Painel 7: Licenciamento Ambiental

A experiência da Aracruz Celulose S.A.

Case 2: Licenciamento e Monitoramento
 das Oper...
Conteúdo da Apresentação

• A Empresa Aracruz Celulose

• Transporte de madeira por barcaças

• O processo de licenciament...
A Empresa Aracruz Celulose

• Grupos Controladores: Lorentzen, Votorantim e Safra (28% cada um) e o
    BNDES com 12,5% da...
A Empresa Aracruz Celulose

• Unidades industriais:
    Barra do Riacho: 2.180 mil tsa/ano
    Guaíba: 436 mil tsa/ano
   ...
O Transporte Marítimo
                             Capacidade

                                 • 3.400.000 m³/ano

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Projeto – Dados Embarcações
        • Transporte de madeira Caravelas – BA -> Aracruz - ES




Empurrador (Dual mode ITB) ...
Projeto – Dados Embarcações




Barcaça:
Comprimento total:                   114,2m         4 Bow -Thrusters Volvo
Compri...
O Transporte Marítimo

Barcaças com capacidade de transportar
  até 5,4 mil m3 de madeira por viagem
O Transporte Marítimo
Vista aérea do Portocel e as fábricas da Arcel em Barra do Riacho, ES
O Transporte Marítimo




Barcaça em Portocel, pronta para o descarregamento
Desembarque e Dinâmica de Transporte




• Acoplamento / desacoplamento e ciclo de 24h / dia, para cada
  conjunto, (1) em...
Processos de Licenciamento

• CRA/BA: processo de licenciamento do Terminal de
  Barcaças (parte terrestre)
• IBAMA/DF: li...
Histórico do Processo de Licenciamento da
              dragagem com o IBAMA

• Abertura de processo: 24/1/01;
• Vistoria ...
Histórico do Processo de Licenciamento da
              dragagem com o IBAMA

• Algumas condicionantes requeridas:
    sus...
O canal do Tomba




Rio do Tomba, 1957           Canal do Tomba, 2003
Terminal de Embarque em Caravelas




• Passagem pelo mangue por pelotis, para evirtar-se danos ao
  manguezal existente

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Canal de Navegação e área de
                                 disposição do material dragado

8.038.000


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Equipamentos de Dragagem


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Dragagens realizadas

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RESPONSABILIDADE
                       AMBIENTAL
ATIVIDADE DE
DRAGAGEM DO      Ações na CONSERVAÇÃO

CANAL DO TOMBA    AM...
Hidrodinâmica da Zona Costeira de
           Caravelas


                       Dois correntômetros
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Turbidez medida nos Ondógrafos

• A Concentração de Sólidos em Suspensão (CSS):
    média na estação #506 (14,1 mg/l);
   ...
Escala de Risco

• Objetivo: previnir a aproximação de sedimentos nos recifes de corais
  existentes na região
      se co...
Turbidez – 45 pontos

• A média da CSS para todo o universo de dados (31.013
  registros) é de 10,07 mg/l, com um desvio p...
Evolução do Fundo Submarino da Área
                 de Descarte

• Batimetria de alta resolução;
• Os resultados indicam ...
Qualidade da Água e Monitoramento
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• Entre jul/2000 e jun/2006, realizadas 16 campanhas;
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Qualidade da água

• Os resultados indicam que as variáveis físico-químicas
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Biológico

• A sazonalidade afeta mais as variáveis biológicas do as
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Perfil de praia
Perfil de praia

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Recifes de Corais

• As taxas de sedimentação antes do início deste
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MONITORAMENTO DE CAMARÕES



             • Realizadas 46 campanhas, em 17
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Camarões

• Até dez/2005 foram realizadas 46 campanhas em 17 áreas de
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• Os resultados indicaram uma produ...
CONCLUSÕES

• Os resultados dos diversos monitoramentos ambientais realizados
  indicam não ter ocorrido impactos ambienta...
Equipe da Aracruz nesse processo

