O Jogo como
Prática de Ensino
Interdisciplinar
OBJETIVOS
● Motivar o aluno através da atividade lúdica;
● Integrar os diferentes conteúdos pedagógicos
através da prática...
PROPOSTA
O jogo interdisciplinar tem como proposta
motivar o aluno para que tenha interesse não
apenas por uma ou outra di...
O JOGO
“...é no jogo e pelo jogo que a civilização surge e se desenvolve”
Huizinga (1996)
“Os jogos constituem-se admiráve...
O JOGO
“O jogo toma diferentes formas de acordo com a idade, está centrado
no prazer proporcionado por sua prática... Cons...
COMPETITIVO
COOPERATIVO
DRAMÁTICO
TABULEIROS/MESA
GINCANAS
RPG
TIPOS DE JOGOS
A INTERDISCIPLINARIDADE
NA ESCOLA
“Interdisciplinaridade não se ensina, não se aprende, apenas vive-se,
exerce-se e por is...
CONCLUSÃO
A interdisciplinaridade  é  algo  que  deve 
ser  trabalhada,  discutida  e  enfatizada 
constantemente,  pois  ...
“Muda, que quando a gente muda, o
mundo muda com a gente. A gente muda o
mundo na mudança da mente. E quando a
gente muda ...
BIBLIOGRAFIA
 ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis:
Vozes, 1998.
 ANTUNES, C...
BIBLIOGRAFIA
 KOUDELA, Ingrid D. Jogos teatrais. 4 ed. São Paulo: Perspectiva, 1984.
 LE BOULCH, Jean. A Educação pelo m...
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Formação 4° e 5° ano

  1. 1. O Jogo como Prática de Ensino Interdisciplinar
  2. 2. OBJETIVOS ● Motivar o aluno através da atividade lúdica; ● Integrar os diferentes conteúdos pedagógicos através da prática do jogo; ● Contextualizar as atividades pedagógicas com o cotidiano do aluno através do jogo; ● Utilizar o jogo como forma de análise e avaliação pedagógica.
  3. 3. PROPOSTA O jogo interdisciplinar tem como proposta motivar o aluno para que tenha interesse não apenas por uma ou outra disciplina, mas pelo aprendizado como um todo, contextualizando os conteúdos desenvolvidos com a realidade social do aluno, integrando a educação afetiva, cognitiva, social e motora
  4. 4. O JOGO “...é no jogo e pelo jogo que a civilização surge e se desenvolve” Huizinga (1996) “Os jogos constituem-se admiráveis instituições sociais...Exercitam a autonomia e a cidadania, pois as crianças aprendem a julgar, a argumentar, a chegar a um consenso, a raciocinar” Piaget (1975) “O jogo ajuda a construir novas descobertas, desenvolve e enriquece sua personalidade e simboliza um instrumento pedagógico que leva ao professor a condição de condutor, estimulador e avaliador da aprendizagem.” Celso Antunes (1998)
  5. 5. O JOGO “O jogo toma diferentes formas de acordo com a idade, está centrado no prazer proporcionado por sua prática... Constitui no motor essencial de desenvolvimento”. Le Boulch (1987) ”A ludicidade e a aprendizagem não podem ser consideradas como ações com objetivos distintos. O jogo e a brincadeira são, por si só, uma situação de aprendizagem. As regras e a imaginação favorecem á criança comportamento além dos habituais”. Vygotysk (1988) “O Jogo possa servir como meio de análise de caráter... a criança dá inteiramente a seu jogo, porque este lhe serve para firmar sua personalidade total”. Jean Chateau (1987)
  6. 6. COMPETITIVO COOPERATIVO DRAMÁTICO TABULEIROS/MESA GINCANAS RPG TIPOS DE JOGOS
  7. 7. A INTERDISCIPLINARIDADE NA ESCOLA “Interdisciplinaridade não se ensina, não se aprende, apenas vive-se, exerce-se e por isso exige uma nova pedagogia, a da comunicação”. Ivani Fazenda (1979) A interdisciplinaridade segundo Ferreira (in Fazenda, 1997) “surge como possibilidade de enriquecer e ultrapassar a integração dos elementos do conhecimento”. “Não pode ser entendida como conceito e sim como ação, que precisa ser exercitada, “não possui um sentido únicoe instável”, segundo ela pensar em um conceito seria a própria prática”. Ivani Fazenda (1979)
  8. 8. CONCLUSÃO A interdisciplinaridade  é  algo  que  deve  ser  trabalhada,  discutida  e  enfatizada  constantemente,  pois  através  dela  tornamos  o  estudo  mais  dinâmico,  interessante  e  interativo.  A  Educação  como  um  todo  tem  muito  a  acrescentar  para todas as disciplinas e  o jogo é um  possível  caminho  para  o  ensino  interdisciplinar na escola.
