Março / Abril de 2010
                                                                                                    ...
Editorial


Por Agnaldo Andrade
Parceiros e Clientes,
                                                                    ...
Entrevista


Martin Glogowsky
Presidente da Fundação CESP                                                                 ...
Entrevista

5 - Na sua gestão, a Fundação CESP tem aumentado o foco               para incentivar a participação dos profi...
Artigo

Diversificação em Fundos de Ações para os Fundos de Pensão
Fernando Lifsic

Introdução
No mercado de Fundos de Açõ...
Artigo


entendimento e avaliação dos riscos potenciais que podem afetar         Para exemplificar a diferenciação entre a...
Artigo


Por outro lado, se a distribuição dos retornos apresenta
assimetria e/ou Kurtosis (valores extremos incompatíveis...
Artigo


Fundos de Fundos: uma indústria em plena expansão
Gustavo Vieira de Castro


Para falar de Fundos de Fundos no Br...
Em dia

Fundos de Pensão buscam Hedge Funds
A quantidade de Fundos de Pensão que pretende investir seus         Outros con...
Em dia

Segundo maior Fundo de Pensão do Reino Unido aumenta seus
investimentos em Hedge Funds
O segundo maior Fundo de Pe...
Em dia


O segundo relatório, uma avaliação do Fundo de Pensão                   os rendimentos da gestão ativa poderiam s...
Em dia


Indústria suíça de pensões obtém retorno de aproximadamente
11% em 2009
Os Fundos de Pensão Suíços renderam uma m...
Quadro de Rentabilidade - Abril


Data da Posição:
30/04/10
                                                              ...
Quadro de Rentabilidade - Abril


