LARISSA DE CASSIA CANDIDO - FAAPMKTDIGITAL

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LARISSA DE CASSIA CANDIDO - FAAPMKTDIGITAL

  1. 1. FACULDADE ÁLVARES ARMANDO PENTEADO FAAP – PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSO EM GESTÃO DA COMUNICAÇÃO E MARKETING DIGITAL Larissa de Cássia Candido INTERNET: O NÃO LUGAR São Paulo 2014
  2. 2. Larissa de Cássia Candido INTERNET: O NÃO LUGAR Ensaio apresentado à FAAP Pós-Graduação, como requisito para a aprovação da matéria Cultura e Contemporaneidade no Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu em 2014. Tatiana Amendola Sanches São Paulo 2014
  3. 3. A internet é o tecido de nossas vidas. Manuel Castells, “Galáxia da Internet” (2008)
  4. 4. 1. Introdução 1 Na década de 19901 teve-se dos mais diversos burburinhos sociais, como a primeira clonagem animal em 96, a guerra do Golfo eclode no Kuwait em 90, Federação Russa deixa a URSS em 91, impeachment do então presidente do Brasil Fernando Collor em 92, genocídio em Ruanda em 94, fim da guerra na Bósnia em 97, enfim, tivemos estes e outros eventos marcantes que fizeram a história neste período. Um campo que se destacou e muito neste período também foi da tecnologia da informação. Neste campo, pode-se dizer que uma enxurrada de novidades e fatos surgiu ao mesmo tempo: o telefone celular se consolida como uma necessidade moderna, pagers ganham popularidade em 90, a primeira versão do PlayStation surge em 94, tem-se o surgimento dos primeiros microprocessadores da Intel em 92, a primeira versão do Linux é lançada em 91, a Microsoft se consolidada no mercado com o sistema operacional Windows a partir de 95. Como se vê, a sociedade científica caminhou na direção do desenvolvimento de novas tecnologias focadas na informação e na comunicação. Neste contexto, uma tecnologia que já estava sendo trabalhada desde a década de 1960 toma forma e se consolida como umas das maiores invenções da contemporaneidade – a internet. A ascensão da internet em 90 não veio sozinha; ela trouxe consigo a criação da teia www e do hypertexto HTML, o surgimento das primeiras redes de comércio eletrônico, como Amazon, eBay, Mercado Livre, dos primeiros provedores de acesso, como AOL, Yahoo, e dos primeiros IMs como o ICQ em 94. Mas essa caminhada vem desde muito antes – a partir da década de 1960 – quando o termo internet ainda não era utilizado e o que se estudava desenvolver era um modelo de comunicação e compartilhamento de informação, mas com propósito distinto – de salvaguardar a informação norte-americana diante da iminência de uma invasão soviética durante a guerra fria (CASTELLS, 2008). A culminação deste evento fez com que a sociedade acadêmica de tecnologia norte-americana passasse a trabalhar em modelos que permitissem a conexão integrada de pontos específicos para o compartilhamento de informação. 1 O histórico de datas fornecido nos três primeiros parágrafos desta introdução foi extraído do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1990
  5. 5. Foi, então, desenvolvido o primeiro sistema em rede, que a partir de nós interconectados que permitiu a comunicação e interação entre os pontos que faziam parte do projeto (CASTELLS, 2008). Deste sistema em rede, deriva-se o que se conhece hoje como internet. Este modelo de sistema em rede, apesar de novo para a tecnologia, é um velho conhecido da organização social, pois a sociedade se organiza em redes: família, amigos, conhecidos, trabalho, escola, interesses em comum, etc. A sociedade em rede (CASTELLS, 2008), com o advento da internet, passa a experienciar um novo modelo de comunicação, que intensifica a visão do homem sobre o mundo a partir do momento em que seu olhar é voltado para uma gama infinita de oportunidades oferecidas por este novo canal. No entanto, como é este novo canal que surge e rouba a cena da contemporaneidade? Ele traz bagagem ou história consigo? De que modo ele influencia a sociedade? O objetivo deste ensaio é responder a estas questões com base na interpretação dos teóricos Manuel Castells e Marc Augé. 2. A origem da internet Os primeiros trabalhos sobre sistemas de rede remontam a década de 1960, nos EUA, durante o período da guerra fria, e consistiam em condensar estratégia militar, estudo acadêmico e desenvolvimento tecnológico (CASTELLS, 2008) para o compartilhamento seguro de informação. Pesquisas em universidades neste sentido foram desenvolvidas com o intuito de guardar e transmitir entre os nós as informações de guerra e do país em caso de uma invasão ao território norte- americano pelos soviéticos. Havia-se a necessidade de não se concentrar todo o conteúdo em uma única base (no caso, o Pentágono) para se evitar a exposição do material de inteligência, científico e tecnológico norte-americano. A rede ARPANET criada pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPA), do Departamento de Defesa dos EUA, começou a operar em 1969 e ela possibilitou a descentralização de partes das informações geradas e espalhá-las por
