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Cubra a c...
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Exemplo de banho parai'al para inchaço dos pés
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Quem vai usar vasos para plantar, pode comprar
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geÌn recomendada.
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saìsão em casos de resfriados, artrites, indigestão e
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Kaua-kaua
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Para coceiras difíceis de sarar, macere guaçaton-
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:cu-se muito popular nos Esta-
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em queimaduras leves.
O quiabo é fort...
ündo o melhor para a formação das células novas do
seu corpo.
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MqgtQsia - Menstruação...
2" fórmula
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Ingredientes
2 xícaras de triguilho deixado de molho e bem
escorrido
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O maravilhoso poder das plantas
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O maravilhoso poder das plantas

  1. 1. O -À/t A,murtÍtoso !oÁ0,( Áas PmsEorçÃo AMrLTADA E ATUATTzADA DE S.quor prLqs puNrzs ELIZ^BIAZZI Gasa Publicadora Brasileira Tatuí - Sp
  2. 2. I Direìtas de pahlicação reseruados à Casa Publicadora Brasileira Rodovia SP 127 - km 106 Caixa Postal 34 - I82l0-970 - Tatuí, SP Tel.: (15) 320i-8800 - Fax: (11) 3201-S900 Atendimento ao cliente: (1t) j20t-8888 Internet: www.cpb.com.br 221 edição 401 impressão: 10 mil exempiares ïragem acumulada: 1,5 1 1 miÌheiros 20t2 Edìroração: Ivacy F. Oliveira e Odiléia Linclquist Projeto Grrífior Cleusa Santos e Vera Diniz Desìgner Grtít'ìco: Cleusa Santos Capa: Levi Gruber Foto de Capa: Monragem de Levi Gruber sobre foros de Â. M. Barradas, Erlo Kcihler e üTiliiarn de Moraes IMPRESSO NO BRASIL/Prìnted in Brazì/ Dados Internacionais de Catalogação na Pubticação (CIp) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Biazzi, Eliza O maravilhoso poder d:rs plancas / Eliza Biazzi. - I8. ed. ampl. e aruaÌ. - Tatuí, SP : Casa Prrblrc.rdora Br.r<ileir.-, lOtr, Título anterior: Saúde pelas plantas. B ibl iografia. 1. Ervas - Uso rerapêutico 2. Hábiros alimentares 3. Naruropatia L Nutrição 5. Plantas medicinais 6. Saúde - Promoção L Tículo. 04_00j8 cdd_611.121 Índices para carálogo sistemático: I- Plancas : Poder de cura : En'as medicinais : CiÉncirç mt:dicas 6l 5 ì2 l^iÂBDR -"ffi;'" lodos os direiros reseryados. Proibicla a rcprodução total ou parcial, por qualquer meio. teta príuia autoti:açãt cstrtta do autor e da e<Ìitora 'fipolorir: Nrlv (xledônir, I l/12 797r)/2719t - ISBN Lnc. tii-li5-0sil-6 I ISBN Broch. st-311t-07s1-x DlsTRlBUlD0REs BEGl0NAls - AcÊNctAS D0 sErs (sERVtço EDUcAcIoNAL tÁR E sAúDE):
  3. 3. J..,i ertamente conhecidas desde que as enfermidades começa- t{'=" ram a surgir sobre a face da Terra, as plantas voltam a adquirir nova importância no tratamento da saúde. Encantados com as novas des- cobertas na área da ciência médica, pensávamos que estava próximo o tempo em que assistiríamos ao exter- mínio de todas as doenças e do sofri- mento humano. Preüsões ousadas de fuhras desco- bertas no campo da medicação fâÌavam de remédios que nos mostrariarn um novo mundo de saúde e felicidade. Tudo dependeria apenas da escolha acertada de qualquer droga, cujos efeitos mágicos nos introduziriarn no paraíso. A mesma geração que fez essa previsão está tendo a oportunidade de ver seus resultados. Após algumas décadas de experimentos e novas descobertas, assistimos a quê? É possível dizer efetivamente que as doenças foram extintas ou, pelo menos, ter o consolo de dizer que es- tejam sob controle? Ao contrário, as doenças aumentaram e algumas re- presentam séria ameaça à própria so- brevivência cla hr rmaniclacle *Ëe> Diante desse quadro, chega-se à conclusão de que ainda não èncon- tramos a solução. Deve haver outra saída. Aflitos diante da falta de perspec- tiva, muitos estão batendo à porta da natureza, penitentes, como se qui- sessem escutar seus conselhos. MaÌ- tratada e humilhada como tem sido, assim mesmo a natureza se mostra disposta a relevar nosso descaso, ofe- recendo-nos melhores perspectivas. Enfermidade... o que é isso? Por que existe algo tão desagradável? Tem alguma finalidade ou propósito? Enquanto o organismo dispõe de forças, a doença é sempre um ato saneador. Sua meta é colocar o or- ganismo em melhores condições. Limpar o corpo do que lhe prejudi- ca e ameaça sua integridade. Maus hábitos, vida desregrada, artificial, alimentação inadequada e não natu- ral, produtos refinados, industriaÌi- zados, falta de exercício, tensão emocional, agitação, ruído, poluição e falta de higlene, principalmente nas cidades, promiscuidade, imora- lidade, etc., Ìançam as bases das fu- turas enfermidades.
  4. 4. A constituição física pode suportar longa- mente os abusos. É possível üver anos sem sentir praticamente nada. Um dia, porém, a natureza desperta e sentimos sua ação' Em outras palavras, adoecemos. Incomo- dados com a atitude do organismo, procura- mos reduzi-lo ao silêncio. Não compreende- mos sua intenção. Geralmente recorremos aos remédios e às drogas que coftem os sin- tomas, sem perguntar por que chegamos a esse ponto. A única coisa que interessa é nos livrarmos das dores, febres e fraqu'eza Podemos até ser bem-sucedidos nesse ca- minho, mas o mal ainda não foi eliminado' O organismo continua "intoxicado" e, até certo por.to, pior em função dos produtos quími- õos administrados. Dentro de algum tempo, ele fará novas tentativas' Novos incômodos, nova medicação, e assim o mal se perpetua, até que um dia suas forças acabam comple- tamente exauridas. Causa e efeito são as regras do jogo' Maus hábitos, a causa; doença, o efeito ou reação. Como então tratar as moléstiasP Afastan- do as causas, mudando os hábitos, enfim, limpando o organismo. Q,t"* fumou e se envenenou, pare de fu- mar, Quem usa álcool e está "queimando" o fígado, cesse de fazê-lo. Se a alimentação é inadequada, não natural, excessiva, vamos corrigi-la. Se estamos parados,_ vamos nos me"et Quem não usa água regularmente, já é um enfermo. A natureza também está à nossa disposi- ção, Existern milhares de plantas que po- dem auxiliar o organismo nas suas funções corretivas ou neutralizam tóxrcos e ajudam a eliminá-los. Nesta obra você encontrará oportunas re- comendações para ajudá-lo a combater as doenças cortentet e gozar uma úda mais significativa ou, como dizemos atualmente, melhor qualidade de vida. Com isso, não pretendemos ter descoberto nenhum novo ôaminho, nem estatnos tentando novas ex- periências, mas apenas desdobrando a mile- nar afirmação: "Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de Seus olhos, e inclinares os teus ouúdos aos Seus mandamentos e guar- dares os Seus estatutos, nenhuma enfermi- dade ürá sobre ti... pois Eu Sou o Senhor ,,ê que te sara. Exodo 15:26. Dr. Monfred Krusche. Os tratamentos e orientações deste livro não substituem nem dispensam o acompanhamento ou consultas periódicasão médico. Em caso de dúvida, persistêncìâ ou agravamento dos , sintomas, deve-se sempïe recorrer a um profissional da saúde. b-
  5. 5. luttvoAuçÃo - Covno [iurar-so Áas Áoeutças - Os radicais livres - Sua saúde e os fantásticos fluidos das eryas - Dicas para a coleta e conseruação das eryas - Manipulando as plantas: - Saladas * Sucos * Hipotensoras * Purgativas * Sudorí aras * Vern-rífugas - Canteiros e vasos - Instruções sobre o cultivo das eruas - Desde quando esse interesse peÌas ervas? - As ervas mais usadas na antiguidade *Equinácea .Alho . Ginkgo-biÌoba ..trÍelissa .Hipérico ^Psyllium plantago - Conheça os principais an- tioxidantes - Outras substâncias 40 4g ?avte 4 - ?veVavanÁo as oru^s u eÁící^Aís LYA CAA - Características das ervas: .Adstringentes - Antidisentéricas * Béquicas * CaÌmantes * Carminativas * Cicatrizantes * Coagulantes . Colagogas * Convalescentes * Depurativas * Diuréticas *Emenagogas * Emolientes * Estimulantes * Expectorantes * Fortificantes .Chás * Maceração ou extração em água fria * Pós *Xaropes * Ungüentos - CaÌdos *Aloe vera (babosa) * Salsão * Feno-grego - Cengibre - C entella-aziatica .Jojoba * Kava-kava .Óleo de oliva . Shiitake (Lentínula edodes) - Spirulina *Camomila .Estéüa * Ginseng * Fomentos * Compressas * Inalações *Vapores * Banhos * Cargarejos * Bochechos * Emplastos
  6. 6. r i I I i - As plantas da horta *Aboboreira -Acelga .Alcachofra .Alface .Alho *Bardana - Berinjela - Brócoli -Cebola *Cenoura *Couve *Couve-flor .Chicória, almeirão e escarola .Chuchu * Espinafre *Pepino .Quiabo * Rúcula * Rabanete *Tomate - A rlárliva das pÌantas * Desintoxicação . Nutrição - Reútalização * Regeneração - As fontes de minerais -CáÌcio *Cloro * Ferro .Iodo - Magnésio . F lúor . F ósforo . Silício -Dez fórmulas extraordinárias contra os radicais livres *Feto-macho *Funcho - Gatária . GirassoÌ * Cenciana * Guaco * Guaçatonga .Hipérico -Hortelã * Ipê-roxo .Jambolão *Limão * Losna .Lúpulo *Malva * Manjerona . Maracujá . Marcelúha e camomila * Mate * Menta * Mentruz . Mil-folhas - Mirtilo *OÌiveira *Orégano * Parietária * Pata-de-vaca * Picão . Pinheiro silvestre * Poejo . Prrlsatila . Quássia - Quebra-pedra *Quina *Romã * Roseira branca *Rrrbim . Sabugueiro * Salsa - SalsaparriÌha . SáÌúa * Sene . Serralha * Sete-sangrias -Taioba *Tamarindo *Tanchagem .Tília e melissa -Tomilho e manjericão - Urtiga .Valeriana -Videira ?avte + -'-lztso ?o?ultt Aas Vlant^s .. .....54 *Abacateiro -Agrião *AÌecrim .AÌfafa *Alfavaca .Alfazema .Altéia .Angélica *Anis ou ela-doce *Anis-estreÌado *Arnica *Arruda .Artemija ou Artemísia * Assa-peixe * Babosa - Beldroega * Broto de goiabeira * Broto de pinheiro .Cabelo de milho *Cânfora *CalênduÌa * Cardo-santo . Carqueja * Cáscara-sagrada * Casca de carvalho -,Cavalinha . Dente-de-leão * Erva-cidreira * Erva-doce . Espinheira-santa - Eucalipto * Feno-grego
  7. 7. - Fórnulas para reügorar o cérebro e a memória - Fórmulas para combater a depressão, a ansiedade e o estresse - Fórmula para aliüar dores de cabeça - Fórmulas para proteger os pulmões e o sistema respiratório . Coquetel contra Ìaringite - FórmuÌas para prevenir o câncer e prolongar a üda... - Fórmulas para o estômago e sistema digestório -Dores do estômago e dispepsia * Náuseas *Acidez estomacal *Azia - úlcera * Prisão de ventre, constipação, diverticulite * Diarréia * Gases . Cólicas em bebês . Ciílculos da vesícula . Cálculos renais - Fórmulas para proteger o coração e o sistema circulatório - Fórmulas para bloquear o colesterol perigoso - Fórmulas para eütar o derrame - Fórmulas para a beleza g4 menopausa - Doenças relacionadas à nutrição uAnemia * Convalescença . Descalciffcação - Diabetes .Obesidade - Doenças relacionadas à pele nAbscessos e furúncuÌos *Acne ou espinhas .Alergias, brotoejas, urticárias *Coceiras, micoses, eczemas * Frieiras . Fungos * Máscaras para a beleza da pele - Doenças reÌacionadas ao sistema digestório .Aerofagia .Afta * Diarréia * Falta de apetite * Gases no intestinct * Castrite e acidez do estômago - Cengiüte * Inflamação da boca e estomatite .Mau hálito *Náuseas, enjôos, vômitos *Prisão de ventre, intestino preguiçoso *Tênia e vermes em geraÌ * Ulcera .Fígado - Doenças relacionadas ao sistema circuÌatório *Angina * ArterioscÌerose . F lebite *Hemorróidas ?avte b - Coyno Í/ô^r As ?lAlLtAs L1,^ cAso Ae Áoercça - Doenças relacionadas às crianças . Otite * Sarampo, catapora e rubéola - Raquitismo *Xixi na cama - Doenças reÌacionadas ao esqueleto, musculatura e articulações .Artrite, reumatismo - Doenças reÌacionadas à mulher *Amamentação - Cólicas menstruais *Tensão pré-menstmal * Menstmação escassa * Menstruação excessiva .Rachaduras nos mamiÌos *Transtorrros da
  8. 8. . Palpitações (taquicardia) * Pressão alta o Pressão balra * Úlceras de varizes *Varizes - Doenças relacionadas ao sistema excretor (urinário) . Cistite *Cólica de rins *Pedra nos rins - Doenças relacionadas ao sistema nervoso .Ansiedade, angústia .Debilidade nervosa, esgotamento e estresse * Histerismo * Insônia * Nevralgias *Nervosismo, irritabilidade * Dor de cabeça - Doenças relacionadas ao sistema respiratório .Amigdalite *Asma e bronquite *Asma * Tosses * Catarros * Gripes e resfriados . Laringite e faringite .Rouquidão * Sinusite $tossárto 425
  9. 9. :,'' ' ].''::-:::i ']:j*|lii!] r,rirr*sy$,ur+Ì:rÌ:'ii;:iÌ' :' ' !",
  10. 10. INITRODUÇAO dopnruo Ltur^v-N& das Ó*a{q^N li estava José, sofrendo ou- tra vez: - Q.te faço com esse estômagoP Pude sentir o mau hálito e toda a sua aflição. - Você jâestâtomando os 6 a B co- pos de água por dia? - Ainda não - foi a resposta - mas a dieta já estou seguin- do. Sinto melhoras, mas o estômago conti- nua difícil. - Veja bem, só a die- ta não basta para curar o estômago, ainda mais em curto prazo. Repe- ti, novamente, muito devagar, as instruções dadas dias atrás e a- crescentei: "Use chá de quássia e espinheira- santa, no intervalo das refeições." Quase um mês após essa conversa, reen- contro José e, desta vez, satisfeito. - Estou indo muito bem. O chá fez milagres! Detive o apressado amigo e ftz questão de perguntar: - E as outras instruções? Ele parou e respondeu: - Faz um mês mais ou menos que cumpro reli- 10
