Sistema Neuro Hormonal

64.522 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia, Turismo
5 comentários
59 gostaram
Estatísticas
Notas
  • não dá para fazer donwload?
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
  • kem ker saber isso?
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
  • Muito bom!
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
  • ESTIMADA, COMPAÑERA GRACIAS INFINITAMENTE POR COMPARTIR SUS INQUIETUDES INTELECTUALES CON NOSOTROS, Y QUIERO DECIR QUE EL MATERIAL ES MUY INTERESANATE, APROVECHO LA OCASION PARA INVITARLE QUE VISITE EL SITIO SIGUIENTE: www.slideshare.net/Euler/slideshows, ESPERO QUE EL MATERIAL QUE AHI SE COMPARTE PUEDA SER DE ALGUNA UTILIDAD PARA SU PERSONA, SINCERAMENTE: DR. RIOZ
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
  • Holla!

    Muy interesante, hombre!

    Hasta luego!<br /><br/>
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
64.522
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4.765
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
5
Gostaram
59
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sistema Neuro Hormonal

  1. 1. Sistema neuro-hormonal Ciências Naturais 9º ano
  2. 2. Sistema neuro-hormonal <ul><li>A função do sistema nervoso e do sistema endócrino é coordenar a actividade do nosso organismo. </li></ul><ul><li>Com o objectivo de coordenar os órgãos à distância e transmitir mensagens, o nosso organismo possui duas vias: nervosa e hormonal </li></ul>
  3. 3. <ul><li>No sistema nervoso as mensagens são transmitidas ao longo de células nervosas até ao aos diferentes órgãos. </li></ul><ul><li>No sistema hormonal existem mensageiros químicos, elaborados em órgãos específicos, que circulam na corrente sanguínea. </li></ul>Sistema neuro-hormonal
  4. 4. Coordenação nervosa <ul><li>Os vários milhares de milhão de células nervosas que existem no organismo do ser humano, formam uma rede que é infinitamente mais complexa que qualquer rede de estradas, circulando nela as mais diversas informações. </li></ul>
  5. 5. O Sistema Nervoso <ul><li>Sistema nervoso central – integra o encéfalo e a espinal medula </li></ul><ul><li>Sistema nervoso periférico – constituído pelos nervos e glânglios </li></ul><ul><li>Estes dois sitemas estão em constante comunicação e comandam toda a nossa actividade. </li></ul>
  6. 6. Sistema Nervoso Central (SNC) <ul><li>O encéfalo e a espinal medula denominam-se centros nervosos. </li></ul><ul><li>O Encéfalo – é constituído pelo cérebro, pelo cerebelo e pelo bolbo raquidiano. </li></ul><ul><li>A Espinal medula – situa-se na continuação do bolbo raquidiano e encontra-se protegida pela coluna vertebral </li></ul>
  7. 8. O Encéfalo <ul><li>O encéfalo é um dos componentes do sistema nervoso com importância vital. </li></ul><ul><li>A sua actividade comporta aspectos muito variados e complexos, como: pensamento , memória , raciocínio e vida afectiva . </li></ul>
  8. 10. O Encéfalo <ul><li>Na constituição dos órgãos que o formam encontram-se duas substâncias com tonalidade diferente: substância branca e substância cinzenta . </li></ul><ul><li>O encéfalo consome cerca de 25% do oxigénio utilizado pelo organismo, embora constitua somente cerca de 2,5% da massa total do corpo. </li></ul>
  9. 11. O Encéfalo <ul><li>Entre todas as células do corpo, as células nervosas são as mais sensíveis à privação de oxigénio. Morrem quando privadas de oxigénio durante alguns minutos. </li></ul><ul><li>O encéfalo exige também um fornecimento constante de glicose. Uma rede densa de vasos sanguíneos fornece ás células os materiais de que necessitam. </li></ul>
  10. 13. Medula Espinal ou espinal medula <ul><li>Apresenta-se como um cordão esbranquiçado com cerca de 50cm de comprimento e 1cm de diâmetro. </li></ul><ul><li>Alojada no canal raquidiano, está em comunicação com os diferentes órgãos do tronco e dos menbros graças aos 31 pares de nervos raquidianos que nela têm origem. </li></ul>
  11. 14. Medula Espinal ou espinal medula
  12. 15. Sistema Nervoso Periférico (SNP) <ul><li>É constituído por nervos e gânglios que recebem as informações captadas pelos receptores sensoriais, conduzindo-as aos centros nervosos e vice-versa. </li></ul><ul><li>Nervos – partem dos centros nervosos, ramificando-se em direcção a todas as partes do corpo </li></ul>
  13. 16. Nervos <ul><li>Nervos cranianos – em número de 12 pares, partem do encéfalo e inervam as diferentes regiões da cabeça, nomeadamente os órgãos dos sentidos, músculos da face, da boca e da faringe. </li></ul>