Taxas
(1) Tx. de Administração: min. 1,9% e máx. 2,2% / Tx. de Performance: 20% sobre o ...
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  1. 1. Março / Abril de 2010 INFORME ITAJUBÁ Nº 6 ÍNDICE “Obtivemos um índice de 87% Editorial - página 2 de satisfação geral dos clientes Entrevista - páginas 3, 4 em relação à Fundação CESP.” Artigos - páginas 5 a 8 Segundo revista britânica World Em Dia - páginas 9 a 12 Finance, que tem como pú- blico 120 mil CEOs ao redor do mundo, algumas das razões Editorial que levaram a Fundação CESP a vencer o prêmio de melhor Fun- O sócio da Itajubá, Agnaldo Andrade, do de Pensão brasileiro foram a apresenta a sexta edição do Informe força, a solidez e a estabilidade Itajubá e os números da pesquisa so- da entidade; a transparência bre as Políticas de Investimentos. em sua comunicação com os participantes, buscando sem- Leia na página 2 pre desenvolver a compreensão de sua clientela; o cuidado e o bem-estar de sua força de trab- alho; e seus consistentes retor- Fundos de Pensão nos financeiros. buscam Hedge Funds “Durante a entrega do prê- mio, organizada em Londres, A quantidade de Fundos de Pensão me veio à mente o empenho que pretende investir seus recursos das 300 pessoas que fazem a em Hedge Funds dobrou durante Fundação CESP diariamente. 2009, de acordo com a empresa O prêmio é de todos nós.” de consultoria líder do mercado. Leia mais nas páginas 3 e 4 Veja na página 9 Ashmore Group fecha 2009 com US$ 31,6 bilhões Diversificação em Fundos de Ações sob gestão para os Fundos de Pensão No segundo semestre de 2009, a No mercado de Fundos de Ações, existem diversos estilos de gestão que a Ambima segmen- Ashmore Group aumentou em US$ 6,7 bilhões, ou 27%, o volume de re- ta em várias categorias . Apesar disso, e como resultado da popularidade na utilização dos cursos sob gestão. Desse montante, Benchmarks, como IBX e Ibovespa, a maior parte dos Fundos de Ações apresenta exposições US$ 3,9 bilhões são provenientes de a ativos e indústrias muito semelhantes as dos índices. Fernando Lifsic, sócio da Itajubá, apre- novas captações. senta em artigo a importancia da diversificação de estratégias dentro dessa classe de ativos Veja na página 9 Veja nas páginas 5,6 e 7 Fundos de Fundos: uma indústria O momento atual para os em plena expansão fundos Long-Short Para falar de Fundos de Fundos no Brasil, é preciso anteriormente abordar a dinâmica e Investidores institucionais estão cada desenvolvimento dos Fundos Multimercados. A indústria de Multimercados tem apre- vez mais aumentando a alocação nos sentado crescimento acentuado nos últimos dez anos, sendo hoje, segundo a Anbima, gestores de Fundo Long-Short. a segunda maior categoria de fundos em volume financeiro, somando cerca de R$ 336 bilhões no fim de janeiro de 2010. Leia mais nas página 8 Veja na página 9 A Itajubá Investimentos elaborou este material com propósito meramente informativo. Este material não é e nem deve ser interpretado como uma oferta, promessa ou recomendação de compra e venda de qualquer ativo ou instrumentos financeiros.
  2. 2. Editorial Por Agnaldo Andrade Parceiros e Clientes, Contatos É com prazer que apresentamos o Informe Itajubá nº 6. Ficamos muito satisfeitos com os feedbacks recebidos nas edições anteriores do Informe e esperamos que esse material continue Carlos Garcia – Sócio-Presidente fomentando as discussões das ideias e conceitos que permeiam a arena de investimentos não-tradicionais entre os Investidores Telefone : (21) 2272.5272 Institucionais. garcia@itajubainvestimentos.com.br No primeiro trimestre do ano, focamos na elaboração de uma pesquisa que mapeia as Políticas de Investimentos aprovadas pelos Fundos de Pensão Brasileiros para o ano de 2010. Realizamos Agnaldo Andrade - Sócio Vendas e Pós-Venda contatos com as equipes de investimento de 68 Fundos de Pensão, Telefones : (11) 2165.6825 o que representa 72% dos ativos das EFPC no Brasil. Não foi considerado o “timing” da alocação dos recursos aprovados agnaldo@itajubainvestimentos.com.br nas políticas, mas os números levantados apontam claramente uma maior disposição para captura de valor em classes de ativos que incorram em mais risco. Dessa amostra bastante significante Gianmarco Gomes – Sócio Vendas e Pós-Venda que analisamos, quatro números nos chamam a atenção: (1) Telefone : (21) 2272.5259 aprovação de R$ 6 bilhões para alocação em Multimercados do Segmento Estruturado, (2) aprovação de R$ 1,6 bilhão para gianmarco@itajubainvestimentos.com.br Investimento no Exterior, (3) R$ 7,6 bilhões para Private Equity e (4) um aumento de R$ 12,8 bilhões nos investimentos em ações listadas. Desconsideramos nessa última análise os números da Augusto Janiszewski - Sócio Região Sul Previ, que possui mais de um terço dos ativos do segmento e uma Telefone : (41) 3653-5739 alocação nessa classe de ativos de aproximadamente o triplo da média do restante da indústria de pensões brasileira. augusto@itajubainvestimentos.com.br A nossa pesquisa indicou que haverá um aumento expressivo dos investimentos em ações e algumas questões foram levantadas. Bernardo Queima – Sócio Produtos Qual a melhor forma de realizar o aumento da exposição em Renda Variável? Quais são e como funcionam as opções disponíveis no Telefones : (11) 2165.6828 mercado? Como diversificar? No artigo “Diversificação em Fundos bqueima@itajubainvestimentos.com.br de Ações para os Fundos de Pensão”, Fernando Lifsic, da Itajubá Investimentos, aborda como é importante a diversificação de estratégias dentro desta classe de ativos, principalmente neste novo ciclo de geração de valor decorrente de um ambiente Diego Maia – Sócio Produtos inédito, onde destacam-se setores voltados para a economia Telefone : (21) 2272.5255 doméstica brasileira que não são bem representados nos índices, como o Ibovespa e o IBX, e nos Fundos Tradicionais de ações. diego@itajubainvestimentos.com.br Outro ponto de destaque nesta edição é o artigo “Fundos de Fundos: uma indústria em plena expansão”, de Gustavo Paulo Henrique Duarte - Produtos Castro, da Icatu Gestão Patrimonial, que trata do crescimento da indústria de Fundo de Fundos, ressaltando a importância Telefone : (21) 2272.5257 do fator qualitativo na seleção e monitoramento dos Fundos paulo@itajubainvestimentos.com.br Multimercados, principalmente os classificados no segmento de estruturados. Esta tese mostrou-se bastante relevante na gestão de um portfolio durante a crise de 2008, e vem se repetindo Fernando Lifsic – Sócio Risco e Pesquisa neste começo de 2010. Telefone : (21) 2272.5261 O nosso entrevistado dessa vez é Martin Glogowsky, presidente da Fundação CESP, que foi escolhida recentemente pela publicação fernando@itajubainvestimentos.com.br britânica World Finance como o melhor Fundo de Pensão Brasileiro. Márcia Longo – Sócia Administração Na seção “Em dia” apresentamos notícias que tratam da indústria de pensões em 5 países e abordam temas como Hedge Fund, Telefone : (21) 2272.5262 Private Equity e Long-Short. marcia@itajubainvestimentos.com.br Boa leitura! Agnaldo Andrade – Sócio Vendas e Pós-venda 2
  3. 3. Entrevista Martin Glogowsky Presidente da Fundação CESP A Fundação CESP administra atualmente R$ 16,5 bilhões e em 1 - A Fundação CESP foi criada em 1969 e atualmente é o torno de R$ 20 bilhões quarto maior Fundo de Pensão do país. Qual o volume total dos ativos? Qual o número de participantes, considerando- de reservas matemáticas, se individualmente os ativos, assistidos e dependentes? o que a faz o maior Fundo Quantos são os planos administrados hoje? Quais as suas de Pensão administrado características (BD, CD ou CV)? Como estão distribuídos entre as patrocinadoras? Qual o volume de ativos de cada plano? por empresas do Qual a situação de solvência dos planos BD? setor privado. Martin Glogowsky - Em ativos, a Fundação CESP administra atualmente R$ 16,5 bilhões e em torno de R$ 20 bilhões de reservas matemáticas, o que a faz o maior Fundo de Pensão administrado por empresas do setor privado. Destas reservas, 90% referem-se Há também, no âmbito dos planos previdenciários da Fundação a planos de benefício definido saldado, aproximadamente 7% CESP, a figura dos COMITÊS GESTORES DE INVESTIMENTOS referem-se a planos de benefício definido em vigor e 3% são E PREVIDÊNCIA. Estes são órgãos constituídos por dois referentes a planos de contribuição variável (CV). representantes das empresas