  11. 11. giosamente todas aquelas instruções. Engraçado, pensei que seria muito mais difícil; mas já estou qua- se me habituando a elas. - E os chás? - perguntei. - Bem, só usei ãurãnte a pior fase da doença. De- pois, senti alíüo das dores e parei. Agora, quando iinto alguma ameaça de dor, torno a tomar um pou- co de chá e logo me sinto bem. José viajará muitos quilômetros até minha casa, aprãensivo"com um diignóstico, Úlcera inflamada ú estômago. Segundo os profissionais que o aten- deram, necessitava de cirurgia urgente. Sofria ainda fortes dores de cabeça e insônia. Conversando com José para conhecê-lo melhor e a seus hábitos, soube que estudava à noite e duran- te o dia trabalhava num Banco. Dormia pouco, co- mia mal e tentava livrar-se de um relacionamento amoroso indesejado. Esse rapaz jamais veria sua úlcera e outros males resolúdos só com os chás recomendados. Levado pela necessidade urgente e pelo sofri- Souto lturar-se /as DOENÇAS hia, fiquei impressionada com t.-rdas as belezas que se sucèdem úma após outra. Procurandrt ver, âo mesmo tempo, à direita e à esquerda do trilho que percorria de bicicleta, distraí-me um pouco mais e ã bicicleta, entre pedras e areia, desgovernou-se... Procurei com todas as forças equilibrá-la, consegui e evitei a queda, pressionando o braço nas paredes das rochas. Fiquei com profundas e feias escoriações. O san- gue escorria, a -dor aumentava. Então meu sobrinho éstendeu a mão a um arbusto, amâssou algumas fo- lhinhas entre os dedos e me ofereceu: "E jurema, tia. Faz o sangue estancar e aliüa a dor." Peguei as folhinhas nas mãos, proc-urei sentir o atoma, cheia de gratidão. Ali, no meio de tanta bele- za, ar muito leveè perfumado, flores de todos os for- matos, cores e tamanhos, a seis quilômetros do Pico das Alrnas, senti-me socorrida pela natureza. Vendo o suco da planta misturar-se com o meu sangue, senti-me definitivamente ligada a ela - àquele lugar. mento, José foi ad- quirindo novos hábi- tos. No peíodo de 7 a B meses conseguiu reordenar a üda. Resultado: não mais dores de cabe- ça, não mais insônia e a úlcera curada completamente. Contudo, no pro- grâmâ de tratamen- tos a que José se submeteu, como ele mesmo testemunhou, o chá Continuamos se- guindo nosso cami- nho até que André, meu sobrinho, apon- tou um locaÌ escavado numa rocha, forrado de pedras reluzindo ao sol: "Aqui é a nos- sa mina de cristaÌ." Ficamos procuftìn- do entre os inúmeros fragmentos de cristais de rocha, o maior, mais bonito, especial, até que An&é apontou um, peï- feito na lapidação naturaÌ, refletindo um arco-íris de co- res intensas e brilhantes e perguntou: - Aqui acreditam que esses cristais podem afas- tar doenças; â senhora acredita nisso? Respondi-lhe com outra pergunta: - Eìocê, sabe como as doenças aparecem? - Sei não, tia... André é um ecologista nato. Então perguntei-lhe: -Então você sabe como a doença surge na na- tureza? - Acho que a natureza adoece quando o homem não cuida dela. Talvez não saiba que é preciso respei- tar as plantas, a natureza... Li que estão jogando mui- to lixo no mar e poï isso o mar está ficando poìuído, e muitos animais, petxes e aves perdem a vida depois de grande sofrimento. Até pessoas já estão sendo conta- minadas pelos alimentos que vêm do mar. AnrÌré estava certo. Imediatamente me veio à mente a imagem de animais e aves sufocados pela poÌuição, como havia üsto numa reportagem sobre fez milagresl Sem dúüda, as plantas e os chás recomendados contribuíram com suas propriedades, trazendo aÌíüo para as dores, au-rílio pâra a digestão, elementos im- portantes para a cicatrização, etc. Ninguém mais contesta o valor dessas ervinhas que crescem pelos caminhos, nos quintais e jardins de nossas casas. Aliás, aqui no BrasiÌ onde o clima fa- vorece, elas crescem em qualquer lugar onde haja o verde. Preparadas em forma de chás, sucos, emplas- tos, ungüentos, tinturas e outras tlaneiras, as pÌantas surpreendem pelos seus efeitos. Muitas delas, como a erva-cidreira, a hortelã, o ma- racujá, o tomilho, o alho, a babosa, etc., têm suas pro- priedades confirmadas por pesquisas na Unicamp e pela Universidade de São Paulo. llniversidades como ã Federal de Santa Catarina e a Federal do Rio de Ja- neiro e outras, também têm dedicado tempo e interes- se na pesquisa de plantas com valores curativos. Quando conheci a Chapada Diamantina, na Ba- 11
  12. 12. rauitítoso AoÁev las PLANTAS ecologia na TV. Pobres seres! Deforrnados, mutila- clos, inutilizados... Vi nitidarnente o desespero de uma ave coberta com óÌeo escuro, tentando arlcançar a segurança de um rochedo. Batia âs âsàs num esforço vão. Penas quebradas, bico sangrando, as pontas das asas caí- das, até Íìcar totaÌmente coberta pelas escuras man- chas de óleo. A üsão dessa ave valente, lutando corajosanente contra a morte, incomoda, impressiontr, mas a maio- ria de nós nada pode fazer. Orn, essa mesma ìuta para sobrer.4ver e limpar-se de poluições, muitas vezes está ac'ontecendo no cor- po do próprio hon'iem! Procure ver o puLnão de um fumante. Quantas vezes estremece em conr,ulsões e clama por socorro: tosses, espirros, escarros... A luta é r'ã e o tecidu rosado de urn órgão saclio se cobre de negro. O escuro sufoca - senhor absoÌu- to, permanece indiferente e mata invencível. O estômago, o rim, o sistema in'runológico, o coração, o cérebro, muitas vezes perecem víti- mas das mesmâs manchas, bern ao pé de um rocÌredo. . . Graças a Deus, nem sempre é assiml Nair pesava noventa e dois quilos quando a co- nheci. Para sua altura, cerca de um metro e sesseïì- t:r e cinco, era rnuito peso. Essa mulÌrer estava desesperada porqrre iria so- Írer ur-na cimrgia para a extração dos or'ários e do írtero, acls trinta e sete anos! Cclnversando mais, compreendeu clue "a doença é um esforço da naturezâ para libertar o organismo de poluições. Essas rnanchas bern podem ser consi- deradas como condições resultantes das desconside- rações para com as leis naturais". A cloença nuÌlca vem sem causal Assim como a natureza trdoece quando algum fator tr desequilibra, nosso organismo tan'rbém adoece quando alguma de suas leis, o rnodo naturaÌ de seu funcionarnento é desconsiclerado. Outra maneira de ver as coisas! A inflarlação dos ovários, o crescirnento do útero não são mais um mal extirpado sornente por cirurgia, rnas sim o resuÌtado de hábitos de ücla que poderiam ser mudados. Nair percebeu que transgredira as leis nâtuÌ'ais e o quanto estarra equivocada em sua maneira de pro- üdenciar a própria manuten- ção, pensando ser o melhor para a sua saúde. A necessidade de mudança era tão grande que Nair come- çou a reorganizar sua vida ime- diatamente. Após cuidadoso estudo sobre as Ìeis naturais e a sua prátic:i pôde conferir os ercelentes resuÌtados. Continuando cÌia a clia no processo de mud:rnça e adapta- ção, "drenando os óleos da po- luição", Nair percieu peso, read- quiriu forças e pâssou pela expe- riência maravilhosa de ter seus ovários e útero preservados! Nesse caso, o socorro che- gou a tempo e foi eficaz. Uma vitória do organismo c'ontra o inimigo. Para manter nossos órgãos protegidos é necessário conhe- cer as necessidades reais do or- ganismo e respeitá-ias. Saúde é exatamente a con- dição que experimenta aquele que continua sob a proteção das ìeis naturais. A expressão "lei natural" pode estar muito distan- te, não signilicando nilda para nós. No entirnto ela trata daquilo que ó l"rom ptrra o nosso coÌ?o, reflete a linguagern do coqpo e da natureza. EIa diz o que é melhor para as nossàs células. Revela a necessidade dos nossos gens - o que é próprio para atender à ne- cessidade clo organismo do homem. 72
  13. 13. , í I j O homem faz parte da natureza e quanto mais dela se distancia, maiores adaptações impõe âo seu organismo e maiores dificuÌdades experimentâ para manter a saúde. Precisamos do Sol, do ar puro, do exercício físi- co junto às cores e formas da natureza. A água-pura é indispensável para o equilíbrio de nossas células. O deüdo repouso dá condições para restaurações e ajustes entre os vários sistemas e órgãos. ' É indlspensável parâ a saúde aìonfiança num Ser superior càpàz de satisfazer as aspirações de na- tureza espirituaì; acalmando o sistema nervoso, for- talecendo o sistema imunológico e glanduÌar. Por isso se diz que "saúde" é um prêmio para todos os que alcançam e permanecem sob a pro- teção dessas leis. Cvno liurav-se 1as DOENÇAS Exatamente no momento cla criação, a vontade do Criador já assegurou a saúde e normalidade das coisas criadas. Descobrir a vontade de Deus ou as leis naturais e incorporá-las à úda é descobrir o segredo para o su- cesso e para a saúde. E conseguir "conversar"com o próprio corpo e compreendê-lo. E perc'eber a lin- g"age- daí matas, dos rios, do mar, da terra, dos ãnimais e corresponder a eles. Os 'raÁlcals [iures Há quarenta anos mais ou menos, p_esquisas cien- tíficas têm alertado que o alimento influencia as cé- lulas e contribui pará a longeúdade ou o envelheci- mento precoce, para saúde ou a doe,nça. Você come e cada uma das trilhões de células que formam o corpo esperâ a porção que lhe cabe. Na verdade, cada célula só Pense na ave se debatendo no óleo. Se, após tan- to esforço, tivesse experimentado o descanso na ro-to esforço, tivesse experimentado o descanso na ro- cha amiga, sem o descon- forto da poluição, 'não re- presentaria esse descanso uma espécie de prêmioP Lei natural, lei da saúde, ordem naturaÌ das coisas, vontade da Suprema Inteli- gência do lJniverso, vonta- de de Deus, etc. querem dizer a mesma coisa. É bo* pensar que ma- raülhas como a luz, as co- res, o céu, a terra, as águas, as pÌantas e os animais sur- pode receber aquiÌo que você enviar. Células são organismos üvos! São inteligentes, têm memória. preÊerência. se movimentam e trabalham continuamente. O que é o fígado, por exemplo? Aìgo completa- mente fora do seu domínio, da sua ação? E o sistema imunológico? E suas arté- rias, seus pulmões? girãm da força de expressão Criadora: a vontade de Deus. Cada estrutura do organismo, desde a cabeça à planta dos pés, representa a união de células, o con- junto de organismos úvos inteligentes e com neces- sidades peculiares. Cada célula é o universo infinito dos segredos da vida e da longevidade. É b"* ali, na õel.tla, que a vida começa e também termina. Isto quer dizer que, no corpo, a luta pela normalidade acontece segundo após segundo e os guerreiros são as células! Descobertas recentes da ciência comProvâm que cerca de 90% dos recursos de que as células dis- põem para garantir a saúde, estão atrelados às esco- lhas que cada pessoa realiza ao klngo dos anos. E dessai escolhas depende a qualidade de üda. No ambiente celular só deveriam circular substâncias adequadas à vida. Nenhuma partí- cula tóxica deveria perturbar o ambiente; no en- tanto, pesquisadores descobriram uma forma tóxica de oxigênio no líquido tanto intra como extraceÌular. Chamaram essa forma tóxica de oxigênio de rad,ical lírsre. O que são radicais livres? dessa Inteligência Sua obra-prima? O homem! E os homens também gostam de criarl Criam mrritas coisas. Coisas tão extraordinárias como urÌìa máquina que pode ir à Lua. Como funcionam essas máquinas? O funcionamento das máquinas que os homens podem inventar está completamente sujeito a umà série de leis e regulamentos. A série de itens e regu- lamentos nada mais expressa senão a vontade do in- ventor para com o seu invento. Essa vontade é boal Imagine o fracasso no pro- cesso do lançamento de um foguete... A vontade do inventor garante o sucesso do lançamento! Pode-se imaginar o quanto se estima e se respei- ta a vontade dos responsáveis pela con_strução de tais máquinas... E justamente essa vontade que assegu- ra o sucesso. Assim como os diversos regulamentos e itens assegurâm o sucesso no funcionamento de uma nave, a vontade da Suprema Inteligência do lJni- verso assegura o sucesso para a vida do homem. 13
  14. 14. rar,ilítoso ?oÀov Àas PLANTAS São moléculas de origênio incompletas, com fal- ta de elétrons. Para se estabilizar quimicamente, procuram roubar os elétrons que perderam, provo- cando reações ern cadeia, que prejudicam as células. O que significa esse prejuízo? Diabetes, mal-de-parkinson, artrite, arterios- clerose, asma, câncer, defeitos congênitos, dores dirersas e mrlrte prematura, Como surgem os radicais livres? LIns são restos do trabalho do próprio organismo e seriam facilmente destruídos pelas céhrlas de defesa. Mas a vida moderna expõe o organismo a muitos poÌuentes: o fumo, o álcool, as gorduras saturadas, a proteína de origen'r animal, o estresse, os refrigeran- tes, os enlatados, o açúcar... Como destruir os radicais livres? As pesquisas apontam as plantas como possuido- ras das principais armas: ütaminas, minerais e ou- tros elementos fantásticos e potentes no combate aos radicais lir,-res, os chamados antioxidantes. .Ïua s^.uÀr (, os tur,LtÁstlcos ftuilos À,as evvas Descubra o privilégio da amizade com as er- vas. Avance erplorando segredos de Ìongevidade e regeneração: Luz e cor! O impacto dos raios do Sol sobie o vercle das folhas, criando verdadeiros prodígios para a manutenção da saúde e a cura de doenças: os cha- nados antioxidantes. Cada dia novos eìementos são descobertos e ca- talogados, novas eüdências científicas dos antigos conhecimentos populares chegam até nós. Preste atenção: Nada, absolutamente nada, pode garantir sua saúde, proteger suas céluÌas e aurnentar o tempo de sua üda como o uso regular de plantas: foÌhas, sementes, raízes e frutos. Inimigos poderosos da sua saúde, da sua beleza e do tempo da sua r.ida, segundo após segundo, cami- nham pelo seu sangue procuranclo chances para do- minar: radicais livres de oxigênio, r.írus, bactérias, câncer, coágulos sangüíneos, colesteroÌ, triglicérides, diabetes, doenças crônicas. mal-de-parkinson, cata- rata, envelhecimento pïecoce... As pÌantas, com suas proprieclades antioxidantes e outras substâncias fitoterapêuticas, fornecem uma poderosa força bioquímica capaz de combater todos esses inimigos e ordenar a normalidade. (outlt rya os ?dvLc'tV aís auttïorïAttt Ls Beta-caroteno - ertraordinária força para o sistema imunoÌógico no com- bate ao câncer e aos radicais Ìivres. Estudos recentes reve- Ìaram que portadores de cân- cer no pulmão, estômago, esô- fago, intestino e írtero pos- suem baixo níveÌ de beta-caro- teno no sangue. Onde encontrar beta-caro- teno: nas plantas de folhas verde-escuro e laranja escuro. Na cenoura, batata-rioce, cou- ve, rúcula, espinafre, brócoli, darnasco, abóbora, manga... Prefirir os vegelais de folhas escuras e laranja forte. O beta-caroteno está pre- sente em chás de ervas verde- escuro. O cozimento rápido não destrói o beta-caroneto. Glutationa - Importantís- simo agente contra a oxidação do colesterol, fornecendo pro- teção contra as doenças do co- ração, catarata e asma. Possui grande poder para inibir subs- L
