Resumo Interop

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Resumo de definição do Framework Interop, utilizado para unificação de conteúdo de TV Digital, Computador e aparelhos móveis.

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Resumo Interop

  1. 1. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL UNIFICADA CAMPOGRANDENSE Resumo do Artigo: Interop: um Framework para o Desenvolvimento de Conteúdo Web Interoperável entre TV Digital, Dispositivos Móveis e Computadores Pessoais. NOMES: 5º BSI Diego Daniel Soares Sistemas de Multimídia Leonardo Tavares Nascimento Max Wendel Cordeiro
  2. 2. Atualmente é possível acessar conteúdos digitais de diversas maneiras, através de diferentes plataformas e dispositivos. É possível utilizar o acesso web através de TV digital, computadores e dispositivos móveis. O que geralmente acontece é que os criadores desse tipo de conteúdo desenvolvem uma versão para cada tipo de dispositivo. Dessa forma é possível aproveitar os melhores recursos que cada dispositivo possui de melhor exclusivamente, mas também toma muito mais tempo e gera mais esforço no processo de desenvolvimento. O Interop é um framework que permite que o desenvolvimento de um conteúdo adaptável para diferentes tipos de plataformas. Por ser necessário criar somente uma versão adaptável, a utilização do Interop poupa tempo, facilita na manutenção, por haver somente uma base de dados; e a possibilidade de acesso transparente, possuindo adaptação automática a diferentes dispositivos. Para que o Interop fosse desenvolvido houve a necessidade de analisar cada dispotisito e as diferenças entre eles, tanto quanto as linguagens utilizadas em seu sistema, como suas diferenças físicas e softwares compatíveis. Comparado à TV Digital e ao Computador, os dispositivos móveis possuem a tela pequena, o mesmo ainda apresenta baixo processamento e geralmente utiliza linguagem C/C++ e Java. Conta com diferentes navegadores para acesso web (Opera Mini, Android Browser, Internet Explorer Mobile, etc.). Em relação a sua usabilidade, recomenda-se que a fonte utilizada seja escura sobre um fundo branco, porém só possui suporte a um tipo de fonte, podendo alterar apenas seu tamanho. O processamento de um computador é poderoso e possui a disponibilidade de utilizar quase qualquer linguagem de programação. É o mais flexível entre os dispositivos, tendo também grandes monitores, qualquer conjunto de fontes e diversos softwares (browsers) de acesso à web, como Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple Safari, etc. Recomenda-se utilizar fontes escuras sobre fundo claro neste dispositivo. As TVs Digitais possuem alta quantidade de gama, com monitores com enormes resoluções que funcionam até em Full HD. Ela utiliza o middleware Ginga para receptores fixos e móveis. E diferente dos dispositivos citados anteriormente, na TV Digital é recomendável que sua interface seja feita de forma oposta, já que suas fontes tendem a ser claras com fundo escuro. Recomenda-se também utilizar fontes não serifadas (sans serif) para que não ocorra distorção. O recebimento de conteúdo é via broadcast, onde todos os usuários recebem o mesmo conteúdo da emissora. A interface para cada tipo de dispositivo deve ser elaborada separadamente para que não ocorram problemas na usabilidade do conteúdo. Com base nas características de cada dispositivo já citado, foi efetuada uma tentativa de harmonização que unifica o conteúdo exibido em cada um deles. Para conteúdos de texto são recomendados documentos HTML, com linguagem de marcação XHTML, pois é padrão em todos os três dispositivos. Para a adaptação de textos nas diferentes interfaces, utiliza-se a linguagem de estilo CSS (Cascade Style Sheets). Em relação ao formato de imagens, também há um padrão para ambos os dispositivos, o.JPG. Porém, devido à diferença de tamanho das telas, é recomendável utilizar uma versão de menor resolução para os dispositivos móveis. O formato de áudio a ser utilizado é o ACC, por ser comum nos dispositivos. Em questão de formato de vídeo já não existe nenhum padrão que se encaixe para os três. A TV Digital utiliza o formato H.264 SD (Standard Definition) ou HD (High
