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Com o parágra...
MOTIVAÇÃO
“Esse paper oferece a primeira justificativa teórica para
o real racionamento de crédito” (1981, p. 394).
MÉTODO...
OBJETIVOS
Os autores têm como objetivos mostrar que:
▪ em equilíbrio, um mercado de empréstimos pode ser
caracterizado por...
SITUAÇÃO NA TEORIA
Introdução
▪ Bancos realizando empréstimos estão preocupados sobre a taxa de
juros que receberão e tamb...
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Introdução
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Introdução
▪ Bancos, ao realizar empréstimos, estão preocupados sobre a taxa de
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Introdução
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Joseph E. Stiglitz e Andrew Weiss
1981 @ The American Economic Review
Acadêmico: Leonardo Chalhoub
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Presentation Credit Rationing in Markets with Imperfect Information

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STIGLITZ, J.E.; WEISS, A., 1981, Credit Rationing in Markets with Imperfect Information, American Economic Review 71 (3), p. 393-410.

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  1. 1. CREDIT RATIONING IN MARKETS WITH IMPERFECT INFORMATION Apresentação Joseph E. Stiglitz e Andrew Weiss 1981 @ The American Economic Review Acadêmico: Leonardo Chalhoub
  2. 2. PROBLEMA ENFOCADO A primeira frase deste Stiglitz e Weiss (1981, p. 393) é: “Por que o crédito é racionado?” Com o parágrafo continuando assim: “Talvez o princípio mais básico da Economia é que o equilíbrio de mercado ocasiona que a oferta iguale a demanda; [...] se os preços fizessem seu “trabalho”, racionamento não deveria existir”.
  3. 3. MOTIVAÇÃO “Esse paper oferece a primeira justificativa teórica para o real racionamento de crédito” (1981, p. 394). MÉTODOS EMPREGADOS Como este é um artigo teórico, não foram realizados testes empíricos.
  4. 4. OBJETIVOS Os autores têm como objetivos mostrar que: ▪ em equilíbrio, um mercado de empréstimos pode ser caracterizado por racionamento de crédito; ▪ não apenas as taxas de juros são importantes para influenciar o comportamento dos borrowers, mas também o tamanho do montante do empréstimo, dos colaterais exigidos e o capital demandado pelo banco aos candidatos a empréstimos.
  5. 5. SITUAÇÃO NA TEORIA Introdução ▪ Bancos realizando empréstimos estão preocupados sobre a taxa de juros que receberão e também com o risco. ▪ A taxa de juros que um banco cobra pode afetar o risco do seu portfólio através i) do efeito de seleção adversa e ii) do efeito incentivo. ▪ São utilizados alguns mecanismos de triagem (screening devices), pelos bancos, para buscar identificar os “bons” pagadores dos “mals”. Um deles é a taxa de juros. ▪ Referente ao efeito de seleção adversa, por exemplo, indivíduos dispostos a pagarem altas taxas de juros podem, em média, oferecer mais risco ao banco. ▪ “Similarmente, conforme a taxa de juros e outros termos do contrato mudam, é provável que o comportamento do borrower mude [...] altas taxas de juros induzem firmas a assumir projetos com menores probabilidades de sucesso, mas maiores retornos em caso de êxito.” (1981, p. 393).
  6. 6. SITUAÇÃO NA TEORIA Introdução
  7. 7. SITUAÇÃO NA TEORIA Introdução ▪ Bancos, ao realizar empréstimos, estão preocupados sobre a taxa de juros que receberão e também com o risco. ▪ A taxa de juros que um banco cobra pode afetar o risco do seu portfólio através i) do efeito de seleção adversa e ii) do efeito incentivo. ▪ São utilizados alguns mecanismos de triagem (screening devices), pelos bancos, para buscar identificar os “bons” pagadores dos “mals”. Um deles é a taxa de juros. ▪ Referente ao efeito de seleção adversa, por exemplo, indivíduos dispostos a pagarem altas taxas de juros podem, em média, oferecer mais risco ao banco. ▪ “Similarmente, conforme a taxa de juros e outros termos do contrato mudam, é provável que o comportamento do borrower mude [...] altas taxas de juros induzem firmas a assumir projetos com menores probabilidades de sucesso, mas maiores retornos em caso de êxito.” (1981, p. 393).
  8. 8. SITUAÇÃO NA TEORIA Introdução “Em nossa construção de um modelo de equilíbrio com racionamento de crédito, descrevemos um equilíbrio de mercado no qual há diversos bancos e diversos borrowers em potencial. [...] Nossa noção de equilíbrio é competitiva no sentido de que os bancos competem entre si; [...] uma maneira como eles competem é através da escolha de um preço [...] que maximize seus lucros” (1981, p. 395)
  9. 9. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem Nesta seção, os autores argumentam sobre como as taxas de juros são usadas como um mecanismo de triagem, ajudando os bancos a diferenciarem “bons” dos “mals” pagadores. Ou seja, o projeto mais arriscado possui uma função de densidade de probabilidades igual ao menos arriscado, porém a distribuição de retornos será sempre maior ou igual para o projeto mais arriscado. É interessante notar uma nota de rodapé onde os autores comentam que “essas são distribuições de probabilidades subjetivas; as percepções por parte do banco pode ser diferente daquele da firma” (1981, p. 395).