  15. 15. (oyno liurar-se /as DOENÇAS 0 a t- 6 tâncias cancerígenas e desinto- xicar o organismo de poluentes. Em testes de laboratório a glutationa revelou efeito ativo contra o vírus da Aids. Onde encontrar glutationa: brócoli, couve-flor e tomate crus. Abacate e melancia fotmam uma dupla campeã em quantidades desse antioxidante. O cozimento prejudica e destrói a glutationa. Indóis - Os estudos revela- ram uma atiüdade específica dos indóis contra o câncer de mama e cólon. C)nde encontrar indóis: bró- coli, couve, couve-de-bruxelas, couve-flor, agrião, rabanete, nabo, couve-rábano - a chama- da família das crucíferas. Licopeno - Recentes pes- quisas apontam o licopeno como anticanceígeno, princi- palmente ativo nos casos de câncer do pâncreas. Alguns pesquisadores afirmam que o licopeno é mais ativo contra o câncer que o beta-caroteno. Onde encontrar licopeno: tomate, melancia e um Onde encontrar vitamina C: brócoli, couve-flor, repolho, couve-de-bruxelas, couve, pimentão verde e vermelho, frutas cítricas, caju, acerola, goiaba. Vitamina E - Poderoso antioxidante protetor das artérias e sua presença interrompe âs destrui- ções provocadas pelos radicais livres. Oãde encontrar vitamina E: amêndoas, soja, se- mentes de girassol, gergelim, castanha-do-pará, óleo de oliva, gérmen dos cereias integrais. pouco no damasco. Quercetina - É um flavonóide poderoso anticân- cer. A quercetina age inibindo as enzimas que provo- cam o õrescimento dos tumores, é antiviral, antiinfla- matória, bactericida, inibe a histamina, atxiliando na detenção de aÌergias. Atua evitando a oxidação do colesterol, prote- gendo as artérias e o coração. Também apresenta efeito anticoágulos sangüíneos. Onde encontrar: cebola roxa, brócolis, abóbora amarela e uva preta, roxa e vermelha. O suco de uvas escuras também apresenta quercetina. O cozimento não a destrói. Ubiquinol l0 - Potente inibidor da oxidação do colesterol LDL. Onde encontrar ubiquinol 10: nozes, soja, se- mentes de gergelim, pistache, amendoim. Vitamina C - Potente agente contra todos os ti- pos de câncer. Em laboratório, inibe o crescimento do úrus da Aids. A útamina C protege contra úrus e contra a oxidação do colestertrl LDL. É um dos mais eficientes bloqueadores dos radicais Ìivres. as bactérias. Onde encontrar: eucalipto, pinho. 15 Outvas rnbetÂr,tcias Bactericid.as Agentes que destroem orégano, alho, cebola, Antiinflamatóróas Nho, cebola, sálúa, babosa, abacari. Fungicidas Agentes que destroem os fungos. Onde encontrar: ipé-roxo, ãrruda, erva-de-santã-maria, rubim, óleo de rícino. Anti,cotigulos Certas plantas têm a propriedade de incentivar o siste- ma que dissolve os coãgu1os do sangue e inibir os fibri-
  16. 16. raullhoso ?oÁov Áas PLANTAS nogênios, substâncias que formam os coágulos. Onde encontrar: cebola, aÌho, suco de uva (escurã), algas ma- riúas, wilkame, gengibre, cominho, cogumelo"(shiita- ke e outros), meÌão, melancia. Antiuirais Alho, suco de uva, suco cle maçã, cebolinha verde e cebolas de todos os tipos, limão, laranja, cogumelo shiitake, pêssego, sáMa. hortelã, -"ïtn, Ërócoh, abóbora amareìa. Antimuco Certas ervas diluem as mucosidades estimulando zua eliminação e a limpeza das üas respiratórias e dos seios da face. Onde encontrar: aÌho,^cebola, rá- bano-picante, rabanete, tomilho, menta-eucalipto, agrião, pinho. Hormônios Muitas pÌantas contêm estrogênios (fitoestrogê- nios) que comprovadamente ãuxiliam a mulhãr, principalmente _no período da menopausa. Onde encontrar: repolho, couve, couve-de--bruxelas, ce- n-oura, couve-flor, milho, cominho, feno-grego, aÌho, soja, gergeÌin'r, amendoim, feijão verd"e, 5a- tata. abacaxi. Para alioiar as tensões da menopausa São muito úteis as sopâs e os caldos de feijão-soja ou feijão verde com repolho, cenoura, " batatâ, alho, tomate, cominho. - Ingredientes: Coloque numa paneÌa e leve ao nhar: 2 colheres (sopa) de óleo de oliva 7/4 de repolho médio I/2 xícara de cenoura I xícara de tomate 1 xícara de ceboÌa 4 dentes de alho 4 batatas 1 xícara de feijão verde ou soja, deixado de molho L/2 colher de cominho I litro de água Tempere com pouco sal e tome o caldo. Tome suco de abacaxi puro. Outras sugestões y' Substitua o leite comum por leite de soja e use o tõfu (queijo de soja). y' Experimente temperar cou- ve-flor ou brócoli ou couve- de-bruxelas com alho, sal e óleo de oliva. Envolva em papel-alumínio e leve ao for- no por 25 a 30 minutos ou até ficarem macios. y' Procure usar uma colher de gergelim por dia. y' Suco de cenoura com sucos de couve, brócoli ou ïepo- lho,I/2 copo antes do almo- ço ou em jejum. r' Chá, de feno-grego: Duas xí- carâs nos intervalos das re- Ielçoes. Ëogo para cozi- AntiúIcer.as Estudos recentes revelam que algurnas plantas con- têm substâncias que fortaleiem às pureães do estô- mago, incentivando o crescimento das céÌulas do re- vestimento das mucosas, o que apressa a cicalnza- ção. Outras substâncias destroem ó micróbio Hpylo- ri presente em muitos casos de úlcera. Onde encon- trar: banana-maçã, banana-da-terra, bananas em ge- 16
  17. 17. ral, mamão, figo, alho, couve, brócoli, repolho, cou- ve-de-bruxelas, couve-flor, feno-grego, gengibre. Se você sofre com úlcera no estômago, pode experimentar o seguinte: dois dias com sucos crus de couve, brócolis, repolho, de três em três horas. Dois a cinco dias, sucos em jejum e ao deitar; e bananas, de três em três horas. Sentindo falta de sal, prepare a receita abaixo: i6ma lngredientes: 4 batatas picadinhas 1/2 cebola 3 dentes de alho 3 xícaras de água 1 xícara de couve picadinha lcolher de sopa de azeite de oliva Modo de fazer Assim que a batata estiver macia, acrescente I xícara de couve picada bem fininha. Espere 3 minu- tos em fervura, desligue o fogo, acrescente I colher- zinha de óleo de oliva e espere amornar. Varie expe- rimentando batata, repolho e couve-de-bruxelas. Cov,to liurar-se /as DOENÇAS i Com:e-Jl,or aafomo Limpe bem uma couve-flor. salgue, pincele ligei- ramente óleo de oliva, salpique aÌho, envolva em pa- pel-aÌumínio e Ìeve ao forno por uns 30 minutos. tÌ Vegetais ao forno Corte batatas em quatro e depois ao meio. Sal- gue e tempere com alho e orégano. Regue ligei- ramente com óleo de oliva e envolva em papel- alumínio ou coloque num refratário e cubra com papel-alumínio e leve ao forno. Coma com salada de repolho e couve refogada. Procure no índice o programa sobre úlcera, para maiores informações. ç Sefuttíaos e calmantes Sabe-se hoje que alguns alimentos liberam peptí- dios, quando já no intestino, e daí passam mensagem através dos neurotransmissores direto para o cére- bro. Outros podem funcionar como morfina ou como estimulantes dos neurotransmissores que acal- mam o cérebro. Onde encontrar: anis, cominho, feno-grego, alho, mel, manjerona, cebola, casca de Iima e de laranja, hortelã, valeriana, maracujá, salsa. 17
  18. 18. . ffi tlii W ;ffiË i;11í't_-,1,,,r:,,r' r.ir,:'i ;j:t:tí'' .o'' il ,,,,,i' :j ttl'",n-*oqçpn'."!$Su .+*rtv-.w$'..l$,r, **n*i
  19. 19. PARTE (vL?Avau^Ão ^s 6vul,.s -/Vt eÁícíuals untL ( axa mbora muitos recomendem o uso das pÌantas na forma de alcoolatos, alcoolaturas, tinturas, extratos, garrafadas, etc,, neste capítulo você encontrará infor- mações sobre a manipulação das plantas da maneira mais natural pos- sível: fórmulas de sucos, saladas cruas, emplastos, ungüentos e chás simples, mais originais e eficazes. Se você não conhece alguma das ervas indicadas na fórmula escolhi- da, substitua por outra de efeito semelhante, que apareça em outras fórmulas indicadas para o mesmo problema. O homem simples do campo e os índios geralmente usaram as plantas de maneira bem natural. Se você vê a pÌantinha, colhe e a macera com as próprias mãos, vai sentir-se mais li- gado a ela, vai simpatizar com ela. Com a folhinha verde nas mãos, você vai se sentir "tocado" pela na- tureza e descobrir o grande segredo do amor do Deus criador e mante- nedor de todas as coisas. Isso é mui- to mais que vitaminas e sais mine- rais, muito mais que flavonas, hor- mônios e óleos essenciais, etc. A bênção do Criador será tanto maior quanto mais você usar ervas ü- vas e frescas. Na verdade você não está apenas trocando elementos cura- tivos de farmácia por princípios ativos de plantas. Você está procurando a natureza! Está procurando sentir aquele "poder" extraordinário que as plantas podem irradiar. É assim também que o Criador pode Se revelar a você, com Sua gran- de energia üva, efetuando os milagres de cura e conseqüentes alegrias que por certo você testemunhará. As medidas usadas para aúar as diversas fórmulas são dadas em "co- lher de sopa" e "xícara". Esse proce- dimento pretende facilitar o manu- seio das pÌantas. Assim também, na linguagem e apresentação dos capítulos, espera- mos facilitar o preparo das receitas. Se você encontrar dificuldades em conseguir urxa lnassa homogênea nas fórmulas para doenças da pele usan- do o liquidificador, experimente o multiprocessador. Este facilita a pre- paração de "cremes" naturais à base cle aveia e ervas curativas. Na falta r 19
  20. 20. raultl,toso (oAw /as PLANTAS dos dois, soque em pilão até obter a pasta. Esprema muito bem ás plantas que ficaram imersas na água, mel ou óleo, para melhor aproveitamento de suas propriedades. ffii*ro* pd{ Á ##tf'ts f' ##&,"$*f[rÁçÃ* Ánm *-rUÁ# y' As folhas, brotos e talinhos devem ser colhidos antes das floradas das Plantas' y' É sempre melhor colher as plantas medicinais em dias arirenos, sem chuva, no período do estio e em Ìrorários de sol fraco e slrave' y' As melhores plantas são as intactas, _que aparen- tam força e vitalidade. As danificadas pelo sol, vento e insetos não servem. y' As flores, como camomila e rosa-branca, devem ser colhidas antes da maturação completa' Espe- re que o botão se abra pela metade e então colha. y' Ãs raízes podem ser limpas com uma escovâ, Parâ eliminar a terra. y' Nunca use água para lavar folhas e raízes que você pretende conservar. y' Estenìa fios de niíilon em local livre de poeira e insetos. Veja se o local é arejado e banhado pelo sol. Prendá as ervas separadas, deixe-as secar de dia, recolhendo-as parJeütar o sereno da noite. y' Guarde as plantas iá t""ut em údros esterilizados e completamente secos. y' Lembìe-se: as maiores inimigas das ervas secas sãoaumidadeeapoeira. y' Renove seu estoque de ervas, de ano em ano. *Âr{nni pratnl,qdm,r,m "ff{'Árq.*Á's Sarnoe.s É ,"* dúüda a forma mais natural possível de se ernpregil urna elva. Usadas ainda frescas, recém-co- hidas ïa horta ou do quintal, as folhinhas verdes operam milagres, trabâlhando na prevenção de dãenças. nutãndo, reconstituindo o sangue, desfa- zendó males de várias ordens, acalmando, foftalecen- do, enfim, contribuindo para que a üda valha a pena' Procure sempre hortaliças e folhas de hoftas co- nhecidas q,t" ttáo utilizem agrotóxicos e estejam li- vres de ágúa contaminada e esgotos' Em tãrrenos Ìimpos de cõntaminação animal, etc., você pode colhìr plantas -como: tanchagem, dente-de-lêão, beldroega. serralha' caruru, e usá- Ias como salada. Só ou-em mistura de duas a três oualidades. ' Quantas qualidades usar? Geralmente se reco- -"rìdu de três a quatro qualidades por salada' Su- gestão: uma folha: rúcula; tma raíz: cenoura; um truto da horta: tomate; mais os temperos: cebola, salsinha, coentro, etc. E os temperos? É semPre melhor deixar as hor- taliças Ìimpai e nas vasilhai próprias, temperando só no instantè de serwir. O tempero mais simples seria limão e sal. Pessoas com problemas nelvosos e digestivos, ou que têm anemii e debilidade geral, serão especial- irente beneficiados com o uso ãe tempero nas sala- das cruas, pois, sem eles, dificilmente a boa digestão e aproveitamento das folhas se realizarão. Os tempe- ros^estimulam as funções digestivas, que geralmente são lentas em pessoas com esses tipos de problema. F I/3 de xícara de castanha de caju l/2 xícarade abobrinha verde, assada no for- no (sem caldo) 2 colheres de suco de limão (ou limão a gosto) sal Bata no liquidificador e acrescente cebola pica- dinha e cheiro verde a gosto. Não bata a ceboÌa no liquidificador para que o creme não fique muito líquido. ffi ç 5 a6 castanhas-do-pará, frescas 2 cenouras cozidas suco de ìimão a gosto 3 colheres (sopa) de berinjela assada, sem CâSCA 2 colheres (sopa) de óleo de oliva sal a gosto Bata todos os ingredientes no liquidificador' Tempere com cebola, salsinha. manjerona, enfim, como você preferir e o seu caso necessitar.