  14. 17. Nervos <ul><li>Nervos raquidianos – em número de 31 pares, têm origem na medula espinal e ramificam-se pelo organismo. </li></ul><ul><li>Os nervos raquidianos são nervos mistos, cada um deles inicia-se por duas raízes, uma raiz ventral ou anterior ( motora ) e uma raiz dorsal ou posterior ( sensitiva ). </li></ul><ul><li>Na pele existem numerosas ramificações muito finas de nervos raquidianos. </li></ul>
  15. 18. Função dos nervos <ul><li>Nervos sensitivos ou aferentes – transmitem informações dos receptores sensoriais para os centros nervosos, (ex: nervo auditivo). </li></ul><ul><li>Nervos motores ou eferentes – transmitem informações dos centros nervosos para os órgãos efectores, (ex: nervos dos músculos da língua). </li></ul><ul><li>Nervos mistos – transmitem informações dos reseptores sensoriais para os centros nervosos e destes para os órgãos efectores, (ex: os nervos da medula). </li></ul>
  16. 19. Fisiologia do sistema nervoso <ul><li>As células que, essencialmente, o constituem designam-se neurónios. </li></ul><ul><li>Os neurónios são constituídos por corpo celular, no qual se localiza o núcleo, e seus prolongamentos: dendrites e axónio. </li></ul><ul><li>Os prolongamentos destas células permitem que nelas circulem mensagens nervosas rapidamente e a longa distância. </li></ul>
  17. 20. <ul><li>Os axónios terminam em ramificações ( arborização terminal ) e alguns apresentam uma protecção, a baínha de mielina . </li></ul><ul><li>Os neurónios podem apresentar várias formas e tamanhos, (alguns podem atingir 1m de comprimento). </li></ul>Fisiologia do sistema nervoso
  18. 22. <ul><li>Corpo celular – recebe mensagens de outros neurónios, trata-as e emite novas mensagens. Contém o núcleo e a maior parte do citoplasma celular. </li></ul><ul><li>Dendrites – prolongamentos celulares muito ramificados que recebem informações provenientes de outros neurónios. </li></ul><ul><li>Axónio – prolongamento celular de diâmetro mais ou menos constante, com uma arborização terminal, que transmite mensagens do neurónio a que pertence para outros neurónios. </li></ul>Fisiologia do sistema nervoso
  19. 23. <ul><li>As associações que se estabelecem entre os neurónios podem efectuar-se entre: </li></ul><ul><li>o axónio de um neurónio e o corpo celular do neurónio seguinte; </li></ul><ul><li>o axónio de um neurónio e as dendrites do neurónio seguinte. </li></ul>Fisiologia do sistema nervoso
  20. 25. <ul><li>Os neurónios têm como principal função receber , transmitir e responder às mensagens que lhes chegam. </li></ul><ul><li>Estas mensagens designam-se impulsos ou influxos nervosos . </li></ul>Fisiologia do sistema nervoso
  21. 26. Fisiologia do sistema nervoso <ul><li>O impulso transmite-se da seguinte forma: as dendrites recebem os sinais e o axónio, prolongamento emissor, transmite-os a outras células, nervosas ou musculares. </li></ul>
  22. 27. <ul><li>Um neurónio estabelece contacto com outro neurónio ou com uma célula muscular, através da sinapse . </li></ul><ul><li>A este nível o impulso nervoso transmite-se através de uma substância química . </li></ul><ul><li>Esta substância transporta o sinal do neurónio emissor às células receptoras . </li></ul><ul><li>As substâncias usadas na transmissão designam-se neurotransmissores e, até agora, foram identificados mais de 30. </li></ul>Fisiologia do sistema nervoso
  23. 29. Conforme a sua função os neurónios podem ser sensitivos , motores e de associação .
  24. 30. <ul><li>O conjunto formado pelos axónios e pelas baínhas de mielina que o envolvem, quando existem, denomina-se fibra nervosa . </li></ul><ul><li>As fibras nervosas reúnem-se formando os nervos . </li></ul>
  25. 31. Actividade Cerebral <ul><li>O córtex contém zonas especializadas em diversas funções. </li></ul><ul><li>No total, apenas 25% do córtex tem funções definidas – áreas primárias , como por exemplo as motoras ou as áreas sensitivas. </li></ul><ul><li>Os restantes 75% constituem as áreas de associação , nas quais se encontram os neurónios que processam a informação antes de decidir o que fazer. Estas áreas têm um papel fundamental nas funções mentais superiores, como o raciocínio e a imaginação. </li></ul>
  26. 33. <ul><li>Podem considerar-se várias etapas na transmissão das mensagens, desde os receptores sensoriais às estruturas efectoras, passando pelo cérebro. </li></ul>Actividade Cerebral
  27. 34. <ul><li>Dos receptores sensoriais ao cérebro – sob a acção de estímulos em receptores sensoriais especializados, originam-se mensagens nervosas que são conduzidas ao córtex sensitivo. As mensagens provenientes da metade direita do corpo são recebidas no hemisfério cerebral esquerdo e as mensagens da metade esquerda do corpo são recebidas no hemisfério cerebral direito. </li></ul>Actividade Cerebral