patrocinadoras e dois representantes dos participantes e dos assistidos. São órgãos deliberativos, Em números redondos, o maior patrocinador é o grupo Eletropaulo, com competência para acompanhar a gestão dos planos com 36% dos ativos. Em seguida temos o grupo CPFL e CESP/EMAE, previdenciários e a política de aplicação dos investimentos. com 20% de participação, cada. CTEEP vem a seguir com 13%, e a Atualmente, os comitês constituídos atuam no âmbito dos planos diferença está com Elektro, Duke Energy e Bandeirante Energia. previdenciários das patrocinadoras AES Tietê, Bandeirante, CESP, CPFL, CPFL Piratininga, CTEEP, Duke Energy, Elektro, Eletropaulo A Fundação CESP atende cerca de 120 mil clientes em seus e EMAE. planos de previdência e saúde. Destes, aproximadamente 46.000 possuem planos de previdência, sendo 27.000 assistidos e 19.000 3 - Como está distribuída atualmente a alocação dos ativos ativos, e 109.000 possuem planos de saúde administrados pela da Fundação CESP, no total e por plano, dividida por classe Fundação CESP. Os planos estão todos em equilíbrio. de ativos (Ações, Títulos Públicos, Títulos Privados, Imóveis, Empréstimos, Investimentos no Exterior e Estruturados: 2 - A Fundação possui 14 patrocinadoras, todas do setor Private Equity, Multimercado e Fundos Imobiliários)? elétrico, sendo 12 de empresas privadas e duas de empresas públicas. Diante dessa complexidade, como foi estruturada Martin Glogowsky - Nossa alocação de ativos está atualmente a Governança Corporativa da Fundação, considerando-se dividida em quatro grandes categorias de produtos financeiros: os principais órgãos da administração – Assembleia Geral, renda fixa, renda variável, imóveis e empréstimos a participantes. Diretoria Executiva, Conselhos Deliberativo e Fiscal –, e como Quando considerado o volume de recursos destinado para cada eles interagem com os Comitês? Na prática, como se dá o um dos investimentos, a renda fixa tem sido o mais expressivo, processo decisório dentro da Fundação? com 73% de alocação ante o total de nosso patrimônio para investimentos, a grande maioria em títulos públicos federais. À Martin Glogowsky - O processo decisório da Fundação CESP renda variável estão destinados 22% dos recursos disponíveis preza pela isonomia, pelo peso igualitário entre patrocinadores e hoje, sendo aproximadamente 12% em ações em mercado e o participantes. Os órgãos de administração presentes na Fundação restante em ações de bloco de controle, que são completados podem ser assim resumidos: por investimentos em imóveis (com cerca de 3%) e empréstimos A ASSEMBLEIA GERAL é um órgão de deliberação, investido de a participantes (2%). poderes para decidir os negócios relativos à finalidade da entidade, 4 - Quais são as principais alterações na Política de tomar as resoluções ligadas ao seu desenvolvimento e defesa, Investimentos aprovada para o ano de 2010 em relação a aprovar o regulamento e Políticas de Investimento e a contratação do ano anterior? Pretendem aproveitar as inovações trazidas da diretoria. Participam da Assembleia Geral: quatro representantes pela Resolução nº 3792? De que forma? dos patrocinadores; um representante dos participantes; e um representante dos assistidos. Cada cadeira equivale a 1 voto. Martin Glogowsky - A Fundação CESP imagina que o Brasil pós-crise recuperou as perdas de 2008 – e, em alguns casos, até O CONSELHO DELIBERATIVO é formado por nove representantes das transcendeu expectativas. De todo modo, ainda há instabilidades e empresas patrocinadoras e nove representantes dos participantes. indefinições no cenário internacional cujas consequências podem É responsável pelas atividades regulares da Fundação CESP. O voto ainda ser imprevisíveis. Por isso, acreditamos que a economia em de qualidade é do presidente do Conselho, representante de um 2010 não terá oscilações significativas nem para cima nem para patrocinador. Matérias como prestação de contas, balanço anual baixo, traumatizada ainda pela crise e esperando desfechos para e orçamento requerem dois terços de quorum de aprovação. algumas questões econômicas. Ante essa perspectiva, a Fundação O CONSELHO FISCAL é constituído por cinco membros, sendo CESP manterá uma postura conservadora diante do cenário dois representantes dos patrocinadores, dois dos participantes econômico em 2010 e não pretende fazer nenhum movimento e um dos assistidos. expressivo na composição ou na alocação de seus ativos. 3
  4. 4. Entrevista 5 - Na sua gestão, a Fundação CESP tem aumentado o foco para incentivar a participação dos profissionais nas decisões e no relacionamento com seus clientes, ou seja, participantes tornar os gestores em orientadores e motivadores. e patrocinadores? Como isso está sendo feito? Buscamos assegurar um sistema de gestão que valorize o Martin Glogowsky - A Fundação CESP entende, há algum tempo, potencial humano e gere um ambiente organizacional favorável que os clientes são a parte mais importante de seu negócio e que às realizações e contribuições das pessoas para o desempenho e o respeito à multilateralidade é um de nossos grandes patrimônios resultado da organização. no relacionamento com as pessoas. Março é um mês especial para nós. É quando iniciamos uma mudança profunda em nossa 8 - Recentemente, a Fundação CESP foi escolhida pela estratégia de comunicação, com a inauguração do novo portal publicação britânica World Finance para receber o “World de internet, e seguiremos com outras ações de aperfeiçoamento Finance Award 2010” como o melhor Fundo de Pensão dos canais por meio dos quais falamos com clientes: uma nova brasileiro. Por que a Fundação foi escolhida? Como foi a revista e um novo boletim. entrega do prêmio? Além disso, mantemos nossos postos de atendimento presencial, Martin Glogowsky - Segundo a própria revista britânica, que que são fundamentais para a excelência do relacionamento com tem como público 120 mil CEOs ao redor do mundo, algumas das clientes, seja em nossa sede, em São Paulo, ou em visitas a cidades razões que levaram a Fundação CESP a vencer o prêmio foram com grande concentração de participantes. Durante a entrega do prêmio, organizada em Londres, me veio à mente o empenho das 300 pessoas que fazem a Fundação CESP 6 – Periodicamente, a Fundação realiza uma “Pesquisa de diariamente, dos colaboradores que trabalham para garantir o Satisfação” dos seus produtos e serviços. Quando ocorreu a futuro e a segurança dos mais de 100 mil clientes que nós temos. última pesquisa? Quais os principais resultados apurados? O O prêmio é de todos nós. que foi ou será realizado com base nessa pesquisa? A força, a solidez e a estabilidade da entidade; a transparência Martin Glogowsky - Fazemos uma pesquisa de satisfação mensal em sua comunicação com os participantes, buscando sempre para avaliar a qualidade de nosso serviço de atendimento, e desenvolver a compreensão de sua clientela; o cuidado e o também temos uma pesquisa anual, mais abrangente, que mede bem-estar de sua força de trabalho; e seus consistentes retornos a satisfação de nossos produtos e serviços. financeiros. Além disso, nosso atendimento presencial teve uma aprovação 9 - Como você avalia a sua gestão à frente da Fundação CESP? de 96% por parte de nossos participantes. Quais foram as suas principais realizações? Quais os maiores desafios que vêm pela frente? A pesquisa referente a 2009 foi realizada no fim do ano passado, com 2.056 participantes. Obtivemos um índice de 87% de Martin Glogowsky - A Fundação CESP conquistou superávit satisfação geral dos clientes em relação à Fundação CESP; 93% continuado nos últimos 10 anos, com profissionalização de satisfação em relação à administração dos investimentos; da gestão e foco nos nossos clientes, patrocinadores e 84% para os planos previdenciários; e 76% para os planos de participantes. Implementamos o processo de gestão de risco saúde que administramos. cobrindo compliance, riscos de investimentos, operacionais e estratégicos. Estamos em estudo para avaliar como garantir e aperfeiçoar a qualidade de nossos produtos, o que será colocado em prática Trabalhamos o entendimento de quais são as necessidades de este ano. cada patrocinador, para tratar cada um de forma personalizada, de acordo com suas demandas e processos. 