  21. 21. r 4 colheres de sementes de abóbora, torradas e sem casca 2 mandioquinhas (batata salsa) 1 colher (sopa) de óleo de oliva, sal e limão a gosto Bata no liquidificador e use temperando saladas cruas de cenoura e coco cru ralado, e um dentinho de alho para casos de vermes, ou outra salada qual- quer de sua preferência. r 2 colheres (sopa) de creme de gergelim 2 cenouras cozidas 3 colheres (sopa) de cará ou inhame cozido limãoesalagosto Bata no liquidificador e acrescente os temperos que desejar. r 1/3 de xícara de tremoço sem a casquinha 4 azeitonas pretas sem caroço 2 cenouras cozidas 2 colheres (sopa) de óleo de oliva limão a gosto Bata no hquidificador, retoque o sal e acrescen- te os temperos que desejar. F 1/3 de xícara de pecã l/2xícara de berinjela assada, sem casca 2 cenouras cozidas limãoesalagosto Bata no liquidificador, tempere com cebola e ou- tros temperos de sua preferência. Sucos Para uso externo ou interno, o suco das plan- tas reaÌiza milagres de restauração, bem-estar e aÌívio. É .,-a mãneira simples de aproveitar mui- to bem todas as propriedades curativas da plan- ta. Os princípios vitais, os minerais e vitaminas A'reVatanÁa as oru^E weÁícinals ez,t CASA ç l/2 xícara de moranga tìpo hnkaido ou de abóbora bem enxuta 3 coÌheres (sopa) de óleo de oliva 1 colherinha (de café) de creme de gergelim limãoesalagosto l/2 cebola Bata no liquidificador. Se o creme estiver mui- to espesso, acrescente o caldo em que a abóbora foi cozida. Tempere com cheiro verde picadinho. r Palmito cozido batido com 1 cenoura, sal, li- mão e óleo de oliva, temperado com cebola e chei- ro verde fornece um cïeme apreciadíssiÌno para temperaï qualquer saÌada. t L/2 xícara de soja cozída 2 cenouras LlZxicara de berinjela assada, sem casca 2 colheres (sopa) de óleo de oliva salelimãoagosto Bata no liquidificador e tempere como apreciar. As possibilidades são variadíssimas I Experimen- te e usè as folhas verdes com satisfação e alegria, re- gularmente, na hora do almoço. Você pode e deve úsar na forma de salada, além das folhas conhecidas da horta - quebra-pedra, mentruz em pouca quan- tidade, hortelã, tanchagem, tomiÌho, manjericão, poejo, manjerona, etc. são obtidos de plantas frescas, de preferência re- cém-coÌhidas. As folhas podem ser num coador de inox ou Esse suco puro de folhas dosagem aconselhada. maceradas e espremidas passadas pela centrífuga. deve ser administrado na Estimulantes ç Suco de Honelõ 2 dentes de alh<r 3 colheres de hortelã 2 colheres (sopa) de alecrim Passe pela centrífuga ou macere a mistura coando num coador de inox ou pâno. Você pode, ainda, acres- centar I ícara de água, bater no liquidificador e coar. sÌ Suco de Rabanete 4 rabanetes 2 colheres (sopa) de tomilho 4 colheres (sopa) de salsinha ç Suco de Cebola 4 colheres (sopa) de cebola picada 3 colheres (sopa) de manjericão 3 tomates maduros Obs.: Siga o modo de fazer da l'fórmula ttrrrlirrrrii
  22. 22. rauilútoso ?oÁw Áas PLANTAS Coagulante r 3 brotos de goiabeira 4 colheres (sopa) de cavalinha recém-colhida - M-acere bem, em vasilha de vidro, louça ou inox, devidamente esteriÌizada. Coe e apÌique-o suco no local do ferimento. Cicatrizante r 4 folhas de tanchagem 2 colheres (sopa) de alecrim r 3 colheres (sopa) da muciÌagem da babosa 1 colher (sopa) de guaçatonga Obs.: Proceda como indicado na l" fórmula. Queimad,uras r 3 colheres (sopa) de folhas de aboboreira Macere as foÌhas, coe a mucilagem e aplique no Ìocal. Os sucos que as frutas podem fornecer são ex- traordinários reconstituintei. Bm períodos de con- valescença, prestam um incompaiável serviço, ga- rantindo a^recuperação. Para pèriodos de sÍress os sucos de trutas são incomparáveis, pois são facil- mente assimiláveis pelo organismo, fornecendo ao sistema nervoso os elementos para a restauração. Calmantes sF Suco de Cenoura 3 cenorrras 4 lolhas de repoìho Passe pela centrífuga ou bata no liquidificador com l/2 xícara de água e coe. Ì Suco de A,foce I talo de alface 6 a B foÌhas de alface l/2 chuchu F Srrro de Flores e Folhas 2 colheres (sopa) de flores de camomiÌa frescas 2 colheres de folhas tenras e talos da cidreira (capim-limão) 3 colheres (sopa) de poejo Bata a mistura com I ícara de água e coe. c Suco Aromdtico 3 folhinhas de maracujá 2 colheres (sopa) de tília 4 folhinhas de laranjeira Proceda como indicado na fórmula anterior. Fortificantes r 4 folhas de couve I colher (sopa) de sálúa 4 coÌheres (sopa) de salsinha Passe pela centrífuga ou bata no liquidificador com L/2 xícara de água. c I/2 rícara cÌe alfafa 4 cenouras l/2 xícara de agrião 4 cenouras 3 folhas de couve Obs.: Siga o modo de fazer da 1" fórmula. Diuréticos ç I/2xícara de acelga 4 colheres (sopa) de quebra-pedra Passe pela_centrífuga ou bata nb liquidificador com I ícara de água. r l pepíno 3 colheres (sopa) de salsa r 3 folhas de pata-de-vaca 3 coÌheres (sopa) de quebra-pedra 2 folhas de alfavaca Obs.: Proceda como indicado na 1u fórmula. Depuratioos r 2 folhas de dente-de-leão 2 colheres (sopa) de tomilho Bata no Ìiquidificado r com I/2 Ácara de água e coe. ç2a3folhasdeserralha 4 coÌheres (sopa) de cebola 3 colheres (sopa) de salsa Bata no liquidificador com l/2ícara de água e coe. Reconstituinte Ì I/2 xícara de rúcula 3 cenouras 4 colheres (sopa) de salsa Passe pela c_entúfuga ou bata no liquidificador com U2 yicara de água. Coe num coador de inox.
