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Breno Conde (Diretor de Fotografia)

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Sertão como se fala

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O Sertão como se fala é um projeto de filme documentário independente que irá percorrer 17 cidades do Nordeste, passando por 7 estados (Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Piauí), a fim de mostrar a forma foneticamente diferenciada do alfabeto do sertão. São no total nove letras com som diferente: Ê - Fê – Guê - Ji – Lê – Mê – Nê – Rê – Sí.

O documentário quer investigar as raízes deste modo fonético diferenciado, descobrir as implicações disto na vida dos sertanejos e detalhar se ainda existem escolas e professores que ensinam a se falar “mê” no lugar de “eme” ou “lê” no lugar de “éle”.

O filme operará no exame das expressões culturais e seus reflexos nas formas de sociabilidade, levantando questões relacionadas às nossas heranças culturais e identitárias nacionais. Para isso, o documentário irá assumir a direção de um ensaio audiovisual, utilizando recursos da ficção no tratamento dos elementos estéticos e ao contexto artístico-cultural do sertão, na construção da narrativa que guiará o documentário.

A equipe de produção do filme irá conversar com educadores, alunos, estudiosos e artistas que tiveram em sua formação o jeito sertanejo de falar. Buscará a compreensão de como o modo foneticamente diferente interferiu na sua formação enquanto pessoa e enquanto um ser de um lugar esquecido para o resto do Brasil.