7 - A Fundação CESP é uma referência no mercado brasileiro de Fundos de Pensão pela qualidade técnica dos seus executivos e profissionais, entre outras coisas. Qual o segredo Os maiores desafios são a adequação do portfolio para atrair e manter excelentes profissionais? de investimentos frente à queda das taxas de juros e ajudar na administração dos diferentes interesses Martin Glogowsky - Atraímos executivos por conta do tamanho do portfolio de investimentos, pela multiplicidade de temas dos nossos stakeholders (empresas nacionais, ligados à previdência e saúde, pela interação que ocorre entre multinacionais, de economia mista, sindicatos e os vários níveis da entidade e pelo bom nível de informação ao corpo gerencial sobre as questões estratégicas da entidade. associações) que compõem a complexa governança da Fundação CESP. A Fundação CESP acredita que as pessoas são o diferencial competitivo que mantém e promove o sucesso organizacional, e que constrói a competência da empresa. Valorizar o capital humano é o principal foco da Política de Recursos Humanos. Para manter os excelentes profissionais em nossa empresa, investimos no capital intelectual, preparando equipes para serem qualificadas, motivadas e comprometidas com o foco no negócio. Para isso, utilizamos técnicas modernas de gestão de pessoas, que permitem visualizar os processos de maneira global e estratégica 4
  5. 5. Artigo Diversificação em Fundos de Ações para os Fundos de Pensão Fernando Lifsic Introdução No mercado de Fundos de Ações, existem diversos estilos de gestão profissionais talentosos que migravam das grandes instituições que a Ambima segmenta em várias categorias1 . Apesar disso, e financeiras, dando lugar a uma nova indústria de gestores como resultado da popularidade na utilização dos Benchmarks, independentes, que se especializaram em estratégias de retorno como IBX e Ibovespa, a maior parte dos Fundos de Ações absoluto, como multimercados e estratégias de ações diferentes apresenta exposições a ativos e indústrias muito semelhantes as das tradicionais. dos índices. Adicionalmente, a composição setorial desses índices é concentrada em poucos setores da economia, fazendo com que Os Fundos de Ações Tradicionais e o Risco de os investidores deixem de aproveitar oportunidades em setores Concentração Setorial: onde há muito potencial de crescimento. Devido à “Benchmarkização” na indústria de ações, os Existem, porém, Fundos de Ações que Investidores Institucionais acabaram investindo em produtos com uma composição setorial semelhante as dos índices, concentrados investem num universo de ativos diferente em alguns setores como Petróleo e outras Commodities. É dos encontrados nos índices de mercado. evidente que os Benchmarks tradicionais, como IBX e Ibovespa, forçam os investidores a concentrar-se em poucos setores, o que Outros fundos, apesar de investirem em ações que compõem é totalmente contrário ao conceito de diversificação e prudência os índices, por suas características de gestão, tomam posições que guia as Políticas de Investimento. De fato, os índices de mais ativas e distantes dos Benchmarks. Utilizando métodos mercado apresentam uma composição setorial muito diferente da estatísticos, identificamos nesse estudo dois grupos diferenciados economia real, tal como se pode verificar na tabela comparativa dos produtos tradicionais, que chamamos de “Fundos de Ações a seguir: de Valor” e “Fundos de Ações Ativos”. Os dois grupos de fundos apresentam características de risco e retorno diferentes daquelas observadas nos índices de mercado, permitem contar com os benefícios da diversificação, da proteção contra movimentos extremos e, ao mesmo tempo, oferecem retornos atrativos. Dado que a maioria dos Investidores Institucionais está concentrada nos Fundos de Ações Tradicionais atrelados aos índices, os Fundos de Valor e os Fundos Ativos são candidatos ideais para serem incorporados às carteiras dos Fundos de Pensão. Nos últimos meses, já foi possível observar que existe uma tendência nesse sentido, onde vários Fundos de Pensão importantes investiram em fundos de gestores diferenciados e independentes. O mercado de Fundos de Ações: uma breve síntese dos últimos anos Dados de 2008 - Fonte: Itajubá Research e M Square Nas últimas duas décadas, a indústria de asset management experimentou mudanças importantes e que foram determinantes Alternativas para diversificar as estratégias em para os tipos de produtos de investimento que existem na ações: Fundos de Valor e Fundos Ativos atualidade. Durante a década de 90, alguns dos Fundos de Pensão que terceirizavam a gestão através da utilização de Fundos (A) Fundos de Valor Balanceados passaram a investir em produtos especializados por classe de ativos, ou seja, em Fundos de Ações e Renda Fixa Como foi mencionado na introdução, existem fundos diferentes. separadamente. Essa mudança proporcionou aos investidores Os fundos que chamamos de “Valor” representam diversos visualizar com maior clareza a necessidade de contar com estilos de gestão que têm em comum algumas das seguintes Benchmarks para uma melhor avaliação da performance dos características: são investidores de longo prazo e que seguem a gestores. A separação da gestão por classes de ativos incentivou filosofia de Warrren Buffett e Benjamim Graham, que postulavam a utilização de Benchmarks como Ibovespa e IBX. Este processo que a compra de ações deve ser realizada com a mesma de “Benchmarkização” produz como efeito secundário uma mentalidade de quem compra uma empresa e não pelo fato de homogeneização dos produtos. pertencer a um determinado índice. Outro fenômeno que aconteceu durante a década de 90 foi a Outra característica comum aos gestores de Valor é o conceito concentração da indústria financeira. Como consequência, se de preservação contra o “Risco de Perda Permanente do Capital”. por um lado apareceram novas megainstituições financeiras, Eles consideram que a administração do risco deve se basear no por outro, acontece o nascimento de butiques criadas por conhecimento profundo do negócio e do setor, assim como no 1- Ações IBX Ativo, Ações Ibovespa Ativo, Ações Ibovespa Indexado, Ações IBX indexado, Ações Livre, Ações Sustentabilidade e Governança, Ações Setoriais, Ações Livre, Ações Small Caps. 5
  6. 6. Artigo entendimento e avaliação dos riscos potenciais que podem afetar Para exemplificar a diferenciação entre as categorias, incluímos na o sucesso da empresa. Relacionado com o conceito anterior, se análise os Fundos Long-Shorts Direcionais. Como se pode observar encontra o foco na governança – estrutura que estabelece as no mesmo gráfico, esses fundos apresentam Betas menores que políticas e incentivos das empresas – junto com o estudo e análise os Fundos “Long-Only” e uma menor Volatilidade dos Betas. das informações contábeis, entrevistas com diretores, clientes e outros “stakeholders” da empresa, que são de fundamental Análise de Componentes Principais importância para a avaliação de qualidade da gestão. O método de análise de componentes principais (PCA) consiste (B) Fundos “Ativos” num procedimento matemático que transforma um conjunto de variáveis correlacionadas num menor número de variáveis não Os Fundos “Ativos” têm processos de tomada de decisão do correlacionadas, denominadas componentes principais. Os 5 tipo Top-Down/Macro, porém podem também ser Bottom-Up primeiros componentes principais explicam geralmente a maior ou uma combinação de ambas. Investem num universo de parte da variação das variáveis originais. ativos semelhante aos Índices, contudo utilizam estratégias mais ativas, incluindo alavancagem, derivativos, e focam no retorno Para complementar a análise de Beta e Volatilidade do Beta, absoluto. Estes fundos também proporcionam diversificação realizamos um estudo dos Fundos de Valor e Ativos utilizando com rentabilidade e, apesar de serem “ativos”, geralmente têm os dois primeiros componentes principais. Enquanto o primeiro menos volatilidade que os Fundos Tradicionais. componente principal pode se relacionar com o Beta, o segundo não tem uma representação intuitiva. Porém, o gráfico2 permite Análise estatística dos Fundos de Valor e dos comprovar que os Fundos Ativos – com Betas mais altos, perto de Fundos Ativos. 