  23. 23. Cn{s O uso das ervas na fonna de chás é o mais comum e praticado. )[aterial necessáNo asiìha de louça. üdro ou inor com tampa, água fervendo, coador de inox. Como 7tre1:arar o chtí r Coloque a quantidade de água indicadâ para ferver Coloque a erva na vasilha Após fen'er, despeje a água em cima da erua Tampeavasilhaedeire âmornar Coe e tome como reco- n'rendado Essa é a maneira mais con- veniente para o preparo do chá de folhas, {lores e talos tenros. As sementes, algumas raízes e certos talos mais espessos necessi- tam, às vezes, permanecer em fenura por 2 a 3 minutos. Cada caso estará especificado nas receitas e fór- rluÌas correspondentes. lledida Geralmente é usada uma colher de sopa da planta clesejada, pâra uma rícara de água. MecnneçÃo ou ExrneçÃo EM AGUA Fnn É o ptocetto de rnacerar a erva a ser utilizada e cobri-la com água fria. Esse processo garante o apro- r-eitamento dos princípios ütais da pÌanta que pode- dam ser destruídos pelo calor. Como proceder na macerâção em água fria TIaterial usado rAgua de boa procedência e filtrada Vasilha de Ìouça ou údro, com tampa e deü- damente esterilizada Planta fresca ou seca a ser usada, limpa e lavada Geladeira para períodos mais longos de maceração. O BrasiÌ possui um clima muito quente e se você clei-xar uma ervâ seca, macerada, na água fria, 24 ho- ras ern temperatura ambiente, corre o risco de per- der a extração, pela posslbilidade de Íèrmentação. Em toda extração das propriedades curativas das plantas em água fria, que necessite de 6 horas a rlais, é necessário deixar a mistura na geladeira. lve.Va'rar,t,1o as &ru^s lALL^icir,1"Ais ez,t CASA ExrneçÃo À nrsn DE ÁcuA FMacere bem a planta ou pioue em ped;rços pequenos (raízes e cauÌes) Àcrescente a água fria na medida recomenclitcia Deixe tampada por 6 a 12 horas em tempera- tura de 10 graus a 0 grau Coe, esprema muito bem as en'as pâra âpro- veitar aó máximo suas propriedzrdes, e utiÌize c'omo irrdicado. Pos Este é um modo bom e prático de gutrrciar as plan- tas e_srras proprietlades t'urativas Por rlÌìr tt'mpo tttajot'. E interessante refazer os pós, trocá-los por outros mais frescos a cada 6 rrteses. Material necesstírio rVasilhas pequenàs de vidro ou de lor-rça, cÌevi- damente esteriÌizadas Cascas, caules ou foìhas secas Liquidificador, máquina de moer orr pilão tÌt cobre esterilizado e beni seccr As cascirs de certas pìantas podem ser râsptÌ- das na forma de pó, com Íãctr afiada. Cottto proceder FMoa bem a erva Rotule a embalagem Tampe muito ben'r Guarcle ern locaÌ seco e Ëresccl Use quanclo necessário 23
  24. 24. raultí,r.oso ?oÁur /as PLANTAS Alguns pós que aocê deoe ter sempre em casa -rPó de feno-grego (das sementes) Pó de casca de carvalho Pó de semente de acelga Pó de tronco de eucalipto carbonizado (car- vão de eucalipto) Pó da sementè de girassol tostada e moída Pó das sementes de gergelim torradas e moídas Xenopns O xarope é outra maneira natural e muito prática de se obtôr as propriedades curativas das plantas: é o extrato das piopàedades curativas em mel. Material necessárío rMel de abelha-europa ou jataí Vasilhas de louça ou údro, esterilizadas Plantas frescas ou secas, deüdamente limpas Para casos de hepatite F 1xícara de mel de bracatinga ou de flor de Iaranjeira I limão galego cortado em fatias com a casca B folhas de picão 12 folhas de hotelã Coloque as plantas indicadas na vasilha e mâce- re, cubra com o mel, tampe e dei-re repousar por 12 horas. Coe, esprema muito bem as plantas e use conforme a indlcação (geralmente 3 a 4 colheres de sopa por dia). Para afecções d'a garganta r 1ícara de mel de eucalipto 3 colheres (sopa) de flor de laranjeira 3 dentes de alho I limão cortado com a casca Xarope calmante F I xícara de mel de laranjeira ou vassourinha 4 folhas (com talo) de capim-limão(erva-ci- dreira) 3 coÌheres (sopa) de tília 3 folhas de maracujá r I xícara de mel de laranjeira 3 colheres de melissa I colher de raiz de vaÌeriana picada Obs.: Siga o modo de proceder da l'fórmula' [.Ixcünxros Consiste em extrair as propriedades das plantas em óleo. Pode servir Para uso interno, ie bem que essa forma seja mais usada externa- mente. Material necesstírio rÓleo de oliva de boa qualidade, geralmente os enlatados no lugar de origem, ou Ìinhaça, ou óleo de rícino, para uso erterno em certos ca- sos (veja doenças da pele). Vasilhás de údro ou louça esteriÌizadas, com tampa Vidrinhos esterilizados, com tampas Ervas secas ou frescas, limPas Para eczema e feüfuis secas da pele' (rJso exterrro) r 1 xícara de óleo de oliva 3 colheres (sopa) de guaçatonga 4 colheres (sopa) de arruda 2 colheres (sopa) de rubim CoÌoque as ervâs na vasilha, macere bem, cubra com o ólèo de oliva, tampe e dei-xe por 12 horas em lugar fresco. Coe e espïe,ma_energicamente as plan- tas". guardando-as nos üdrinhos tampados. Afecções do fígado (Uso interno) ç 2 folhinhas de dente-de-leão 2 coÌheres (sopa) de alecrim Ll2 colher (sopa) de losna l/2xícara de óleo de oliva Obs.: Proceda como indicado na l'fórmula. Tome I colherinha de chá pela manhã em jejum' Você não vai encontrar aqui recomendações para uso interno do óleo de rícino' Esse óleo àg" sobre o intestino delgado, impedindo a ab- sõrção dos alimentos. Assim, preferimos acon- selhar o uso desse óleo apenas para uso externo, nas afecções da pele, como: coceira, micose e para os cabelos. 24
  25. 25. Ce,roos É a maneira de oferecer ao organismo as proprie- dades curativas das plantas em água quente, tempe- rada, geralmente com sal. Os caÌdos são muito usados nos casos de conva- lescença, enjôos comuns> debilidade digestiva por ?'rryavarcÁo As oru^s weÁicíu,als er,r,t CASA fator neryoso e pâra atenuar os efeitos da auto-into- xicação nos períodos de semijejum. Esse último caso acontece geralmente com aque- les que jejuam pela primeiÍavez ou que seguem um regime não-vegetariano. Para ilebilid,aile ìIígestioa por fator nerDoso ç U2xícara de serralha picadinha ou chicória 2a3tomatespicados l/2 cebola picadinha miúda 3 dentes de alho 1 colherinha (de chá) de orégano U2 xícara de salsinha 4 xícaras de água 2 colheres (sopa) de farinha de milho em biju ou aveia 2 colheres (sopa) de óleo de oliva sal a gosto Numa panela de üdro, ágata ou inox, coloque o to- mate, acebola, o sale aâgaa. Quando otomate e ace- bola estiverem macios, acrescente a fariúa de milho ou aveia, mexendo com a colher de pau por 5 minutos. Acrescente o alho socado, o óleo de oliva e o orégano. Deixe mais 2 minutos e acrescente a serralha e a salsi- úa. Espere l minuto, desligue o fogo e tampe. Qran- do esfriar um pouco, sirva coado ou com os iesíduos. Para aterntar os efeitos dn auto-í,ntoxicação ç 2 a3 tomates picadinhos 2 cenouras picadinhas 1/2 chuchu picadinho U2 cebola 1 xícara de inhame (de taioba) 3 colheres (sopa) de bardana picada bem fina 4 dentes de alho I colher (sopa) de tomilho U2 xícara de salsinha 2 colheres (sopa) de óleo de oliva sal a gosto l/2l1tro de água Junte todo o chuchu, a cenoura, o inhame, o to- mate, a bardana, a cebola e o sal. Deixe cozinhar até ficarem macios. Acrescente então o tomilho, o alho e o óleo de oliva. Delxe 2 minutos, acrescente a sal- sinha e desligue o fogo. Espere esfriar um pouco e sirva, macerando os pedacinhos de inhame e coan- do o caldo. Caldn mineralizante ç l/2xícara de inhame ou batata I/2 xícara de couve picada 1 xícara de repolho l/2 xicara de cenoura l/2 yicara de cebola 3 a 4 tomates U2 xícara de rúcula 1 colher (sopa) de tomilÌro Cozinhe em I litro de água o inhame, a cebo- la, a cenoura e o tomate. Quando estiverem amo- lecendo, acrescente o repolho com os talos. Por último, junte a couve, a rúcula e o tomilho. Espe- re esfriar, coe, deixando o caldo encorpado coú o inhame macerado. Acrescente 2 colheres (sopa) de óÌeo de oliva e sal a gosto. FounNros É o procedimento que utiliza as folhas das plan- tas aquecidas, diretamente na pele ou entre panos, para aliviar dores reumáticas ou nevrálgicas, ou ain- da para outros fins semelhantes. Exemplo de Fomento com Plantas Para darlocalizada de reum.atismn rFolhas de samambaia Cebola em rodelas grossas de I/2 centímetro l/2 xícara de orégano 2 colheres (sopa) de sal grosso Modo de Usar Numa peneira, coloque um pano de algodão dobrado em dois, suficiente para cobrir o local da dor; Abra o pano; Em cima da metade do pano, coloque uma camada de folhas de samambaia, frescas ou já secas; 25
  26. 26. rauití,toso AoÀe,r Áas PLANTAS Forre essa camada de foÌhas de samambaia com as rodelas de ceboÌa e o sal grosso; Cubra a camada de cebola com o orégano; Cubra a camada de orégano com outra camada de folhas de samambaia; Leve a peneira para a boca de uma panela com água feÃ'endo, tâmpe e deixe que o vapor umede- çã bem as camadas do fomento; Ô.rbta com a outra metade do pano a última camada de ewas; Aperte bem os lados para que não se abram; Aplique quente no loõal da dor (cuidado para.não queiinar á pele; erperimente a temperatura no bra- ço ou nas costas da mão)r Cubra bem com panos de lã; Deixe até esfriar; Troque por outro aquecido ou consewe a temperatu- ra, c'oloôando por clma do fomento de plantas uma bolsa de água quente. Obs.: Sempre é bom prepamr dois fomentos; enquanto um está "ifti*do o outrõ já está na temperahla ideaÌ pronto pam ser substituído. ' Vocè pode preparar saquinhos costurarlos de tecido dè algodao ou Ìinho crÌl, para usar como fomento. Os saquinhos são mais prá_ticos - é só enchê-los com í erva indicada, umedecer no va- por e aplicar. Coupnnssns Consiste em molhar pedaços de pano de algo- dão ou linho cru em châ forte de plantas' Geral- mente, quando as plantas são usadas para mo- lhar umá compressâ, a temperatura nunca será fria, e sim quente. Cornpressas quentes para alioiar do-res neorólgícaí É volh" b centro de um pedaço de pano de algodão no chá forte de eucalipto e broto de piúeiro; Torça bem, segutanìo as extremidades secas do pano; Dobre as duas extremidades secas, cobrindo o meio úmido da comPressa; Aplique no local da dor, cobrindo com um pano de lãr Troque quando esfriar. IxeltçÕns A inalação acontece quando você respira o vâPor produzido peÌo chá aquecido de uma planta curativa'
  27. 27. Exemplo de inalnção para descangestíonal as narinas F I copo de chá quente de sálüa I vidro de boca estreita 4 vezes maior que o copo de chá Despeje o chá quente de sálüa no údro e, aproximando o nariz da boca do üdro, pïocu- re respirar o vâpor. Veponns São famosos os benefícios proporcionados pelo vapor. É .t-a prática realmentã útil, eficaz e muito simples quanto à aplicação. Exemplos de aapor de peilo e rabeça Quando você submete ao vapor da planta curati- va só o peito e a cabeça. Para dores nevrálgicas da face e do pescoço. Material neàessrírío Uma panela de 4 a 6litros de capacidade Chá sem coar da erva indicada ?rcVa,ra^^l,o As oru^s u L^ïcí,^Aïs tvw CASA Você pode submeter qualqut-r parte do corpo ao vapor do chá da planta, como prepâração para outras aplicações, quando esse procedimento for indicado ao caso. Indúcações para apli,cação de oapor Dores reumáticas, musculares, articulares e newál- gicas, resfriados, gripes, catarros, tosses, febre quando houver frio intenso. Nos membros com eczemas e coceiras, geral- mente esse procedimento prepâra o cor?o païa re- ceber o benefício de outros procedimentos da medi- cina natural. Bnuuos Os banhos de eruas curativas ou embelezadoras são usados desde a antiguidade. Gerais ou parciais, esses banhos sempre auxiliam o processo de restabe- lecimento. Geralmente, para uso dos banhos, as plantas são medidas na proporção de 1 xícara de erva para 1 litro de água. ffi .#. .;:lr:t#@i' !*6P ara d,ore s ner:rtílgi,cas rF I ramo de eucalipto 4 coÌheres (sopa) sálvia 4 colheres (sopa) de alfazema I pÌástico suficiente para cobrir o corpo, ou cobertores Local seguro para a aplicação Comrt proceder Coloque o chá sem coar, fervendo, até a metade da capacidade da vasi- lha escolhida. Assim, a vasilha com capacidade de 4litros receberá 2 li- tros de chá; Tampe a vasilha; Sente-se num banquinho; Apóie muito bem avasilha com o chá em outro banquinho; Cubra o coïpo despido da cintura para cima com um plástico ou co- bertores; Abra a tampa da panela, devagar, só um pouquinho, na medida que você suporte o vapor. Vá abrindo mais a tampa até retirá-la completamente; Permaneça durante 20 a 30 minutos; Retire o pÌástico ou cobertas e resfrie rapidamente o corpo com fricção fria; São múto úteis os baúos de vapor lo- cal para os càsos de afecções das úas respiratórias.