  6. 6. nós em centros de controles estabelecidos na Universidade da Califórnia em Los Angeles, no Stanford Research Institute, na Universidade da Califórnia em Santa Barbara e na Universidade de Utah (CASTELLS, 2008). Na década de 1980, novas redes começaram a surgir com outras finalidades a partir da ARPANET (que passou a ser dedicada exclusivamente ao estudo científico), como a MILNET (rede da ARPA, totalmente voltada para desenvolvimento militar), a CSNET (desenvolvida para fins científicos pela IBM e a National Science Foundation), a BITNET (para finalidade acadêmica, também desenvolvida pela IBM e National Science Foundation). Essas novas redes, no entanto, utilizavam a informação gerida pelo sistema ARPANET que se transformou rapidamente na rede das redes, e passou a ser chamada de ARPA-INTERNET, e, posteriormente, INTERNET – nomenclatura que utilizamos até hoje. As atividades da ARPANET foram encerradas em 28 de fevereiro de 1992, e o backbone das redes passou a ser a NSFNET, administrada pelo National Science Foundation. Em decorrência de pressões comerciais, de conflitos políticos e ideológicos, da expansão das redes privadas e do surgimento de redes colaborativas, a NSFNET foi extinta em 1995 (CASTELLS, 2008), indicando os primeiros passos para a privatização da internet. A administração da internet foi transmitida à Internet Society, um órgão sem fins lucrativos, que passou a administrar a Internet Activities Board e a Internet Engineering Task Force, ambos os comitês de coordenação da internet, criados pelo Departamento de Defesa dos EUA. Os computadores, no entanto, precisavam conectar-se entre si. Protocolos de comunicação começaram a ser estudados na década de 1970 pelos mesmos cientistas que faziam parta da ARPA, além de contar com a “cooperação tecnológica de vários grupos europeus, em especial pesquisadores franceses associados ao programa Cyclades” (CASTELLS, 2008, p. 84). Neste cenário, o protocolo TCP/IP mostrou melhor aderência ao novo protocolo de comunicação internacional estabelecido em 1980. Para o seu uso e estabelecimento da conexão entre computadores, o sistema operacional do UNIX, criado em 1969 pela Bel Labs, foi adaptado ao protocolo TCP/IP, estabelecendo-se, assim, uma nova onda de convergência tecnológica que passaria a conectar computadores e transcender redes cientificas, acadêmicas, militares, comerciais e pessoais:
  7. 7. Já que a nova versão do UNIX foi financiada por verba pública, o software tornou-se disponível só pelo preço de distribuição. O sistema de comunicação em rede nasceu em ampla escala na forma de rede de área local e redes regionais ligadas umas às outras, e começou a espalhar-se por toda parte onde houvesse linhas telefônicas e os computadores estivessem equipados com modems, equipamento de preço bastante baixo. (CASTELLS, 2008, p. 85) Neste ambiente efervescente, surgiram outros protagonistas, que não estavam ligados ao grupo ARPA e que não participaram do projeto ARPANET, que foram considerados contracultura – “os hackers” –, uma vez que apoiavam a produção e desenvolvimento de tecnologia e conhecimento ligados à internet de maneira livre, em prol da usabilidade coletiva em rede. Eles contribuíram para a ascensão do que ainda estava por vir, como os estudantes da universidade de Chicago Ward Christensen e Randy Suess que, em 1978, criaram o modem para PCs (numa tentativa de descobrir como compartilhar arquivos entre computadores utilizando a rede telefônica), aprimoraram-no (convertendo em Xmodem) e divulgaram-no gratuitamente na internet em 1979, e Tom Jennings que, em 1983, criou a rede Fidonet, que até 1992, conectou mais de 2.000 usuários dentro e fora dos EUA por um custo acessível (CASTELLS, 2008). Apesar de 1990 a internet já contar com milhares de usuários, ainda havia uma parcela de usuários que tinha dificuldade para usá-la. Neste período, o grupo de pesquisa liderado por Tim Berners Lee, da Organização Europeia para Investigação Nuclear (CERN), criou a www (world web wide) ou “web”, uma rede de alcance mundial que foi capaz de organizar o conteúdo compartilhado na internet em sítios ou endereços eletrônicos para hipertextos (HTML) para transmissão pelo protocolo HTTP, para guiar a comunicação entre navegadores e servidores de web (CASTELLS, 2008). Com a disponibilização da rede web pela internet os primeiros navegadores começaram a aparecer, como o Netscape Navigator, lançado em 1994. No limiar da revolução das redes, o período 1960-1990 foi marcado pelo entusiasmo frente a uma revolução tecnológica e de comunicação jamais antes experimentada pela sociedade com o advento da internet.