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Sertão como se fala

  1. 1. a) "Lá no meu Sertão Pros calnnclo lê Têm que aprender um outro ABC 0 Jota é Ji; a éle é Lê O êSSe é si: mas o érre Tem nome de rê" ~ É . _ _ . ,_ "' ' ~"""~T'% Luiz Gonzaga
  2. 2. , HIS'T6RM ~ _ i _No Brasil¡ até meados dos anos *' ' ~ ' «, _ 1960; não havia método ale i i alLain ' ' aPrenuliam as letras ulecoranalo as familias silálaicas. Ex. : Ina: ice; ici¡ . ¡.= °3_5H-_U? l5.9LU. P-_ iSSQ_ E1319.. isolamento sociocultural alas _ PoPulações sertaneJas uiD ñNorsLaste, , ler asiLeízrysísa , i : :uma íençerção& , abecec-! ájíío , se manteve Por anos; mas; agora: com a aceleração ala informação , via iNEeÇIIÊILeLtLÇQrUÉLLHá, :nataios-JEK), história, says, queremos contar- nças V
  3. 3. COMO SE FALA SERTÃO? Dewums , forma ele se Fercebecymlfravo PQJLJD ' 4:39, Perceber sua vo_z› seu _mudada dizerg_sua história; seu _Pensamentm Afinal; o que a fonética de um lugar diz_ sobre esse mesmo lugar? O que o modo de dizer _ serjaneJo_ Lala sobre essermesmo sertaneJoÍã De cunho cultural e educacional¡ q, documentario "Êertão como se falafjrá Percorrer çidadesdo Nordeste_ §ras_¡_l_ei_r_o__a f" de ai: ,esta me ões e m axial'. s: , [2091íçsmenteáücençiade , cio , al 6:19:19. drLsartão- O filnie ieusçgrá ouvir os sertanegosgisuas histórias e¡ Pensamentos; Permitindo a reflexão sobre como_tal alfalqeítizggiio se exPressa _sgcialweihistoricamente: LEVQMFÚÉ cauestõe. : relacionadas. às . nossas. .eranças culturais e identítárias- Assim: busca csnstruir UTILVÊJÃSÊÍW, _artístico _e_ _aiocumentaljle_ rasPe/ _ctos histáriçosiguejgalyez_ esjeJam em extinção no Brasil e retratara o imaginário PoPular e Político _dor Povo sertaneJo-
  4. 4. .. .a . Ill . Sã, _
  5. 5. ROTEIRO DE VIAGEM ? ainda de Belo Horizonte: Passando Por cidades como Feira de Santana: Euclides da Cunha: Canudos: Paulo Afonso e Juazeiro: na Bahia; Arcoverde: Salgueiro e Petrolina: em Pernambuco; Patos: na Paraíba'. Juazeiro do Norte: no Ceara; e Picos: no Piaui: o traJeto abran-Lera um Percurso de mais de 8 mil quilômetros e será feito em ? O dias. Algumas das cidades servirão de base de Produção Para Percursos mais curtos: como: Por evemPlo: Euclides da Cunha: onde a equiPe ficara hosPedada Por cinco dias e Percorrerá toda a sua microrregião (Canudos: Monte Santo: etc). PIEOS Petrolina. Juazeiro oFatos da Nor. tc ' . Talguciro Arcoverde O *o K Paulo Afonso Cam/ JOE. Eufjliricí da Cunha o _/ ruim dc. Santana
  6. 6. .y ' / z l Í . " l ' u s'. r . Q .
  7. 7. RETORNO INSTITUCIONAL O Parçeiro S§__a_SS9_C_ͧFá a um _i-_gíistra artíggiçgg _ _ M" _alogqmeniail_ sobre aSPectqS históricos e camPortamentaiS em , exxinção "5LÊ, |'Í_§! _§¡Â-, _DÊÊJLQÀXÇVÉI Jtmgaejimer a, responsabilidade social e cuLturaL cIE manter viva a memória. - o Peggar e a vaigriggião Ja ggijura _| g[§SÍL: a_Í['a _r em resseeial na região SertafleJa: a ale_ maior miséria e carência aiofaís. O Parceiro que: Junto a equiPex acreditar nestes Voiqjetivos; terá várias fqrgias ale_ _colalograr em Sus reaiizaçvãg Era-lerápsergiesde, ynyfairocinar máste: : com sua logomatga aflicaola no início e no íinai : :IO filme: tendo lamlném a direita ale ter Seu name veiculada em todas as Peças ale divutgaeão alo documentario; até um aPoiaaior _ÍnSjiÍUgigngLg colainoçando com IWOSPEaIBaÇQÃQ__§I_Im§7nI§Çõ§§i combustiveis. / x/ñ-q QIeEnTàD 0000000000. : ÕHEFÊE ? ai-a , (Liste ymâatériq, Lam _El, auie_e, xi1s¡ç§§ã , lggala riasignai, e internacional: :la Seguinte fprma: as Canaa? na* taievisaí Pública e' edíãativawalo Pais: V '- - - ' 595d üpenpew É E ^ ” ' ^ TVBrasiI _lu m: : MINAS A ° ' Hum” tvaldeia L “ ' @a Ii . m5 ' '-/ " CULTURA tVU. I'n a¡ Festivais internacionais Inscrições nos PrinciPais festivais Je cinema ala mundo: - Festival ale Çanpe§ (França); fjesijysL , e[§__C_¡”B mau-Ie, _Be ri i mjfll e mania ai? , - Festival : :IE Cinema oIE Lacargp (Êuíça) _ - iíestLvai ele Cinemgule Toronto (Çínauiájã - Festival ale Cinema ale Veneza (Itáliah - Festival Internacional oie Cinema ale Havana (Guina); N: Festival ele, Cinema della* : :Lei Piaza , S/irgentinab,