  3. 3. Definition), enquanto celulares utilizam H.263 encapsulado em 3GPP. O computador consegue utilizar qualquer tipo de formato (com plug-ins). Sendo assim, há a necessidade de pelo menos duas versões de vídeo: uma para a TV Digital e outra para o celular. Documentos HTML/XHTML e as mídias citadas acima não alteram dinamicamente o conteúdo das páginas web, por esse motivo há a necessidade do uso da tecnologia Server-side Scripting (Processamento no lado servidor). O Interop funciona como uma camada de software, que realiza alterações dinâmicas em páginas XHTML que estejam hospedadas em um servidor Web. Esse framework utiliza prefixo para simplificar o desenvolvimento, sendo assim não é necessário utilizar o nome “interop” antes de cada tag XHTML usada, mas somente a letra “i” e junto a ele utilizam-se as principais funcionalidades já existentes na especificação XHTML. A tecnologia utilizada no Interop foi escolhida devido ela conter somente frozen spots, ou seja, o desenvolvedor pode utilizá-la diretamente, sem a necessidade de adicionar códigos extras, podendo ser utilizada por web designers que não possuam conhecimento em programação. Devido muitos receptores de TV Digital não conter canal de interatividade, foi desenvolvido um aplicativo externo ao Interop, chamado Website Downloader. Este requisita as páginas do servidor de aplicação e as salva em um diretório local, possibilitando que seja enviado depois através de broadcast. O framework Interop identifica o Website Downloader como se fosse um receptor de TV Digital, então permite que ela receba o conteúdo já adaptado. Os arquivos podem também ser transferidos via dispositivo USB, levando em conta que os receptores obrigatoriamente terão esse recurso. Para que o Interop reconheça qual tipo de dispositivo está acessando o conteúdo e consiga fazer a adaptação para ele, é necessário que analise o conteúdo dos cabeçalhos HTTP, onde o mais importante é o user-agent. Através de palavras- chaves dentro do user-agent é possível descobrir qual é o dispositivo, como, por exemplo, up.browser, windows ce,iphone, iemobile, symbian, mini, phone, midp, wap, pocket, pda, psp, etc. Estes formatos citados referenciam-se à dispositivos móveis. As palavras chave para TV Digital podem ser: Java/1.6 (No caso do Website Downloader), ginga, ginga-ncl,etc. Quando há mais de uma versão de arquivo ou resoluções diferentes para cada tipo de dispositivo, utiliza-se sufixo de identificação para cada um deles. Foram adotados os sufixos “_mobile” (para dispositivos móveis) e “_tdv” (Para TVs Digitais). Assim, além do arquivo padrão, terão mais dois constando o nome mais o sufixo dos dispositivos. Caso não haja a utilização de sufixo para cada dispositivo então o arquivo que será usado será o padrão. Essa informação fica gravada na sessão do usuário e volta a ser utilizada sempre que alguma funcionalidade do framework depender do tipo de dispositivo pelo qual está sendo acessado. Ainda é possível ocultar conteúdos para certos dispositivos. São utilizados atributos que não existem no XHTML, são eles: displayMobile (Para dispositivos móveis), displayTV (Para TVs Digitais) e displayWeb (Para computadores). Esses atributos são citados no código somente se houver a necessidade de desabilitar o conteúdo para um tipo de dispositivo. Para atingir esse objetivo, foi realizado um estudo sobre recomendações de usabilidade, interface e tipos de conteúdo suportados pelos dispositivos. Além disso, foi descrito o framework Interop, cuja principal finalidade é permitir o desenvolvimento interoperável seguindo as recomendações citadas. Ele possui funcionalidades que permitem a adaptação dinâmica do conteúdo de acordo com o tipo de dispositivo alvo.

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