  28. 35. <ul><li>Tratamento das informações – as mensagens recebidas ao nível das áreas sensoriais são transmitidas ao córtex de associação. Neste há a integração e a interpretação das mensagens, sendo elaboradas respostas. </li></ul>Actividade Cerebral
  29. 36. <ul><li>Transmissão de mensagens às estruturas efectoras – as respostas elaboradas propagam-se às estruturas efectoras, (ex: músculos). </li></ul><ul><li>Se qualquer uma das vias sensitivas ou motoras é danificada ou destruída, são afectadas as zonas correspondentes do organismo e, em consequência, é afectada a realização das respectivas funções. </li></ul>Actividade Cerebral
  30. 37. Os Estímulos <ul><li>São factores que obrigam o nosso organismo a reagir, (ex: luz, medo, fome) </li></ul><ul><li>Os estímulos podem ser externos ou internos que são captados por receptores específicos. </li></ul><ul><li>Os receptores dos estímulos externos são os órgãos dos sentidos . </li></ul><ul><li>Os receptores dos estímulos internos informam-nos do estado do nosso organismo. </li></ul>
  31. 38. <ul><li>Os receptores são excitados por estímulos e enviam a mensagem ( impulso nervoso ) ao cérebro através dos nervos sensitivos. </li></ul><ul><li>O cérebro transforma os impulsos em sensações , em função da origem e do ponto de chegada dos impulsos, (ex: visão, cheiro). </li></ul>Os Estímulos
  32. 40. Actos Voluntários e Involuntários <ul><li>A actividade do sistema nervoso manifesta-se através dos diferentes actos que executamos, que podem ser voluntários ou involuntários. </li></ul><ul><li>Os actos voluntários – são conscientes e dependem da nossa vontade . Nestes casos o impulso nervoso é gerado no cérebro e conduzido aos neurónios motores que inervam os órgãos implicados em cada acto, (ex: ler, escrever, falar, conduzir) </li></ul>
  33. 41. <ul><li>Os actos involuntários – são inconscientes e não dependem da nossa vontade , (ex: o contrair da pupila quandose aproxima um foco de luz, o retirar imediatamente a mão quando tocamos num objecto quente). São actos reflexos. </li></ul><ul><li>Nos actos voluntários, os centros de resposta situam-se no encéfalo, enquanto que nos actos involuntários, a resposta pode ter origem no encéfalo ou na espinal medula. </li></ul>Actos Voluntários e Involuntários
  34. 42. <ul><li>Os actos reflexos determinados pela espinal medula são um mecanismo automático que se designa arco reflexo </li></ul>Actos Voluntários e Involuntários
  35. 43. <ul><li>Os actos reflexos podem ser classificados em inatos e condicionados. </li></ul><ul><li>Os reflexos inatos – são os que nascem connosco, (ex: sucção do bébé) </li></ul><ul><li>Os reflexos condicionados – são os adquiridos pela aprendizagem e variam de pessoa para pessoa. Neste processo o encéfalo intervém, memorizando a experiência, (ex: levantar da cadeira, quando toca a campaínha da escola) </li></ul>Actos Voluntários e Involuntários
  36. 44. O Sistema Nervoso Autónomo (SNA) <ul><li>É a parte do sistema nervoso, cuja actividade habitualmente não damos conta, que regula as condições internas do nosso organismo. </li></ul><ul><li>É constituído por dois sistemas: simpático e parassimpático , que diferem quanto aos locais onde têm origem os seus nervos e nas respectivas funções que são complementares e opostas . </li></ul>
  37. 46. <ul><li>O SNA é controlado pelo hipotálamo . Assim, o relacionamento emocional, que tem lugar no córtex cerebral, pode condicionar o funcionamento de órgãos que não controlamos directamente, como, por exemplo, os pulmões e o coração. </li></ul>O Sistema Nervoso Autónomo (SNA)
  38. 47. Sistema Endócrino ou Hormonal <ul><li>É constituído pelas glândulas endócrinas que produzem e lançam directamente no sangue hormonas . </li></ul><ul><li>As hormonas são mensageiros químicos , que regulam a actividade de diferentes órgãos. </li></ul><ul><li>Como o sangue percorre todo o organismo, as hormonas actuam á distância, sobre tecidos, órgãos ou outras glândulas, (ex: adrenalina). </li></ul>
  39. 49. <ul><li>A comunicação hormonal realiza-se por via química, através de hormonas. Somente determinadas células, chamadas células-alvo ou células efectoras , estão equipadas para receber o sinal que uma dada hormona transmite. </li></ul>
  40. 50. Conclusão <ul><li>O sistema nervoso pode segregar hormonas que intervêm no funcionamento de diversas glândulas endócrinas. </li></ul><ul><li>Reciprocamente, as hormonas, produzidas pelas glândulas endócrinas, têm acção sobre o funcionamento do sistema nervoso. </li></ul><ul><li>Ambos os sistemas respondem a estímulos recebidos por receptores e enviam mensagens para órgãos efectores que efectuam respostas adequadas. </li></ul>

×