1 – estão mais concentrados numa região, enquanto os Fundos de Valor são menos correlacionados e, portanto, aparecem no Utilizando dados desde 2006, analisamos o perfil de risco e mesmo gráfico de forma mais dispersa. Assim como na análise retorno dos Fundos de Ações Tradicionais, comparando-os com anterior, incluímos os Long-Shorts Direcionais, que se apresentam os de Valor e os Ativos. Para definir os Tradicionais, Ativos e de concentrados numa região distante dos outros fundos, porém Valor, criamos três clusters utilizando vários critérios: 1) Tracking mais próximos dos Fundos de Valor e com uma baixa exposição error sobre o Ibovespa e IBX, 2) Beta em relação ao Ibovespa e ao primeiro componente (o parente do Beta). 3) Volatilidade do Beta. Utilizamos uma amostra de 160 fundos da base de dados da Ambima. Uma possível conclusão das análises anteriores é que existem diferenças na variabilidade dos grupos de Valor e Ativos e que Beta e Volatilidade do Beta isso possibilitaria a diversificação do risco de ações na carteira dos Fundos de Pensão. Para entender melhor os Fundos de Valor e os Ativos, preparamos um gráfico com o Beta Mensal Médio em relação ao Ibovespa e a Volatilidade do Beta. Podemos observar no gráfico 1 que o grupo de Valor se caracteriza por ter um Beta baixo e também uma Volatilidade do Beta menor, aderente a filosofia de investimento desse grupo. Não seguem os Benchmarks e não rebalanceiam a carteira frequentemente, em concordância com o objetivo de investimento de longo prazo. Por outro lado, os fundos classificados como Ativos têm um Beta mais próximo de 1 e com maior Volatilidade do Beta, o que é indicativo da utilização de um universo de ativos semelhante ao dos índices e com um maior “turn over”, sinal de uma gestão mais ativa. Gráfico 2 Downside Risk Uma medida de risco que ganhou popularidade nos últimos anos é o conceito de Downside Risk. Ao contrário do desvio padrão, as medidas de Downside Risk diferenciam a variabilidade “boa da ruim”. As medidas de Downside Risk consideram observações dos retornos abaixo da média (ou de um mínimo estabelecido) como variáveis de análise. Se os retornos dos ativos fossem uma distribuição normal, o desvio padrão e as medidas de Downside Risk seriam equivalentes. Gráfico 1 6
  7. 7. Artigo Por outro lado, se a distribuição dos retornos apresenta assimetria e/ou Kurtosis (valores extremos incompatíveis com a normalidade), as medidas de Downside Risk permitem capturar de maneira mais eficiente o conceito de risco. Para a análise seguinte, criamos um índice representativo dos Fundos de Valor, um outro para os Fundos Ativos e medimos o Downside Risk (utilizando semidesvio médio). Tanto o índice de Valor como o de Fundos Ativos apresentam um menor nível de Downside Risk em relação ao Ibovespa, enquanto seus retornos no período são semelhantes. Como pode ser verificado no gráfico abaixo. Gráfico 4 Conclusão Existem produtos no mercado de ações que são diferentes dos Fundos de Ações Tradicionais, aqueles que seguem Benchmarks de mercado como o IBX e o Ibovespa. Estes fundos permitem diversificar o estilo de gestão e investir em setores da economia real que não são representados em Benchmarks. Portanto, esses produtos diferentes oferecem benefícios de diversificação real para redução de riscos e proteção contra eventos extremos. Por último, estes produtos são competitivos em termos de retorno – a sua razão de risco e retorno são ainda mais atraentes do que as dos produtos tradicionais. Os Investidores Institucionais começaram a investir nesses produtos de butique e a tendência é que a demanda Gráfico 3 por esses gestores diferenciados aumente significativamente, tal como pode ser verificado nos últimos movimentos recentes dos Riscos Extremos principais Fundos de Pensão. Tal como pudemos verificar em 2008, o mercado possui um comportamento normal que inclui eventos extremos frequentes. Por Fernando Lifsic Portanto, as melhores práticas de gestão de risco incluem testes de estresse e outras medidas de risco que focam na cauda das distribuições (i.e., Condicional VAR ou Expected Shortfall). Além dos benefícios da diversificação oferecidos pelos Fundos de Ações Valor e Ativos que destacamos neste trabalho, os Investidores Institucionais devem contabilizar os benefícios adicionais de diversificação dos riscos extremos. No gráfico 4, utilizando os índices de Ações Valor, Ações Ativo e Ibovespa, traçamos a distribuição histórica dos valores extremos durante o período de jan/2006 a dez/2009. Como se pode observar, a frequência histórica da distribuição da cauda dos índices de Valor e Ativos é menor que a do Ibovespa, o que sugere que, além dos benefícios da diversificação de riscos (central), também há um benefício de proteção contra os movimentos extremos nos mercados. 7
  8. 8. Artigo Fundos de Fundos: uma indústria em plena expansão Gustavo Vieira de Castro Para falar de Fundos de Fundos no Brasil, é preciso anteriormente retenção de talentos, programa de remuneração dos profissionais, abordar a dinâmica e desenvolvimento dos Fundos Multimercados. o processo de decisão de investimento, detalhes da política de A indústria de Multimercados tem apresentado crescimento controle de risco, os investimentos em tecnologia e os processos acentuado nos últimos dez anos, sendo hoje, segundo a Anbima, de compliance. A tranquilidade de se manter investimentos em a segunda maior categoria de fundos em volume financeiro, uma gestora depende diretamente do entendimento do seu somando cerca de R$ 336 bilhões no fim de janeiro de 2010. funcionamento. Complementando o lado qualitativo, entendo Seu crescimento e reconhecimento deu-se principalmente com também ser importante a introdução de métodos quantitativos o desenvolvimento das empresas gestoras independentes, que classifiquem os fundos por medidas de performance e normalmente constituídas sob a forma de uma “partnership”, risco, buscando o desenvolvimento de um banco de dados e associação onde os sócios fundadores buscam motivar e reter de programas de simulação de carteiras, de forma que o risco profissionais de excelente nível acadêmico na expectativa de histórico do portfolio esteja de acordo com um perfil escolhido conceder-lhes participação acionária, conforme suas relevâncias pelo investidor (mesmo sabendo que performances históricas no crescimento da empresa. Estas gestoras independentes não garantem resultados futuros – mas podem ser indicadores também têm mostrado um grande apelo junto ao público pela de risco). sua agilidade e capacidade de alinhar interesses, já que o gestor só sobrevive com sucesso de performance, é sócio do negócio, Os pontos de análise de fundos mencionados no parágrafo e na maior parte dos casos possui uma parte relevante do seu anterior mostram que selecioná-los vai bem além de se observar capital nos fundos da empresa. Mas dado o elevado número de seus resultados históricos. Além disso, após todo o estudo gestores independentes no país, como selecioná-los? Ou ainda, mencionado, inicia-se a fase do follow up (acompanhamento), uma vez selecionados, como dimensioná-los em uma carteira? dado que o principal trabalho na gestão de um Fundo de Fundos Além disso, qual é o histórico deste gestor em outras instituições, é a fiscalização da manutenção do mandato. Lembrando que, qual é a sua reputação no meio, como gerou resultados ao longo quando se está investindo em fundos, a gestão está sendo do tempo, por quanto tempo pode suportar uma empresa sem delegada a um gestor. lucros relevantes? Naturalmente, se os resultados custarem a aparecer, é sinal que Os questionamentos acima respondem em boa parte pelo “O importante, no meu entendimento, não é julgar crescimento de um outro segmento financeiro que se denomina Fundos de Fundos. as direções das posições do gestor, e sim verificar se ele está cumprindo seu mandato, se está sendo Os Fundos de Fundos mais populares são os que investem em coerente com o que vem indicando, desde o Multimercados, dado que há uma possibilidade de se conseguir eficiência nesta combinação e porque estes fundos possuem limites montante de risco a natureza das posições” mínimos de investimentos que são relativamente elevados (os Fundos de Fundos, de forma geral, possuem limites mais baixos). pode haver algum erro estrutural na empresa, que deveria ser Cabe ao gestor dos Fundos de Fundos selecionar e dimensionar identificado no processo de análise. Sendo assim, o resgate os gestores, fazendo uma mistura complementar de dados deveria ter sido antecipado por eventuais problemas estruturais qualitativos e quantitativos, para chegar a uma conclusão sobre da empresa, e