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    1. 1. PROSAD ASAJ O PROSAD foi criado em 1989, revisto em 1996, para serexecutado dentro do princípio da integralidade das ações desaúde, da necessária multidisciplinariedade no trato destasquestões e na integração. As ações básicas dirigidas ao público-alvo incluíam atividades de promoção de saúde, diagnósticoprecoce, tratamento e reabilitação, tendo como objetivo final amelhoria dos níveis de saúde da população adolescente. As áreas prioritárias de atuação prevista foram: crescimento edesenvolvimento, sexualidade, saúde bucal, saúde mental, saúdereprodutiva, saúde do escolar adolescente, prevenção doacidentes, violência, maus-tratos e família. Em 1999, o MS ampliou a atuação deste Programa para osindivíduos de até 24 anos, sob a denominação da Área Técnicada Saúde do Adolescente e do Jovem – ASAJ.
    2. 2. Atribuições da ASAJAtribuições da ASAJe do CRADISe do CRADIS
    3. 3. Fluxograma SESAB/ASAJSESABSuper. de AtençãoIntegral à SaúdeDir. de Gestãodo CuidadoCoord. do Cuidado porCiclo de Vida e GêneroASAJDir. de Atenção àRede Própriasob gestão diretaCoord. de Centros deReferênciase Hospitais PsiquiátricosCRADIS
    4. 4. Atribuições do CRADISO Centro Estadual deAtenção à Saúde doAdolescente/CRADIS é umórgão da Secretaria de Saúdedo Estado da Bahiaespecializado na atenção àsaúde de adolescentes,jovens e família. É compostapor uma equipemultiprofissional que dentreoutras funções realizam: Atendimento ao adolescente efamília (Acolhimento) Atendimento às famílias Atendimento médico em hebeatria Psicoterapia individual e em grupo Grupo de crescimento Grupos terapêuticos Grupos de pais Oficinas “Educação em Saúde” Terapia familiar Desenvolvimento de estudos epesquisas Terapia comunitária Odontologia preventiva
    5. 5. Atribuições da ASAJ A Área Técnica da Saúde do Adolescente e do Jovem/ASAJé uma instância da Secretaria de Saúde do estado da Bahiaque se propõe a pensar em políticas públicas de saúdevoltadas a este segmento populacional. É responsável pelaimplantação e implementação destas políticas na Bahia,planejando, executando, acompanhando e avaliando açõesdestinadas a apoiar os municípios baianos na atenção àsaúde do adolescente. Atualmente a Área é composta poruma equipe de quatro profissionais e três administrativos efunciona nas dependências do Centro Estadual de Atençãoao Adolescente Isabel Souto/CRADIS
    6. 6. POLÍTICA NACIONALPOLÍTICA NACIONALDE ATENÇÃODE ATENÇÃOINTEGRAL À SAÚDE DEINTEGRAL À SAÚDE DEADOLESCENTES EADOLESCENTES EJOVENSJOVENS
    7. 7. DADOS DE DISTRIBUIÇÃO DEMOGRÁFICASAÚDE DO ADOLESCENTENo ano de 2000, o Brasil, sozinho, era responsávelpor 50% dos jovens da América Latina e 80% dosjovens do Cone Sul.Além disso, entre os 191 países membros daOrganização das Nações Unidas, o Brasil é o 5º commaior percentagem de jovens na sua população.No Brasil contemporâneo, a geração de adolescentese jovens, de 10 a 24 anos de idade é a mais numerosada sua história, representando, em 2004, um total de54.286.535 pessoas, 30,3% da população brasileira(IBGE).
    8. 8. Objetivo GeralPromover a atenção integral àsaúde de adolescentes e jovens,de 10 a 24 anos, no âmbito daPolítica Nacional de Saúde,visando à promoção de saúde, àprevenção de agravos e àredução da morbimortalidade.
    9. 9.  Promover a saúde de adolescentes ejovens exige compreender:1. A saúde nestas faixas etárias estádiretamente relacionada à promoção daparticipação juvenil no exercício dacidadania;2. fortalecimento dos seus vínculosfamiliares e comunitários;3. ações de educação em saúde e prevençãode agravos.
    10. 10. Adolescências e JuventudesPor Que? Pretende-se reconhecer a grandediversidade de experiências, condições devida e características sociais, raciais,étnicas, religiosas, culturais, de gênero ede orientação sexual que compõe ouniverso desses seguimentospopulacionais.