  8. 8. Legis! ¡skeieneií Inscrições nos PPincÍFaÍS festivais de cinema nacionais: - Festival de Cinema de Gramado; 1-_ festivalVdreçwCinema do Rio de Janeiro; - Festival_ de Cinertiagle Brasília ã zñestixal, soia-_Çinems_ celaiPescuamic-peqà __ _ f FesiivaljíÉ Tua! cVeceiaoie" EFPLEJ . e M921, : _§. .eman_a. _49§_ÊE9lÍ2?9l9Te§_ÊR-ÚÉ, , , , _, - Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; - Mostra CiiLe BH (MG); 7_ 7_ _ - Festival de Cinema de Tiradentes UfLG); iliiercoiêâinêma àdílí, - PR? ? *- Cãriãiscioacchaalasic Será negociada a venda Para canais de televisão de Pacotes fechados: _de QMPIIÍLIUIÉ_ nacional: *v f» an_ i . i ltíma' i É": A THE HISTORY CHANNEL ? week , DisPonibilizgção do documentário em canais com grande cigceccugsãociicsisugdescpeá, - Youtubeâ -___/ _ime3. i *Lãxileiazãas Jiineriiitaíà Êerão realizadas exibções nas _cidades-Polo das regiões onde o filme foi gravado; tais como: _ 7 - Feira de Santana: Euclides da Cunha; Paulo Afonso: JuazeirojBaijiia); _ _ Áceogcecal ELEBJLOÀULIÊÉLLB mais 9). ? _ l -JÊFaÍJJSLFBFeíl-aaií, , , Juazeiro do Norte (Ceará); l - Picos (Piaujlg i Todas as exibições contarão_ com _e Presença de um banner el? emrresa Parceira a9, laio. étíêlãfê- *_I: §EÊ3ÚÊ"Í9 oficial l - Belo Horizonte_ i @me Humberto MEEJTOCPElÉFJJD “das , Artes _ D_u_r, ante__o_eyent um banner_ do Patrocinador será i Posicionado ao la o da entrada do cinema. Êerá cedido i também esPaço e oPortunidade Para distribuição de _ materiais_ dediyulgação; Produtos , e _brindes do Parceiro, Pode-se negociar' o lançamento do filme em outras_ Çíàjáz,
  9. 9. COTA DE PATROCÍNIO '"* O filme vai custar RÍF 645-00O: OO. Vamos dividir assim: Apresentação: Ri? '2'20.000:00 (3 cota) Patrocinio master: RW 'lãO-OOOÁJO (5 cotas) Patrocinio: Ri? 75.000.430 (7 cotas) Apoio: me 25.000,00 via cotas) APoio institucional: Permutas que não envolvam dinheiro Ex: Hospedagem: alimentação: combustível: seção de obJetos: empréstimo de equipamento: etc- r ' : ma: Flu-iui-iett-iueii- #Ibiuna f-zc-inint-Hi ¡ia-v-n-iiiiei-, FY-i Pula-Imara . .Hit-ir prlli-¡Jmt-i ; iu-nn ¡iu-ii-r hHTlühÍÍ-iiki' : Htcialkigm-i 4- : irem-w : unir-lanu-: i-«t-¡He- amu 'tcp-ter cw iauur-einianliew ' VIInIq-p ÍTHIÇH ¡vñíialr a hieialfen-I-llb' anel: : sairem. aninha-a ¡- i-ozdi-n 'l-¡i-n a 'lida-w al-llerña -› flH-t9l=4$1n : ta Hartlkelgmu i'll Miura . ala. Íaurlnlr-IF-, tai nm min e "Tila-Il : I-i -tlnlellmldllrf-; Wn ÁIHn-. KIQGY-i «b» iagpiutsir-'çhi um : :aurrlil- : lu : nunligmgmai aliar-milha: P Áltln-JHQÊÍ-i . qa ¡q-, piuueivam um "T . Ata enur-aosqnitsigmn. matam. , a. . : k-IH-«IÍP-r qui "Inu-thu- al' : aiiivaumiev lli-irnenv n= nvn1izw TVA» os» Alian- : a abuso» ¡m- anlÍllleÍl-L' a ¡m- aorlhtçñtsu . it-i Ilima- ¡Idllenlpmu «la ioyphllelñgks» : um “uh-Jau a¡- : Jr-'cnlvli-w ; ira-ringue hm: uelh-'b' lk-: qrxv -uewieuavr : :emita-nv : ni-il #li-ii-gtaauui : la Myriam-wow ele» = IllluF'= lT! i -imIi-v e» but-Inhumas» ahi 'lili-ia ¡I-i "mami-i unlllhuewlt-i nn- 'negam : ra ; iramammn
  10. 10. v i_ . _l›. ..vw u , . . ÕWJKWJ. il¡ . _ a i l v! i_ «i ía. u 4./ .I. i . , ¡Iíinni 1th u. . n/ ÍU. ,i. |. 1 »ÍÍ IF
  11. 11. REALIZADORES' Leandro Lopes (Diretor) Jornalista: Mestre em Estudos 7 Literários e documentarista. Diretor do filme "um humanista por acaso escritor": sobre José Saramago. Atuou durante quase dez anos na televisão dirigindo o Programa Diversa: da TV Brasil: e o Fi + Sotaques: do GruPo Abril. Vinicius Rezende (Produtor Executivo) Jornalista e documentarista. Diretor do documentário "Carga viva” e Produtor nos filmes "Flor: minha flor" e "Para Tchékhov": l do GruPo Galpão. Em TV: foi Pesquisador e Produtor _do Programa "Fé" (TV Brasil/ Rede Minas): diretor e roteirista de "Ligado na Ciência" (Rede Minas).
  12. 12. Ian Lara (Editor e Finalizador) Breno Conde (Diretor de Fotografia) Publicitário: coordenador do núcleo de produção da TV UFMG. Foi editor e iinalizador do programa Diversa: da Rede Minas / TV Brasil. Possui experiência de 'i3 anos em produtoras audiovisuais: atendendo empresas como Fiat: _Prefeitura de Belo Horizonte: Microcity. Montador do docu- mentario “um humanista Por acaso escritor": sobre José 9aramago. Diretor de fotografia e repórter cinematográfico. Formado em Publicidade e Propaganda: cursou a Escola Livre de Cinema. Foi repórter cinematógrafico na Rede Minas de Televisão e diretor de fotografia da série "Momento _ l instrumental”. Ja trabalhou para o J Cruzeiro Esporte Clube: Green -4*rr^”' Metals e Biominer (onde realizou imagens aéreas do Nordeste Brasileiro). Eduardo de Ávila (Diretor de Fotografia) Diretor de fotografia e repórter cinematográfico. Trabalha ha 'i5 i anos com imagem: produzindo , , 4 conteúdo Jornalístico: Publicitário e documental para TV. Assinou a . i fotografia do institucional mundial da i i Magnesita SKA. ViaJou por Minas i Gerais Para registrar a história dos barcos a vapor que circulavam no Rio São Francisco- seRTàU uoocooooocccoonoaouuoonoaaoooaoococoooooc-coooouoooooo-ucoooaoooc-o-aooo--oooooconua-no EÍJHEI SE FELB Contatos sertaocomosefalaiBgmaiLcom Leandro Lopes I (31) Msg-sao. : Vinícius Rezende l (an) 9992-0512

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