Deus ajuda quem cedo madruga

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Deus ajuda quem cedo madruga

  1. 1. Deus ajuda só a quem cedo madruga?Diferenças Individuais no Funcionamento do Sistema de Temporização Circadiana Humano Leandro Duarte Departamento de Fisiologia e Biofísica-ICB/USP
  2. 2. REVISÃO Sistema de temporização circadiana Osciladores Ciclos externos Ritmo aparente
  3. 3. 1000 1200 1400 1600 1800 2000 400 600 800 200 0 6:00MESOR 12:00 18:00 0:00 6:00 12:00 18:00 0:00 6:00 Período 12:00 curva ajustada REVISÃO 18:00 0:00 6:00 12:00 18:00 0:00 AMPLITUDE 6:00 12:00ACROFASE 18:00 0:00
  4. 4. Diferenças Individuais Fase Amplitude e Mesor Período endógeno M I V n 12% 61% 27% 172CRONOTIPOS DIFERENTES: 16% 60% 24% 2135 Matutinos 15% 73% 12% 6631 Vespertinos Intermediários 34% 51% 15% 522
  5. 5. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS  Facilidade acordar 1as horas da manhã  Dificuldade vigília além do horário de dormir  Estabilidade semana x final de semana (CVS)M  Boa eficiência de sono; menor sonolência diurna  Menos cochilos, menores problemas de atenção  Menores indisposições emocionais  Menor uso de cafeína e benzodiazepínicos  Atraso do início do sono  Atraso do início da vigília  Instabilidade semana x final de semana (CVS)V  Baixa eficiência de sono; maior sonolência diurna  Mais cochilos, maiores problemas de atenção  Maiores indisposições emocionais  Maior uso de cafeína e benzodiazepínicos
  6. 6. Diferenças de faseR 2h 11min Baehr, 2000 TemperaturaR.A 2h 34minR.Rc 2h 07min Kerkhoff & Van Dongen,1996Oral 4h 36minR.A 1h 08min Bailey, 2001R.Rc 3h Waterhouse, 2001Oral 1h12min Horne & Ostberg, 1976
  7. 7. Diferenças de fase Cortisol P.A 55 min Bailey, 2001 MelatoninaS.Rc 2h 06min Griefahn, 2002
  8. 8. Outros ritmos... Dinâmica do débito urinário Alerta subjetivo = 9 h MATUTINO 8 final Natale & Cicogna, 2002 VESPERTINO 6ml/min final 4 Kerkhof & Van Dongen 1996 2 = 6 h 4h RC inicial inicial 0 Duarte & Menna-Barreto, 2004 Humor Kerkhof, 1998 Necessidade de monitoramento de outros ritmos
  9. 9. Questionários para identificação •Horne & Ostberg, 1976 japonêsadolescentes adultos jovens alemão português crianças espanhol diferenciação semana e final de semana francês italiano www.crono.icb.usp.br/cronotipo
  10. 10. Classificação alertatemperatura Natale & Cicogna, 2002
  11. 11. Estudando as diferenças Relação de fase entre os ritmos Período endógeno Genes de expressão rítmica
  12. 12. Relação de fase entre os ritmos
  13. 13. Relação de faseentre os ritmos Acrofase TEMPERATURA e ALERTA Matutino = 4,0 h Vespertino = 0,0 h Natale & Cicogna, 1996
  14. 14. Relação de fase entre os ritmos Vespertinos: = 13hKerkhof & Van Dongen 1996 Matutinos: = 11h
  15. 15. Relação de fase entre os ritmosBaehr et al., 2000
  16. 16. Relação de fase entre os ritmos Liu et al., 2001
  17. 17. Relação de fase entre os ritmos Dividindo o STC em dois:• Ritmos mais plásticos: ciclo vigília/sono, volume urinário, resposta a teste de desempenho• Ritmos mais rígidos: temperatura central, sono REM, cortisol
