção; medidas de controle.
  3. 3. Características :  Bactéria Gram negativa;  É patogênica;  Tem a forma de um bastonete(bacilos) curvo e é movido por flagelos polares (não é esporogênico);  A temperatura de desenvolvimento é de 22º a 42ºC;  O pH para o desenvolvimento é entre 5 a 11 – o pH ótimo fica entre 7,5 a 8,5;  São extremamente termos sensíveis sendo rapidamente mortas a 50°C;  A ocorrência deste patógeno nem sempre está associada à presença de organismos indicadores, mas sim a alterações físico-químicas do ambiente, como pH,salinidade e temperatura.  É encontrada em estuários (ambiente aquático de transição entre um rio e o mar) e raramente é encontrada em água doce;  Habitat : Costa Marinha : tropical e temperada
  4. 4. Onde a encontramos: Você pode se infectar com este agente pela ingestão de alimentos contaminados frutos do mar (especialmente crustáceos), crua ou mal cozida. Outra alternativa é a ingestão de outros alimentos que tenham adquirido Vibrio parahaemolyticus por contaminação cruzada, isto é, durante a manipulação de alimentos (exemplo de usar os mesmos utensílios para frutos do mar e vegetais que são comidos crus).
  5. 5. Manifestação Clínica: Septicemia fatalInfecções de ferimentosGastrentérica Sintomas % ocorrência Diarréia aquosa 98 Cólicas abdominais 82 Náuseas 71 Vômitos 52 Cefaléia 42 Febre 27 Calafrios 24 podendo resultar em Fasceíte necrotizante. Pacientes que apresenta baixa resistência quando a exposição a um antígeno (rara).
  6. 6. Fatores de virulência  Associado a produção de TDH (Hemolisina Termoestável);  Composição proteica, resistente ao calor (100ºC/30 min.);  Atuação de TDH: epitélio intestinal formação de poros (equilíbrio iônico);  Caracterização de hemolisina TRH: 69% similaridade com TDH;  Amostras virulentas V.parahaemolyticus: TDH ou TRH ou ambos.  Apresentarem resultados positivo frente ao teste de Kanagawa. Desta, O3:K6 e O10:K52 são reconhecidas como importantes causadoras de gastrenterite em diversas regiões do mundo. Tal fato mostra a relevância quanto a sua detecção, dado o reconhecimento quanto ao elevado poder de virulência para o homem.  Ocorrência:  Presença de V.parahaemolyticus TDH +: 90% isolados clínicos < 1% cepas ambientais.  Países tropicais: > 5% cepas isoladas no ambiente;  Brasil: 9-20% de cepas isoladas de ambiente; hemisfério norte
  7. 7. Tratamento e Prevenção:  Tratamento: Deve consultar o seu medico, que irá determinar o curso do tratamento como: Hidratação oral ou endovenosa podendo requerer tratamento com antibióticos nos casos hospitalizados ou em geral tratamento semelhante ao de uma infecção intestinal.  Prevenção: A população deve obedecer algumas regras básicas como a conservação do produto sob refrigeração (4°C) em ambiente limpo e sanitizado, seguido da etapa de cozimento à temperatura de 100°C por aproximadamente 15 minutos a fim de inativar possíveis microrganismos remanescentes das etapas anteriores. É importante que o consumidor seja alertado quanto à importância do cumprimento das regras básicas de higiene durante todas as fases de manipulação e preparo do alimento que previnem a contaminação cruzada ou recontaminação do alimento pronto para consumo.
  8. 8. Medidas de controle: 1)notificação de surtos: A ocorrência de surtos (dois ou mais casos) requer a notificação imediata às autoridades de vigilância epidemiológica municipal, regional ou central, para que se desencadeie a investigação das fontes comuns e o controle da transmissão com medidas preventivas e educativas. Orientações poderão ser obtidas junto à Central/CIEVS/CVE/SP, no telefone é 0800-55-5466. 2) medidas preventivas: Consumo de produtos adequadamente cozidos ou refrigerados; educação dos manipuladores de alimentos sobre os fatores de risco/proliferação e contaminações cruzadas. 3) medidas em epidemias: Investigação dos surtos e identificação de fontes de transmissão; conscientização da população sobre os riscos de ingestão de produtos do mar crus e outras medidas sobre o preparo de alimentos.
  9. 9. Bibliografia: 1. http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v40n1/a11v40n1.pdf (artigo) 2. http://slideplayer.com.br/slide/328328/ (Epidemiologia e diagnóstico de Vibrio sp. Da prof° Dalia dos Prazeres Rodrigues) 3. ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/hidrica/doc/19Vibrio_parahemolyticus_rev2014.pdf (MANUAL DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS VIBRIO PARAHAEMOLYTICUS –Estado de São Paulo) 4. Livro Microbiologia Médica Por Patrick Murray,Ken S. Rosenthal,Michael A Pfaller pg. 273 a 278

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