•   Luciano Lisbão Junior, Eng. Agrônomo, PhD em Ciências Florestais, Aracruz
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  1. 1. Painel 7: Licenciamento Ambiental A experiência da Aracruz Celulose S.A. Case 2: Licenciamento e Monitoramento das Operações de Dragagem do Canal de Caravelas
  2. 2. Conteúdo da Apresentação • A Empresa Aracruz Celulose • Transporte de madeira por barcaças • O processo de licenciamento • Monitoramentos realizados / resultados • Conclusões
  3. 3. A Empresa Aracruz Celulose • Grupos Controladores: Lorentzen, Votorantim e Safra (28% cada um) e o BNDES com 12,5% das ações ordinárias; • Ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque (Dow Jones), Madri (Latibex) e São Paulo (Bovespa). Operações Industriais em 3 Estados: • Bahia • Espírito Santo • Rio Grande do Sul ESCRITÓRIOS E REPRESENTAÇÕES: • São Paulo • EUA • Suíça • China • Hong Kong
  4. 4. A Empresa Aracruz Celulose • Unidades industriais: Barra do Riacho: 2.180 mil tsa/ano Guaíba: 436 mil tsa/ano Veracel: 450 mil tsa/ano (50% Arcel) 3.066 mil tsa/ano 30% da celulose branqueada de mercado mundial de eucalipto
  5. 5. O Transporte Marítimo Capacidade • 3.400.000 m³/ano Investimento total Caravelas • US$ 51.000.000 SÃO MATEUS Dados Técnicos • 4 barcaças e 2 empurradores 275 km • Capacidade da barcaça: 100 tritrens Vantagens • Melhor logística PORTOCEL • Redução do custo de transporte • Melhor uso da base florestal (distância econômica) • Redução do tráfego na BR 101 • Redução da emissão de CO2 Aracruz é pioneira neste tipo de transporte no Brasil, embora seja algo comum em outros países.
  6. 6. Projeto – Dados Embarcações • Transporte de madeira Caravelas – BA -> Aracruz - ES Empurrador (Dual mode ITB) 2 Motores MAK • Potência máxima contínua: 3264 BHP Comprimento total: 33,3 m • Rotação correspondente: 750 rpm Comprimento entre perpendiculares: 31,0 m • Combustível: Óleo Diesel / Óleo Boca moldada: 15,2 m Velocidade de serviço: 13,2 nós Pontal moldado: 6,0 m Autonomia: 2300 mn Calado de projeto: 4,0 m Deslocamento leve: 780 t 2 caixas redutoras (3:1), 2 propulsores passo variável, 2 lemes 90 kNm Capacidade de lastro: 514,5 m3 Tração estática: 57t óleo combustível: 179,4 m3 Radar, Agulha magnética, Agulha giroscópica, Piloto óleo diesel: 14,0 m3 automático, Odômetro de fundo, Ecobatímetro, óleo lubrificante: 15,4 m3 Indicador de ângulo de leme, Navegador GPS, VMS / águadoce: 47,0 m3 ECDIS, Rádio
  7. 7. Projeto – Dados Embarcações Barcaça: Comprimento total: 114,2m 4 Bow -Thrusters Volvo Comprimento entre perpendiculares: 110,0m •Combustível: Óleo Diesel Boca moldada: 22,0 m Pontal moldado: 6,0 m Odômetro de fundo, Sonar, Ecobatímetro Calado de projeto: 4,0 m Deslocamento leve: 1833,6 t Deslocamento no calado de projeto: 7067,7 t • Deadweight no Calado Máximo (4,68m): 6.641,08 mt Capacidade de lastro: 2602 m3 • Deadweight na Altura Máxima de Carga (6,60m): Capacidade de óleo combustível: 179,4 m3 6.147,13 mt (calado de 4,44m) Capacidade de óleo diesel: 6,9 m3 • Deadweight no Calado de Projeto (4,00m): Área convés de carga: 1585 m2 5.234,11 mt (altura de carga de 5,60m) Lastro residual + óleo diesel = 120mt + 2 mt
  8. 8. O Transporte Marítimo Barcaças com capacidade de transportar até 5,4 mil m3 de madeira por viagem
  9. 9. O Transporte Marítimo Vista aérea do Portocel e as fábricas da Arcel em Barra do Riacho, ES
  10. 10. O Transporte Marítimo Barcaça em Portocel, pronta para o descarregamento
