Laminador 2

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    1. 1. LAMINADOR  OBJETIVOS DA LAMINAGEM  DEFEITO DE PREPARAÇÃO E EXTRAÇÃO  VELOCIDADE DIFERENCIAL  DIÂMETROS DE ROLOS  TAREFAS DE MANUTENÇÃO DE ROLOS  CURVA DE DEFORMAÇÃO DE ROLOS  MANUTENÇÃO TECNOLÓGICA  COMENTÁRIOS SOBRE CONTROLES ROTINEIROS
    2. 2. LAMINAGEM DE COPOS OBJETIVO DA LAMINAGEM  Romper a cela de óleo  Incremento da área de contacto solvente produto  Criar microlagoas de óleo  Reduzir o tempo de percolação do solvente
    3. 3. 0,25 0.3 0,35 0,4 0,45 0,5 0,4 0,45 0,54 0,7 1,4 1 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 1,8 2 DEFEITOS E CONSECUÊNCIAS DA LAMINAGEM Espessura da placa em mm Gordura residual em %
    4. 4. DEFEITO DE EXTRAÇÃO  O método de determinação de defeitos utiliza-se para identificar as causas que possam provocar um elevado conteúdo de matéria gorda nas farinhas saídas dos extratores. Para isso, tomam-se 5 grs. (aprox.) de farinha desolventizada saída do extrator y tira-se a gordura num equipamento twisselman durante 2 horas, o matraz que contém a matéria gorda (que foi previamente tarado) é secado em estufa durante 1 hora a 100 °C. Pesa-se este último e a diferença de peso corresponde ao conteúdo de matéria gorda na amostra e representa o “DEFEITO DE EXTRAÇÃO”, que deve ser inferior a 0,40 %.
    5. 5. DEFEITO DE PREPARAÇÃO  O resíduo sólido que ficou no cartucho anterior após 2 horas de extração é moído num moinho a lâminas de forma tal que o 95% passe pela peneira de 1 mm, depois põe-se a extrair no equipamento twisselmann durante outras 2 horas e a gordura extraída recolhe- se num matraz previamente tarado. Transcorrido esse tempo leva-se o matraz à estufa a 100 °C durante uma 1 hora, pesa-se, e a diferença de peso corresponde ao conteúdo de gordura da amostra e representa o “DEFEITO DE PREPARAÇAO”, que deverá ser menor ao 0,20 %.
    6. 6.   VELOCIDADE DIFERENCIAL  Está expressada em % , y varia de acordo com o produto e as velocidades tangenciais dos rolos  Este efeito melhora a rotura das celas de óleo e a formação das microlagoas de óleo. I
    7. 7. DIÂMETROS DE ROLOS  Nos rolos de diâmetro pequeno, o ângulo de deformação é grande, gerando-se em alguns produtos problemas de agarre e de introdução do quebramento, o que faz com que a deformação se produza mais violentamente Nos rolos de grande diâmetro o ângulo é menor, pelo que a deformação é mais progressiva e menos violenta, o que faz com que se reduza o esforço específico. I
    8. 8. CONDIÇÕES DE TRABALHO Para que o processo de laminagem se cumpra dentro dos parâmetros e dos valores mostrados, devem-se cumprir as seguintes condições.  62° C de temperatura mínima do produto na entrada da máquina, até um máximo de 75 / 77 °C.  Tempo de acondicionamento do produto, mínimo 17 minutos.  Umidade 10 / 11 %  Qualidade do quebramento( Frio ): <20 % retido sobre malha de 4x4 mm >60 % retido sobre malha de 2,38x2,38mm  Qualidade do quebramento(Quente): 50 % meios 50 % 1/4
    9. 9. MANUTENÇÃO DE ROLOS  Esquema de um par de rolos com desgaste normal
    10. 10.  Esquema de um par de rolos com um desgaste devido a carga maior no centro.  Se a carga é excessiva sobre a nominal produz-se o efeito “arame” e o rolo rompe-se na sua parte do meio. MANUTENÇÃO DE ROLOS
    11. 11.   A rotura ou fissura das pontas, é sempre produto de se ter tocado nos extremos dos rolos,isto geralmente deve-se ao fato de que não se realizam os controles de pontas. I MANUTENÇÃO DE ROLOS
    12. 12. ROTURA POR DIFERENÇA DE VELOCIDADE DE FECHAMENTO E/OU DIFERENTE APERTURA I
    13. 13. MANUTENÇÃO DE ROLOS Facetado do polígono que se gera por todo o comprimento da tabela do rolo
    14. 14. CURVA DE DEFORMAÇÃO DO ROLO 0 15 30 45 60 90 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 TEMPO (dias) PITING % + FACETADO PERIODO INDICADO PARA REALIZAR RECTIFICADO
    15. 15.   MANUTENÇÃO DE ROLOS  Como conceito estabelece-se que a manutenção dos rolos é uma tarefa preventiva  A manutenção preventiva consiste na ratificação in-situ da tabela do rolo por meio de retificadores portáteis.  O controle das pontas dever-se-á realizar também como manutenção preventiva. Os rolos desgastam-se simultaneamente devido a alterações na condição do produto.  Realizadas estas tarefas, como dissemos, de forma preventiva, dentro dos tempos estabelecidos pelos fabricantes das máquinas, os rolos deverão permanecer na condição de uso normal.