    11. 11. Adolescências eJuventudes
    12. 12. Marco Legal Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei8069/90); Leis Orgânicas da Saúde (nº 8080/90 e nº8142/90); Lei Orgânica da Assistência Social (nº8742/93).
    13. 13. DiretrizesDiretrizes1. O planejamento, execução e avaliação das ações desaúde deverão garantir os princípios da igualdade,equidade e jovens em situação especial de agravos;2. Na atenção integral à saúde, a participação juvenil deveráser estimulada e apoiada em ações cooperativas entreprofissionais, adolescentes e jovens;3. A educação permanente de profissionais de saúde egestores;4. A participação das famílias nas ações de atençãointegral à saúde de adolescentes e jovens deveráser incentivada.
    14. 14. Eixos Prioritários de AçãoEixos Prioritários de Ação Crescimento e desenvolvimento saudáveis; Saúde sexual e saúde reprodutiva; Redução da morbimortalidade por violências eacidentes.Temas Estruturantes da Atenção IntegralTemas Estruturantes da Atenção Integral Participação juvenil; Eqüidade de Gênero e Empoderamento do Sexo Feminino; Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos; Projeto de Vida; Cultura da Paz; Ética e Cidadania; Igualdade Racial e Étnica.
    15. 15.  Secretarias Estaduais de Saúde e DF1. Prestar cooperação técnica aos municípios, no processo dequalificação da Atenção Básica e da ampliação econsolidação da Estratégia de Saúde da Família,;2. Apoiar os municípios na elaboração de instrumentostécnicos e pedagógicos que facilitem o processo deformação e educação permanente dos membros da equipede saúde;Responsabilidade de Gestão entreResponsabilidade de Gestão entreos Entes Federadosos Entes Federados3. Propor a integração dos serviços e ações executadas poroutros setores públicos e comunitários, no fluxo dereferências para atendimento integral;
    16. 16.  Secretarias Municipais de Saúde e DF1. Incluir no Plano Municipal de Saúde os problemasmais freqüentes de saúde integral de adolescentese jovens de ambos os sexos;2. Discutir e pactuar na CIB as estratégias e metas aserem alcançadas por essa Política a cada ano;3. Estabelecer instrumentos de gestão e indicadorespara acompanhamento e avaliação do impacto daimplantação/ implementação da Política;Responsabilidade de Gestão entreResponsabilidade de Gestão entreos Entes Federadosos Entes Federados
    17. 17.  Secretarias Municipais de Saúde e DF4. Executar as ações básicas de promoção à saúde,prevenção de doenças e de agravos etratamento, abordando os problemasprioritários detectados no território;Responsabilidade de Gestão entreResponsabilidade de Gestão entreos Entes Federadosos Entes Federados5. Integrar os serviços e ações executadas por outrossetores públicos e comunitários, no fluxo dereferências;6. Estimular e viabilizar os processos de educaçãopermanente para os profissionais de AtençãoBásica.
    18. 18. “Não deliberamos sobre as estações doano, o movimento dos astros, a forma dosminerais ou dos vegetais. Não deliberamose nem decidimos sobre aquilo que é regidopela Natureza, isto é, pela necessidade.Mas deliberamos e decidimos sobre tudoaquilo que, para ser e acontecer, dependede nossa vontade e de nossa ação...Deliberamos sobre o Possível, isto é, sobreaquilo que pode ser ou deixar de ser...”(Chauí )
    19. 19. Dados geraisdo Estado da Bahiae suas faixaspopulacionais
    20. 20. Estimativa de população de adolescentes, segundosexo e faixa etária. Bahia, 2006Faixa Etária(em anos)Masculino Feminino Total10 a 14 803.495 785.076 1.588.57115 a 19 853.024 836.321 1.689.34520 a 24 707.834 701.947 1.409.781FONTE: MS/DATASUS;IBGE4.687.697