  8. 8. 2.1. Qual é o seu lugar nesta sociedade? A avidez da sociedade por uma estrutura econômica baseada na globalização do capital, pela liberdade individual e de comunicação e pelo desenvolvimento crescente da tecnologia e da telecomunicação no final do século XX, fez surgir uma nova ordem social organizada em rede, onde os indivíduos e organizações são os “nós” interligados em um conjunto estabelecido por relações, ora de proximidades, ora aleatórias. Neste cenário, a internet “tornou-se a alavanca para uma nova forma de sociedade – a sociedade em rede – e, com ela para uma nova economia”. (CASTELLS, 2008, p. 08). Segundo Castells (2003, p.07), “a internet poderia ser equiparada tanto a uma rede elétrica, quanto ao motor elétrico (...)”, tamanha é a sua força e influência nos meios sociais. Os nós da rede hoje são mais energizados, ativos e voláteis em virtude da presença marcante da internet na vida humana – a vida passa a acontecer mais do lado de dentro da tela do que fora dela. A internet conecta o mundo e permite a comunicação em escala global; em pesquisa realizada pela Nielsen-IBOPE2 , no segundo semestre de 2013 revelou que o Brasil tem um total de 103,2 milhões de usuários de internet, 12,9% a mais do que no primeiro semestre de 2012, quando este número era 83, 4 milhões de usuários. No mundo atualmente são mais de 2 bilhões, segundo o Worldometers3 . O advento da internet mudou drasticamente o modelo de organização social, pois para Castells (2003, p. 8), “as atividades econômicas, sociais, políticas, e culturais essenciais por todo o planeta estão sendo estruturadas pela internet e em torno dela, como por outras redes de computadores”. A internet, ao mesmo tempo em que integra o mundo em redes energizadas e informatizadas, ela exclui uma parcela da sociedade, que invariavelmente fica à margem da realidade de uma sociedade da informação, por motivos como habitação de áreas com pouca viabilidade de infraestrutura, a falta de 2 Dados encontrados no site da consultoria IBOPE: http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/numero- de-pessoas-com-acesso-a-internet-no-brasil-chega-a-105-milhoes.aspx. 3 Dados encontrados no site do worldometers: http://www.worldometers.info/pt/
  9. 9. aporte financeiro para a aquisição de um dispositivo, como um computador ou um smartphone, a dificuldade/ capacitação para lidar com a tecnologia, ou a limitação física ou mental. A exclusão desta rede, para Castells (2008, p.08), “representa a exclusão mais danosa em nossa economia e em nossa cultura”. De acordo com o último relatório Measuring Society Information (2013)4 , estima-se que 4,4 milhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso a internet. Mesmo com uma parcela bastante representativa do mundo não estar digitalmente inserida nesta rede global de comunicação, é inegável a abertura do mundo para o mundo, a sua flexibilidade em ser moldada ao gosto do usuário e livre e irrestrita para o consumo – a internet contribuiu para a diminuição entre distâncias a partir do momento que permitiu o homem alcançasse lugares que, talvez, ele jamais esmerou estar a partir da realidade projetada virtualmente. A internet, fruto da supermodernidade pode ser interpretada na concepção de Augé (2001) como um espaço que se constitui em excesso, mas paradoxalmente encolhida. A internet é o legado da supermodernidade, onde o excesso de informação circula de forma corrente, exponencial e acelerada. Neste contexto, pode-se dizer a internet se constitui como um não-lugar – encolhido e marcado pela superabundância, como outras instalações públicas, caracterizadas pela circulação, consumo e comunicação: Os não-lugares são tanto as instalações necessárias à circulação acelerada das pessoas e bens (vias expressas, trevos rodoviários, aeroportos) quanto os próximos meios de transporte ou os grandes centros comerciais, ou ainda os campos de trânsito prolongado onde são estacionados os refugiados do planeta. (Augé, 2001, p. 36) A internet tendo características de um não-lugar, marcado principalmente pela superabundância, apresenta-se como uma janela para um mundo de oportunidades, que num simples clique oferece uma lista extensa de possibilidades, instigando o seu espectador ao consumo: 4 Dados encontrados no site da ONU: http://www.onu.org.br/onu-44-bilhoes-de-pessoas-permanecem-sem- acesso-a-internet/.