  11. 11. Desembarque e Dinâmica de Transporte • Acoplamento / desacoplamento e ciclo de 24h / dia, para cada conjunto, (1) empurrador / (2) barcas; • Produção anual projetada: 3,4 milhões m3 / ano • Recorde: 1.963 mil m3 em 2006 (57,7% da capacidade projetada)
  12. 12. Processos de Licenciamento • CRA/BA: processo de licenciamento do Terminal de Barcaças (parte terrestre) • IBAMA/DF: licenciamento da dragagem do canal do Tomba – Caravelas (parte marítima) • Gabarito geométrico do canal dragado: profundidade: -5,0 m (DHN) comprimento: 3.400 m largura: 90m • Necessidade de dragagens periódicas: EIA/RIMA: 130 mil m3 cada dois anos Estudo 2ª opinião: anual de 200 mil m3 ± 50 mil m3
  13. 13. Histórico do Processo de Licenciamento da dragagem com o IBAMA • Abertura de processo: 24/1/01; • Vistoria IBAMA: 28 a 30/3/01; • Abertura de procedimento Administrativo pelo MPF- Ilhéus-BA, baseado em artigo revista semanal (17/4/01); • Audiência pública: 01/6/01; • Licença Prévia (106/2001): 16/10/01; • Autorização supressão de vegetação de mangue (4,06m2): 23/11/01; • Licença IBAMA (LO 171/2001) expedida: 05/12/01.
  14. 14. Histórico do Processo de Licenciamento da dragagem com o IBAMA • Algumas condicionantes requeridas: suspensão da operação de dragagem se constatada a aproximação de sedimentos nos recifes de corais (escala de risco); as atividades de dragagem e descarte só poderão se executadas com a presença de técnico do IBAMA, ou indicado por este (auditoria independente); não permite dragar durante o inverno; não permite dragar durante o defeso do camarão; o transbordo do material dragado (overflow) é restrito a um polígono reduzido.
  15. 15. O canal do Tomba Rio do Tomba, 1957 Canal do Tomba, 2003
  16. 16. Terminal de Embarque em Caravelas • Passagem pelo mangue por pelotis, para evirtar-se danos ao manguezal existente • Autorização do IBAMA para o de desmate de 4,06 m2.
  17. 17. Canal de Navegação e área de disposição do material dragado 8.038.000 Rio Caravelas • Durante a etapa de projeto e Oceano Atlântico 8.036.000 Boca do Tomba após a implantação do terminal de barcaças, vários estudos e monitoramentos ambientais foram 8.034.000 e têm sido realizados 8.032.000 Canal de Acesso Área de Descarte (2 x 2 km) Área de Descarte dos sedimentos NW NE oriundos da operação de dragagem SW SE tem dimensões de 2 x 2 km. 480.000 482.000
  18. 18. Equipamentos de Dragagem Dragas tipo “hopper” Volzee e Virgínia, da Enterpa • Dragas autopopelidas de sucção e arrasto; • O material dragado é armazenado na cisterna para posterior despejo na área licenciada pelo IBAMA.
  19. 19. Dragagens realizadas Volume Dragado Ano “in situ” (m3) 2002 573.324 2003 500.224 2004 588.526 2005 224.822 2006 185.854 Totais 2.072.750 Nunca o canal atingiu as dimensões do projeto ! Previsão 2007: 285 mil m3 (atingir projeto) + 200 mil m3 (manutenção)
  20. 20. RESPONSABILIDADE AMBIENTAL ATIVIDADE DE DRAGAGEM DO Ações na CONSERVAÇÃO CANAL DO TOMBA AMBIENTAL DA ÁREA DE INFLUÊNCIA do terminal Desenvolvimento de inúmeros programas de MONITORAMENTO e ESTUDOS Atividades com SEGURANÇA e MÍNIMO IMPACTO ao meio ambiente
  21. 21. Hidrodinâmica da Zona Costeira de Caravelas Dois correntômetros S4ADWi, da Interocean Systems, fundeados a cerca de 3 m do fundo nas estações # 506 e # 106; Monitoramento, por mais de cinco anos, das variáveis ambientais ondas, correntes, marés e turbidez.