não simplesmente pela queda de performance. a carteira adequada para um determinado perfil de cliente. Pode haver situações também em que a queda de performance seja circunstancial, e, nestes casos, o melhor é esperar. Além disso, a combinação entre fundos com Entendo que o gestor de Fundos de Fundos não “controla o risco”, diferentes estilos (descorrelacionados), permite e sim “monitora o risco”. Este monitoramento do risco se dá em que o portfolio final tenha um risco menor do diferentes fatores, como o risco de mercado (nas oscilações de cota), o risco do passivo (na concentração de clientes), o risco que a soma dos riscos individuais de cada fundo, institucional (na mudança de pessoas e no compliance), o risco proporcionais aos seus pesos dentro da carteira. de crédito (na observação do lastro) e o risco operacional (na observação das informações enviadas). Mais uma vez, assim como no caso dos Multimercados, nota-se um crescimento acentuado de empresas independentes no exercício Concluindo, procurei abordar pontos que considero importantes desta atividade, já que se alinham melhor com o cliente na busca na condução do processo de gestão de Fundos de Fundos. Este de um portfolio adequado e evitam problemas típicos dos não- modelo já se encontra difundido pelo mundo, sendo um importante independentes, como por exemplo, a cobrança de rebates sem a veículo de investimento private e institucional em escala global. transferência direta ao Fundo de Fundos do cliente. Do lado do investidor, além do benefício da diversificação e da eficiência do risco-retorno, permite-se um grande aprendizado, A análise qualitativa, parte principal do processo de investimento dado que há uma troca constante de informações entre o gestor de um Fundo de Fundos, pode ser comparada a um raio-X do e o investidor, abordando as visões de investimento de gestores gestor. Este processo requer algumas reuniões (due diligences) que estão entre os principais formadores de opiniões do país. com diferentes profissionais das empresas gestoras e deve levar o tempo necessário para que todas as informações relevantes Por Gustavo Vieira de Castro da empresa sejam levantadas. Assim como as características Diretor da Icatu Gestão Patrimonial específicas dos gestores citadas no parágrafo anterior, para cada fundo é importante saber detalhes qualitativos, como política de 8
  9. 9. Em dia Fundos de Pensão buscam Hedge Funds A quantidade de Fundos de Pensão que pretende investir seus Outros consultores que desempenham papel crucial como recursos em Hedge Funds dobrou durante 2009, de acordo com intermediários na orientação dos investimentos dos Fundos de a empresa de consultoria líder do mercado. A Hewitt Associates Pensão, também relatam uma mudança de atitude em relação verificou que aumentou muito a quantidade de perguntas de seus aos Hedge Funds. Segundo Damien Loveday, consultor sênior de clientes com a busca dos administradores dos Fundos de Pensão investimento na Towers Watson, administradores de Fundos de por estratégia de investimentos com maior performance para Pensão têm se tornado mais sofisticados. ajudar a recuperar as perdas sofridas em 2008. A maior parte dos cenários no Reino Unido estão, agora, “Muitos investidores institucionais perderam o objetivando uma alocação de até 15% de suas carteiras em Hedge bloqueio emocional quanto aos Hedge Funds, Funds, conforme Sr. Loveday. achavam que tratava-se de produtos arriscados e que (Financial times, 31 de Janeiro de 2010 ) deveriam ser temidos. Os clientes sentem-se agora mais confortáveis com essa classe de ativos”. Guy Saintfiet, analista sênior de Hedge Funds no Hewitt, ao Financial Times. Ashmore Group fecha 2009 com US$ 31,6 bilhões sob gestão No segundo semestre de 2009, a Ashmore Group aumentou em US$ 6,7 bilhões, ou 27%, o volume de recursos sob gestão. Desse montante, US$ 3,9 bilhões são provenientes de novas captações e US$ 2,8 bilhões representam o retorno obtido pelos investimentos. O lucro do grupo aumentou 40%, saindo de UK£ 80,3 milhões em 2008 para UK£ 101,9 milhões em 2009. Já a receita líquida total aumentou 42%, saindo de UK£ 104,5 milhões para UK£ 148,8 milhões nesse mesmo intervalo de tempo. Mark Coombs, CEO da Ashmore Group, disse: “O último semestre de 2009 viu a Ashmore alcançar um resultado financeiro satisfatório, com um aumento de 27% no volume de ativos sob gestão, atingindo o total de US$ 31,6 bilhões, como resultado de uma boa captação e positivo desempenho dos investimentos, apoiado pelas estratégias empregadas na base do ciclo. A Ashmore continua bem posicionada para se beneficiar das oportunidades apresentadas pela crescente importância do papel dos mercados emergentes dentro da ordem global e pelo aumento das alocações de recursos nesses mercados.” (Por Emily.perryman, 25 de fevereiro de 2010 ) O momento atual para os fundos Long-Short Investidores Institucionais estão cada vez mais aumentando a “2010, por outro lado, irá retratar um cenário alocação nos gestores de Fundo Long-Short do tipo Equity-Hedge de inversão e irá recompensar especialistas não- para controlar a volatilidade, em detrimento dos investimentos em Fundos de Long-Only. direcionais. 2010 é tudo sobre Alfa e como capturá-lo. Para equalizar positivamente todas as condições de Fontes previram que a combinação de condições do mercado mercado, os gestores precisam ser capazes de fazer que favorecerão estratégias não-direcionais e os significantes apostas long e shorts. É realmente muito atrativo o investimentos em Hedge Funds institucionais farão de 2010 um investimento na estratégia Long-Short.” ano de destaque para estratégias do tipo Long-Short. Instituições investiram pela primeira vez em Long-Short ou ainda aumentaram Sr. Radonjic é sócio-gestor do Beryl Consulting Group LLC, Jersey suas alocações, incluindo San Bernardino County Employees’ City, N.J. Retirement Association, City of Cincinnati Retirement System, Milwaukee County Employees’ Retirement System, Oakland Além da performance, depois da crise de liquidez de 2008 e início Employees’ Retirement System e Universities Superannuation de 2009, muitos Investidores Institucionais insistem agora em Scheme. investir em Hedge Funds, que devolverão seus recursos quando eles precisarem, conforme informações das fontes. Investidores Diferentemente do mercado em 2009, que se apresentou utilizam Long-Short Equity Hedge Funds – que tendem a ser a “puramente direcional”, o consultor Vidak Radonjic previu que parte mais líquida do espectro. (Pensions&Investments, 22 de Fevereiro de 2010) 9
  10. 10. Em dia Segundo maior Fundo de Pensão do Reino Unido aumenta seus investimentos em Hedge Funds O segundo maior Fundo de Pensão britânico está quintuplicando Rogers Gray, que recentemente tornou-se CIO, contou a Reuters seus investimentos em Hedge Fund, aplicando mais de £1.4 bilhão que USS fez seu primeiro investimento ativo em Hedge Funds nessa classe de ativos. totalizando “centenas de milhões” de libras. O USS vai aumentar sua exposição em Hedge Funds para 5% do total de ativos, o que O USS – University Superannuation Scheme –, fundo de £28 significa que o Fundo de Pensão pode contratar até 30 gestores bilhões, informou que também deve aumentar seus investimentos ao longo dos próximos dois anos. em renda fixa enquanto procura reduzir o volume investido em ações, que atualmente representa 70% dos ativos. Mas, o Diretor O USS também continuará investindo em uma estratégica sintética de Investimentos disse que deve alocar volume equivalente de replicação de Hedge Funds gerida pelo State Street. em Hedge Funds, que atualmente compõe somente 1% dos investimentos. (FINanlternatives, 26 de janeiro de 2010) Déficit em Planos de Pensão Nos Estados Unidos, a razão entre ativos e passivos nos planos Contudo, ele disse que esse déficit ainda é alto e deve suscitar a de pensão públicos em 2009 caiu para uma estimativa de 65%, preocupação dos funcionários do Estado. comparado aos 85% do ano anterior, segundo um relatório da Consulting Wilshire. O relatório estima que em 30 de junho os 125 planos possuíam um total de US$ 2 trilhões em ativos e precisaria acrescentar US$ A proporção entre os ativos e passivos para os 125 planos 1 trilhão para atingir o equilíbrio. avaliados está no nível mais baixo desde que o relatório da Wilshire começou a ser feito, em 1990, informou Steven Foresti, diretor “Há um