    16. 16.   RECTIFICAR VER PELICULA DE RECTIFICADO RECTIFICANDO
    17. 17. MANUTENÇÃO TECNOLÓGICA Durante a primeira posta em marcha e durante a operação da mesma dever-se-ão controlar e regular os seguintes pontos:  ALIMENTAÇÃO  ASPIRAÇÃO  LÂMINAS RASCADORAS DE ROLO  ENCAUSADOR DE PRODUTO
    18. 18.   ALIMENTAÇÃO I
    19. 19. ASPIRAÇÃO
    20. 20. ENCAUSADOR DE PRODUTO SUJIDADE I
    21. 21. São dirigidos aos “controles rotineiros” que se devem realizar na máquina, que estão relacionados com os pontos específicos da mesma, e também com o processo propriamente dito. O líquido interno, que é uma solução de água e óleo solúvel ao 5 %, não é um refrigerante, mas trabalha como um homogeneizante da temperatura do rolo. Dever-se-á fazer um controle da existência deste elemento, pelo menos duas vezes por ano. A gaveta de alimentação, é a que garante uma alimentação eqüitativa, ou seja, uma cortina de produto, de uma quantidade determinada, ingressando entre os rolos igual ao longo de toda a tabela. Dentro da capacidade nominal da máquina( 400 t/n / 24h/s ), qualquer diferença na abertura deste elemento ou desalinhação com respeito ao eixo do rolo alimentador gera sobrecargas de alimentação que se traduzem em deformações do rolo, maiores temperaturas, dilatações perimetrais de rolos, laminando por um lado extremadamente fino e por outros extremadamente grosso COMENTARIOS
    22. 22. Há que controlar a cada 2 horas a limpeza do alimentador: o mesmo deve estar livre de pedras, bolas de produto geradas quase sempre no cozinhador e por excessivo pó no produto, elementos metálicos, etc. As lâminas rascadoras são o exemplo que garante que não fiquem lâminas ou películas muito finas de gordura coladas ao rolo, pois todo o produto que fique aderido volta a passar pela zona de laminagem, gerando também uma sobrecarga e produzindo os mesmos problemas anteriormente mencionados, elevando como conseqüência a temperatura do rolo.Podemos dizer também que se a película de gordura que fica aderida ao rolo é significativa, em muitos casos trabalha como lubrificante e não permite que o rolo morda o produto e este não ingresse e/ou demore em ingressar, o que produz fricção extra contra o rolo e também aumento de temperatura neste. Além disso, dever-se-á fazer a limpeza destas lâminas com ar, uma vez por turno, para evitar a compactação e formação de zonas duras que rocem com o rolo, gerando temperaturas e dilatação no rolo com a conseguinte laminagem fina, não desejada.
    23. 23. A chapa encausadora ou defletora tem que garantir a introdução do produto entre os rolos sem que se observe material picando e/ou ricocheteando entre estes. Desta forma também se garante o menor consumo de eletricidade dos motores principais. Esta chapa encausadora deverá estar sempre limpa de deposições de sujidade, que geram uma interrupção na cortina de produto. A aspiração não só contribui com a refrigeração do rolo e do ambiente interno da máquina, senão que também contribui com a evacuação de bafejos e pós. A pressão varia de acordo com a temperatura de cozimento, qualidade de quebramento (segundo especificações técnicas do manual do quebrador Buhler), tempo de residência no cozinhado, e espessura de lâmina desejado, tendo como limite máximo 75 bar.
    24. 24. O tempo ideal de acondicionamento ou retenção no cozinhador (tradicional) é de 17 minutos mínimo. Com o Bean Heater funcionando nos parâmetros corretos, o acondicionação é mais do que ótimo. A qualidade do quebramento em frio deve estar dentro dos seguintes parâmetros: Sobre tamis de 4 x 4 = 20 % Sobre tamis de 2.38 x 2,38 = 62 % Y quando é quebramento quente: %50 % de meios e 50 % de quartos é suficiente.
    25. 25. Não é só vender equipos Os sócios também brindamos soluções

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