  10. 10. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem
  11. 11. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem
  12. 12. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem
  13. 13. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem Teorema 3: O retorno esperado de um empréstimo para um banco é uma função decrescente do risco do empréstimo. Desde a equação 4b e no gráfico 2b, é possível notar essa propriedade, pois a concavidade
  14. 14. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem “Este será o caso sempre que houver uma taxa que proporcione um retorno maior ao banco do que a taxa de juros do equilíbrio Walrasiano, que igualaria oferta e demanda” (1981, p. 397).
  15. 15. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem
  16. 16. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem
  17. 17. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Triagem
  18. 18. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Incentivo “A segunda maneira pela qual a taxa de juros afeta o retorno esperado do banco a partir de um empréstimo é mudando o comportamento do borrower. Os interesses do lender e do borrower não concidem. Teorema 7: Se, em uma dada taxa de juros nominal r, uma firma neutra ao risco for indiferente entre dois projetos, um aumento na taxa de juros resulta na firma preferindo o projeto com a maior probabilidade de falência.
  19. 19. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Incentivo
  20. 20. SITUAÇÃO NA TEORIA Taxa de Juros como um Mecanismo de Incentivo Assim, o retorno esperado do banco como função de r aparece como na Figura 6.
  21. 21. SITUAÇÃO NA TEORIA A Teoria do Colateral e da Responsabilidade Limitada
  22. 22. SITUAÇÃO NA TEORIA A Teoria do Colateral e da Responsabilidade Limitada “Dessa forma, o indivíduo faz o empréstimo se e apenas se o Nível de Utilidade trazido pelo empréstimo for maior ou igual à utilidade de sua riqueza inicial.
  23. 23. SITUAÇÃO NA TEORIA A Teoria do Colateral e da Responsabilidade Limitada Entretanto... Teorema 10: Se houver uma aversão ao risco absoluto decrescente, indivíduos mais ricos realizarão projetos mais arriscados. Teorema 11: O Colateral aumenta o retorno do banco para qualquer dado borrower. Nota de rodapé dos autores: “a um colateral suficientemente alto, o indivíduo rico não fará empréstimos at all” (1981, p. 404).
  24. 24. SITUAÇÃO NA TEORIA A Teoria do Colateral e da Responsabilidade Limitada Teorema 12: Há um efeito de seleção adversa proveniente de aumentar os requisitos de colaterais, i.e., tanto o borrower médio quanto o marginal se tornam mais arriscados. “É fácil mostrar que este efeito de seleção adversa pode ser mais expressivo que o efeito positivo direto. Há um nível de C tal que mais requisitos funcionarão contra os indivíduos low wealth- low risk, e o retorno do banco cairá. [...] embora o colateral possa ter efeitos de incentivo benéficos, também pode possuir efeitos de seleção adversa ” (1981, p. 405).
  25. 25. SITUAÇÃO NA TEORIA Borrowers Observadamente Distinguíveis Teorema 13: Para i > j, borrowers do tipo j apenas receberão empréstimos se o crédito não estiver racionado para borrowers do tipo i. Note na Figura 9 que apenas os tipos 2 e 3 de borrowers fazem empréstimos. “Grupos como o tipo 1 são excluídos do mercado de crédito e podem ser chamados de red- lined, desde que não há taxa de juros na qual eles poderiam obter empréstimos” (1981, p. 407).
  26. 26. CONTRIBUIÇÕES E PRINCIPAIS CONCLUSÕES ▪ “Nós apresentamos um modelo de racionamento de crédito no qual, entre borrowers observadamente idênticos, alguns recebem empréstimos e outros não. [...] ▪ Borrowers em potencial a quem são negados empréstimos não conseguiriam fazer um empréstimo nem se demonstrassem vontade de pagar uma taxa mais alta que a taxa de mercado, ou de adicionar mais colateral do que o demandado. [...] ▪ Nenhum instrumento será usado necessariamente para igualar a oferta e a demanda por fundos emprestáveis. [...] ▪ Segundo Stiglitz e Weiss (1981, p. 407), “apesar deste paper ter sido construído no contexto de mercados de crédito, a análise poderia ser igualmente aplicada a um grande número de problemas principal-agent”.
  27. 27. CONTRIBUIÇÕES E PRINCIPAIS CONCLUSÕES ▪ Sob essas circunstâncias, restrições ao crédito tomam a forma de limitar o número de empréstimos que o banco fará, ao invés de limitar o tamanho de cada empréstimo, ou fazendo a taxa de juros cobrada uma função crescente da magnitude do empréstimo” (1981, p. 408-409). ▪ “Note que, em um equilíbrio de racionamento, na extensão em que a política monetária tenha êxito em modificar a oferta de fundos, ela afetará o nível de investimento não através do mecanismo de taxa de juros, mas através da disponibilidade de crédito.
  28. 28. OBRIGADO! Apresentação Joseph E. Stiglitz e Andrew Weiss 1981 @ The American Economic Review Acadêmico: Leonardo Chalhoub

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