    21. 21. Estimativa de população de adolescentes, segundo sexoe faixa etária. Bahia, 2007Faixa Etária(em anos)Masculino Feminino Total10 a 14 810.731 792.226 1.602.95715 a 19 860.875 844.356 1.705.23120 a 24 714.909 709.293 1.424.202FONTE: MS/DATASUS/IBGE4.732.390
    22. 22. DADOS PERFIL EPIDEMIOLÓGICOSAÚDE DO ADOLESCENTEMORTALIDADEPROPORCIONAL DEADOLESCENTES (10 - 19 ANOS), SEGUNDO PRINCIPAISCAUSAS EANO. BAHIA, 2002 - 2006*0,010,020,030,040,050,060,070,0C.ExternasMalDefinidasNeoplasiasD.Ap.Circul.D.Ap.Respirat.D.Infec.eParasit.D.Sist.Nervoso%2002 2003 2004 2005 2006Fonte: SESAB/SUVISA/DIS/SIM *Dados preliminares, sujeitos a alteração
    23. 23. DADOS PERFIL EPIDEMIOLÓGICOPERCENTUAL DE ÓBITOS POR CAUSAS EXTERNAS EM ADOLESCENTES (10-19 ANOS),SEGUNDO CIRCUNSTÂNCIA DA MORTEEANO. BAHIA, 2002 - 2006*0,010,020,030,040,050,060,0Ac.transporteQuedasAfogamentoExp.àfumaça,fogo...Enven,intoxic.acid.L.autoprovoc.volunt.AgressõesEv.intençãoindet.Interv.legaisDemaisc.externas%2002 2003 2004 2005 2006Fonte: SESAB/SUVISA/DIS/SIM*Dados preliminares, sujeitos a alteração.SAÚDE DO ADOLESCENTE
    24. 24. DADOS PERFIL EPIDEMIOLÓGICOSAÚDE DO ADLESCENTEMORTALIDADE PROPORCIONAL POR CAUSAS EXTERNAS NA FAIXA ETÁRIA DE 15 A24 ANOS, SEGUNDO CIRCUNSTÂNCIA DA MORTE E ANO. BAHIA, 2002 - 2006*0,010,020,030,040,050,060,070,0Ac.transporteQuedasAfogamentoExp.àfumaça,fogo...L.autoprovoc.volunt.AgressõesEv.intençãoindet.Interv.legaisDemaisc.externas%2002 2003 2004 2005 2006Fonte: SESAB/SUVISA/DIS/SIM*Dados preliminares, sujeitos a alteração.
    25. 25. DADOS PERFIL EPIDEMIOLÓGICOSAÚDE DO ADOLESCENTEMORTALIDADE PROPORCIONAL POR CAUSAS EXTERNAS EM ADOLESCENTES(10 - 19 ANOS), SEGUNDO SEXO E ANO. BAHIA, 2002 - 2006*0,010,020,030,040,050,060,070,080,0%MASC. 65,2 66,5 67,8 67,2 70,9FEM. 31,7 30,9 29,4 27,0 27,12002 2003 2004 2005 2006Fonte: SESAB/SUVISA/DIS/SIM *Dados preliminares, sujeitos a alteração
    26. 26. DADOS PERFIL EPIDEMIOLÓGICOSAÚDE DO ADOLESCENTECOEFICIENTE DE INCIDÊNCIA DE AIDS* (POR 100.000 HABITANTES), SEGUNDO FAIXAETÁRIA. BAHIA, 20060,10,72,60,00,51,01,52,02,53,010-14 15-19 20-24COEFICIENTEFONTE:SESAB/SUVISA/DIS-SINAN
    27. 27. PROPOSTAS DESUPERAÇÃO NOATENDIMENTO AOADOLESCENTE e AOJOVEM
    28. 28. 1-Garantir a prioridade no atendimento aos adolescentes nas unidadesde saúde:(acessibilidade/ acolhimento/ flexibilidade de horário/confidencialidade / sigilo);2-Adequar os serviços de saúde para favorecer a captação e adesãodos adolescentes, priorizando na cobertura os adolescentes maisvulneráveis;3-Priorizar as atividades de grupo e a promoção da saúde: local/construir os temas com o grupo/ horário;4- Levar em consideração características e singularidades relativas agênero, orientação sexual, condição sócio-econômica, fatoresculturais, nível de escolaridade, incapacidades;5- Fortalecer a integração entre os profissionais dos diferentesprogramas, áreas técnicas e demais setores da unidade,fortalecendo o enfoque de saúde integral;
    29. 29. 6-Buscar fortalecer nos atendimentos e demais ações os vínculosfamiliares e comunitários;7-Estabelecer parcerias com outros setores, oferecendo acesso aatividades profissionalizantes, esportivas, artísticas, de lazer e outras;8-Produzir materiais educativos locais. Buscar parcerias nessaprodução.9-Socializar os conteúdos dos treinamentos, oficinas, seminários,palestras e todos os demais fóruns que o técnico participar cujoenfoque tenha sido o(a) adolescente/jovem com os demais membros daequipe;10-Buscar junto à Gestão Municipal que as diretrizes e os eixosprioritários da política nacional da atenção integral à saúde deadolescentes/jovens seja incluída no Plano Municipal de Saúde.11-Estimular a gestão municipal a ter um profissional de saúde comoresponsável pela saúde de adolescentes e jovens no município.12-Mudar a equação: Adolescente e Jovem = ProblemaAdolescente e Jovem = SOLUÇÂO !!!!!!!