grande buraco que precisa ser tapado”, da Wilshire. Mas, o Sr. Foresti constatou que a maioria dos dados foram apurados com data de 30 de junho e, desde então, os “A maneira prudente e menos prejudicial para voltar ao status mercados globais de ações subiram cerca de 19%, medidos pelo de capitalização integral é aumentar o nível de financiamento ao MSCI ACWI nos oito meses até 23 de fevereiro, o que resultaria em longo do tempo”, disse ele. um déficit menos acentuado hoje. Tendo em conta essa subida nos mercados, o Sr. Foresti estima que, a partir de 31 de janeiro, essa razão entre os ativos e passivos seria de aproximadamente 72%. (P&I Online, 1 de março de 2010) Debate na Noruega: Gestão Ativa versus Gestão Passiva Assim como a morte e os impostos, o debate a respeito dos O ministro encomendou dois relatórios para auxiliar o debate sobre méritos relativos à gestão ativa e passiva provavelmente estará as direções futuras do fundo. Um deles, conduzido pela Mercer, sempre entre nós. Mas, a discussão na Noruega sobre a futura analisou o cenário de 14 grandes Fundos de Pensão públicos e a direção dos €307 bilhões (US$433 bilhões) do Fundo de Pensão solvência dessas instituições, como ABP e APG da Holanda, Calpers Governamental dos países nórdicos tem ajudado a iluminar o e Calstrs dos Estados Unidos. A Mercer identificou que gestores debate. ativos, que tipicamente representavam um pouco mais de 60% de todos os ativos, em média, reforçaram o rendimento desses Aderentes da filosofia do mercado eficiente argumentam que fundos em valores modestos em cada ano, de 2004 a 2008, com é impossível para qualquer investidor obter, consistentemente, pico de 0,94 ponto percentual em 2005, apesar de a média ter performance superior ao mercado, com exceção onde há sido negativa em dois destes anos. informações privilegiadas ou sorte. O maior custo da gestão ativa parece pender a balança em favor da abordagem passiva. O cenário foi pior em 2008 e no primeiro semestre de 2009, quando os gestores ativos tipicamente subtraíram 0,94 e 0,65 No entanto, mais recursos ainda são executados ativamente, uma pontos percentuais, respectivamente, dos rendimentos dos pesquisa com 420 Fundos de Pensão, conduzida pela Pyramis fundos. A maior parte do excesso de rendimentos positivos é Global Advisors, constatou que a vasta maioria concorda com derivada de gestores de renda fixa, que adicionaram valor em a afirmação: todos os anos, menos em 2007. O resultado dos gestores de ações foi mais desigual, com excesso de rendimento de 0,38 ponto “Estratégias ativas na gestão de ações fornecerão percentual em 2008, compensados por perdas maiores em 2006, alfa num futuro próximo”. 2007, e no primeiro semestre de 2009. Essa divergência de ideias motivou a participação do Ministério Apesar desta evidência bastante relevante, a Mercer identificou das Finanças Norueguês, que supervisionou o Fundo de Pensão que a maioria dos fundos acreditava que parte de seu universo do Governo e não ficou satisfeito ao ver o relatório do fundo de investimentos foi ineficiente e, portanto, oferecia um com perda de 23,3% em 2008, enquanto seu Benchmark caiu potencial para que gestores ativos qualificados entregassem boas somente 19,9%, sendo os gestores ativos responsáveis pelo mau performances. desempenho. 10
  11. 11. Em dia O segundo relatório, uma avaliação do Fundo de Pensão os rendimentos da gestão ativa poderiam ser explicados pela da Noruega, feita por Andrew Ang, William Goetzmann e exposição de alguns fatores sistemáticos. Stephen Schaefer, da Columbia Business School, Yale School of Management e London Business School, respectivamente, foi Assim, para investimentos em ações, muitos dos excessos de mais longe. Eles constataram que, de 1998 a 2008, o rendimento rendimentos em relação ao Benchmark derivaram do fato dos médio obtido pelos gestores foi de 0,02% ao mês, aumentando fundos estarem com maior participação em ações do tipo small- para 0,03%, se o mau desempenho relativo a 2008 for excluído, caps, o que gerou rendimentos superiores na década para 2008 número “altamente significativo” estatisticamente. e com menos peso nas blue chips que não performaram bem. Neste contexto, os Srs. Ang, Goetzmann e Schaefer não Uma modesta predisposição para gestão de valor, ao invés das encontraram “qualquer evidência de que a gestão ativa em renda ações tradicionais, enfraquecia os rendimentos. fixa tenha adicionado valor”. Mas, nos gestores ativos de ações, onde os rendimentos foram de 0,05% ao mês (0,06 a 0,08%, Na renda fixa, o valor subtraído pelos gestores ativos durante a retirando-se 2008) se saíram melhor. crise financeira, em grande parte, resultou da elevada exposição da carteira a fatores como liquidez e volatilidade. “Gestão ativa da parcela de renda variável do O relatório concluiu que “significativa fração” da gestão ativa que fundo tem, de uma forma pequena e na média, compõe o rendimento dos fundos poderia ser replicada numa adicionado valor desde a sua introdução no fundo”, carteira construída para imitar o comportamento dos fatores. informou o relatório. Em outras palavras, NBIM e outros poderiam aproveitar os retornos excedentes que os gestores ativos têm apresentado, através de Yngve Slyngstad, diretor executivo do Norges Bank Investment investimentos passivos, desde que o Benchmark utilizado seja Management, que gere o fundo, descreveu os ganhos da gestão suficientemente sofisticado para incorporar fatores sistemáticos, ativa em ações como “um pequeno número para um pequeno mas destacou que isto deveria primeiramente ser acordado com fundo e um grande número para um grande fundo. Relativos aos os políticos do país. riscos que foram assumidos, nós achamos que o rendimento é bastante significativo.” Essa análise pode não ser aplicável a pequenos investidores. NBIM se aproveita da economia de escala e seu custo de gestão anual Os acadêmicos analisaram a fundo os rendimentos da gestão (excluindo-se taxas de performance) está limitado a 10 basis points ativa na tentativa de identificar algum fator sistemático que e atualmente representa 7 basis points. poderia justificar os retornos. Eles calcularam que 70% de todos (Financial Times, 24 de janeiro de 2010) Fundos de Pensão Britânicos apostam em Resseguros contra Catástrofes Um grupo de Fundos de Pensão Britânico alocou US$ 340 ao maior estremecimento do mercado,” disse Nephila’s Greg milhões em um Hedge Fund que investiu em um resseguro contra Hagood ao Investment & Pensions Europe. “Os participantes catástrofes. O investimento foi realizado por 11 Fundos de Pensão remanescentes, como Nephila, foram capazes de capitalizar sobre na segunda metade do ano passado num fundo de US$2,6 bilhões, tal oportunidade e cobrar prêmios mais elevados para os seguros gerido por Nephila Capital. O grupo principal possui 25% da contra catástrofes.” Bermuda-based Nephila. “O pagamento das indenizações pelos danos causados pelos furacões Gustav e Ike e as pesadas perdas dos investimentos, (FINalternatives,12 de Março de 2010) aliadas à situação de iliquidez devido à crise financeira, conduziram Investimentos em Private Equity ganham força no México O México espera que as instituições financeiras criem até três “Nós temos visto grande movimento das empresas de novos fundos de Private Equity até o fim de abril, explorando Private Equity e projetos a procura desses recursos,” a crescente alocação de recursos provenientes dos Fundos de Pensão, conforme informação do Vice-ministro das Finanças, Werner disse numa entrevista em Nova York. Ele se negou a Alejandro Werner. informar o nome das companhias ou o tamanho dos fundos, porém Os novos fundos irão acrescentar aos demais que foram criados informou que existe muito espaço para crescimento. nos últimos meses, seguindo a mudança da regulamentação, que Investidores estão atentos à recuperação da segunda maior agora permite aos Fundos de Pensão investir em Private Equity economia da América Latina. O governo prevê um crescimento pela primeira vez, disse Werner. Fundos de Pensão são elegíveis de 3,9% este ano, acima dos 3% previstos anteriormente, depois a alocar US$ 8 bilhões em Private Equity – 10 vezes o montante da economia encolher 6,5% no último ano por conta da recessão de US$ 800 milhões que já se encontra investido atualmente – e global. este valor irá aumentas, ele disse. (Bloomberg, 23 de Fevereiro) 11