  10. 10. As rádios privadas fazem propagandas das lojas de departamento (...). As revistas das companhias aéreas fazem propaganda dos hotéis, que fazem propaganda das companhias aéreas – o interessante sendo que todos os consumidores de espaço acham-se, assim, presos nas ressonâncias e nas imagens de uma espécie de cosmologia objetivamente universal, simultaneamente familiar e prestigiosa (...). (AUGE, 2001, p. 97) O não-lugar se opõe ao lugar antropológico, que é “identitário, relacional e histórico” (AUGE, 2008, p.52), ou seja, ele se distingue no instante em que se estabelece como um espaço de relações neutras e consensuais, desprovido de tradicionalismos, lembranças, marcas de individualismo e elementos constitutivos de formação de identidade. Para Augé (2008, p. 53), “o habitante do lugar antropológico não faz a história, ele vive a história”, contrapondo-se, assim, ao não-lugar, que está acima de qualquer linha temporal, mas que se fixa como local de passagem para este indivíduo que vai usufruir do espaço. O não-lugar e lugar antropológico, no entanto, misturam-se, pois no trânsito entre os dois espaços, o individuo carrega consigo a experiência vivida em ambos: Na realidade concreta do mundo de hoje (...), lugares e não-lugares misturam-se, interpenetram- se. A possibilidade do não-lugar nunca está ausente de qualquer lugar que seja. A volta ao lugar é o recurso de quem frequenta os não- lugares (e que sonha, por exemplo, com uma residência secundária enraizada nas profundezas da terra). (AUGE, 2001, p. 98) 3. Conclusão Os primeiros trabalhos culminados em 1960 sobre redes antecederam aquilo que prometeria transformar as bases da comunicação das gerações que se seguiam. Um sistema projetado a priori para ser arma de guerra trouxe transformações a um dos campos mais importante da vida humana: a comunicação. A sociedade, ávida por inovação e informação, vive o momento da emergência comunicativa, e neste cenário, a internet tem desempenhado um papel
  11. 11. crucial no suprimento da informação rápida, dinâmica, e em larga escala. As pessoas tem transformado este novo canal e, pela primeira, interagem neste espaço não apenas como espectador, mas também como produtores de conteúdo. O grupo que iniciou os estudos sobre a rede ARPLANET e os outros que se sucederam talvez não imaginassem a dimensão que o desenvolvimento de sistemas em rede representaria para a humanidade anos mais tarde. Talvez não tivesse sido imaginado o quanto este modelo de integração em rede remodelaria a forma humana de comunicação e o dinamismo que isso traria para a vida cotidiana, conectando as pessoas, abrindo fronteiras, diminuindo as distâncias, estimulando cada vez mais o consumo e facilitando o acesso à informação, ainda que exista uma parcela à margem desta realidade. Neste contexto tem-se que, apesar da influência que a internet exerce sobre os nossos sistemas de comunicação, ela é apenas mais um canal que surgiu para integrar a realidade humana, como outro ponto de articulação de informação – pública, livre e à disposição – de todos que tenham condições de tê-las ao seu alcance, onde as pessoas podem transitar e circular livremente. Assim, pode-se dizer, que a internet é um não-lugar, um terreno de circulação pública, onde as pessoas estão de passagem, circulando e consumindo o que está à disposição. Este espaço está acima de qualquer relação identitária, tradicional ou histórica. Bibliografia CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 243 p. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede – a era da informação: economia, sociedade e cultura – Volume 1. 11. ed. São Paulo: Paz & Terra, 2002. 698 p. AUGÉ, M. Não-lugares: introdução a uma antropologia da supermodernidade. 2. Ed. São Paulo: Papirus, 2001, 111 p.
  12. 12. Bibliografia Eletrônica ITU. Measuring the information Society. Disponível em: http://www.itu.int/en/ITU- D/Statistics/Pages/publications/mis2013.aspx. Acesso em: 28/05/2014 IBOPE. Números de pessoas com acesso à internet no Brasil chega a 105 milhões. Disponível em: http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/numero-de- pessoas-com-acesso-a-internet-no-brasil-chega-a-105-milhoes.aspx. Acesso em: 28/05/2014 WORLDO METERS. Sociedade & meios de comunicação: utilizadores de internet no mundo. Disponível em: http://www.worldometers.info/pt/. Acesso em: 28/05/2014 ONU. 44 bilhões de pessoas de pessoas permanecem sem acesso à internet. Disponível em: http://www.onu.org.br/onu-44-bilhoes-de-pessoas-permanecem-sem- acesso-a-internet/. Acesso em: 28/05/2014 WIKIPEDIA. Década de 1990. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1990. Acesso em 28/05/2014

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