  28. 28. raultítoso AoÀ,w /as PLANTAS Exemplo de banho parai'al para inchaço dos pés e tornozelos ãeoido ao reumatismo F 2 xícaras de folhas de eucalipto l/2 xícara de orégano 2 xícaras de cebola picada 2 xícaras de broto de Pinheiro 2 litros de água fervendo I xícara de sal grosso Junte o eucalipto, o orégano e o broto d9 pinhei- io e deixe 2 m^inutos na água fervendo. Desligue o fogo, acrescente a cebola e o sal grosso e mais 2 a 3 litros de água. Permaneça com os pés dentro desse chá, de 30 minutos a uma hora. Banho geral para aliuiar brotoeias, assaduras ou alergias de crianças r 2 xícaras de rosa-branca l/2xícara de camomila 2 xícaras de tanchagem I xícara de maisena 3 litros de água fervendo Deire as ervas indicadas 2 minutos em fervura. Desligue o fogo, acrescente mais 3 litros- de água fria e"a maisenã, mexendo païa que o amido de mi- Ìho fique bem dissolüdo. Coe o chá antes de usar. A criança pode permanecer de 10 a /0 minutos nesse banho. Ba nho geral embelezador r funte às águas de uma banheira: "3 xícaras Je aveia batidas em água e coada 3 litros de leite de castanha-do-pará 3 litros de chá de alfazema 3litros de chá de camomila 2 litros de chá de broto de pinheiro ou sálúa Entre na banheira com o corpo limpo, por 30 minutos. Ao sair, enxágüe rapidamente com uma ducha. Use esse banho uma vez por semana. Cencenn;os Toda vez qu*e você lava a garganta e devolve o lí- quido, está procedendo a um gargarejo. Os,gargare- jàs são muito úteis em caso de inflamação das amíg- dalas. rouquidão. l^aringite e laringite. Exemplo de gargareio pora amigdaLíte l/2 cebola picadinha 3 colheres (sopa) de malva 2 colheres (sopa) de alecrim 1 copo de água fervendo indicadas, de I a 2 minutos em ferv.ura. Espere amornar em vasilha tampada. Coe, acres- cente 1/2 colher (sopa) de sal e lave a garganta. Geralmente, para fazet e- feito, os gargarejos Precisam ser repetidos de hora em hora ou de 2 em 2 horas. Bocuncuos Consistem em lavar a boca com chá de pÌantas curativas. Exemplo de bochecho para estomatite rl'colher (sopa) de camomila 2 colheres (sopa) de maÌva 6 colheres (sopa) de mu- cilagem de babosa 2 colheres (sopa)de rubim I copo de água fervendo Deixe a camomila, a malva e o rubim na água fervendo até âmornar. Coe, acrescente a ba- bosa e use de hora em hora. l)eixe as eÌvas
  29. 29. BMpr-q.sros Emplastos são aplicações de plantas curativas quentes, misturadas a um espessante qualquer, para corìservaï o calor e facilitar a aplicação. Se o espessante for farinha de linhaça, você terá também o efeito do óleo e das propriedades da li- nhaça que favorecem o resultado da aplicação. F-xempto de emplasto para aliuiar d.or "cititica" ç l/2litro de farinha de linhaça ou farinha de mandioca (se usar farinha de mandioca, acrescente 2 a 3 colheres de sopa de óleo de oliva, dendê, pequi, jaborandi, etc.) 3 xícaras de agrião, rúcula, repolho ou ra- banete I xícara de cebola picada 6 colheres (sopa) de tomilho ou orégano AreVa'ranÁo As 0ru4s vneÁirïnals eu,t CASA Modo de fazer Pique bem as ervas recomendadas, junte a farinha e vá despejando água fervendo, mexendo com co- lher de pau em vasilha de louça, até formar uma massa própria para moldar. Não coe as plantas no emplasto; elas devem per- manecer, oferecendo suas propriedades durante toda a aplicação. Teste a temperatura e aplique na espessura de 2 centímetros, diretamente na pele, no local da dor. Cubra com panos de algodão e lã e bolsa de água quente, para conservar o emplasto aquecido, Para casos de ciática é necessário usar a bolsa de água quente, cobrindo o emplasto, ou toalha aquecida no fogo, para que o calor por mais tem- po garanta também a ação das ervas. 29
  30. 30. M. ffi, ffi
  31. 31. #m[*ËunpeÁm ffiwffiffiffi eh íïAfq-$"h:re # # ffi #m&fummdm #d*adm oqueiro despenteado ao ven- to, expressando a força do sol, a energia do verde-ouro... Amistoso, tranqüilo, tão maïa- vilhosamente solidário. comuni- cando. . . Ainda que planta eu o chamo, res- peitosamente, amigo! Nem sempre é possível desfru- tar a mágica amizade de um co- queiro. Mas para sentir o carinho das elas curativas, basta trazê-las para perto, mesmo que você more em apartamento. O engenheiro ambiental, William Wolverton, dos Estados Unidos, de- cidiu testar a capacidade dos vegetais em absorverem a poluição. Desco- briu, fascinado, que certas plantas, em apenas 24 horas, reduzem os va- poïes venenosos de TiicloroetiÌeno, benzeno e formaldeídos. O ambiente pode ficar menos poluído através da ação purifica- dora de plantas ornamentais, ami- gas da saúde como filodendro, es- pada-de-são-jorge, jibóia, ou plan- tas aromáticas, como: guaco, man- jerona, hortelã... Eis algumas "dicas" para você or- ganízar sua horta de plantas que aju- darão na cura dos males mais co- muns do dia-a-dia. Como íníciar Você pode começar escolhendo as plantinhas de acordo com as proprie- dades e aplicações em casos de ne- cessidades. Veja a seguir uma Ìista sugestiva de pÌantas que você deve ter por perto. alfazema cardo-santo casca de carvalho casca de romã camomila espinheira-santa eucalipto ipê-roxo Ì. tlmao malva mil-foÌhas sabugueiro 3i
  32. 32. rauiUtoso ?oilur /as PLANTAS kntiÀisontóvícas banana-maçã broto de goiaba casca de carvalho c:iscil rle rolt"rir maçã mil-folhas mirtilo rosa-branca salsa sálüa tomilho Calyt^autos alface cidreira gatária maracujá r r-r elì.q:-r;i rosa-branca tília valeriana alecrim trahosn calêndula cardo-santo espinheira-santa guaçatonga mil-folhas parietária rubim tanchagem Coayular,ttes alfafa casca de carvalho cavalinha rrr iÌ-ÍìrìÌras erva-doce funcho hortr'1ã limão alcachofra ï?,ï51"" cáscara-sagrada
  33. 33. dente-de-leão limão Ìosna salsa serralha alfafa beterraba cenourâ COUVC feno-grego rírcrrÌtr salsa ìlva CulLívautAo evvas. pitta-cÌe-vltcit quebra-pedra raiz de saÌsa alecrim artemísia clir norlil:r funcho gatária tomilho vaìeriana Ôwolíovtte,s camomiÌa cebol;r malva tanchagem alecrim alho horteÌã manjericão colh.ar"Áo SAU D E fieVuoatiuas almeirão bardana carqueja clerrte-cle-lciur genciana malva mil-folhas rúcula salsaparrilha serralha urtiga tanchagem cabelo de milho cavalinha folhas de abacateiro parietária aa JJ
  34. 34. rat,ilhoso loilur /as PLANTAS llÌ;,rir,.:tlr salsa sálüa tomilho sete-sangrras Íovtilicauttes agrião aÌfafa COUVE i'q];i 1i;ii1r,: ïeno-grego sálüa salsa alho limão sIriir.t!,rr'.:iI{.: ün/oríp A,(As ir:u E L:',., r1 capim-limão folhas de laranjeira malva pulsátila sabugueiro tíÌia alho ewa-de-santa-maria feto-macho ; :: : ,:j, =::' - 34
  35. 35. --n Lent eiv'ç.:; gencranâ horteÌã quássia sci lttnt(, r1i-' tbriÌrui',i I tr*$,,S#iï ** {y*s*ç{,,{{{i*,s Cultïv avtÁo s,rv as . . . coll,t t"nÀo SAU D E cada planta em relação ao clirna, terr eno e aduba- ção, pode esperâr sucessos quanto à saúde de suas mudinhas. Se urna planta como o tomilho receber muita ggtu " suas raízes estiverem :rpertadas em terra argi- Ìosa, certamente não vai cresõer e "pegar". Mas, ãe rnodo geraÌ, as plantas aromáticas e-rnèdicinais vin- gam melhoï em vasos ou solos férteis, não ácidos, PH entre 6,0 a 6,5, bem arejados e pouco densos. Conheça o típo de terra para o seu aaso ou o tipo de ,solo par0 o canteiro y' Solo bem (rico) aclabaclo e seco - coentro, malva, losna. y' Solo bem (rico) achrbado e úrnicl.o - rnelissa, salsa, cebolinha, hortelã, poejo. y' Sol-o arenoso (rico) e seco - manjerona, orégiino. y' Solo arenoso (pobre) - tomiìho, armda, aieõrirn. y' Solo misto (rico) e bem arejado - sálüa, camomj- la, dente-de-leão, rabaneteem geral, todas as aro- máticas e medicinais. :ihrf ;, r{r.ÌJ:'l:; ,;t',* pl,.1i1+ 1,,. Muittrs vezes a mudinha que você arrumou com tanta dificuldade não vinga, não cresce. Qual é arazáo? Difícil, é claro, diagnosticar. com certeza. No entanto, se você conhece "as preferências" de
  36. 36. Quem vai usar vasos para plantar, pode comprar a terra apropriada nas casas do ramo. Se escolher preparar a terra, é bom conseguir areia de rio e terra boa, retirada dos matos, repleta de material decomposto. Geralmente se usam 3 medidas de terra boa, para uma medida de areia de rio. Nunca deixe a terra descoberta. O solo deve es- tar sempre coberto por uma fina camada de material decomposto: folhas secas, galhinhos leves, madeira em decomposição, palhas, etc. Preparand,o o Daso: y' Primeiro uma camada de um dedo de cacos de telhas. y' IJmacamada de um dedo de pedrinhas miúdas y' 4 a 5 dedos de terra boa, conforme descrita acima. y' Ctrbra a camada de terra com o material em decomposição que você escoÌheu. Ao preparar o vaso, lembre-se da preferência da plan- tinha e faça as mu- danças e adaptações necessárias na terra. Plantas como o guaco * uma trepa- deirazinha cheirosa - podem muito bem úver, enfeitar e ale- grar avaranda de um apartamento. Na falta desta, escolha um canto perto de uma janela por onde o sol possa entrar, escolha um vaso que comporte peÌo menos 6 a B litros de terra. Finque estacas e conduza as ramas da trepadeira quando crescerem. A babosa fica bem em jardins internos ou só num ,raso. É uma planta muito resistente e de longa üda. Tanchagem, dente-de-leão, quebra-pedra podem estar juntos num vaso raso e largo. Para quem mi planlar em horTas: Há quem aconselhe canteiros de L/2 metro de largura por 2I/2 de comprimento. , Esse retângulo estreito e comprido facilita a plantação e o cuidado com as plantinhas. E aconse- lhado também, misturar as plantas num canteiro. As plantas maiores ficariam do lado em que o sol nasce. As menores rasteiras que gostam da sombra esta- riam protegidas pelas maiores. Num dos canteiros você pode preparar umas pe- dras grandes, maiores que tijolos, em disposiçáo agra- dável, uma perto das outras e plantar entre elas, mudi- úas de horteÌã. As raízes procuram a umrdade das pe- dras e as plantas estarão sempre üçosas. Proceda assim com a salsa e com as pÌantas que preferem a umidade. ffis$d* {r,iÂrtd* *s,3& iptt*v*x*s s,? fflffi. €.fUr{$ dr Registros históricos de 5 mil anos mostram que os sumérios já usavam eÌvas com fins medicinais, en- tre elas, o louro e o tomilho. O primeiro livro sobre ervas já registrado data de 2700 a.C. e vem dos chineses com uma lista de 365 plantas. O uso do alho, ópio e menta, entre outras plantas, era amplamente dir,'ulgado na medicina 1000 a.C., entre os egípcios. O reÌato médico mais antigo, incÌuindo plantas, aceito e respeitado é o papiro de Erbs, um docu- mento da medicina egípcia, descoberto em 1873 pelo egiptólogo ale- mão Georg Erbs. A Grécia e Roma antigas se tornaram, depois, o centro da medicina, com Gale- no e Hipócrates. Hipócrates abor- dava uma medicina racional, aconselhan- do os recursos natu- rais: ar, sol, água, die- ta apropriada e as plantas de forma natural e simples. Hipócrates encarava esses recursos como auxilia- res do organismo no processo de curar. Galeno era agressivo com suas fórmulas compli- cadas, mistura de plantas, produtos de animais e má- gica, atacando diretamente a doença. A medicina de galeno, com seus amuletos, co- bria-se com um manto de mistério. Os doentes permaneciam ignorantes a respeito do seu mal e como evitá-lo. Na Idade Média a igreja cristã preocupou-se com o assunto das ervas e os monges, eilì seus monasté- rios, copiavam os escritos dos gregos e romanos e cul- tivavam ervas. Infelizmente nesse período as ervas foram misturadas com magias, amuletos e bruxarias. O primeiro liwo europeu sobre plantas medicinais foi compilado do grego Ppysican Discoridis, no âno 1I0 d.C. e possui mais de 500 plantas catalogadas. No entanto, a obra que úria relacionar os efeitos medicinais das ervas, da maneira como hoje conhe- cemos, veio de Sebastian Kneipp. um religioso ale- mão muito humano e observador do sécuÌo XVIII. 36