  12. 12. Em dia Indústria suíça de pensões obtém retorno de aproximadamente 11% em 2009 Os Fundos de Pensão Suíços renderam uma média entre 10,8% durante os próximos dois anos, afirmou que seus investimentos e 11,56% no ano passado, dependendo do método de cálculo deverão aumentar cerca de £1,4 bilhões. selecionado. State Street, que tradicionalmente não inclui investimentos imobiliários diretos em seu índice de Fundos de Nos Estados Unidos, o Calpers, um dos maiores Fundos de Pensões Pensão, disse que estes clientes geraram em média retornos de do mundo, informou em sua declaração de final de ano que 11,56% em 2009. conduziu due diligence em 66 Hedge Funds, mas, como muitos outros Fundos de Pensão, ainda não realizou os investimentos. Nota-se que o último trimestre contribuiu com 1,32% para performance anual e foi o terceiro trimestre consecutivo a obter De acordo com BarclayHedge, provedora de dados, os fluxos para uma performance positiva. Em contraste, Credit Suisse disse que os Hedge Funds apenas retornou aos níveis pré-crise. os Fundos de Pensão Suíços produziram um retorno positivo de 1,7% entre suas amostras no último trimestre, e que dezembro “A entrada de US$ 54 bilhões, nos últimos quatro foi o melhor mês em termos de performance, 1,5%, enquanto meses (até 31 de janeiro), reverteu apenas uma outubro gerou média negativa de -0,4%. pequena parcela do resgate de US$ 402 bilhões de Além de tudo, os fundos contemplados pelo índice Credit Suisse setembro de 2008 a julho de 2009”, renderam em média 10,8% em 2009. O grupo bancário também notou que os Fundos de Pensão aumentaram seus investimentos disse Sol Waksman, CEO do BarclayHedge. Mas este ano, veremos em ações estrangeiras em 1 ponto percentual entre o terceiro e as alocações dos Fundos de Pensão aumentar significativamente, o quarto trimestre no último ano e em 3,5 pontos percentuais na segundo Hewitt. “Alguns dos clientes já estão prontos para fazer comparação ano a ano. alocações bastante significativas,” disse Sr. Saintfiet. Os Fundos de Pensão também estão procurando fazer alocações As grandes alocações não são somente para os maiores Hedge diretas em gestores de Hedge Funds. No passado, Investidores Funds. O Fundo de Pensão New York State Common Retirement Institucionais preferiam exposição via fundo de fundos, que reunia Fund alocou US$ 250 milhões no Finisterre, um fundo de os recursos e fazia investimentos diversificados. mercados emergente com sede em Londres, que administra quase US$ 1 bilhão. Vários dos maiores Fundos de Pensão já indicaram que estão procurando fazer alocações diretas bastante significativas em gestores de Hedge Funds. O University Superannuation Scheme (IPE.com, 18 de Janeiro 2010 ) – segundo maior Fundo de Pensões do Reino Unido, com £28 bilhões sob gestão – que deverá investir em cerca de 30 gestores A Itajubá Investimentos elaborou este material com propósito meramente informativo. Este material não é e nem deve ser interpretado como uma oferta, promessa ou recomendação de compra e venda de qualquer ativo ou instrumentos financeiros. Informativo da Itajubá Investimentos – Editado pela Cândido & Ortiz Comunicação Supervisor Editorial: Diego Maia 12
  13. 13. Quadro de Rentabilidade - Abril Data da Posição: 30/04/10 Vol. 6 PL médio Início do Mês PL no dia Fundo de Investimento (Ações) Classificação Anbid Cota No dia No mês Ano # 12 meses* 24 meses* 36 meses* meses últimos 12 Fundo anterior R$MM anualizada meses R$MM * Ashmore Brasil Ações FIC FIA (1) Acões IBrX Ativo 30/dez/08 1,87782771 -0,88% -4,93% 2,36% -5,79% 46,93% n/d n/d 19,57% 33,3 26,2 ≠ p.p IBrX -0,34% -1,23% -2,85% -3,93% 10,81% BRZ Valor FIC FIA (2) Ações Livre 5/jan/05 409,168590 -0,21% -2,14% 3,18% 1,01% 66,19% 39,81% 94,42% 19,83% 208,5 93,3 ≠ p.p IBrX 0,32% 1,56% -2,03% 2,86% 30,07% 45,07% 59,70% JB Focus FIA** (3) Ações Livre 16/set/05 2,50352417 -0,06% -0,12% 1,86% 2,13% 44,87% 30,02% 49,47% 14,46% 59,6 50,1 ≠ p.p IGC 0,22% 2,09% -2,88% 2,03% -3,23% 30,69% 30,70% M Square Ações FIC Ações*** (4) Ações Livre 3/set/07 1,36137802 0,30% -0,61% 2,69% 0,71% 60,69% 34,76% n/d 14,36% 32,6 25,3 ≠ p.p IBrX 0,84% 3,09% -2,52% 2,56% 24,57% 40,02% *** Fundo de Referência / O Fundo Master na M Square possui um PL de R$ 65,4 MM Vol. 6 PL médio Fundo de Investimento Início do Mês PL no dia Classificação Anbid Cota Dia Mês Ano # 12 meses* 24 meses* 36 meses* meses últimos 12 (Demais Mercados) Fundo anterior R$MM anualizada meses R$MM * Ashmore Brasil 30 FIC FIM LP (5) Multimercados 22/abr/08 1,25760621 0,09% 0,35% 1,25% 3,23% 13,74% 25,26% n/d 1,31% 270,1 118,4 %CDI Multiestratégia 255,54% 52,03% 164,57% 119,63% 156,71% 112,14% BRZ Long Short Advanced FIM (6) Long and Short Neutro 30/abr/07 156,43198536 0,10% 1,52% 0,13% 3,44% 13,86% 35,79% 56,43% 2,81% 528,1 462,9 %CDI 292,04% 229,35% 16,81% 127,40% 158,09% 158,87% 155,25% BRZ Long Short FI Multimercado (7) Long and Short Neutro 29/dez/05 182,73213003 0,08% 0,99% 0,60% 3,12% 9,90% 25,90% 39,72% 0,95% 211,5 158,7 %CDI 211,84% 148,46% 79,50% 115,81% 112,94% 115,00% 109,28% BRZ Macro FI Multimercado (8) Multimercados Macro 15/fev/06 166,98864252 -0,20% 0,10% 1,12% 1,66% 8,36% 18,33% 27,37% 1,48% 36,8 41,3 %CDI -573,75% 14,87% 147,39% 61,35% 95,42% 81,35% 75,30% BRZ Moderado FI Multimercado (9) Multimercados Macro 2/jul/03 260,52947668 0,01% 0,48% 0,79% 2,39% 8,45% 20,79% 32,52% 0,37% 13,5 20,1 %CDI 33,48% 72,98% 104,24% 88,44% 96,43% 92,30% 89,46% Singular ECO FIC de FIM** (10) Previdência 27/jun/08 1,17360149 0,05% 0,29% 0,58% 2,03% 11,16% n/d n/d 0,83% 29,3 28,4 Gestão GAP %CDI Multimercados com RV 154,19% 44,18% 77,13% 75,38% 127,32% Cotação no dia Dia Mês Mês anterior Ano # 12 meses* 24 meses* 36 meses* Vol. 6 meses anualizada CDI 9,38% 0,04% 0,66% 0,76% 2,70% 8,77% 22,53% 36,35% 0,01% Ibovespa 67.529 -0,66% -4,04% 5,82% -1,54% 42,80% -0,50% 37,94% 22,52% IBrX 21.270 -0,54% -3,70% 5,21% -1,85% 36,12% -5,26% 34,72% 21,61% IBX-50 9.402 -0,68% -4,11% 5,97% -1,67% 34,60% -7,47% 34,74% 22,38% IGC 6.786 -0,28% -2,20% 4,74% 0,10% 48,10% -0,67% 18,77% 20,45% Informações adicionais: procure a Itajubá Investimentos nos tels. 21 2272-5252 / 11 2165-6825 Legenda # Rentabilidade Acumulada até a última cota divulgada * Posição até o fechamento do mês de março ** Fundo de Referência n/d = não disponível Todos os fundos são administrados pelo BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A.
  14. 14. Quadro de Rentabilidade - Abril Taxas (1) Tx. de Administração: min. 1,9% e máx. 2,2% / Tx. de Performance: 20% sobre o que exceder o IBrX (2) Tx. de Administração: 2,0% / Tx. de Performance: 20% sobre o que exceder o IBrX (3) Tx. de Administração: 2,0% / Tx. de Performance: 15% sobre IGPM + 6%a.a. / Tx. de Saída: isento para conversão de cotas em D+12 dias corridos e pagamento em D+3 dias úteis após a conversão Tx. de Saída: 10% para conversão de cotas em D+1 e pagamento em D+3 dias úteis após a conversão (4) Tx. de Administração: 2,0% / Tx. de Performance: 20% sobre IGPM + 6%a.a. (5) Tx. de Administração: min. 1,9% e máx. 2,5% / Tx. de Performance: 20% sobre o que exceder o CDI / Tx. de Saída: 5% ( há isenção para resgates agendados com 29 dias corridos de antecedência) (6) Tx. de Administração: 2,0% / Tx. de Performance: 20% sobre o que exceder o CDI / Tx. de Saída: 10% sobre o valor resgatado antes de 30 dias (7) Tx. de Administração: 2,0% / Tx. de Performance: 20% sobre o que exceder o CDI / Tx. de Saída: 10% sobre o valor resgatado antes de 9 dias (8) Tx. de Administração: 1,5% / Tx. de Performance: 20% sobre o que exceder o CDI / Tx. de Saída: 5% sobre o valor resgatado antes de 9 dias (9) Tx. de Administração: 1,2% / Tx. de Performance: 20% sobre o que exceder o CDI (10) Tx. de Administração: 0,7% / Tx. de Performance: 10% sobre o que exceder o 105% do CDI Todos os fundos são administrados pelo BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. Fundos de Investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos – FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. Mesmo tendo tomado todas as precauções para assegurar que as informações aqui contidas não sejam falsas ou enganosas , a Itajubá Investimentos não se responsabiliza pela exatidão ou abrangência das mesmas , nem tampouco pelas decisões de investimentos tomadas com base neste material É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

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