  22. 22. Turbidez medida nos Ondógrafos • A Concentração de Sólidos em Suspensão (CSS): média na estação #506 (14,1 mg/l); maior valor registrado na estação #106 (173 mg/l), onde também se observa o maior desvio padrão (18,7 mg/l); A turbidez na região é mais elevada quando em situação de ventos de S-SE; Variação temporal da média mensal da CSS associada à altura de onda e tensão de cisalhamento.
  23. 23. Escala de Risco • Objetivo: previnir a aproximação de sedimentos nos recifes de corais existentes na região se constatado CSS acima dos valores pré-estabelecidos a oparação é suspensa: Classes de # 506 CSS (mg/l) média + # 106 CSS (mg/l) média + operação desv. padrão desv. padrão Normal < 20,0 < 15,0 Alerta 20,0 – 22,5 15,0 – 17,5 Risco Iminente 22,5 – 25,0 17,5 – 20,0 Paralisação ≤ 25,0 ≤ 20,0 Reinício < 20,0 < 15,0 • Problema: escala muito restritiva, baseada em uma única campanha sem ocorrência de entrada de frente fria elevada probabilidade de suspensão da operação
  24. 24. Turbidez – 45 pontos • A média da CSS para todo o universo de dados (31.013 registros) é de 10,07 mg/l, com um desvio padrão de 16,4 mg/l; • Os maiores e menores valores da média foram 34,4 mg/l (setembro de 2003) e 1,41 mg/l (em janeiro de 2002); • Os valores máximos observados são próximos à linha da costa restritos a uma região limitada próximo à área de dragagem e descarte (estações #201 a #203); • O aumento da turbidez na região de estudo é causado por fenômenos físicos naturais.
  25. 25. Evolução do Fundo Submarino da Área de Descarte • Batimetria de alta resolução; • Os resultados indicam um modificação de profundidade no canto NW da área delimitada para descarte do material: A profundidade média antes do início dos despejos nesta região era de - 4,6 m DHN. Os despejos do material dragado ocupam uma superfície circular de diâmetro de 800 m, com uma profundidade média passando para - 3,6m.
  26. 26. Qualidade da Água e Monitoramento Biológico • Entre jul/2000 e jun/2006, realizadas 16 campanhas; • Análises para a qualidade da água: transparência, temperatura, salinidade, OD, condutividade, pH, clorofila, fosfato, fósforo total, amônia, nitrato, nitrito, nitrogênio total, turbidez e CSS; • Monitoramento biológico: fitoplancton e zooplancton: amostras coletadas em sete estações em duas posições na superfície e fundo; Bentos: amostras coletadas em 4 estações de coleta, dois tipos de amostras no fundo.
  27. 27. Qualidade da água • Os resultados indicam que as variáveis físico-químicas da água não diferiram significativamente entre os pontos de coleta, nem entre as áreas de despejo nem entre pontos de controle; • As variações refletem mudanças sazonais naturais.
  28. 28. Biológico • A sazonalidade afeta mais as variáveis biológicas do as diferenças espaciais (ou devidas ao despejo); • A dinâmica do ambiente é centuada o suficiente para dispersar o material dragado e não ocasionar danos crônicos ao meio biológico. • Os estudos demonstram baixo impacto nos diversos compartimentos biológicos, segundo a metodologia e malha amostral utilizados de monitoramento da área do Empreendimento; Bentos: recuperação às condições anteriores três após o término da dragagem.
  29. 29. Perfil de praia
  30. 30. Perfil de praia • Monitoramento em 13 posições georeferenciadas de perfis de praia: • Fotografias aéreas e imagens de satélite de 1957 a 2001 (antes da dragagem) indicam ocorrência natural da regressão da linha de costa; • Até o último levantamento realizado em abril de 2006, as regressões de linha de costa estão dentro das taxas esperadas; • Não se constata relação direta da dragagem do canal com os processos erosivos observados nos perfis monitorados.