  18. 18. Neurofisiologia Melatonina NÚCLEO PARAVENTRICULAR PINEALÁREA PRÉ-ÓPTICA NSQ HIPOTÁLAMO POSTERIOR Tálamo Prosencéfalo Basal Temperatura corporal Ciclo vigília/sono Atividade/Repouso Moore & Danchenko, 2002
  19. 19. CRDFOTI e CRDF M x V ??
  20. 20. Período endógeno
  21. 21. CORRIDA DE OSCILADOREStau M V tau Matutinos < tau Vespertinos Duffy et al., 2001
  22. 22. VES MAT IDOSOS MAT VESTomin VES MAT JOVENS MAT VES Duffy & Czeisler, 2002
  23. 23. Genes de expressão rítmica
  24. 24. MECANISMO MOLECULAR TIM CRY P DOS OSCILADORES TIM PER tim TIM P P P PER PER PER PER CRYCLOCK BMAL cry CRYs CKI epsilon per PERs + E-box
  25. 25. MECANISMO MOLECULAR DOS OSCILADORES tim TIM CRY P P TIM PER PER P P PER PER PER CRYCLOCK BMAL cry CRYs CKI epsilon per PERs + E-box
  26. 26. MECANISMO MOLECULAR DOS OSCILADORES PTIM PER P TIM CRY P P PERPER PER PER CRY - CLOCK BMAL cry CRYs CKI epsilon per PERs + E-box
  27. 27. MECANISMO MOLECULAR DOS OSCILADORES PTIM PER P TIM CRY P P PERPER PER PER CRY - CLOCK BMAL cry CKI epsilon per E-box
  28. 28. Genes de expressão rítmica per1 2548G e per1 2548A Katzenberg et al., 1999 Katzenberg et al., 1998* clock 3111C e clock 3111T Robiliards, 2002 tim 2634G e tim 2634A Pedrazzoli et al., 1998 Mutação Síndrome da fase avançada do sono per2 Toh, 2001 per3 Síndrome da fase atrasada do sono Ascher, 2003
  29. 29. MECANISMO MOLECULAR DOS OSCILADORES TIM CRY P tim TIM TIM PER P P P TIM CRY P TIM PER P P PER PER PER PER CRYPER PER CRY PER - clock bmal cry CRYs CKI epsilon per PERs + E-box
  30. 30. Perspectivas de estudos…. Relação de fase entre diferentes ritmos Capacidade de arrastamento Período endógeno Curva de Resposta dependente de faseDiferenças morfológicas nos genes de expressão rítmica
  31. 31. Projetos em desenvolvimento: PROSUL “Relação de fase entre os ritmos MODELO de temperatura periférica, atividade/ MATEMÁTICO repouso e o ciclo claro-escuro em “Cronotipos Humanos: cronotipos extremos” aplicação de modelo Duarte, L., Areas, R., Menna-Barreto matemático” Duarte, L., Lopes, J. R. MODELO ANIMALHUMOR “Plasticidade do CRONOTIPOS Sistema de“Variação Circadiana de Temporização em Humor: Comparação Roedores da Espécie Entre Diferentes Trinomis yonenagae: Cronotipos.” Comparação entre Porto, R., Duarte, L., Indivíduos Matutinos Menna-Barreto, L. DEPRESSÃO e Vespertinos” “Associação da Depressão com Duarte, L., Spinelli, E., o Cronotipo do Indivíduo” Menna-Barreto, L. Mesquita, E., Duarte,L., Menna-Barreto, L.
  32. 32. MatutinoVespertino
  33. 33. Enquanto os vespertinos não sincronizam… Maior exposição aos perigos associados àSonolência em horários vida noturna “impróprios” Letargia e ou estados depressivos
  34. 34. OBRIGADO PELA ATENÇÃO! lduarte@icb.usp.br“A máxima igualdade é aquela que permite o exercício das diferenças”

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