    30. 30. PLANEJAMENTO 2008PLANEJAMENTO 2008 Área Técnica Nacional:AÇÕES PRIORITÁRIASEm consonância com as prioridades pactuadas, dentro doMS e intersetorialmente com outros Ministérios, osEstados deverão contemplar em suas propostas osseguintes compromissos: Pacto pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal; Um Mundo para a Criança e o Adolescente do Semi-Árido; Plano Integrado de Enfrentamento à Feminização da Aids, As Metas do Milênio.
    31. 31. PLANEJAMENTO/Ba 2008PLANEJAMENTO/Ba 20081. Execução do Projeto do Semi-árido(MS) Elaborar o Plano de Ação com os municípios; Identificar os parceiros que atuam na região; Contratação de assessoria técnica.2. Dar suporte ao novo perfil do CRADIS Participar da elaboração do PlanejamentoEstratégico; Capacitação dos técnicos na temática da violência enos três eixos da política nacional..
    32. 32. PLANEJAMENTO/Ba 2008PLANEJAMENTO/Ba 20083. Conclusão do POE (SESAB/FUNDAC) Realizar reuniões com a FUNDAC, CRADIS, SMS deSalvador, 2ª DIRES e demais parceiros; Constituição de nova comissão; Publicação da Portaria; Assinatura do termo de Adesão.4. Coordenar a elaboração da Política Estadual de Saúde doAdolescente.− Formação do Grupo de Trabalho para discutir a elaboraçãoda Política, formado por OG, ONG´s e entidadesprofissionais.
    33. 33. PLANEJAMENTO/Ba 2008PLANEJAMENTO/Ba 20085. Participação e acompanhamento do GGE do ProjetoSaúde e Prevenção nas Escolas. Participar das reuniões; Acompanhar a implantação dos GGM´s;6. Apoio às DIRES e Municípios− Articulação e apoio às ações coletivas e/ou atividadeseducativas promovidas pelas Diretorias Regionais de Saúde,Prefeituras e/ou Secretarias Municipais de Saúde relacionadas aimplantação e implementação da Política do Adolescente e doJovem no Estado;
    34. 34. PLANEJAMENTO/Ba 2008PLANEJAMENTO/Ba 20087. Lançamento da Caderneta do Adolescente. Lançamento da Caderneta do Adolescente(Ministério da Saúde) com a realização de umevento para sua apresentação; Realizar uma sensibilização com as equipes daatenção básica quanto a importância do uso einstrumentalização da mesma.