  37. 37. Kneipp ficou conhecido e famoso em todo o mun- do pelas extraordinárias curas ocorridas sob a sua orientação. Esse monge foi quem ordenou a hidrote- rapia. Assim, recomendavâ o ar, a'água, os alimentos, os erercícios e as plantas num programa para curar. As mais variadas doenças foram debeÌadas com essa maneira de tratar. Os doentes famosos torna- rarÌì-se propagandas üvas do método de Kneipp e sua fama chegou até a América do Norte. Em 1895 o Dr. Benedict Lust trouxe para a Amé- rica o trabalho traduzido de Kneipp com as ervas re- Ìacionadas. Na Alemanha, em 1806, foram isolados fitoquí micos das plantas que üeram compor os medica- mentos tradicionais. Assim, desde 1806 ficou evi- denciado que realmente as plantas possuem ele- mentos que contribuem para curar. Nessa época re- conheceram a morfina - vinda do ópio; a quinina - rjnda da quina; a atropina - únda da beladona; a co- caína - únda da coca. Até a aspirina, tão amplamente usada, encontra-se na casca do salgueiro segurdo descobertas mais recentes. Desde então, o estudo das plantas surpreende e descobertas fantásticas encantam o mundo médico, criando uma nova mentalidade a respeito. Tocoferol (ütamina E), co-enzima Q10, quercetina, beta-caroteno, adenosina, sulÍïdeos úlicos (alho, cebo- la, cebolinha), caroteno (vegetais de folhas escuras, ce- noura, batata-doce, abóbora), coumarinas (cenoura, salsa, frutas cítricas), indóis (repolho, couve, brócoli), isotiocianatos (os vegetais crucíferos) e segue por aí o Ììome complicado dos componentes mágicos das plan- tas que atuam a favor da saúde. Hoje, das 300 mil plantas conhecidas, umas 2.000 são utilizadas pela medicina, e em todos os grandes centros comerciais do mundo você pode encontrar a erva da sua preferência. Cultiv avtao e{u^s . . . colhtwAo SAUD E A equinácea é estimulante do sistema imunológi- co. Pode, por isso, socorrer o organismo em perío- dos de. viroses, infecções por bactérias e inflama- ções. É amplamente recomendada pelos fitotera- peutas norte-americanos e consta na maioria das obras sobre ervas da atualidade. Obs.: Não é recomendada em casos de esclerose múltipla, artrite e lupus. A.lho Desde os egíp- cios que trabaÌha- râm na construção das pirâmides - o Egito dos Faraós - até os nossos dias, esse fabuloso bul- bo persiste como estrela na arte de cuïar. Estudos recen- tes do The Natio- nal Cancer Institu- te in Rocku,ille, Maryland, revela- ram propriedades de deter o crescimento de tumores. Cinkgo-biloba Dentre todas as ervas indicadas para tratar doen- ças, esta é conside- rada, se não a mais antiga, uma das primeiras. Vem da China, mas hoje é cultivada na Caro- lina do Sul, F'rança e China. Muito usada pe- los médicos dos pés descalços, é citada no clássico chinês Â* go"trr,t,s r,r,r"di.ï üÂ$h-${dÂ*s n* **tti4i,a,i-4Éï,{{. Equindcea (Equintícea angustifulha) Esta pianta, na- tiva da América do Norte, usada pelos índios peles-ver- melhas, tem suas propriedades con- firmadas por estu- dos em várias uni- versidades norte- americanas. sobre ervas - O PEN TSAO CHINC, como a'juven- tude da mente". O Ginkgo atua no sistema cardiovascular, por isso afirma-se que ele aumenta o aporte de sangue para o cérebro - melhora, normaliza a circulação do cérebro, reügorando o funcionamento da mente e a memória. Com as pesquisas modernas sobre os radicais li- vres, o Ginkgo está em alta, pois, comprovadamente é um potente inibidor de inflamações e infecções. E rico em Ílavonóides, glicosídeos e em ginkglí deos - substância que só essa pÌanta possui - inibi- dora potente de infecções. Use o ginkgo por perío-
  38. 38. il dos de 3 a 4 meses e observe rigorosamente a dosa- geÌn recomendada. Melissa (Melissa fficinalis) Da famíìia das labiadas, a melisssa não faÌtava nos imti- gos mosteiros da Europa. Os mon- ges serviam o chá feito com suas fo- lhrx per{umadas pa- ra acalmar e giÌmn- tir noites de sono tranqiiilo. Thmbém era conhecida e usada pelos gregos e árabes. Sabe-se hoje que essa planta, além de proprieda- des calmantes, cclntém extratos que combatem o ú- rus da herpes. É indlcada patu pó.íodos de estresse, ansiedade, depressão e exaustão. Corn meiissa se faz um delicioso sorvete, teste eÌfÌ sua casa: r 10 folhlnhas de meÌissa 2 nraçãs verdes picadas ern pedacinhos 2 coÌheres de suco de limão 3 colheres de rnel I/2 xícara de suco de maçã Misture a maçã picadinha com o suco de limão para evitar a oriclação e para clar sabor e leve para congelar. Cokrque o suco de maçã nas Í'orminhas de gelo e leve ao congeiador. Quando estiverem congeÌadas, bata no proces- saclor corn as folhinhas de meÌissa e o mel. Sirva em tacinhas enfeitadas com folhinhas de melissa. Psylliurn plnntago NaturaÌ da A- frica. Mediterrâ- neo e Índia. As sementes são usadas como larati- vo e em casos de co- lesterol alto, pois e- Ìiminam o mau co- lesterol. Por ser uma fi- bra solúveÌ, tam- bém é indicada nos oâsos de rha- betes. Hipérico (Hypericunt Tterforattnn) Em inglês, Saint- Johnt Word. Outra erva mui- to antiga çe está na noda. E super recomenclacla hoje, nesse tempo de ttrnto estresse. É reÌixante mus- cular e também. recomendada parâ cólicas menstruais e insônia. A.loe oera (Babosa) Das mais anti- gas plantas usadas no Egito, Crécia e China. Há relatos de que Cleópatra usava sua muciÌa- gem em cremes pa- rabeleza da peÌe. Atualmente é su- peryopulaa ocupiìn- do espaço em todos os centros de co- mércio da Europa e dos Estados IJni- dos. Em qualquer supermercado que você entrar, nas prateleiras de cremes e Ìoções, com certeza estará pre- sente a babosa em diversas fórmulas. No capítulo "O uso popuÌar das plantas" você encontrará mais infor- mações sobre essa planta. Sakõo ou cellery ou parsley (Apnm graaeolerc) PerÍumadíssi- mo e deìicioso em caldos com batata e sopas, o salsão Í'oi cultivado inten- samente na Grécia antiga. Era consi- derado indispen- sáveÌ no cardápio dos atletas gregos e muitos afirmam que no salsão está o segredo da per- 3B
  39. 39. à A medicina Ayuruádico, da Índia antiga, L1sàva o saìsão em casos de resfriados, artrites, indigestão e até em doenças maìs graves. É fortificante. replãto de anlioridantes. é tônict-r- estimulante, servindo para enriquecer o sangue dos que padecem de anemia e dos convalescentes. To- dos que aprenderem a apreciar o seu sabor serão be- neficiados peÌas suas propriedades. CultlvanAo tvvas colkmÀ,o SAUDE O gengibre Íbi muito recomendaclo tanto na China como na Babilônia, para problemas de estô- mâgo, como náuseas e enjôos. Para eniôos da grauidez r Pela manhã, I/2 copo de suco de laranja 1 colher (chá) de gengibre raspado Ou experimente o chá: I colher (sopa) de gengibre 1 copo de água Leve ao fogo em paneÌa de inor ou r.idro. Depois de frio, Ieve para geÌar. Coe e tome pequenos goìes (chá gelado tende a acalmar o estômago). Centella-aziatica Nativa da Índia, Sri Lanka e sul da Áfri"". tlsacla clesde a antigüidade. No Sri Lanka obsewa- ram que a centella- asiática consütuía o aperitivo favorito dos eÌefantes e daí a crença de que a planta favoreça a longeúdade. Usavam a cen- telì a -aziatica para diarréia, ir- regularidades menstruais, desordens nervosâs, problemas da pele, como a psoríase, eczema, Ìu- pus e lepra. No Sri Lanka usam seus brotos em saÌadas cruas. Jojoba (Sinrmondsia chinen.si,s) Da f'arnília clas Buxáceas. Os nati- vos do México e nolte-americanos da região da Ctrii- fórnia usavaill o óleo dessa planta em seus cabelos extraorcÌinários li- sosenegros.Éboa para os cabelos. Hoje a cosrnéti- ca Lrsa a jojoba em O feno-grego possui uma fibra soÌúvel, a Galac rornanana, ativa contra o colesterol, hiperglicemia e triglicérldes. Também possui estrogênio. Feno-grego Desde a anti- güidade, o Orien- te Médio, Grécia, Egito e Índia usa- ram o feno-grego como tempero e remédio. Hoje, gra- ças a pesquisas re- centes, o feno-gre- go está em eüdên- cia pois comprova- damente atua abai- rando o colesterol, os triglicérides e o açúcar no sangue. Gengibre (Zingiber fficinali,s) Planta (.raíz) comum da medi- cina tradicionaÌ chinesa, que era usada para dor de cabeça, reumatis- mo, resfriaclos, pro- blemas respirató- rios, náuseâs, en- jôos de viagem, pós-cirúrgicos e de gravidez. O gengibre é muito útil em casos de faringite. 2 coÌheres de gengibre picadinho L/2 xícara de água Modo de fazer Deixe no fogo em panela de vidro ou inox. Quando a água se reduzir pela metade, acrescen- te 3 dentes de alho, o suco de I/2lirnão galego e 2 colheres de mel. Tome às colheradas. 3 a 4 ve- zes ao dia. 39 vários produtos de beleza
  40. 40. Kaua-kaua (PipermahystiLum) Natural do sul do Pacífico, onde os nativos usavam uma bebida pïe- parada com a planta em cerimo- niais e ritos sociais e religiosos. E usada para clor de cabeça, enxâqueca, res- friados, reumatis- mos e gota. No entanto se tornou centes revelam que o shiitake atua abairando o co- Ìesterol e o açúcar do sangue. Deve estar presente na culinária anticolesterol e antidiabética. Os japoneses aconselham o shiitake para comba- ter o câncer gastrointestinal" conhecida e está em evidência hoje graçâs às suas propriedades relarantes e agentes anti-estresse. E recornendacla para ansiedade, depressão, es- pasmos musculares e cólicas menstruais. Use kava-kava rigorosamente, conforme as ins- truções do preparado ou da eÌva que você comprar. Não deve ser usado por mulheres gráüdas. lógico. A Spirulina é recomendada a todos os que esüve- rem com o orgarrismo enfraquecido, como na diabetes, anemia, estresse. Tâmbém atua abaixando o colesterol. Spirulina Vem da terra dos astecas, per-to do Iago Texcoco, essa espécie de algas mrito usadas pelos nativos. A spilulina é um verdadeiro su- plernento alimentar. Rica em ütaminas, principaÌmente E e A, sais minerais e proteínas. Repleta de an- üoxidantes, incenti- va o sistema imuno- A carnomila possui propriedades ân- tiespasmódicas, antiinflamatórias e também digestivas. A camomila acerta o estômago nos câ- sos de enjôos e mal-estar. Esté.r.;ia Conhecida pe- los nativos do Pa- Oleo de oliaa Antiquíssimo remédio, símbolo de prosperidade e paz. Muito usado para quase todas as enferrnidades, tanto externas co- mo âs da peÌe e da cabeça (cabelo), quanto internas. Está mais do que nunca eÌfÌ alta hoie, pois es- trrclos recentes ïi"o *.,"itio na redução .Ìo "ol"rl?:ït:ïJË::;:altn, protege as artérias, reduz o açúcar no sàn- gue, por isso está sendo recomen- dado para casos de cliabetes. Shiitake (Lentínulo edodes) Muito comum por toda a Ásia, esse cogumelo era aconselhado como tônico revigoran- te. Pesquisâs re- Camomila (Matricaria recutita ou Mntricaria chamomilla) Seu nome em latim, matricaria, vem de matrir ou matriz, pois era muito usada para probìemas gineco- lógicos no parto ou pós-parto. Toda a Europa antiga usa- va essas graciosas e perfumaclas flores.
  41. 41. ràquai desde a antigüidade, nâsce também no Bra- sil. Hoje está em todo o mundo, pois se revelou cornprovadamente adequada para a saúde, incÌusi- le para o uso no caso de diabetes. E um adoçante não-calórico. Cultïv anlç sçtt As . . . collne-r"Áo SAU D E O ginseng é estimuÌante do sister"a de defèsa, provoca a produção de interferon, uma substância naturaÌ do organismo para combater úrus. RepÌeto de propriedades mineralizadoras é especial nos pe- ríodos de estresse, cansâço e prostração. Estudos revelam que o ginseng atua no sistema cardiovascular, eliminando o colesteroi e reduzindo o risco de ataques cardíacos. O uso de ginseng se mostra benéfico também em casos de diabetes. Muitos o recomendâm parâ aliúar os sintomas da menopausâ. Obs.: não é aconselhado o uso prolon- gado dessa erva. Use durante o período de naior ne- cessidade, 3 a 4 meses. Siga as orientações a respei- to da dosagem. Geralmente se compra ginseng em pó, encapsuÌado ou em forma de chá. Há muitas adulterações. Procure por uma ilìarca confiável no rnercado. Essa é a descrição do ginseng asiático (panat- ginseng). Gi.nseng Estaé araizde uma plantinha ras- teira muito usada pelos chineses an- tigos, que a chama- vam de "raiz do ho- mem" ou Jenshen - daí o nome gin- seng. No livro clás- sico de ewas chine- sas é aconselhado para garantir a lon- geúdade, iluminar a mente e aumen- tar a sabedoria. 41
  42. 42. I:t, {j .,ï t;'
  43. 43. E)F{f i reffi s, .6 %HÈ! A# w +{ürt &&etuâ&#mwÃ* saúde é uma dádiva precio- sa ao alcance de todos e é preciso sabedoria para con- servá-la. Por essa razáo o Doador da saúde oferece também as indicações necessárias para que o administrador desse bem obtenha sucesso, As ervazinhas que nascem teimosa- mente nos jardins, nos quintais e pelos caminhos, ou plantas cultivadas com cuidado, todas elas oferecem elemen- tos indispensáveis tanto para a conser- vação da saúde como para o restabele- cimento em caso de doenças. Pode-se dizer que saem das mãos do Criador para a nossa saúde! I ./- -. k , tïlï n 'a , .t t ,i .; "4^1 rtt * .r't / ","] t. t.ü {,..al. t/1.y1 ï 'J1 t "&!ffi.tii!,&- Presente em todas as brasileiras, essa planta rasteira vem prestando um grande serviço ao povo. Seu fruto, suculento, decoraüvo e nutritivo é muito usado na culinária nordestina com o nome de jerimum. As folhas da aboboreira fornecem um suco mucilaginoso, semelhante ao da babosa, muito útil em casos de queimaduras, assaduras e brotoejas. Os brotos da aboboreira, conheci- dos também como "cambuquira" são ótimos como alimento e indicados nos casos de prisão de ventre (saladas cruas e refogado dos brotos). A semente já vem sendo usada há séculos como vermífugo efícaz, in. clusive contra a tênia. A polpa da fruta usada crua, como salada, temperada com Ìimão, é útil nos casos de "retenção de água" por parte do organismo, hidropisia e para cólicas intestinais produzidas por ga- ses. Cozida, também é aconselhada contra os gases intestinais. A abóbora é refrescante. Cozida como um caldo, pode ser administra- da a crianças com intestino solto. . ";. ".: :: Aç-tïgo, - Mais conhecida no Sul do B;asiÌ, ã acelga é múto refrescante, diurética, de facílima digestão, e muito indicada por esses motivos aos que so- frem de reumatismo, gota e eczemas. Há quem recomende as sementes da acelga, tostadas e bem socadas, paracom- baterhemorragias. Esse pó das sementes, misturado com babosa ou chá forte de casca de carvalho, é indicado na forma de emplasto para secar hemorróidas e para feridas em geraÌ, inclusive Íiieiras.
