Trabalho em slide estradas

484 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
484
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
7
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Trabalho em slide estradas

  1. 1. TRANSPORTETRANSPORTE RODOVIÁRIORODOVIÁRIO FLORESTALFLORESTAL
  2. 2. Conjunto de um caminhão e dois reboques.Caminhão + Reboque + Reboque TREMINHÃOTREMINHÃO
  3. 3. ObjetivosObjetivos  Este procedimento prescreve instruções para o planejamento e realização do transporte florestal de madeira oriunda de plantios florestais.
  4. 4. Definições de TransporteDefinições de Transporte  TIPOS DE VEÍCULOS: classificados por tamanho, capacidade de carga e por sua composição. Rodoviário: Consiste no transporte da madeira por meio de caminhões articulados(carretas), conjugados (biminhão), bi trem, tri trem, rodo trem e treminhão.
  5. 5.  Vantagens: Existência de rodovias interligando grande parte das regiões do país, havendo várias possibilidades de rotas. Permite o transporte de diferentes volumes de carga e a escolha de rotas.  Desvantagens: Possui maior custo de transporte por unidade de volume. É pouco seguro e tem depreciação rápida.
  6. 6. TreminhãoTreminhão
  7. 7.  O transporte de toras (madeira bruta com comprimento superior a 2,50metros) em vias públicas deve respeitar os seguintes requisitos de segurança: As toras devem ser transportadas no sentido longitudinal do veículo, na disposição vertical ou piramidal (triangular) no caso de nativas;
  8. 8. TIPOS DE MADEIRA A SEREM TRASPORTADAS  a) Madeira curta: comprimento de até 2.4 metros, podendo ser transportadas na posição longitudinal e transversal.  b) Madeira em Bloco: Comprimento entre 2,4 e 6 metros, geralmente transportadas na posição transversal.  c) Madeira Longa: Comprimento máximo permitido pelo veículo, normalmente acima de 6 metros.
  9. 9.  d) Árvore inteira: árvore com galhagem e folhagem.  e) Árvore completa: árvore com galhagem, folhagem e parte do sistema radicular.  f) Fragmentos de madeira: madeira fragmentada em forma de cavacos, serragem, madeira picada e galhagem fragmentada como biomassa.
  10. 10. Capacidade de Carga por Eixo  É o peso máximo (carga + tara) que cada eixo pode suportar em função de normas legais e de sua resistência.  Carga Útil É o peso total da carga a ser transportada de uma única vez, por um determinado veículo.
  11. 11.  Lei da Balança É a lei que regulariza a relação peso-potência e o número de eixos dos veículos que trafegam em estradas públicas. Peso Bruto (PBT) É o peso máximo (carga + tara) que o veículo-trator ou caminhão suporta, de acordo com a potência do motor, a resistência dos chassis, a suspensão e os eixos. O PBT é especificado pelo fabricante. PBT(Peso Bruto no Transporte).PBT(Peso Bruto no Transporte).
  12. 12.  Volume Útil É o volume máximo que o veículo oferece para acondicionamento da carga. Pode ser expresso pela razão entre altura, largura e comprimento do compartimento de carga do veículo.
  13. 13. Dimensões dos Veículos a) Largura máxima- 2,60 metros b) Altura máxima- 4,40 metros c) Comprimento Maximo d) Veículo simples- 14 metros e) Veículo articulado- 18.15 metros f) Veículo com reboque- 19,80 metros
  14. 14. Capacidade de TransporteCapacidade de Transporte  Treminhão: comprimento máximo 30,00 mTreminhão: comprimento máximo 30,00 m  6t+17t+(10t+10t)+(10t+10t)6t+17t+(10t+10t)+(10t+10t)  PBTC=63tPBTC=63t
  15. 15. Tráfego em Horários Inadequados  A legislação de trânsito fixa horários em que os tipos de veículos possam trafegar sobre as rodovias, mas que nem sempre são cumpridas.
  16. 16. VelocidadeVelocidade  Os veículos superiores a 19.80 metros, por exemplo, só podem trafegar em período diurno e com velocidade máxima de 80 km/h, com algumas exceções..
  17. 17. Veículo conjugado  É um veículo composto de duas ou mais unidades, sendo a primeira uma unidade tratora e as outras podem ser compostas por reboques ou semi-reboques.
  18. 18. Sustentabilidade Atualmente, no mundo todos estão ocorrendoAtualmente, no mundo todos estão ocorrendo mudanças no comportamento dos negócios emmudanças no comportamento dos negócios em relação ao manejo florestal sustentado, pois arelação ao manejo florestal sustentado, pois a preferência dos consumidores por produtos depreferência dos consumidores por produtos de madeira obtidos de forma ambientalmentemadeira obtidos de forma ambientalmente responsável é cada vez maior. Nos Estadosresponsável é cada vez maior. Nos Estados Unidos, desde 1994, a maioria das grandesUnidos, desde 1994, a maioria das grandes empresas de papel e celulose que são membrosempresas de papel e celulose que são membros da American Forest and Paper Associationda American Forest and Paper Association (AF&PA),(AF&PA),