  9. 9. “Muda, que quando a gente muda, o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente. E quando a gente muda à gente anda pra frente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude, nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro, na mudança do presente a gente molda o futuro”. Gabriel Pensador REFLEXÃO
  10. 10. BIBLIOGRAFIA  ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes, 1998.  ANTUNES, Celso. Manual de técnicas de dinâmicas de grupo de sensibilização de ludo pedagogia. 16 ed. Petrópolis: Vozes, 1999.  BRASIL. Secretaria de Educação infantil. Referencial curricular nacional para a educação infantil, v. 1. MEC/SEF - Brasília, 1998.  BRASIL Secretaria de Educação fundamental. Parâmetros curriculares nacionais – Pluralidade cultural e orientação sexual. MEC/SEF - Brasília, 2003.  BROTO, Fábio O. Jogos cooperativos – se o importante é competir, o fundamental é cooperar! 2 ed. Santos: Projeto Cooperação, 1999.  CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.  FAZENDA, Ivani (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2001.  FAZENDA, Ivani (Org.) Práticas interdisciplinares na escola, 4 ed. São Paulo: Cortez, 1997.  FAZENDA, I.C.A. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia? São Paulo: Loyola, 1979.  FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 1997.  FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.  FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido, 17 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.  HUIZINGA, Johan. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1996.  JACQUIN, Guy. A educação pelo jogo. 2 ed. São Paulo: Flamboyant, 1963.
  11. 11. BIBLIOGRAFIA  KOUDELA, Ingrid D. Jogos teatrais. 4 ed. São Paulo: Perspectiva, 1984.  LE BOULCH, Jean. A Educação pelo movimento: a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.  MATTOS, Mauro G.; NEIRA Marcos G. Educação Física na adolescência: construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2003.  MAZZEI, Julio; TEIXEIRA, Mauro S. Coleção v 1. Cultura, educação, educação física, esportes e recreação.2 ed. São Paulo: Fulgor, 1967  NOT, Louis. Ensinando a aprender: elementos de psicodidática geral. São Paulo: Summus, 1993.  PIAGET, Jean. A construção do real da criança. Rio de Janeiro: Zahar/MEC, 1975.  PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? 7 Ed. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1980.  PICCOLO, Vilma. L. N. (Org). Educação física escolar: ser... ou não ter? Campinas: Unicamp, 1995.  PONTUSCHKA, Nídia Nacib (Org.). Ousadia no diálogo – Interdisciplinaridade na Escola Pública. São Paulo: Loyola, 1993.  QUEIROS, Tânia D.; MARTINS, João. L. Pedagogia lúdica – jogos e brincadeiras de A á Z. São Paulo: Rideel, 2002.  SLADE, Peter. O jogo dramático infantil. Vol. 2, (Tradução Tatiana Belinky) São Paulo: Sumus, 1978.  SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.  VYGOTSKY, L. L. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Rio de Janeiro: Scipione, 1988.

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