  31. 31. Ponta da Baleia Corais Caravelas Parcel das Paredes te es Su Ilha da l na Cassumba Ca s hol ro Ab de l na Ca Nova Viçosa Arquipélago de Recife Sebastião Gomes Abrolhos Recife Coroa Vermelha Recife Viçosa
  32. 32. Recifes de Corais • As taxas de sedimentação antes do início deste monitoramento foram maiores que as atuais; • No verão: aumento da CSS está associado à ocorrência de correntes mais fortes que promovem a ressuspensão do fundo; • No inverno: aumento da CSS ao sul do canal reforça a tese de que não há influência do descarte da dragagem nos padrões de turbidez dos recifes de corais, já que as correntes se propagam em direção contrária aos parcéis.
  33. 33. MONITORAMENTO DE CAMARÕES • Realizadas 46 campanhas, em 17 áreas de monitoramento • Obtidas informações sobre: biologia de camarões pesca de camarão marinho ictiofauna acompanhante • Os resultados subsidiam o IBAMA a definir datas de defeso do camarão na região
  34. 34. Camarões • Até dez/2005 foram realizadas 46 campanhas em 17 áreas de monitoramento; • Os resultados indicaram uma produtividade média atual de 2.457,7 g/h de arrasto contra 762,2 g/h antes de operação da dragagem; • A produtividade média na área de descarte do material dragado de dois locais de coleta durante quatro campanhas anteriores ao início do empreendimento era de 398,4 g/h, alcançou a média de 4.282,8 g/h em 9 campanhas realizadas após o início da operação; • Após a dragagem foi observado um aumento de captura de fêmeas jovens, um indicativo da existência de uma maior sobrevivência das larvas, não se verificando impacto negativo desse Empreendimento na biologia do camarão; Mesmo assim, o IBAMA mantém a proíbição da operação de dragagem durante o período de defeso do camarão.
  35. 35. CONCLUSÕES • Os resultados dos diversos monitoramentos ambientais realizados indicam não ter ocorrido impactos ambientais significativos devido à atividade de dragagem; • Há fatores naturais nas variações dos parâmetros monitorados, tanto nos períodos de operações de dragagem e descarte, quanto nos estudos realizados no período pré-dragagem; • Os monitoramentos possibilitam estabelecer medidas corretivas e procedimentos que auxiliem na mitigação de efeitos causados pela atividade, casos estes ocorram; • Permitem subsidiar o IBAMA no estabelecimento de condicionantes das licenças ambientais concedidas para a operação de dragagem; • Atrasos nos processos de licenciamento e a escala de risco dificultam o atingimento do calado do projeto, com significativas perdas na capacidade logística.
  36. 36. Equipe da Aracruz nesse processo • Luciano Lisbão Junior, Eng. Agrônomo, PhD em Ciências Florestais, Aracruz Celulose S.A., llj@aracruz.com.br • Mário José B. Cerqueira Junior, Eng. Mecânico, MSc em Logística, Gerente de Transporte Florestal, Aracruz Celulose S.A., mjjunior@aracruz.com.br • Gustavo Spegiorin, Eng. Florestal, Especialista em Licenciamento Ambiental, Aracruz Celulose S.A., gorin@aracruz.com.br • Fábio Rogério Ribeiro Eng. Naval, MSc Eng. Naval, Especialista em Logística, Aracruz Celulose S.A., fribeiro@aracruz.com.br • Diomar Biasutti, Biólogo, Téc. Adm. Controle Ambiental, Aracruz Celulose S.A, dibiasutti@aracruz.com.br
  37. 37. Empresas Participantes Consultoria Ltda
  38. 38. llj@aracruz.com.br

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