  19. 19. voluntariamente adotaram diretrizes paravoluntariamente adotaram diretrizes para garantir a sustentabilidade florestal e estãogarantir a sustentabilidade florestal e estão implantando práticas florestais ambientalmenteimplantando práticas florestais ambientalmente adequadas em todas as suas operações florestais.adequadas em todas as suas operações florestais. No Brasil, a colheita de madeira está tomandoNo Brasil, a colheita de madeira está tomando um rumo mais profissional e científico, voltadoum rumo mais profissional e científico, voltado ao conceito de sustentabilidade florestal.ao conceito de sustentabilidade florestal.
  20. 20.  As composições de alto desempenho maisAs composições de alto desempenho mais utilizadas nas usinas são o rodo trem e outilizadas nas usinas são o rodo trem e o treminhão, com PBTC - Peso Bruto Totaltreminhão, com PBTC - Peso Bruto Total Combinado, de 74 t e 63 t, respectivamente.Combinado, de 74 t e 63 t, respectivamente. Ambas configurações possuem vantagensAmbas configurações possuem vantagens operacionais e podem ser compartilhadas emoperacionais e podem ser compartilhadas em uma mesma frota, desde que alocadas em frentesuma mesma frota, desde que alocadas em frentes de corte separadas.de corte separadas.
  21. 21.  A maior vantagem do rodo trem é relativa àA maior vantagem do rodo trem é relativa à melhor capacidade de carga e à versatilidade demelhor capacidade de carga e à versatilidade de operação do sistema “bate e volta”, queoperação do sistema “bate e volta”, que maximiza o uso do cavalo mecânico. Por outromaximiza o uso do cavalo mecânico. Por outro lado, os pontos fortes do treminhão são relativoslado, os pontos fortes do treminhão são relativos à distribuição de carga nos eixos tratores e aoà distribuição de carga nos eixos tratores e ao maior número de articulações, que permite suamaior número de articulações, que permite sua operação em áreas com restrições de espaço -operação em áreas com restrições de espaço - menor raio de giro.menor raio de giro.
  22. 22.  Uma vantagem adicional do treminhão é que emUma vantagem adicional do treminhão é que em regiões onde há restrição noturna pararegiões onde há restrição noturna para composições longas, ao se desengatar o segundocomposições longas, ao se desengatar o segundo reboque, 66% da carga ainda é transportada,reboque, 66% da carga ainda é transportada, contra apenas 50% da carga, no caso do rodocontra apenas 50% da carga, no caso do rodo trem, ao se desengatar o segundo semi-reboque.trem, ao se desengatar o segundo semi-reboque.
  23. 23. Custo relacionado ao veículoCusto relacionado ao veículo  É contraído pelo transportador na compra ouÉ contraído pelo transportador na compra ou aluguel do veículo usado para transportar asaluguel do veículo usado para transportar as mercadorias.O custo relacionado ao veículomercadorias.O custo relacionado ao veículo usado é considerado fixo para decisõesusado é considerado fixo para decisões operacionais de curto prazo. Ao tomar decisõesoperacionais de curto prazo. Ao tomar decisões estratégicas de médio e longo prazo,esses custosestratégicas de médio e longo prazo,esses custos se tornam variáveis.se tornam variáveis.
  24. 24. BibliografiaBibliografia  ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Disponível em <http://www.abntcatalogo.com.br>. Acesso em: 20 nov. 2009.  AMBIENTE BRASIL (Org.). Exploração e Transporte Florestal. Disponível em: <http://ambientes.ambientebrasil.com.br/florestal/explora cao_e_transporte/exploracao_e_transporte_florestal.htm l>. Acesso em: 1 out. 2009.
  25. 25.  MACHADO, C. C.; LOPES, E.S.; BIRRO, M.H.B. Elementos básicos do transporte florestal rodoviário. 1 ed. Viçosa: UFV. 2005. 167 p.   SILVA, M. L.; OLIVEIRA, R. J.; VALVERDE, S. R.; MACHADO, C. C.; PIRES, V. A. V. Transporte de madeira de reflorestamentos para diferentes tipos de veículos. Revista da Madeira: Edição n. 117, nov. 2008.
  26. 26. Trabalho Elaborado Pelos Alunos:Trabalho Elaborado Pelos Alunos:  Carlos Alberto Prestes nº07Carlos Alberto Prestes nº07  José Leandro Hatlan Destro nº 17José Leandro Hatlan Destro nº 17  Vilmar Ávila nº27Vilmar Ávila nº27  Prof º: Cléverson Luiz Dias MayerProf º: Cléverson Luiz Dias Mayer Matéria: Estradas FlorestaisMatéria: Estradas Florestais

×