    35. 35. Semana do AdolescenteSemana do AdolescenteTema Principal:Tema Principal:ViolênciasViolências(sugestão)(sugestão)
    36. 36. Nova proposta paraNova proposta paraMapa de AtividadesMapa de AtividadesUBS / USFUBS / USF
    37. 37. Mês / Ano: _____________Nome UBS: Legenda:Município:______________ nº at. - nº de atendimentosNome USF: nº part. - nº de participantesDIRES:________________nº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part. Especialidade nº at.Violência e não-violência Clinico Geral DTSexualidade Pediatria Hep. BGravidez na adolescencia Ginecologia F. AmarelaDST/AIDS Enfermagem SarampoAuto-estima Nutricionista RubéolaProjeto de vida OdontologiaProtagonismo juvenil Serviço Social MasculinoSaúde bucal Psicologia FemininoCaracteristicas bio-psico-social T. OcupacionalTemas sugeridos PilulaTotal InjeçãoOutros:Destaque do mêsSugestões:Dificuldades encontradas:Outros(especificar):Palestras OficinasAdolescentesGrávidasQuant.Dist. de métodos contraceptivosDistribuição de preservativosAtividades Gerais (quantidade)Atendimentos IndividuaisGrupos regulares O utro s :Programa de Saúde do Adolescente e do JovemRelatório Mensal de AtividadesTemasVacinasImunização10a - 14a15a - 20a
    38. 38. Mês/Ano:_____________NomeUBS: Legenda:Município:______________ nºat.-nºdeatendimentosNomeUSF: nºpart.-nºdeparticipantesDIRES:________________ProgramadeSaúdedoAdolescenteedoJovemRelatórioMensaldeAtividades
    39. 39. nº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part.Violência e não-violênciaSexualidadeGravidez na adolescenciaDST/AIDSAuto-estimaProjeto de vidaProtagonismo juvenilSaúde bucalCaracteristicas bio-psico-socialTemas sugeridosTotalSugestões:Dificuldades encontradas:Palestras OficinasAtividades Gerais (quantidade)Grupos regulares O utro s :Temas
    40. 40. Especialidade nº at. 10a-14a 15a-19a 20a-24aClinico Geral DTPediatria Hep. BGinecologia F. Am arelaEnferm agem Saram poNutricionista RubéolaOdontologia Quant.Serviço Social Mas culinoPsicologia Fem ininoT. Ocupacional Quant.PilulaInjeçãoOutros:Destaque do mêsOutros(es pecificar):AdolescentesGrávidasQuant.Dist. de m étodos contraceptivosDistribuição de preservativosAtendimentos Individuais Quantidade por faixa etáriaVacinasImunização10a - 14a15a - 20a
    41. 41. Nova proposta paraNova proposta paraMapa de AtividadesMapa de AtividadesConsolidadoConsolidadoMunicípiosMunicípios
    42. 42. Legenda:Mês / Ano: ______________ Município_________________________ DIRES:_____________ nº at. - nº de atendimentosnº part. - nº de participantesnº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part. Especialidade nº at. 10a-14a 15a-19a 20a-24aViolência e não-violência Clinico Geral DTSexualidade Pediatria Hep. BGravidezna adolescencia Ginecologia F. AmarelaDST/AIDS Enfermagem SarampoAuto-estima Nutricionista RubéolaProjeto de vida Odontologia Quant.Protagonismo juvenil Serviço Social MasculinoSaúde bucal Psicologia FemininoCaracteristicas bio-psico-social T. Ocupacional Quant.Temas sugeridos: Outros (especificar):PilulaInjeçãoOutros:AdolescentesGrávidasQuant.10a - 14aTotal 15a - 20aPalestras OficinasDist. de métodos contraceptivosDistribuição de preservativosPrograma de Saúde do Adolescente e do JovemConsolidado dos Relatórios Mensais de Atividades do MunicípioQuantidade por faixa etáriaTemasVacinasImunizaçãoAtividades Gerais (quantidade)Atendimentos IndividuaisGrupos regulares O utro s :
    43. 43. nº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part. nº at. nº part.Violência e não-violênciaSexualidadeGravidez na adolescenciaDST/AIDSAuto-estimaProjeto de vidaProtagonismo juvenilSaúde bucalCaracteristicas bio-psico-socialTemas sugeridos:TotalPalestras OficinasTemasAtividades Gerais (quantidade)Grupos regulares O utro s :
    44. 44. Especialidade nº at. 10a-14a 15a-19a 20a-24aClinico Geral DTPediatria Hep. BGinecologia F. AmarelaEnfermagem SarampoNutricionista RubéolaOdontologia Quant.Serviço Social MasculinoPsicologia FemininoT. Ocupacional Quant.Outros (especificar):PilulaInjeçãoOutros:AdolescentesGrávidasQuant.10a - 14a15a - 20aDist. de m étodos contraceptivosDistribuição de preservativosQuantidade por faixa etáriaVacinasImunizaçãoAtendimentos Individuais
    45. 45. Motivo do não envio:Unidades de Saúde que NÃO enviaram os mapas.Destaques do mêsSugestõesDificuldades EncontradasUnidades de Saúde queenviaram os mapas.
    46. 46. TE OFEREÇO PAZTe ofereço PazTe ofereço amorTe ofereço amizadeOuço tuas necessidadesVejo tua belezaSinto os teus sentimentosMinha sabedoria fluiDe uma fonte superiorE reconheço esta fonte em tiTrabalhemos juntosTrabalhemos juntos.

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