  44. 44. rauití,,oso AoAe'r /as PLANTAS Para coceiras difíceis de sarar, macere guaçaton- ga, arruda, alecrim e misture no pó das sementinhas. L-Ise como pomada. ,'áëíibhiftãi- É uma planta de extraordinária uti- lidade pàra os que têm dificuldades para digerir e aproveitar o alimento. Rica em ferro, favorece ainda aos anêmicos. Tônica, a alcachofra abre o apetite, regulariza as funções do fígado, ajudando na cura de hepatite e ic- terícia. ,:Atryu*,-Talvezseja a folha rnais popular da mesa do brásileiro. Fresca e digestiva, a alface combate a insônia. Pode-se utilizar seu talo pàra um suco de sa- bor agradável. Para irritações da pele, alergias, brotoejas e assa- duras, as folhas e talos macerados junto com aveia, na forma de uma "pomada", produzem alívio. :r :t- É espantosa a quantidade de ürtudes curátivas atribuídas ao alho. Desde tempos remotos, esse bulbozinho vem cativando homens dos mais di- ferentes costumes. O alho é desinfetante, limpa os intestinos e, Por ser depurativo, o sangue. Bai-ra a pressão e é indica- do parã curar debilidades dos nervos e dos músculos. Pode ser usado em xaropes e chás. O suco cru pode ser misturado à água e usado nos peúodos de febre: 3 a 4 dentinhos de alho picados em um copo de água. Duas coÌheres de sopa dessa água de alho, de hora em hora, são eficazes em muitos casos de febre, in- flamações e pressão alta. É um remédio antigo con- tra calosidades. ,,':$aÌdàría'- É uma raiz mais conhecida por orien- tais, mâs que hoje já faz parte de progràmas pâra curâ, por seus grandes e variados poderes curativos. E depuraliva e alcalinizante. Bei;piela - Muito rica em cáÌcio, é indicada para combater o raquitismo. O suco cru, junto ao de ce- noura, pode ser usado em casos de fraturas e defi- ciênciaãe cálcio. Há quem recomende a berinjela as- sada como emplasto para furúnculos. ,,,Bìidcqít.- Muito rico em útamina C, ferro, mag- néiio, Calcio e outros minerais, o brócoli tem sido iã-
  45. 45. - cado para problemas de cân- -Êr no trato digestivo, como :rer-enção. Por essa razáo tor- :cu-se muito popular nos Esta- -ios Unidos cla América, onde é .sado na maioria das vezes em ...ladas cruas. Pesquisas recentes naquele :ús confirmaram as proprieda- .jes anticanceúgenas dessa plan- -:. Segundo os estudiosos, seu ,.iso constânte previne contra o :âncer. Ceboa - Vermífuga, ger- nicida, é muito indicada em pe- íodos de epidemias. Combate a :bnnação de tumores, pois for- :aÌece o sistema imunoÌógico. É usada também eilì casos Ce gripes e tosses e para infec- ções em geral. Seu suco comba- te a frieira. Cenouia - Possui beta-caro- leno. precursor cÌa ütamina A. Por essa razáo. é coúecida e re- comendada para fortalecer os oÌhos. Mineraliiaclora por excelência, rica em cáÌcio e propriedades curativas, o seu suco é bem tolerado lelas crianças e pode ser usado como reforço ali- mentar por crianças com debilidade e deficiência en'r cálcio. Cozida, a cenoura pode ser usada em caso de diarréia. Cou,oe;- Possui um elemento especial que atua nas úlceras do estômago. Riquíssima em ütamina C e ferro, é alimento anticangerígeno e protetor con- tra úrus. Couue-Flor",- Rica em magnésio, potássio, silício e manganês, é mineralizadora, servindo também para favorecer o sistema neruoso. ChicóNa,'Aïmeirã,o e Escarola - De uma varieda- de muito grancle, as chicórias e almeirões são ali- mentos para os que possuem a digestão Ìenta por problemas neÌvosos. São utilizados para descongestionar o Íígado e combater a prisão cle ventre. Digestivas, nutritivas e apetitosas, as saladas ãmargas não deveriarn faltar no cardápio da semana. Chucilaì - As folhas tenras e o broto do chuchu- zeiro podem ser usados em salada. São calmantes e refrescantes. ks Vlavtt,A ^^ lr,ovta L A s^A SAUDE O fruto é muito útiÌ em casos de obesidade, pres- são alta e debilidade do estômago. Etp:l'nafre - São conhecidas e muito proclamadas as própriedades do espinafre. Muito rico em Íèrro, útaminas A e C, e complexos de ütamina B. Purês e saladas de espinafre são muito benéficos para as crianças. Atua no combate à anemia e promove o crescimento. Se o espinafre estiver com gosto muito acre, uma rápida passada em água fervendo é suficient_e para eli- minar õ oxalato inconveniente. E contra-indicado cru (sem escaldar) para os que sofrem de gota, rins, cáÌ- culos da vesícuÌa e úlceras no estômago e duodeno. Pepi,nn- Refrescante e diurético, o pepino é mui- to apreciado pelas crianças. Pode ser usado com a cas- ca. Para uso externo, os emplastos frios de pepino ma- cerado refrescam e aliüam coceiras e irritações. Pepino e alface juntos, batidos no liquidificador com aveia até ficar na consistência de pomada, são muito úteis para aÌiüar irritações da pele, brotoejas, assaduras e queimaduras leves de sol. Para esse últi- mo caso, deire a "pasta" um pouco mais líquida. Qui,a'bo - Humilde e constante nâ mesa, princi- palmente dos nordestinos, esse "fruto da horta" taÌ- vez seja o mais rico em proteínas. Sua mucilagem (baba tão conhecida qtte faz o quiabo ser detestacÌo 5 .' 45
  46. 46. Effirau*í,,oso ?oAev Áas Pr-ANTAS por alguns) é cicatrizante e pode ser usada também em queimaduras leves. O quiabo é fortificante e atua no combate à prisão de ventre. il"Mffi,:,- Hortaliça de sabor picante, muito apre- ciada por seus poderes digestivos. E estimulante e, por suas propriedades antiinflamatórias, dizem que fortalece os glóbulos brancos. Por essa razão é a verdura dos convalescentes e dos que sofreram infecções. '|tiffiüi6 p',,- Considerada uma planta-tônica, esti- *ü1"ít" poï suas propriedades e sais. E útil a anê- micos e aos que sofrem de pressão baixa. E rico em ferro, fósforo, ütamina C e outros elementos re- constituintes e antibióticos. ttlfii. l.- Esse maraülhoso "fruto cla horta" é muito,ltii uor que padecem de transtornos nelvosos e glandulares. E rico em iodo, arsênico, zinco e üta- minasA,BeC. O tomate é de origem sul-americana. Os astecas já o cultivavam. Só em torno de 1560 foi introduzido na Europa. Hoje a Itália o venera com o nome de "pomi d'oro". E tônico, digestivo, abre o apetite, for- talece o sistema nervoso. ír.- t a 1t t | | . 7, Desintoxicação: as plantas tên'r propriedadcs que auxiÌiam o organismo a se Ìivrar das torinas, atuando na eliminação dos sais biliares, do colesterol ruim, da uréia, áciclo úrico, outros ácidos, fenóis, ga- ses venenosos, putrefacina e cadaverina (ündas do desdobramento da proteína de origem animal). Com seus fitoquímicos, incentivam o sistema imunológico na eliminação de úrus, bactérias e cé- lulas desordenadas, pré-cancerosas. Atuarn também diretamente auxiliando na lim- peza do sangue e dos sistemas, com os poderosos antioxidantes. 2, Nutrição.' não existe outra fonte de alirnentos próprios para as células como os que vêm das plan- tas. O homem não conseguiu criar unl composto ali- mentar tão eficicaz e faciÌmente aproveitado pelo or- ganismo como o das plantas. SaÌadas cruas, hortaliças ao forno e de todas as maneiras, frutas cruas, sucos de frutas e de horta- liças, energéticos naturais para alirnentar as célu- las, fornecendo os nutrientes: ácic1o fólico, ferro, cálcio, minerais diversos, carboidratos, gorduras, proteínas, açírcares e vitaminas. Você pode aten- der as necessidades de suas céÌulas e ter energia e disposição, nutrindo-às com a força que vem das pÌantas. 3, Rer:ítalização: A quali- dade de reütalizar é própria clas pÌantas. Armazenam a energia do sol e passam para o seu sângue os fluidos repletos de vida. Quanto mais frescas forem as frutas ou hortaliças, maior o poder de reütalização. E você poderá sentir esses efei- tos no úgor e disposição para o trabalho de cada dia. 4. Regeneração: Os gens, sob o efeito do produto das er- vas, conseguem ordenar a rege- neração, criando novas células. Células é que geram células. As células que nascem continua- mente terão ügor se o materiaÌ usado para a sua construção for forte e de boa qualidade. Célu- las constroem células a partir dos materiais disponíveis. tlse pÌantas, foÌhas, frutas, semen- tes e raízes. Você estará garan-
  47. 47. ündo o melhor para a formação das células novas do seu corpo. ks Vlarct^s ^A lto'rta L A st^A SAUDE MqgtQsia - Menstruação rrregular, nevralgias, catarro"s no peito, dores nos ombros, urina solta. Hortahçás ricas em magnésicl: repolho, cebola, cenoura, berinjela, espinafre, couve-flor, brócoli, aipo, alho. ',,F.1ú;í";)= Piorréia, inflamações das gengivas, pro- bÌêmas üsuais, esterilidade, tumores, etc. Hortaliças ricas em flúor: brócoli, alho, couve- {1or, couve. fósfofq - Raquitismo, neurastenia, impotên- cia e frigidez seiual, adormecimento das extre- midades, câimbras. Hortaliças ricas em fósforo: rabanete, brócoli, nabo, lentilha. ';;Süí&i,,, - Cabelos prematuramente embranqueci- dos, calúcie precoce, fadiga cerebral, tosses, vartzes, suor excessivo, etc. Hortaliças ricas em silício: espinafre, repoÌho, couve-flor, alho. Não se assuste nem se preocupe! A tabeÌa é só naïa exemDlificar e informár. Se você usar todos os àiur, ,ro "liloço. hortaliças cruas variadas na cor, sa- bor e formato, certamente receberá todos os mine- rais e vitaminas de que precisa. Minerai,s e aitaminas - Protegem de enfermi- dades graves como anemia, distúrbios nervosos, intoxicações, etc. Sua ausência no organismo pode provocaï uma série de males, como vere- mos a seguir. e'6 Hemorragias freqüentes, raquitismo, cá- ries, cansâço, dores de cabeça, pessimismo. Hortaliças ricas em cálcio: cebola, cenoura, be- rinjela, alho, pepino, brócoli, etc. ajarÌi:- Sangue na urina, ardor nos rins, fome etageradâ, dorei nos ossos, pesadelos' Hortaliças ricas em cloro: nabo, rabanete. espina- fre, tomate, repolho, etc.. F'ètib.- Anemias, pernas trêmulas, cansâço, cor- rimento vaginal e perda de esperma. Hortaliçãs ricaí em ferro: èouve, espinafre, alho, alcachofra, lentiÌha, escarola. Ío' - Intoxicação, transtornos glandulares, com- plexos, medos, etc. - Hortaliças ricas em iodo: cenoura, cebola, couve, alho, tomate, alcachofra, agrião. Modo de fazer Leve o palmito ao fogo com l/3 de água. Quan- do ferver, êngrosse com o trigo, mexendo com co- lher de pau. Retire do fogo, acrescente o óleo de oliva e bata no liquidificador. DèsÌigue o liquidificador e acrescente a salsinha e a cebolá. Tempere com limão e sal. Junte esse cre- me aos outros ingredientes. lu fórmula lngredientes 1 xícara de rabanete picadinho 2 xícaras de repolho picadinho I xícara de tomate picadinho I xícara de salsinha picadinha Temnero I xíéara de paìmito cozido limãoesalagosto 3 colheres (sopa) de óleo de oliva 2 colheres (sopa) de farinha de trigo 1/3 de xícara de água 47
  48. 48. 2" fórmula TabuIe Ingredientes 2 xícaras de triguilho deixado de molho e bem escorrido I xícara de pepino cortadinho com a cascâ 1 xícara de cebola picadinha 1 xícara de horlela picadinha I ícara de tomate picadinho Tempero 1 colher (sopa) de creme de gergelim 3 colheres (sopa) de óleo de oliva salelimãoagosto Modo de fazer Junte os ingredientes, misturando delicadamente. 3" fórmula Ingredientes 2 xícaras de cenoura ralada crua 1 xícara de brócoÌi picadinho cru I xícara de cebolinËa verde e salsinha I xícara de cebola Tempero L/2 ncara de sementes de girassol 1 xícara de abobrinha cozida e escorrida salelimãoagosto Modo dz fazer Bata a abobrinha no liquidificador, tempere com o cheiro verde. a cebola, o limao e o sal. Aèrescente sernente de girassol (fica um creme com floquinhos). Junte os outros ingredientes e sirua. 4u fórmula Ingredientes 2 xícaras de acelga picadinha 1 rícara de pimentão picadinho I ícara de nabo branco picadinho 1 xícara de cebola roxa picadinha Tetnpero 1 xícara de abobrinha cozida e escorrida I/2 xícara de castanha de caju torrada salelimãoagosto Modo de fazer Bata a abobrinha com a castanha de caju, for- mando L1m creme. Tempere com sal, limão e a ce- bola roxa. Junte os outros ingredientes delicadamente. ratr ltí,,oso ?oÁw Àas P LANTAS 5. fórmula Ingredientes 2 xícaras de escarola picadinha com as mãos 1 xícara de cebola I xícara de couve-flor crua picadinha Tempero 1 abacate l/2 dente de alho, sal e limão a gosto Modo de fazer Bata o abacate com o aÌho, o limão e o sal. Junte os outros ingredientes e sirva. 6" fórmula Ingredientes I xícara de tomate picadinho I xícara de vagem crua cortadinha I rícara de cebola 2xícaras de agrião picadinho com os dedos Tempero I xícara de moranga "hokaido" cozida 3 coÌheres (sopa) de óleo de oliva salelimãoagosto Modo de fazer Bata no liquidificador a moranga "hokaido" com o limão, sal e o óleo de oliva. Júnte a cebola e envolva todos os outros ingredientes levemente nesse cÌ:eme. 7" fórmula lngredientes 2 xícaras de couve picadinha I ícara de tomate picadinho 1 ícara de cebola picadinha l/2 xícara de salsinha picadinha 2 ícaras de almeirão picadinho Tempero 1/3 de xícara de castanha-do-pará l/2 xícara de chuchu cozido saleÌimãoagosto Mod.o de fazer Bata a castanha-do-pará com o chuchu e o óleo de-oliva no liquidificadór. Acrescente os temperos e cubra os outros ingredientes. 8u fórmula lngredientes 2 xícaras de repolho picadinho 1xícara de quiabo tenro cru picadinho ffi

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